O jogo contra o Cruzeiro já faz parte do passado. A Caldense retorna a campo na noite de hoje para enfrentar o América em sua primeira partida, no Mineiro 2011, no estádio municipal Dr. Ronaldo Junqueira. Ontem pela manhã, o treinador comandou um coletivo onde definiu o time que enfrenta o Coelho na noite de hoje. Este treino foi fechado para a imprensa. O treinador não divulgou o grupo que começa jogando, mas a expectativa é de poucas mudanças. Na tarde de ontem, Catanoce conversou com a reportagem e assinalou uma possibilidade de Lúcio Bala entrar no jogo, no entanto, tudo vai depender de testes que serão realizados hoje pela manhã. “Não sei ainda das possibilidade do Lúcio jogar, vamos analisar hoje e se ele tiver condição joga, caso contrário acho melhor esperar um pouco e manter o mesmo time que jogou com o Cruzeiro”, disse.
O treinador gostou da atuação da Caldense diante do Cruzeiro. Na opinião dele, mesmo com a derrota o time se portou bem e correspondeu com os treinamentos durante a pré-temporada. A tendência de evolução nos próximos jogos é muito grande, segundo ele. “Nossos atletas fizeram toda a proposta de jogo que traçamos contra o Cruzeiro. Naquele jogo o planejamento era a forte marcação para sair nos contra-ataques para tentar definir o jogo diante do time da capital. Criamos situações para fazer o gol mas infelizmente a bola não entrou. O que me agradou bastante foi o comportamento da equipe e no meu entendimento de jogo o Cruzeiro não teve chances claras de gols. Foram muitos chutes de fora da área, algumas jogadas desordenadas, no entanto, no momento crucial da partida sofremos um pênalti que desestabilizou nossa equipe. Foi um lance que a maioria dos nossos jogadores achou que não houve a falta, mas o árbitro foi convicto e isto desestabilizou nossa equipe, que logo em seguida sofreu o segundo gol. Claro que os 3x0 não agradaram ninguém na Caldense e muito menos a mim, mas o comportamento do time e a aplicação foram positivos”, disse o técnico. Ele acredita que jogando em casa a postura do time será outra, mas não descarta a possibilidade de atuar novamente com uma equipe mais defensiva. “Tudo vai depender muito da postura do América. Se eles vierem para cima não podemos nos expor, temos que ter cuidado por se tratar de um adversário de qualidade”, disse o treinador. No coletivo de ontem pela manhã o técnico fez várias simulações de situações de jogo. Ele disse que viu a última partida do América e vai tentar neutralizar suas principais jogadas. “É uma equipe que eu conheço bem, enfrentei eles em 2009 e ano passado e não houve grandes mudanças no grupo, até a maneira de jogar acho que continua a mesma. É um time que cadencia bem o jogo, roda a bola de um lado para o outro e tem alguns destaques individuais. O Lovinho é muito bom jogador, rápido na frente, driblador. O Fábio Júnior joga mais centralizado, o Irênio tem uma qualidade técnica muito boa no meio-campo. Me parece que o Luciano vai jogar e ele é um atleta que tem uma qualidade muito boa, é bem ofensivo e não vamos enfrentar moleza”, concluiu Catanoce.
América - O América está definido para enfrentar a Caldense hoje, às 22h, no estádio Ronaldão, em Poços de Caldas, na abertura da 2ª rodada do Campeonato Mineiro. Apenas duas modificações serão realizadas entre os titulares, já que o técnico Mauro Fernandes garantiu a volta do goleiro Flávio e do armador Luciano na partida. França e Nando, titulares na estreia contra o Uberaba, voltaram a figurar entre os reservas.
