domingo, 11 de outubro de 2009

Pelos caminhos da Patagônia

O atleta Adilson Dorvalino Fernandes é um veterano do ciclismo de Poços. Aventureiro de coração, já percorreu boa parte do Brasil e também alguns países da América do Sul. O ciclista, que aos 48 anos de idade é um incansável do esporte, prepara sua próxima aventura. Nesta semana ele inicia o “Projeto Patagônia, Pelos Caminhos do Mundo", que o levará ao extremo sul do Chile e Argentina, com destino final a Patagônia, santuário ecológico e um dos pontos mais belos do mundo. Adilson dará suas primeiras pedaladas em Santiago no Chile e percorrerá aproximadamente 3.500 km. Segundo ele, a maior dificuldade que encontrará durante o percurso, além do clima, serão as condições das estradas. “Estou nesta nova aventura para o que der e vier e quero trazer para Poços de Caldas muitas imagens desta belíssima viagem que será uma das principais de minha vida”, conta Adilson, que viajará sozinho e durante o período da aventura descansará em acampamentos montados por ele mesmo. “A alimentação será feita por mim mesmo já que preciso manter os custos dentro do limite para que não tenha nenhuma surpresa de última hora”, conta.Além do esporte de aventura, Adilson participa ativamente do calendário esportivo de Poços de Caldas. O ciclista compete em mountain bike e ainda se arrisca em provas de atletismo. Contabiliza 15 participações na Volta ao Cristo, tradicional prova do atletismo local. “Tenho orgulho de ter corrido a primeira edição da Volta ao Cristo. O esporte é a melhor forma de manter corpo e mente sãos”, fala ele.Ainda dentro do esporte de Poços de Caldas, Adilson ostenta um importante feito. É um dos maiores campeões das Olimpíadas dos Trabalhadores nas modalidades de atletismo e ciclismo.Adilson já viajou por todo o litoral brasileiro, do Oiapoque ao Chuí, percorrendo aproximandamente 8.500 km de bicicleta. Chapada Diamantina (15 dias), Serra da Bocaína (8 dias), Serra da Canastra (8 dias), Serra Gaúcha e Serra Geral-SC (18 dias) e Rio do Rastro, São Joaquim (15 dias) são as principais aventuras do ciclista pelo Brasil, que ainda pedalou pela Cordilheira dos Andes, percorrendo cerca de 4.500 km entre Santiago, Argentina, Uruguai, sul do Brasil e Poços de Caldas.Adilson ainda pedalou de Corumbá-MS até o altiplano boliviano, no lago Titicaca, foi até a cidade de Cuzco no Peru e Machu Pichu, quando fez um trajeto de 3.500 km enfrentando uma altitude de até 4.950 m.O ciclista também possui um grande respeito na região já que participa de algumas provas pelo sul de Minas, e tem alguns títulos nacionais de mountain bike.“Acho que toda minha história no esporte é o maior incentivo para novas aventuras com essa que inicio esta semana”, fala Adilson, que pretende documentar em fotos toda sua viagem. Ele agradece alguns parceiros, como o secretário de Esportes Lelo, Pedal Poços Clube, empresários Flávio e Fábio do Frios Frimer, Maurício do Boticário, Estefson da Sudoeste Móveis Escolares e Nilson da Villa Shop. “São pessoas que sempre se empenham em me ajudar da melhor forma possível. Algumas delas estão comigo desde as primeiras aventuras, me ajudam nas escolhas de caminhos em todos os sentidos e nunca deixam que o desânimo bata em minha porta”, finaliza o aventureiro de Poços de Caldas.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Falta de respeito

A falta de compromisso de alguns times de futsal ficou evidente na rodada de ontem do Campeonato Interbairros organizado pela Usab. Das quatro partidas agendadas apenas uma pôde ser realizada. As demais foram definidas pelo WxO. No ginásio do Cascatinha deixaram de acontecer dois jogos e também mais um no Juca Cobra. A equipe do Centro não compareceu e a Vila Cruz saiu vencedora. No último jogo da noite o Santa Maria venceu o Nova Aurora por 8x5. Infelizmente, quando acontece um WxO quem fica penalizado são as pessoas que se esforçam para comparecer ao local das partidas. Tanto a Secretaria de Esporte quanto a Liga de Futsal se mobilizam para a realização dos jogos e ainda tem a torcida que comparece aos ginásios. Um time que simplesmente não comparece tem que receber uma punição devido à falta de responsabilidade e de consideração com todos os envolvidos no evento. A Usab deve tomar providências e a eliminação dos infratores do campeonato é o mínimo que se espera.
Taça Poços de Caldas - Enquanto o Interbairros pena com a falta de compromisso de alguns times a Taça Poços de Caldas acontece sem maiores problemas. Ontem duas partidas foram realizadas. O Tabajara perdeu para o União por 5x4 enquanto que o Social bateu o Vila Nova/Unitáxi por 5x1.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Ituiutaba consegue perder para o Vulcão

Não vi o jogo mas acredito que esse time do Ituiutaba é muito ruim. O time conseguiu perder para o Vulcão em Poços. Para perder do Vulcão precisa se esforçar muito. O locutor de uma rádio da cidade narrou o gol da vitória com uma empolgação tão grande que parecia gol de título. O fato do time de Poços não terminar a participação no grupo em último também foi muito comemorado. Incrível como tem gente que se contenta com pouco.

