sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Caldense enfrenta Itapirense no Ninho dos Periquitos
A Caldense entra em campo neste sábado, no CT Ninho dos Periquitos, pela última vez antes da estreia no Campeonato Mineiro diante do Democrata de Governador Valadares no próximo domingo. O time comandado por Alemão enfrenta a Itapirense às 10h e a partida deve definir o time titular que disputará o Mineiro. Fabio Paulista é desfalque certo para o jogo de hoje, o mesmo deve acontecer com Fidel e Tiago Pereira, que praticamente estão fora da primeira rodada do Estadual. Inicialmente este jogo estava marcado para acontecer na cidade de Itapira, mas houve um acordo entre as duas equipes e a partida será realizada em Poços de Caldas. É o segundo duelo entre os dois que acontece na cidade. Há poucos dias, em partida realizada no Ronaldão, a Caldense venceu por 1x0 num jogo bastante difícil. Ontem os jogadores da Veterana tiveram duas palestras, uma com a nutricionista Ana Paula, que explicou os benefícios dos nutrientes que o time passará a usar a partir de agora, e outra com a psicóloga Luzia Martins, que exibiu um vídeo motivacional. Depois da partida desta manhã contra a Itapirense o time será dispensado para a folga do final de semana e retorna na segunda-feira, quando os trabalhos finais para o jogo contra o Democrata se iniciam. A concentração para o primeiro jogo do Estadual começa quinta-feira, sendo que o coletivo que define o time será realizado sexta-feira no Ronaldão.
Caldense contrata goleiro do São José
A uma semana da estreia no Campeonato Mineiro da primeira divisão, a Caldense continua se reforçando. O time contratou o goleiro Daniel que estava defendendo as cores do São José, time que realizou um amistoso no final do ano passado em Poços de Caldas contra a Veterana. “Nosso plantel estava com apenas dois goleiros e buscamos o Daniel, que é um atleta experiente, com boa passagem pelo Ituiutaba. A contratação de mais um goleiro foi pedida diretamente pela comissão técnica. “Daniel chegou anteontem a Poços de Caldas e já iniciou os trabalhos com o preparador de goleiros João Luiz”, disse o gerente de futebol Jânio Joaquim. Segundo ele, o ciclo de contratações do clube não fecha. “Tudo depende do início do time no Campeonato Mineiro e se acharmos que precisamos de novos reforços vamos buscar e se tivermos que trocar alguém também não vamos pensar duas vezes para fazer a troca”, completou Jânio. O prazo para inscrição de novos jogadores se encerram na próxima quarta-feira e por esta razão os bastidores da Caldense estão agitados para regularizar a situação para que todos tenham condições legais de jogo já na primeira rodada. “Estamos correndo contra o tempo e os casos que mais nos preocupam são o do Tiago Pereira, que ainda não tem condições de jogo, e o de Fidel, o mais complicado pois estamos dependentes do Cruzeiro, que falhou ao não renovar o seu visto e ele praticamente é carta fora do baralho para a primeira partida da Caldense domingo que vem”, concluiu Jânio. Para que Tiago Pereira entre em campo é necessária a chegada de um documento da Suécia e os dirigente da Caldense estão em contato com a CBF e a Federação Mineira tentando a liberação do jogador. Segundo Jânio Joaquim, ser for necessário será enviado alguém para o Rio de Janeiro para fazer uma “pressão” e apressar as coisas. “Queremos colocar o Tiago em condições de jogo e não vamos medir esforços para isto.
Daniel chega para brigar por vaga no gol da Caldense
A Caldense, que já estava muito bem servida para o gol com Leandro - possível titular - e Fernando, acaba de trazer um terceiro goleiro. Aos 28 anos e boa bagagem no futebol paulista e mineiro, Daniel Luiz Flumignan se destacou no Ituiutaba em 2007 quando foi campeão da Taça Minas Gerais.