O treinador se diz satisfeito com o esforço feito pelo elenco para alcançar a melhor forma física e espera que o time conquiste a primeira vitória no Estadual. “O time tem treinado forte e o Luciano também trabalhou bem nesses dias para alcançar um ganho maior de massa muscular. Acho que agora é esperar que na hora do jogo seja colocado em prática o que foi feito aqui [em Varginha] para fazermos uma boa partida e conquistar os três pontos”, afirmou em entrevista à Rádio Itatiaia. (Portal Uai)
CALDENSE - Glaysson; Ivo, André Alves, Anderson Carvalho e Márcio Loyola; Rafael Dias, Mário, Maxsuel e Luisinho; Mirandinha e Rivaldo. Técnico: Paulo Cezar Catanoce
AMÉRICA - Flávio; Marcos Rocha, Gabriel, Micão e Jean Batista; Leandro Ferreira, Dudu, Luciano e Irênio; Daniel Lovinho e Fábio Júnior. Técnico: Mauro Fernandes
Motivo: 2ª rodada do Campeonato Mineiro
Estádio: Ronaldão, em Poços de Caldas
Data e horário: quarta-feira, 02/02/2011, às 22h
Árbitro: Joel Tolentino Damata Júnior (CBF/FMF)
Assistentes: Helbert Costa Andrade (CBF/FMF) e Pedro Araújo Dias Cotta (CBF/FMF)
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Vendas de ingressos
A venda de ingressos na sede do clube da Caldense começou ontem, às 13h e encerrou às 18h. Nesta quarta-feira, os ingressos serão comercializados no clube em horário comercial – das 8h ao meio-dia, e das 13h às 18h – e diretamente no estádio, a partir das 20h, quando os portões de acesso ao estádio serão abertos.
Os torcedores do América-MG deverão ficar somente na arquibancada coberta. Neste local, o preço do ingresso é R$ 20, e meia, R$ 10. Já para a geral, R$ 10, e R$ 5 a meia. Quem tem direito ao meio-ingresso são estudantes (portando carteira de estudante ou comprovante de matrícula da instituição de ensino, ambos referentes ao ano de 2011), pessoas menores de 12 anos e maiores de 65 anos. É necessário que estes apresentem seus documentos tanto no ato da compra quanto na entrada do estádio.
Presença da torcida - O presidente da Associação Atlética Caldense, Antônio Bento Gonçalves, convida a todos os torcedores da Veterana em Poços e região para o primeiro jogo em casa neste Campeonato Mineiro. “É muito emocionante olhar para as arquibancadas e ver o agitar das cores verde e branco da nossa torcida. Foi assim na Arena do Jacaré no domingo passado e esperamos que assim o seja amanhã aqui no Ronaldão. Precisamos muito do apoio da nossa torcida neste início de Campeonato. Contamos com a presença dos nossos torcedores no estádio para o confronto contra o América-MG”, declara Gonçalves.
Os torcedores do América-MG deverão ficar somente na arquibancada coberta. Neste local, o preço do ingresso é R$ 20, e meia, R$ 10. Já para a geral, R$ 10, e R$ 5 a meia. Quem tem direito ao meio-ingresso são estudantes (portando carteira de estudante ou comprovante de matrícula da instituição de ensino, ambos referentes ao ano de 2011), pessoas menores de 12 anos e maiores de 65 anos. É necessário que estes apresentem seus documentos tanto no ato da compra quanto na entrada do estádio.
Presença da torcida - O presidente da Associação Atlética Caldense, Antônio Bento Gonçalves, convida a todos os torcedores da Veterana em Poços e região para o primeiro jogo em casa neste Campeonato Mineiro. “É muito emocionante olhar para as arquibancadas e ver o agitar das cores verde e branco da nossa torcida. Foi assim na Arena do Jacaré no domingo passado e esperamos que assim o seja amanhã aqui no Ronaldão. Precisamos muito do apoio da nossa torcida neste início de Campeonato. Contamos com a presença dos nossos torcedores no estádio para o confronto contra o América-MG”, declara Gonçalves.