Tênis de Mesa em Piracicaba

A equipe de tênis de mesa treinada por José Antônio Vilas Boas esteve, no último final de semana, na cidade de Piracicaba, onde participou da Liga Paulista. A competição reuniu todas as categorias, desde o mirim até veteranos, e contou com a presença de mais de 200 jogadores. Poços foi representada por três atletas. No mirim, Lucas Vilas Boas terminou na sétima colocação. No adulto, Adriano Cagnani ficou com o vice-campeonato, melhor resultado da equipe. Raul Danza Bertozzi ficou em oitavo lugar na categoria adulto. Raul estreou na competição depois de um longo período sem participar de campeonatos. Segundo o técnico Vilas Boas, os resultados foram bons e a equipe de Poços vai se concentrar nos treinos e nos próximos eventos representar bem a cidade. Os treinamentos são realizados no Chico Rei com cerca de 30 mesatenistas. Vilas Boas disse que a falta de apoio vem sendo o maior obstáculo para a presença da equipe nas competições. O grupo que esteve em Piracicaba foi apoiado pelo Boticário. “Precisamos de patrocínio para que consigamos entrar forte nas competições. Infelizmente pouca gente ajuda e fica quase inviável participar das competições”, disse o técnico.

Uma semana apreensão

O impasse sobre a desativação do futebol profissional do Rio Branco de Andradas terá um desfecho apenas na próxima quinta-feira (15), quando os vereadores daquela cidade vão decidir se aprovam ou não o projeto que passa o estádio Parque do Azulão para o time andradense em forma de permuta.
A postura dos dirigentes do time é que se o estádio não for passado definitivamente para o clube o futebol para por pelo menos dois anos.

Proposta do clube
O estádio pertence ao município e o Rio Branco o adquiriu em forma de comodato que tem validade de 60 anos. A proposta do clube para a prefeitura é que o estádio seja repassado definitivamente para ser administrado pelo Rio Branco e assim, em contrapartida, seria entregue ao município um terreno de cinco alqueires.
No clube a postura é radical. Os dirigentes, inclusive, já enviaram para a Federação Mineira de Futebol uma solicitação de dispensa do campeonato. O estádio também já teria sido devolvido para a administração municipal, que recusou.

A cidade
O prefeito de Andradas está bastante interessado na proposta, no entanto, os vereadores ainda não decidiram se concordam com a troca. Ele não aceitou a devolução do estádio e mantém uma postura favorável à concretização do negócio.

Câmara
Caso a postura da Câmara seja desfavorável ao time andradense, o futebol será mesmo desativado. Se a decisão for favorável, o Rio Branco passaria a ser proprietário do Parque do Azulão. Poderia então já começar a pensar no Campeonato Mineiro, ficando apenas aguardando a realização do arbitral para iniciar a montagem do time para a temporada de 2010.

Mineiro
Assim, quem vive um grande dilema é a torcida andradense, que não sabe se ano que vem terá ou não para quem torcer no Campeonato Mineiro, que deve começar nos meados de janeiro. O time andradense deve ser montado de 60 a 70 dias antes do início da competição.
O Rio Branco de Andradas e a Caldense são as únicas equipes da região na elite do futebol mineiro. Na temporada deste ano o Rio Branco foi uma das grandes surpresas da competição, chegando entre os quatro finalistas. O time jogou de igual para igual com os grandes da capital e ainda fez uma bela apresentação em Poços de Caldas quando goleou o América Mineiro. Na oportunidade, a torcida de Andradas fez uma linda festa no Ronaldão, que pela primeira vez foi todo colorido de azul.
Os planos do Rio Branco de Andradas caso consiga o estádio definitivamente é evitar justamente o que aconteceu esse ano. Os dirigentes querem em um curto espaço de tempo fazer um investimento na estrutura e ter um estádio com capacidade para 10.000 pessoas e assim não ser obrigado a jogar fases decisivas longe de sua torcida.
Segundo os dirigentes, o clube investiu nos últimos dez anos cerca de 7 milhões de reais no Parque do Azulão.
O Campeonato Mineiro de 2010 promete ser um dos mais fortes dos últimos anos. Com o retorno de Caldense e Ipatinga, o Estadual será disputado pelas principais equipes mineiras. O Uberlândia é um forte candidato, juntamente com o Tupi, Ituiutaba, Uberaba, além do América, que está motivado com a conquista da série C do Brasileiro.
A presença do Rio Branco de Andradas é assunto que muito interessa ao torcedor de Poços de Caldas. Com o retorno da Caldense à elite mineira, a expectativa é grande em torno do duelo entre os dois principais clubes da região. Seria uma grande decepção esse jogo não se realizar no ano de reestreia da Caldense entre os clubes fortes de Minas Gerais.