Mantiqueira – O que você espera desta nova fase em sua carreira defendendo a Caldense?
Daniel Luiz – Venho do São José, onde estava disputando um campeonato de projeção. O clube possui uma grande estrutura, optei por vir para a Caldense por saber que aqui também vou encontrar as mesmas condições ou até melhores das que eu tinha lá. Minha expectativa agora é poder render o máximo, realizar um bom campeonato mineiro buscando a classificação entre os oito melhores e depois galgar mais horizontes, conforme a competição nos permitir.
Mantiqueira – Como surgiu a possibilidade de vir para a Caldense?
Daniel – Eu já havia sido procurado pela Caldense numa outra oportunidade, mas na época eu fechei com o São José. Na ocasião do amistoso realizado em dezembro aqui em Poços de Caldas, eu vim com a delegação do time paulista e tive um contato mais próximo com o pessoal da Caldense, através do Alex Joaquim as portas me foram abertas novamente. Fico muito feliz em poder defender as cores da Caldense e isso é sinal de que meu trabalho se destacou e meu nome foi lembrado com carinho aqui em Poços de Caldas. Empenho e dedicação são o mínimo que eu posso prometer para a torcida da Caldense. Já sei que é uma torcida exigente e primeiramente vou brigar por uma vaga no time e depois corresponder dentro de campo a todos que acreditaram no meu trabalho. Sabemos que Cruzeiro e Atlético são potências nacionais, mas vamos brigar para ir longe neste campeonato. Por que não sonhar com o título?
Mantiqueira – Como foram suas passagens pelo futebol de Minas Gerais?
Daniel – Fui campeão da Taça Minas jogando com o Ituiutaba em 2007 e no ano seguinte chegamos à semifinal do Campeonato Mineiro. A Caldense é a segunda equipe com a qual tenho a oportunidade de trabalhar no futebol de Minas. Minha passagem pelo Ituiutaba marcou meu melhor momento na carreira e espero repetir isso aqui em Poços. Todo lugar que você passa e ganha títulos marca tanto você quanto o clube e espero construir dentro da Caldense a mesma história que consegui defendendo o Ituiutaba.
Mantiqueira – Quais equipes você já defendeu?
Daniel – Já joguei no Atlético Paranaense, Vitória, Portuguesa, Ituiutaba, São José e agora a Caldense. Tive ainda uma passagem pelo Misto e Cuiabá, equipe do Mato Grosso.
Mantiqueira – Quais diferenças você destaca entre os campeonatos de São Paulo e Minas?
Daniel – Não vejo diferenças. São dois Estados fortes no futebol e Minas hoje pode ser apontada como uma das maiores forças do futebol brasileiro, com dois times no Brasileiro da Série A e Série B. Claro que o Campeonato Paulista da primeira divisão é o principal do país, mas o Mineiro não deixa a desejar, e com muita repercussão nacional, bastante disputado e hoje é uma competição sem favoritos com equipes lutando em igualdades de condições.
Mantiqueira – Fisicamente você já está em condições de jogo?
Daniel – Estou treinando desde outubro de 2008, estou tranquilo com relação à parte física, lógico que preciso me encaixar no perfil que o preparador de goleiros da Caldense queira, mas isso é questão de dias, detalhes, e espero estar pronto para ajudar da melhor forma quando for solicitado.
Mantiqueira – O que você espera desta nova fase em sua carreira defendendo a Caldense?
Daniel Luiz – Venho do São José, onde estava disputando um campeonato de projeção. O clube possui uma grande estrutura, optei por vir para a Caldense por saber que aqui também vou encontrar as mesmas condições ou até melhores das que eu tinha lá. Minha expectativa agora é poder render o máximo, realizar um bom campeonato mineiro buscando a classificação entre os oito melhores e depois galgar mais horizontes, conforme a competição nos permitir.
Mantiqueira – Como surgiu a possibilidade de vir para a Caldense?