Glaysson vira destaque do time depois de atuação contra o Cruzeiro
Revelado pelas categorias de base do Cruzeiro, Glaysson sempre se destacou nas equipes onde jogou. Em 2009, por exemplo, foi um dos pilares do Rio Branco de Andradas, que chegou às finais do Campeonato Mineiro. Na estreia da Caldense no Estadual deste ano Glaysson mostrou que a boa fase está de volta depois de um 2010 bastante problemático para o jogador de 31 anos, titular absoluto do gol da Veterana. A reportagem do Mantiqueira acompanhou os treinos com os goleiros da Caldense na tarde de ontem no CT Ninho dos Periquitos e conversou com Glaysson.
Mantiqueira – Você foi o destaque da equipe na estreia contra o Cruzeiro. Foi elogiado por toda a mídia mineira. Como você analisa esta estreia da Caldense no Campeonato Mineiro e sua atuação?
Glaysson – Foi uma estreia difícil, complicada, já que os times da capital são sempre muito difíceis de serem enfrentados. Jogamos contra o atual vice-campeão brasileiro e nosso time se comportou muito bem. Poderíamos ter saído na frente no placar na primeira etapa, perdemos duas chances bem claras de gols e na segunda etapa conseguimos segurar até boa parte do jogo, mas acabamos derrotados. No meu modo de ver, sofremos um pênalti que não existiu e este lance nos desestabilizou. Aquele pênalti derrubou nossa equipe e foi determinante no resultado. Bola pra frente e vamos buscar a recuperação na partida de hoje contra o América. Quanto a minha atuação, recebi muitos elogios, mas tudo é fruto de trabalho. Uma pena que, apesar de eu ter me destacado, feito boas defesas, nosso time tenha deixado o campo derrotado. Quem sabe na próxima eu volto a me destacar e o resultado final seja bem melhor que os 3x0 que levamos do Cruzeiro.
Mantiqueira – No momento do pênalti, você estava de frente para o lance, qual foi sua primeira impressão?
Glaysson – Na hora eu achei que tinha sido, mas o Ivo estava muito convicto que não tinha tocado no Thiago. O lance foi muito rápido.
Conversando com mais calma no vestiário com o Ivo ele me convenceu que não havia tocado mesmo o atleta do Cruzeiro. Vendo mais tarde pela TV aí tivemos a certeza de que o juiz cometeu um grande erro contra nosso time.
Mantiqueira - Você está saindo de um ano difícil. Como foi a preparação para voltar a ser o goleiro de destaque que foi em outras equipes?
Glaysson – 2010 não foi um ano muito bom para mim. Logo no início do ano sofri uma lesão no púbis. Tinha ido para o Volta Redonda com o professor Catanoce e não consegui jogar devido a uma inflamação no osso. Fui para o Uberaba, onde comecei a disputar o Campeonato Brasileiro mas não estava bem fisicamente, falhando em alguns jogos, fiquei de fora depois retornei ao time no meio da competição. Conseguimos o acesso e depois fomos bicampeões da Taça Minas pelo clube. Não tive uma boa sequência de trabalho em Uberaba. Aqui, com o Britto [preparador de goleiro], as coisas mudaram. A gente já se conhecia desde os tempos de Rio Branco de Andradas e Volta Redonda. Ele é um grande profissional e consegui retomar minha condição física e psicológica. Ele me passou uma programação pesada de treinos e procurei seguir tudo direitinho. O trabalho do Luiz Caldiron [preparador físico] também foi muito importante na minha recuperação, já que quando cheguei a Poços de Caldas estava contundido e fui me recuperando bem para este campeonato.
Mantiqueira – Como que está a expectativa para a partida desta noite contra o América?
Glaysson – Será outra pedreira, estão motivados com o acesso para a série A do Campeonato Brasileiro, mas acredito plenamente nas condições da Caldense de vencer este jogo. Vamos respeitar o América, mas precisamos acreditar em nossas possibilidades de vencer. Temos que ter muita atenção com os jogadores do América, mas em casa temos que impor o nosso ritmo de jogo e mostrar para o nosso torcedor a mesma determinação que mostramos diante do Cruzeiro.