Pressão da torcida
O Rio Branco conta com um grande aliado para tentar os votos favoráveis. Depois de anos mostrando o amor pelo clube nas arquibancadas do Parque do Azulão, a torcida agora tenta trabalhar nos bastidores e mostrar aos vereadores que a cidade não pode ficar sem futebol. Na última terça-feira foi realizada uma reunião na Câmara e a presença da torcida foi marcante. Integrantes da Ressaca Azul e da Ressaca Jovem, formadas por cerca de quinhentas pessoas de todas as idades, lotaram o plenário.
O presidente da Ressaca Azul, Fernando Monteiro, 34 anos, disse que a intenção da torcida é pressionar para que a votação seja favorável ao projeto que define o futuro do Rio Branco, que luta para continuar na disputa do Mineiro ano que vem.

Estádios
Os clubes da primeira divisão do Campeonato Mineiro têm prazo até 16 de outubro para protocolar na Federação Mineira de Futebol os laudos de vistoria de seus estádios. A documentação deverá ser assinada pelo Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, sanitarista municipal, engenheiro civil e eletricista, conforme exigência da Medida Provisória de Segurança do Torcedor e Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado pelo Ministério Público Estadual, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Federação Mineira de Futebol em 24 de abril.

Elton Fiebig é vice-campeão paulista

O judoca Elton Fiebig do São Caetano e do Projeto Soma de Poços de Caldas disputou no último final de semana no Esporte Clube Pinheiros - tradional no Brasil e que tem sua a maioria de atletas na seleção brasileira - o Campeonato Paulista Sênior. A competição teve uma premiação que motivou os judocas a entrarem forte na disputa, tornando a mesma de um excelente nível técnico. O Campeonato Paulista é um dos mais tradicionais do país e para o judoca, conseguir participar dele, precisa passar pela fase regional, vencer a fase estadual e só assim estar na final. Participam os 22 melhores atletas de cada categoria e destes 16 são do interior e apenas 6 da capital. “Esse campeonato reúne a nata do judô. Se você for bem nessa competição estará automaticamente credenciado para o Campeonato Brasileiro”, disse Elton Fiebig, campeão mundial.O atleta de Poços de Caldas ficou com o vice-campeonato, sofrendo sua primeira derrota no ano. “Perdi para um atleta que é uma revelação do judô nacional, o Rafael Carlos da Silva, o Baby. Ele tem 2 metros e 10 de altura, 160 quilos e vem se destacando já há algum tempo, não só pelo judô, mas pelas genética. Ele vem sendo considerado o futuro do esporte e um nome quase certo para os jogos de 2016”, conta Elton Fiebig que mesmo perdendo a luta final se disse muito safisfeito com o próprio desempenho. “Eu com 38 anos, lutei de igual para igual com um atleta desse nível, que hoje representa a seleção nacional. A agüentar lutar por quatro minutos e perder porque sofri uma punição que foi determinante em minha derrota. Então perder essa luta acabou mostrando que meu judô é forte e que ainda estou muito bem”, conta Fiebig. Na luta final, Elton dificultou o máximo para o gigante Rafael. A luta caminhava até perto do final quando o atleta de Poços de Caldas sofreu uma punição. Como a luta estava muito perto do fim, Elton partiu para o tudo ou nada e acabou sendo finalizado pelo rival que ficou com o título. “Vale muito a pena destacar que este ano que comecei a representar Poços de Caldas, foi a primeira derrota que sofri. Os resultados estão sendo melhor do que eu esperava. Em São Caetano eu tinha que trabalhar muito para estar levantando os atletas que tinham uma olimpíada por objetivo. Meu trabalho em Poços de Caldas é na formação, dou minhas aulas na iniciação e consigo mais tempo para dedicar a mim mesmo. Isso fez com minha qualidade de vida melhorasse. Estou perto da família o que também é uma vitória. Trabalhar em locais que me abrem outras portas. O Projeto Soma hoje já conta com novas parcerias com escolas como a CriativaIdade, Colégio Objetivo, o Cepoc. A cidade está me dando o retorno do que investi lá atrás. A cada vez que luto estou levando o nome de Poços de Caldas para fora” conta Elton Fiebig que além dos títulos mundiais conquistados esse ano venceu o master paulista e foi vice no campeonato deste final de semana. Segundo Elton, lutar com o nome de Poços de Caldas já está chamando a atenção de outros professores que querem trazer atletas para Poços para realizarem suas pré-temporadas. “A temporada para mim tem sido muito boa. Além dos campeonatos que participo, fiz no mês de agosto um trabalho de Força de Contração Esométrica Massa para judocas. Esse trabalho consistiu em um estímulo auditivo para realizar um tipo de trabalho e um outro sem esse estímulo. Com o estímulo eles tiveram a performance melhorada. Atletas consagrados como o Cielo, estão sempre com seus fones de ouvido e colocam algumas músicas que liberam endorfina, e outros hormônios que podem fazer o resultado ser melhor. Fiz isso dentro do judô e meu trabalho foi para um congresso e recebi um diploma que provou que meu trabalho foi muito bem recebido”, disse Elton.Elton, desde que chegou ao judô de Poços tenta passar experiências novas aos alunos da cidade e causado um diferencial no judô da cidade.O judoca viaja amanhã para São Paulo e no próximo final de semana disputa em São Caetano do Sul os Jogos Abertos. A competição acontece na cidade do ABC Paulista e a equipe local busca a 14ª conquista consecutiva. “Esse ano por São Caetano ser a cidade sede, aumenta a responsabilidade de vencer. Estamos com uma equipe unida para buscar mais esse título”, disse Elton. Elton acha muito importante o trabalho de base no esporte brasileiro. Segundo o judoca com a realização dos jogos olímpicos no Brasil, precisa ter um incentivo para os garotos. “O Brasil para se tornar uma potência olímpica tem que investir no esporte individual. Não adianta investir só em futebol ou voleibol que quando vencem levam apenas uma melhada, enquanto que uma natação e um judô conquistam inúmeras medalhas numa mesma competição”, finaliza Elton Fiebig.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