Daniel – Eu já havia sido procurado pela Caldense numa outra oportunidade, mas na época eu fechei com o São José. Na ocasião do amistoso realizado em dezembro aqui em Poços de Caldas, eu vim com a delegação do time paulista e tive um contato mais próximo com o pessoal da Caldense, através do Alex Joaquim as portas me foram abertas novamente. Fico muito feliz em poder defender as cores da Caldense e isso é sinal de que meu trabalho se destacou e meu nome foi lembrado com carinho aqui em Poços de Caldas. Empenho e dedicação são o mínimo que eu posso prometer para a torcida da Caldense. Já sei que é uma torcida exigente e primeiramente vou brigar por uma vaga no time e depois corresponder dentro de campo a todos que acreditaram no meu trabalho. Sabemos que Cruzeiro e Atlético são potências nacionais, mas vamos brigar para ir longe neste campeonato. Por que não sonhar com o título?
Mantiqueira – Como foram suas passagens pelo futebol de Minas Gerais?
Daniel – Fui campeão da Taça Minas jogando com o Ituiutaba em 2007 e no ano seguinte chegamos à semifinal do Campeonato Mineiro. A Caldense é a segunda equipe com a qual tenho a oportunidade de trabalhar no futebol de Minas. Minha passagem pelo Ituiutaba marcou meu melhor momento na carreira e espero repetir isso aqui em Poços. Todo lugar que você passa e ganha títulos marca tanto você quanto o clube e espero construir dentro da Caldense a mesma história que consegui defendendo o Ituiutaba.
Mantiqueira – Quais equipes você já defendeu?
Daniel – Já joguei no Atlético Paranaense, Vitória, Portuguesa, Ituiutaba, São José e agora a Caldense. Tive ainda uma passagem pelo Misto e Cuiabá, equipe do Mato Grosso.
Mantiqueira – Quais diferenças você destaca entre os campeonatos de São Paulo e Minas?
Daniel – Não vejo diferenças. São dois Estados fortes no futebol e Minas hoje pode ser apontada como uma das maiores forças do futebol brasileiro, com dois times no Brasileiro da Série A e Série B. Claro que o Campeonato Paulista da primeira divisão é o principal do país, mas o Mineiro não deixa a desejar, e com muita repercussão nacional, bastante disputado e hoje é uma competição sem favoritos com equipes lutando em igualdades de condições.
Mantiqueira – Fisicamente você já está em condições de jogo?
Daniel – Estou treinando desde outubro de 2008, estou tranquilo com relação à parte física, lógico que preciso me encaixar no perfil que o preparador de goleiros da Caldense queira, mas isso é questão de dias, detalhes, e espero estar pronto para ajudar da melhor forma quando for solicitado.
Volta à elite é vitória pessoal de Jânio Joaquim
Após a vitória da Caldense por 2x0 contra o Valério, no último jogo do clube na segunda divisão em 2009, as atenções todas se voltaram para o gerente de futebol Jânio Joaquim. Ele é, acima de tudo, um torcedor fanático da Veterana e sua história dentro do futebol tem a Caldense como referência. Mesmo tendo atuado em diversas equipes, foi com a camisa verde e branca de Poços de Caldas que ele mais se identificou. Como dirigente, Jânio sempre foi linha dura e com ele não existe meio termo, ou é muito querido ou é odiado. No entanto, cumpre bem sua função de zelar pela Caldense. Confira nesta entrevista o que pensa o gerente de futebol sobre a temporada e rumos que o time deve seguir daqui por diante. Ele começa falando da transferência de Juninho para Portugal, conseguida graças ao seu trabalho e fortes ligações com o mundo da bola.
Paulo Vitor Campos – Qual sua real ligação com a transferência de Juninho para Portugal?