Mantiqueira – Você começou na base do Cruzeiro. Por onde passou até chegar a Poços de Caldas para defender as cores da Caldense?
Glaysson – Comecei no Cruzeiro, onde joguei desde o fraldinha até o profissional. Fiquei no Cruzeiro até 2000 e, beneficiado pela Lei Pelé, peguei meu passe e comecei a rodar o interior. Joguei pelo Guarani de Divinópolis, Villa Nova de Nova Lima, Ipatinga, Democrata GV, Democrata de Sete Lagoas, Grêmio Mauaense-SP, Legião-DF, Mixto de Cuiabá, Volta Redonda, Rio Branco de Andradas, Uberaba e Caldense.
Mantiqueira – Quando você trabalhou pela primeira vez com o Catanoce?
Glaysson – Eu estava no Villa Nova de Nova Lima e fomos fazer uma pré-temporada em Pouso Alegre. Na época, o Catanoce estava no Rio Claro, que também estava em pré-temporada naquela cidade. Ele observava nosso treinamentos e acabou pintando algumas possibilidade de trabalhar juntos. O primeiro clube onde ele foi meu técnico foi o Rio Branco de Andradas, depois fomos trabalhar juntos no Volta Redonda e agora na Caldense.
Mantiqueira – Você foi o destaque da equipe na estreia contra o Cruzeiro. Foi elogiado por toda a mídia mineira. Como você analisa esta estreia da Caldense no Campeonato Mineiro e sua atuação?
Glaysson – Foi uma estreia difícil, complicada, já que os times da capital são sempre muito difíceis de serem enfrentados. Jogamos contra o atual vice-campeão brasileiro e nosso time se comportou muito bem. Poderíamos ter saído na frente no placar na primeira etapa, perdemos duas chances bem claras de gols e na segunda etapa conseguimos segurar até boa parte do jogo, mas acabamos derrotados. No meu modo de ver, sofremos um pênalti que não existiu e este lance nos desestabilizou. Aquele pênalti derrubou nossa equipe e foi determinante no resultado. Bola pra frente e vamos buscar a recuperação na partida de hoje contra o América. Quanto a minha atuação, recebi muitos elogios, mas tudo é fruto de trabalho. Uma pena que, apesar de eu ter me destacado, feito boas defesas, nosso time tenha deixado o campo derrotado. Quem sabe na próxima eu volto a me destacar e o resultado final seja bem melhor que os 3x0 que levamos do Cruzeiro.
Mantiqueira – No momento do pênalti, você estava de frente para o lance, qual foi sua primeira impressão?
Glaysson – Na hora eu achei que tinha sido, mas o Ivo estava muito convicto que não tinha tocado no Thiago. O lance foi muito rápido.
Conversando com mais calma no vestiário com o Ivo ele me convenceu que não havia tocado mesmo o atleta do Cruzeiro. Vendo mais tarde pela TV aí tivemos a certeza de que o juiz cometeu um grande erro contra nosso time.
Mantiqueira - Você está saindo de um ano difícil. Como foi a preparação para voltar a ser o goleiro de destaque que foi em outras equipes?
Glaysson – 2010 não foi um ano muito bom para mim. Logo no início do ano sofri uma lesão no púbis. Tinha ido para o Volta Redonda com o professor Catanoce e não consegui jogar devido a uma inflamação no osso. Fui para o Uberaba, onde comecei a disputar o Campeonato Brasileiro mas não estava bem fisicamente, falhando em alguns jogos, fiquei de fora depois retornei ao time no meio da competição. Conseguimos o acesso e depois fomos bicampeões da Taça Minas pelo clube. Não tive uma boa sequência de trabalho em Uberaba. Aqui, com o Britto [preparador de goleiro], as coisas mudaram. A gente já se conhecia desde os tempos de Rio Branco de Andradas e Volta Redonda. Ele é um grande profissional e consegui retomar minha condição física e psicológica. Ele me passou uma programação pesada de treinos e procurei seguir tudo direitinho. O trabalho do Luiz Caldiron [preparador físico] também foi muito importante na minha recuperação, já que quando cheguei a Poços de Caldas estava contundido e fui me recuperando bem para este campeonato.