UMA DERROTA PARA O SUL DE MINAS

Se for mesmo confirmado que o Rio Branco de Andradas não jogará mais, por pelo menos dois anos, será uma perda lastimável para o sul de Minas. O Rio Branco, juntamente com a Caldense, é uma equipe que mantém vivo o futebol em nossa região. Em outras épocas tivemos campeonatos da primeira divisão com Alfenense, Flamengo de Varginha, Pouso Alegre, Fabril, Atlético de Três Corações, Esportivo de Passos, enfim, muitas equipes na elite mineira. Porém, estes tempos se foram e durante um longo período a região se mantém na elite graças à Caldense e ao Rio Branco. As demais equipes tentam sobreviver como podem, mas não conseguem forças suficientes para chegar à elite, onde a estrutura e a tradição falam mais alto.
Não sei o que está acontecendo em Andradas, não vivo o dia-a-dia esportivo naquela cidade, mas é lamentável a decisão de parar um trabalho para recomeçar depois praticamente do zero. Deixar os torcedores apaixonados do Azulão a ver navios não me parece a melhor solução. Se o clube realmente deixar o futebol, ano que vem o torcedor de Andradas só veria seu time novamente na elite em 2014, desde que disputasse bem os campeonatos e conseguisse os acessos nas primeiras tentativas. Vale lembrar que se abandonar mesmo o futebol ano que vem, o time de Andradas, quando retornar, terá que disputar a terceira divisão.
Para a Caldense, dentro das quatro linhas, é tudo muito bom, não teria seu rival mais tradicional na região e ficaria sozinha representando o sul de Minas na elite. Porém em termos de rivalidade é muito ruim o time de Andradas fora de combate. A Veterana e o Azulão proporcionaram durante anos uma das rivalidades mais interessantes do futebol mineiro. Os dois priorizavam os duelos entre eles e os jogos, muitas vezes, eram mais aguardados até mesmo que um confronto contra os grandes da capital. Claro que tivemos temporadas em que a elite foi disputada ora por um ora por outro, pois em algumas oportunidades o Rio Branco disputou o módulo II e nos últimos dois anos foi a Caldense que amargou a segundona do Estado. Por isso mesmo que o campeonato do ano que vem teria esse atrativo a mais, a volta do duelo entre os dois gigantes do sul de Minas.
O sul de Minas perde muito se o Rio Branco mantiver sua postura. As equipes da região são fracas financeiramente e não conseguem chegar à elite, como Varginha e Pouso Alegre, por exemplo, que chegou ao ponto de ter um estádio para mais de 24 mil pessoas e não pode ser usado devido ao estado de abandono em que se encontra.
Para o bem da região, que o Rio Branco continue com seu futebol. Dentro de campo apenas ele, juntamente com a Caldense, mostra força para continuar na elite, fazendo frente aos grandes clubes de Minas Gerais.