Jânio Joaquim – Tenho dois grandes amigos que trabalham na Traffic, o Dulcídio e o Gildo, que a meu convite vieram a Poços de Caldas conhecer o CT da Caldense e também dar dicas do que deveria ser feito no local em termos de melhoria. Existe a intenção de trazer uma seleção para Poços de Caldas na ocasião da Copa do Mundo de 2014 e a vinda deles foi no sentido de orientar como melhorar o lugar, que assim poderia ser a sede desta seleção naquele Mundial. Ficamos bastante tempo reunidos com o presidente da Caldense Laércio Martins quando surgiu a possibilidade deles nos mandarem um jogador. Na ocasião disse para eles que as portas estavam abertas. Pintou também a oportunidade de mandarmos jogadores nossos para eles. No caso do Juninho não existe nada em termos de negociação até o momento, porém, se aparecer alguma proposta o jogador poderia ser negociado. Se isso acontecesse seria muito bom para todos. Tem muita gente que fala que a Caldense não dá oportunidades aos jogadores da cidade e isso não é verdade, damos todas as condições aos atletas de Poços de Caldas, temos muitos jogadores locais no nosso time, casos do Fabiano e do Campestrinho, além do próprio Juninho. Uma negociação para o futebol europeu é tudo que tanto Juninho quanto qualquer outro garoto sonha na vida. Todos sairiam ganhando, ele ajudaria seus pais, conseguiria status no futebol mundial e ainda ajudaria a própria Caldense.
Paulo Vitor - Outros meninos podem seguir o mesmo destino de Juninho?
Jânio – Quando o Juninho voltar vamos começar a trabalhar para mandar o Campestrinho. Podemos receber um zagueiro vindo de Portugal. Sempre vamos estar mandando alguém e recebendo outro atleta em troca. Isso vai aumentando o relacionamento entre Benfica e Caldense e pode proporcionar uma forte parceria no futuro.
Paulo Vitor – Com a estreia da Caldense na elite você se sente com o dever cumprido?
Jânio – Com certeza. Montamos um grande plantel, temos uma excelente comissão técnica, vejo o time em condições de brigar em igualdade de condições com todos. Embora a nossa equipe não receba nem a metade da ajuda que recebem Villa Nova e Ipatinga ela é forte e vai brigar pelo título. Posso te garantir que a adrenalina já está alterada, os nervos à flor da pele e sinto que minha missão está cumprida. Outro dia falei para o Laércio que meu trabalho já estava pronto, mas ele disse que agora vamos juntos até o fim. Mais uma vez estou aí para o que der e vier, feliz por ver esta equipe entre os melhores times de Minas Gerais.
Paulo Vitor - O que você espera da Caldense neste campeonato?
Jânio – Acredito em uma boa campanha, uma classificação para a segunda fase, conquistando uma vaga para o Brasileiro da Série D e que possamos conseguir os recursos necessários para disputar competições importantes. A Taça Minas Gerais já adianto que nós não jogamos. O Brasileiro seria interessante, no entanto é preciso interesse e reconhecimento do município com uma ajuda para que a gente mantenha o futebol o ano todo em Poços de Caldas, mas um futebol de qualidade, de alto nível e em competições importantes.
Paulo Vitor – A Caldense só joga no segundo semestre com apoio da cidade?
Jânio – Com certeza. Precisamos deste apoio e sem ele não temos condições de tocar o time o ano todo. É necessário que haja mais apoio, uma ajuda maior neste sentido. Esperamos ainda que a prefeitura cumpra um acordo firmado há algum tempo. O terreno onde hoje está construído o Sest/Senat era da Caldense, que trocou com a prefeitura, que em troca cedeu para o clube uma área de 12 mil metros quadrados atrás do campo do CT. No entanto existe uma lei aprovada pela Câmara, pelo prefeito da época e pelo presidente da Caldense da época dizendo que a prefeitura faria um campo de treinamento para o clube nesta área. Então espero que a prefeitura cumpra este acordo, estamos precisando de mais um campo de treinamento e esperamos que o prefeito nos ajude cumprindo esta lei e ajudando a Caldense a ampliar e modernizar o local. Assim o nosso CT teria mais condições de receber uma seleção em 2014.