Mantiqueira – Como que está a expectativa para a partida desta noite contra o América?
Glaysson – Será outra pedreira, estão motivados com o acesso para a série A do Campeonato Brasileiro, mas acredito plenamente nas condições da Caldense de vencer este jogo. Vamos respeitar o América, mas precisamos acreditar em nossas possibilidades de vencer. Temos que ter muita atenção com os jogadores do América, mas em casa temos que impor o nosso ritmo de jogo e mostrar para o nosso torcedor a mesma determinação que mostramos diante do Cruzeiro.
Mantiqueira – Você começou na base do Cruzeiro. Por onde passou até chegar a Poços de Caldas para defender as cores da Caldense?
Glaysson – Comecei no Cruzeiro, onde joguei desde o fraldinha até o profissional. Fiquei no Cruzeiro até 2000 e, beneficiado pela Lei Pelé, peguei meu passe e comecei a rodar o interior. Joguei pelo Guarani de Divinópolis, Villa Nova de Nova Lima, Ipatinga, Democrata GV, Democrata de Sete Lagoas, Grêmio Mauaense-SP, Legião-DF, Mixto de Cuiabá, Volta Redonda, Rio Branco de Andradas, Uberaba e Caldense.
Mantiqueira – Quando você trabalhou pela primeira vez com o Catanoce?
Glaysson – Eu estava no Villa Nova de Nova Lima e fomos fazer uma pré-temporada em Pouso Alegre. Na época, o Catanoce estava no Rio Claro, que também estava em pré-temporada naquela cidade. Ele observava nosso treinamentos e acabou pintando algumas possibilidade de trabalhar juntos. O primeiro clube onde ele foi meu técnico foi o Rio Branco de Andradas, depois fomos trabalhar juntos no Volta Redonda e agora na Caldense.
“Somos uma espécie de anjo da guarda”
Poços de Caldas, MG - “Temos que ser uma espécie de anjo da guarda destes meninos, estar sempre orientando, explicando a situação de jogo”, diz o preparador de goleiros Britto. Com passagens pela Ferroviária de Araraquara, Rio Branco de Andradas, entre outros, Britto está na Caldense desde o ano passado quando ajudou Catanoce a tirar o clube da desesperada situação em que se encontrava no Campeonato Mineiro.
E Britto não dá moleza, na tarde de ontem exigiu muito de Glaysson, Alisson (irmão de Alex Cazumba do São Paulo) e Douglas, mesmo com o forte calor da tarde. “Vida de goleiro é assim mesmo. É sacrificado, tem que treinar mais que os outros, um trabalho intenso, sistemático, extenuante, pois eles precisam estar o tempo todo centrados, concentrados. Existe aquela máxima de que onde o goleiro pisa nem grama nasce, mas tem que ser assim pois o goleiro não pode falhar nunca”, disse Britto. Apenas ele e seus goleiros treinaram na tarde de ontem enquanto o restante do elenco ficou de folga. “A Caldense está muito bem servida de goleiros. Temos três excelentes profissionais, todos já bem conhecidos nossos. O Glaysson está conosco já há uns três anos, o Douglas já conhecemos desde que ele tinha 20 anos e o Alisson também já é conhecido nosso, está em ascensão, é um menino, em quem estamos investindo muito e que certamente terá sua oportunidade no time. O Glaysson é um espelho de todo o trabalho pois na realidade ele é um goleiro que vem se destacando e acaba ajudando até mesmo nosso trabalho, que também se torna conhecido”, falou Britto.
Fã do Fábio do Cruzeiro e de Rogério Ceni do São Paulo, Britto mantém uma boa proximidade com seus atletas. Durante o treino de ontem, que começou com com uma brincadeira para ver que acertava mais vezes o travessão, ficou evidente o clima de descontração entre eles. “O Fábio do Cruzeiro é um injustiçado em termos de seleção brasileira. Deveria ter tido mais chances. Adoro ver o Ceni jogar, o Marcos do Palmeiras é um espelho. Britto ainda cita Taffarel, que, segundo ele, foi um marco em sua carreira. “Ele sempre teve uma grande personalidade, era um goleiro que fazia as coisas mais difíceis ficarem fáceis, tinha uma explosão espetacular e quando eu jogava procurava sempre me espelhar nele”, disse Britto. “Jogar contra um Rogério Ceni, um Marcos, um Fábio é marcante. Marcar um gol contra um destes goleiros é a glória para qualquer jogador”, finalizou.
E Britto não dá moleza, na tarde de ontem exigiu muito de Glaysson, Alisson (irmão de Alex Cazumba do São Paulo) e Douglas, mesmo com o forte calor da tarde. “Vida de goleiro é assim mesmo. É sacrificado, tem que treinar mais que os outros, um trabalho intenso, sistemático, extenuante, pois eles precisam estar o tempo todo centrados, concentrados. Existe aquela máxima de que onde o goleiro pisa nem grama nasce, mas tem que ser assim pois o goleiro não pode falhar nunca”, disse Britto. Apenas ele e seus goleiros treinaram na tarde de ontem enquanto o restante do elenco ficou de folga. “A Caldense está muito bem servida de goleiros. Temos três excelentes profissionais, todos já bem conhecidos nossos. O Glaysson está conosco já há uns três anos, o Douglas já conhecemos desde que ele tinha 20 anos e o Alisson também já é conhecido nosso, está em ascensão, é um menino, em quem estamos investindo muito e que certamente terá sua oportunidade no time. O Glaysson é um espelho de todo o trabalho pois na realidade ele é um goleiro que vem se destacando e acaba ajudando até mesmo nosso trabalho, que também se torna conhecido”, falou Britto.
Fã do Fábio do Cruzeiro e de Rogério Ceni do São Paulo, Britto mantém uma boa proximidade com seus atletas. Durante o treino de ontem, que começou com com uma brincadeira para ver que acertava mais vezes o travessão, ficou evidente o clima de descontração entre eles. “O Fábio do Cruzeiro é um injustiçado em termos de seleção brasileira. Deveria ter tido mais chances. Adoro ver o Ceni jogar, o Marcos do Palmeiras é um espelho. Britto ainda cita Taffarel, que, segundo ele, foi um marco em sua carreira. “Ele sempre teve uma grande personalidade, era um goleiro que fazia as coisas mais difíceis ficarem fáceis, tinha uma explosão espetacular e quando eu jogava procurava sempre me espelhar nele”, disse Britto. “Jogar contra um Rogério Ceni, um Marcos, um Fábio é marcante. Marcar um gol contra um destes goleiros é a glória para qualquer jogador”, finalizou.
Vulcão na reta final de preparação
ACS/Poços de Caldas FC - A pouco mais de uma semana da estreia no Módulo II do Campeonato Mineiro, o Poços de Caldas Futebol Clube continua trabalhando forte. Nessa semana, no CT Cratera, o técnico João Carlos comandou treinos em dois períodos e exigiu bastante dos atletas. O grupo, que vem se preparando forte fisicamente desde o início da pré-temporada, começa a se dedicar à parte tática. O treinador do Vulcão tem aproveitado os treinos para aperfeiçoar vários fundamentos, como os passes e as finalizações. Nessa quarta-feira (02), o Vulcão treina novamente em dois períodos, no CT Cratera.