Paulo Vitor Campos – Qual sua real ligação com a transferência de Juninho para Portugal?
Jânio Joaquim – Tenho dois grandes amigos que trabalham na Traffic, o Dulcídio e o Gildo, que a meu convite vieram a Poços de Caldas conhecer o CT da Caldense e também dar dicas do que deveria ser feito no local em termos de melhoria. Existe a intenção de trazer uma seleção para Poços de Caldas na ocasião da Copa do Mundo de 2014 e a vinda deles foi no sentido de orientar como melhorar o lugar, que assim poderia ser a sede desta seleção naquele Mundial. Ficamos bastante tempo reunidos com o presidente da Caldense Laércio Martins quando surgiu a possibilidade deles nos mandarem um jogador. Na ocasião disse para eles que as portas estavam abertas. Pintou também a oportunidade de mandarmos jogadores nossos para eles. No caso do Juninho não existe nada em termos de negociação até o momento, porém, se aparecer alguma proposta o jogador poderia ser negociado. Se isso acontecesse seria muito bom para todos. Tem muita gente que fala que a Caldense não dá oportunidades aos jogadores da cidade e isso não é verdade, damos todas as condições aos atletas de Poços de Caldas, temos muitos jogadores locais no nosso time, casos do Fabiano e do Campestrinho, além do próprio Juninho. Uma negociação para o futebol europeu é tudo que tanto Juninho quanto qualquer outro garoto sonha na vida. Todos sairiam ganhando, ele ajudaria seus pais, conseguiria status no futebol mundial e ainda ajudaria a própria Caldense.
Paulo Vitor - Outros meninos podem seguir o mesmo destino de Juninho?
Jânio – Quando o Juninho voltar vamos começar a trabalhar para mandar o Campestrinho. Podemos receber um zagueiro vindo de Portugal. Sempre vamos estar mandando alguém e recebendo outro atleta em troca. Isso vai aumentando o relacionamento entre Benfica e Caldense e pode proporcionar uma forte parceria no futuro.
Paulo Vitor – Com a estreia da Caldense na elite você se sente com o dever cumprido?
Jânio – Com certeza. Montamos um grande plantel, temos uma excelente comissão técnica, vejo o time em condições de brigar em igualdade de condições com todos. Embora a nossa equipe não receba nem a metade da ajuda que recebem Villa Nova e Ipatinga ela é forte e vai brigar pelo título. Posso te garantir que a adrenalina já está alterada, os nervos à flor da pele e sinto que minha missão está cumprida. Outro dia falei para o Laércio que meu trabalho já estava pronto, mas ele disse que agora vamos juntos até o fim. Mais uma vez estou aí para o que der e vier, feliz por ver esta equipe entre os melhores times de Minas Gerais.
Paulo Vitor - O que você espera da Caldense neste campeonato?
Jânio – Acredito em uma boa campanha, uma classificação para a segunda fase, conquistando uma vaga para o Brasileiro da Série D e que possamos conseguir os recursos necessários para disputar competições importantes. A Taça Minas Gerais já adianto que nós não jogamos. O Brasileiro seria interessante, no entanto é preciso interesse e reconhecimento do município com uma ajuda para que a gente mantenha o futebol o ano todo em Poços de Caldas, mas um futebol de qualidade, de alto nível e em competições importantes.
Paulo Vitor – A Caldense só joga no segundo semestre com apoio da cidade?