Na quinta-feira, o time viaja ao interior de São Paulo para fazer mais um jogo-treino. Desta vez o Vulcão enfrenta a Ponte Preta, que disputa a Série A-1 do Campeonato Paulista. O Poços de Caldas Futebol Clube estreia no Módulo II dia 13 de fevereiro, às 10h30, contra o Tricordiano, no estádio Elias Arbex, em Três Corações.
Na quinta-feira, o time viaja ao interior de São Paulo para fazer mais um jogo-treino. Desta vez o Vulcão enfrenta a Ponte Preta, que disputa a Série A-1 do Campeonato Paulista. O Poços de Caldas Futebol Clube estreia no Módulo II dia 13 de fevereiro, às 10h30, contra o Tricordiano, no estádio Elias Arbex, em Três Corações.
Atletas da Escolinha do Vulcão são aprovados na Francana
Através de seu trabalho com os garotos e a disputa constante de competições de âmbito nacional e internacional, a Escolinha do Vulcão vem conseguindo despertar o interesse de muitos clubes profissionais. Após serem selecionados pelo observador técnico e o técnico da equipe Sub-15 da A.A. Francana, os garotos Cristiano do Nascimento Danziger (zagueiro de 14 anos de Poços de Caldas) e Thiago Cruz Figueiredo (lateral esquerdo de 14 anos de Botelhos) viajaram para a cidade de Franca e ficaram em avaliação por duas semanas, de 17 a 28 de janeiro.
Os atletas tiveram um ótimo desempenho nos treinamentos e jogos amistosos que o clube paulista realizou, sendo aprovados para estarem no elenco Sub-15 da Francana.
Os diretores da Escolinha do Vulcão Mauro Donizeti de Oliveira e João Carlos viajaram na última sexta-feira para buscar os garotos e acertar os detalhes finais para a permanência dos atletas no clube. Cristiano e Thiago já estão de volta para ver a família, organizar toda a documentação e ainda disputar o Campeonato Paulista Sub-15 deste ano.
Os dois atletas já estarão se apresentando de forma definitiva em Franca hoje e já treinarão pela manhã.
A Escolinha do Vulcão também teve neste mesmo período o atacante Vinícius Carlos Oliveira Teodoro, de 16 anos, em última etapa de avaliação no São Bernardo FC e, segundo informações do atleta e dos próprios avaliadores, o resultado foi muito bom. Agora o Vulcãozinho está aguardando contato do clube para dizer se Vinícius foi aprovado ou não.
“Nossa satisfação é muito grande em ter mais estes garotos aprovados em um clube, pois já tivemos outros três no Santos. Lembrando que ainda temos mais seis alunos para serem avaliados em alguns clubes", diz Oliveira.
Na última segunda-feira a Escolinha do Vulcão também encaminhou o meia de 15 anos Leonardo Rodrigues para um período de avaliação no São Bernardo FC.
Os atletas tiveram um ótimo desempenho nos treinamentos e jogos amistosos que o clube paulista realizou, sendo aprovados para estarem no elenco Sub-15 da Francana.
Os diretores da Escolinha do Vulcão Mauro Donizeti de Oliveira e João Carlos viajaram na última sexta-feira para buscar os garotos e acertar os detalhes finais para a permanência dos atletas no clube. Cristiano e Thiago já estão de volta para ver a família, organizar toda a documentação e ainda disputar o Campeonato Paulista Sub-15 deste ano.
Os dois atletas já estarão se apresentando de forma definitiva em Franca hoje e já treinarão pela manhã.
A Escolinha do Vulcão também teve neste mesmo período o atacante Vinícius Carlos Oliveira Teodoro, de 16 anos, em última etapa de avaliação no São Bernardo FC e, segundo informações do atleta e dos próprios avaliadores, o resultado foi muito bom. Agora o Vulcãozinho está aguardando contato do clube para dizer se Vinícius foi aprovado ou não.
“Nossa satisfação é muito grande em ter mais estes garotos aprovados em um clube, pois já tivemos outros três no Santos. Lembrando que ainda temos mais seis alunos para serem avaliados em alguns clubes", diz Oliveira.