Jânio – Com certeza. Precisamos deste apoio e sem ele não temos condições de tocar o time o ano todo. É necessário que haja mais apoio, uma ajuda maior neste sentido. Esperamos ainda que a prefeitura cumpra um acordo firmado há algum tempo. O terreno onde hoje está construído o Sest/Senat era da Caldense, que trocou com a prefeitura, que em troca cedeu para o clube uma área de 12 mil metros quadrados atrás do campo do CT. No entanto existe uma lei aprovada pela Câmara, pelo prefeito da época e pelo presidente da Caldense da época dizendo que a prefeitura faria um campo de treinamento para o clube nesta área. Então espero que a prefeitura cumpra este acordo, estamos precisando de mais um campo de treinamento e esperamos que o prefeito nos ajude cumprindo esta lei e ajudando a Caldense a ampliar e modernizar o local. Assim o nosso CT teria mais condições de receber uma seleção em 2014.
Laércio Martins fala da temporada e de novos horizontes
O início do Campeonato Mineiro provoca uma nova fase na história da Caldense. Depois de dois anos na segunda divisão, passando por inúmeras dificuldades e críticas, o time buscou dentro de campo a sua volta. Foi um caminho complicado, mas quando o juiz apitar o início da partida contra o Democrata no dia 24 de janeiro a tristeza e sofrimento terão definitivamente ficado para trás.
A partir de agora os projetos no clube são maiores e consistem em realizar uma boa campanha no Campeonato Mineiro, buscar a classificação para a próxima fase, tentar uma vaga no Brasileiro da Série D ou Copa do Brasil e depois buscar apoio, principalmente da própria cidade, para ter um calendário o ano todo. “Não vamos fazer loucuras e futebol profissional é coisa séria, não adianta se aventurar em competições deficitárias que podem causar inúmeros prejuízos ao futebol da Caldense”, disse o presidente Laércio Martins. Nesta entrevista Laércio fala sobre a expectativa da temporada que marca o retorno para a elite mineira e os novos projetos que envolvem parcerias com grandes clubes do futebol mundial. O jovem Juninho, de apenas 16 anos, está fazendo um estágio no Benfica de Portugal e, segundo o presidente, novos casos podem acontecer dentro do clube.
Paulo Vitor - Existe possibilidade de mais jogadores da Caldense irem para o futebol europeu?
Laércio Martins – Estamos torcendo para que o Juninho se dê bem em Portugal, que esta parceria, conseguida através de contatos do Jânio, possa ser ampliada e assim possibilite que outros jogadores da Caldense tenham o mesmo caminho.
Paulo Vitor - O time está fechado para o campeonato?
Laércio – Nunca está, sempre acontece alguma coisa que obriga uma mudança. Uma contusão, problemas de documentos, entre outros assuntos, nos fazem ficar atentos, correr atrás para resolver tudo o que acontece no dia a dia. Fico torcendo para que o Alemão consiga montar um bom time para que a gente possa vencer as partidas deste campeonato mineiro, que é muito difícil e vai exigir muito empenho de todos dentro do clube.
Paulo Vitor - Quem serão os parceiros da Caldense no Campeonato Mineiro?
Laércio – Os mesmos de sempre, a Unimed, a GM Costa, a Kickball, o Rápido Luxo Campinas. De novo estamos fechando com a Neo Nutri, que vai nos fornecer suplementos alimentares, estamos fechando também uma parceria com o Cobra Laboratório, enfim, os parceiros são estes, mas temos vários projetos pelo Brasil todo e pode ser que ainda tenhamos alguma boa novidade neste sentido. Estamos buscando ainda uma parceria com a prefeitura, quem está cuidando deste assunto é nosso conselheiro Rodopiano Marques Evangelista. E se esta parceria for fechada será mais um recurso para o futebol da Caldense.
Paulo Vitor – Como você vê a possibilidade de ter que jogar uma segunda fase longe de Poços?
Laércio Martins – Vamos pensar primeiro na primeira fase, quando faremos cinco jogos em Poços de Caldas e outros seis fora da cidade. A meta principal é colocar este time na segunda fase, sabemos que é difícil, mas vamos buscar esta vaga. Na segunda fase é outra conversa, vamos jogar em BH e buscar dentro de campo o resultado que nos interessa. Vamos priorizar uma etapa de cada vez, o objetivo inicial é vencer os jogos na primeira fase para depois pensar na outra etapa da competição.
Paulo Vitor – Como anda o coração verde e branco do presidente antes da estreia do time?
Laércio – Tá difícil, está chegando a hora do jogo, estou nervoso, preocupado, o coração já está batendo mais acelerado. Tenho certeza que Deus vai nos ajudar, tudo vai acontecer dentro do programado e vamos conseguir nossa classificação.
Paulo Vitor – Como você viu a preparação para esta tão aguardada volta à elite?
Laércio – Foi um projeto muito bem feito por pessoas que amam o clube, muito competentes dentro de suas funções. O trabalho, se não tivesse tomando o rumo que tomou, seria difícil este time retornar à elite. Elaboramos tudo direitinho, a comissão técnica é muito boa, mantivemos a base dos últimos dois anos. Agora vamos ter pela frente, na minha visão, um dos campeonatos mais difíceis dos últimos anos em Minas Gerais, porém, graças a todo o trabalho que foi feito até agora tenho certeza que o time será uma das equipes fortes desta competição.
Paulo Vitor – Qual sua expectativa na questão de torcedores?
Laércio – Tomara que tenhamos casa cheia nos jogos da Caldense. Além de um grande apoio fora de campo, nosso torcedor vai precisar nos ajudar a pagar as despesas do futebol profissional. Já tivemos informações que o futebol profissional este ano será mais caro e com a casa cheia pagaremos as dívidas e ainda conseguiremos a manutenção da equipe. As vendas de carnês foram boas, houve algumas empresas que procuraram os carnês para passar aos funcionários e acho que nossa meta de vendas será atingida.
A partir de agora os projetos no clube são maiores e consistem em realizar uma boa campanha no Campeonato Mineiro, buscar a classificação para a próxima fase, tentar uma vaga no Brasileiro da Série D ou Copa do Brasil e depois buscar apoio, principalmente da própria cidade, para ter um calendário o ano todo. “Não vamos fazer loucuras e futebol profissional é coisa séria, não adianta se aventurar em competições deficitárias que podem causar inúmeros prejuízos ao futebol da Caldense”, disse o presidente Laércio Martins. Nesta entrevista Laércio fala sobre a expectativa da temporada que marca o retorno para a elite mineira e os novos projetos que envolvem parcerias com grandes clubes do futebol mundial. O jovem Juninho, de apenas 16 anos, está fazendo um estágio no Benfica de Portugal e, segundo o presidente, novos casos podem acontecer dentro do clube.
Paulo Vitor - Existe possibilidade de mais jogadores da Caldense irem para o futebol europeu?
Laércio Martins – Estamos torcendo para que o Juninho se dê bem em Portugal, que esta parceria, conseguida através de contatos do Jânio, possa ser ampliada e assim possibilite que outros jogadores da Caldense tenham o mesmo caminho.
Paulo Vitor - O time está fechado para o campeonato?
Laércio – Nunca está, sempre acontece alguma coisa que obriga uma mudança. Uma contusão, problemas de documentos, entre outros assuntos, nos fazem ficar atentos, correr atrás para resolver tudo o que acontece no dia a dia. Fico torcendo para que o Alemão consiga montar um bom time para que a gente possa vencer as partidas deste campeonato mineiro, que é muito difícil e vai exigir muito empenho de todos dentro do clube.
Paulo Vitor - Quem serão os parceiros da Caldense no Campeonato Mineiro?