Na última segunda-feira a Escolinha do Vulcão também encaminhou o meia de 15 anos Leonardo Rodrigues para um período de avaliação no São Bernardo FC.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
AS CAUSAS DA DERROTA DA CALDENSE
Alguns fatores pesaram muito para a primeira derrota da Caldense no Campeonato Mineiro de 2011. Primeiro, foi o fato de enfrentar o Cruzeiro, vice-campeão brasileiro. Desde o dia que a tabela foi elaborada já sabíamos que dificilmente o Cruzeiro perderia este jogo. O segundo motivo desta derrota foi a falta de pontaria do time de Poços de Caldas. No primeiro tempo, em duas boas chances na frente de Fábio, o time desperdiçou de forma bizarra. Na principal chance criada pelo time de Poços de Caldas, Rivaldo invadiu a área e chutou torto, mostrando que a falta de pontaria continua sendo um fator a ser trabalhado pelo técnico Catanoce. Na segunda etapa, pouco antes de sofrer o primeiro gol, Mirandinha ainda perdeu boas chances para o time de Poços de Caldas. Time pequeno quando joga contra time grande não pode se dar ao luxo de errar gols do jeito que a Caldense errou. O terceiro e mais determinante fator na derrota da Caldense foi a penalidade "sofrida" por Thiago Ribeiro. Na imagem da TV ficou evidente que o jogador cruzeirense não foi tocado e dobrou o joelho antes da chegada do defensor da Caldense. Claro, o atleta da Caldense foi afoito no lance e se jogou de forma desnecessária na bola, o que possibilitou a simulação por parte de Thiago. O juiz, mal posicionado errou ao marcar o pênalti. Até este lance, acontecido aos 20 minutos do segundo tempo, a Caldense estava bem no jogo e segurando a pressão cruzeirense, que por sua vez já lidava com a pressão das arquibancadas. A torcida da raposa cobrava a presença de Roger no time. O jogador não foi relacionado para o jogo e causou revolta na torcida da Raposa. Depois deste gol de pênalti, a Caldense sentiu o peso do jogo, sofreu outro gol em seguida e mais tarde o terceiro. Graças ao goleiro Glaysson o placar não foi maior. Glaysson, aliás, mostrou muita segurança e deverá ser um dos destaques do campeonato.
Quem analisar o jogo olhando apenas o resultado de 3x0 para o Cruzeiro pode achar que foi um jogo fácil para o time da capital. Não foi. A Caldense vendeu caro a derrota. Entrou determinada a se defender e fez isto com muita competência até sofrer a duvidosa penalidade. O time de Poços de Caldas enfrentava o vice-campeão brasileiro, jogava bem mas perdeu, resultado normal. Na realidade o campeonato para a Veterana começa amanhã contra o América. Jogando em Poços de Caldas, o time tem que vencer para buscar a recuperação. O América mostrou na partida contra o Uberaba que não é nenhum bicho-de-sete-cabeças e a Caldense deverá, jogando em casa, ter uma postura melhor. Condições de vencer o time tem, só precisa parar de errar tantos gols como vem errando.
Quem analisar o jogo olhando apenas o resultado de 3x0 para o Cruzeiro pode achar que foi um jogo fácil para o time da capital. Não foi. A Caldense vendeu caro a derrota. Entrou determinada a se defender e fez isto com muita competência até sofrer a duvidosa penalidade. O time de Poços de Caldas enfrentava o vice-campeão brasileiro, jogava bem mas perdeu, resultado normal. Na realidade o campeonato para a Veterana começa amanhã contra o América. Jogando em Poços de Caldas, o time tem que vencer para buscar a recuperação. O América mostrou na partida contra o Uberaba que não é nenhum bicho-de-sete-cabeças e a Caldense deverá, jogando em casa, ter uma postura melhor. Condições de vencer o time tem, só precisa parar de errar tantos gols como vem errando.
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