Laércio – Os mesmos de sempre, a Unimed, a GM Costa, a Kickball, o Rápido Luxo Campinas. De novo estamos fechando com a Neo Nutri, que vai nos fornecer suplementos alimentares, estamos fechando também uma parceria com o Cobra Laboratório, enfim, os parceiros são estes, mas temos vários projetos pelo Brasil todo e pode ser que ainda tenhamos alguma boa novidade neste sentido. Estamos buscando ainda uma parceria com a prefeitura, quem está cuidando deste assunto é nosso conselheiro Rodopiano Marques Evangelista. E se esta parceria for fechada será mais um recurso para o futebol da Caldense.
Paulo Vitor – Como você vê a possibilidade de ter que jogar uma segunda fase longe de Poços?
Laércio Martins – Vamos pensar primeiro na primeira fase, quando faremos cinco jogos em Poços de Caldas e outros seis fora da cidade. A meta principal é colocar este time na segunda fase, sabemos que é difícil, mas vamos buscar esta vaga. Na segunda fase é outra conversa, vamos jogar em BH e buscar dentro de campo o resultado que nos interessa. Vamos priorizar uma etapa de cada vez, o objetivo inicial é vencer os jogos na primeira fase para depois pensar na outra etapa da competição.
Paulo Vitor – Como anda o coração verde e branco do presidente antes da estreia do time?
Laércio – Tá difícil, está chegando a hora do jogo, estou nervoso, preocupado, o coração já está batendo mais acelerado. Tenho certeza que Deus vai nos ajudar, tudo vai acontecer dentro do programado e vamos conseguir nossa classificação.
Paulo Vitor – Como você viu a preparação para esta tão aguardada volta à elite?
Laércio – Foi um projeto muito bem feito por pessoas que amam o clube, muito competentes dentro de suas funções. O trabalho, se não tivesse tomando o rumo que tomou, seria difícil este time retornar à elite. Elaboramos tudo direitinho, a comissão técnica é muito boa, mantivemos a base dos últimos dois anos. Agora vamos ter pela frente, na minha visão, um dos campeonatos mais difíceis dos últimos anos em Minas Gerais, porém, graças a todo o trabalho que foi feito até agora tenho certeza que o time será uma das equipes fortes desta competição.
Paulo Vitor – Qual sua expectativa na questão de torcedores?
Laércio – Tomara que tenhamos casa cheia nos jogos da Caldense. Além de um grande apoio fora de campo, nosso torcedor vai precisar nos ajudar a pagar as despesas do futebol profissional. Já tivemos informações que o futebol profissional este ano será mais caro e com a casa cheia pagaremos as dívidas e ainda conseguiremos a manutenção da equipe. As vendas de carnês foram boas, houve algumas empresas que procuraram os carnês para passar aos funcionários e acho que nossa meta de vendas será atingida.
Três jogos e 23 gols na rodada da Taça Romeu Teodoro em Santa Rita
Três partidas fora realizadas na noite de ontem na classificada e eliminada da XIII Taça Romeu Teodoro de Futsal 2010. Confira os resultados: Minas Olímpica 5x2 Sâo Bento, Pião 3x3 Peg Pag M. Alderigi e Supermercado Bom Preço 6x4 Supermercado Buzato. As equipes da URCP e RMK Construtora estão representado Poços de Caldas na competição que teve seu início no último domingo, dia 10.
LPF convoca clubes para segunda reunião para o Campeonato Mirim
A LPF teve que cancelar a reunião da última terça-feira, que definiria o Campeonato Mirim, por falta de dirigentes. Como poucas pessoas compareceram, a entidade convocou uma segunda reunião para o dia 26 deste mês, na sede da Liga Poços-caldense de Futebol (LPF), rua Antonio Carlos, 77, cascatinha. Segundo Antonio Carlos dos Santos, o Ceará, presidente da LPF, a reunião decidirá, entre outros pontos, a forma de disputa, datas e tabelas do campeonato. A competição, que tem apoio da Secretaria Municipal de Esportes, vai reunir atletas nascidos no ano de 1997 a 1998.
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