Foi assinada, na tarde de ontem, no gabinete do prefeito Paulo César Silva, a portaria criando oficialmente o Comitê Municipal Organizador da Copa do Mundo de 2014. Poços de Caldas vai disputar com cidades como Divinópolis, Uberlândia, Governador Valadares, Sete Lagoas, Montes Claros, Ipatinga, Juiz de Fora, entre outras. O Comitê apresentado ontem à imprensa já vem trabalhando há alguns dias e tem como presidente o empresário Laércio Otávio Martins. Participaram da solenidade vereadores, membros da comissão, empresários, representantes do setor esportivo e secretários municipais. O Comitê é composto por: Laércio Otávio Martins, Antonio Bento Gonçalves, César Wilson Berto, Gustavo Tarquínio Bertozzi, Orlando Rodrigues, José Carlos Polli, Waldir Miguel, Cibele Melo Benjamim, Paulo Roberto Rodrigues Milton, Carlos Alberto de Oliveira e Marcelo de Oliveira e Silva.
Para oferecer uma grande estrutura, o que pode ser o diferencial na escolha da cidade mineira vencedora, a Associação Atlética Caldense se uniu ao Sest-Senat. “Temos um ótimo Centro de Treinamentos ao lado do Sest-Senat. Os dois, unidos, nos darão condições de mostrar que Poços de Caldas está capacitada para ser a cidade escolhida”, disse Martins. O empresário destacou ainda a infraestrutura turística e a rede hoteleira da cidade, com mais de oito mil leitos. “Nós tivemos o sonho de um dia ter isso em Poços de Caldas e este é um trabalho muito difícil que precisa da união de toda a cidade. A briga será complicada”, afirmou.
A comissão se reúne já na próxima segunda-feira (7). “Os membros desta comissão têm uma importante missão e eu não tenho dúvidas de que o prefeito acerta ao indicá-los, porque vão conseguir desenvolver um excelente trabalho e a nossa vitória será a coroação. Em nome do Poder Legislativo, quero desejar todo o sucesso e a própria presença dos vereadores comprova que terão total e irrestrito apoio da Câmara nas ações”, afirmou o presidente da Câmara, Waldemar Lemes Filho.
Para o presidente da Comissão Laércio Martins, a pressão para escolher alguma cidade mais próxima da capital será grande, mas a estrutura oferecida pela cidade e pela Caldense vai fazer a diferença. “Vai vencer aquela cidade que oferecer o que tem de melhor e neste quesito Poços de Caldas está muito bem. Acredito que não será fácil, será um trabalho difícil, mas temos condições de vencer esta disputa”, disse Martins. Um dos grandes trunfos de Laércio Martins são importantes contatos que ele possui no alto escalão do governo. “Vamos correr atrás do que for possível para nos ajudar. Temos que correr atrás da parte política, vamos bater na porta de todos aqueles que podem ajudar a cidade”, completou ele.
O fato de estar longe da capital mineira é a principal preocupação do presidente da comissão, que acredita que, a princípio, a distância entre Poços e BH seja um peso contra. “Vamos tentar superar esta dificuldade com a estrutura que tempos. Não vamos construir um centro de treinamento pois nos já o temos pronto e este fator vai nos ajudar muito. Mandamos um documento com muitas informações e esperamos que elas sejam bem avaliadas. Este projeto não tem partido político e sim uma cidade toda envolvida. Temos que unir forças de toda a comunidade”, disse Martins.
O CT Ninho dos Periquitos possui dois campos e pode ganhar um outro em breve. Em caso de Poços ser escolhida como subsede do Mundial, a prefeitura deverá ampliar a estrutura do local como parte de um antigo acordo com a Associação Atlética Caldense. O terreno onde hoje está construído o Sest/Senat era da Caldense, que trocou com a prefeitura, que em troca cedeu para o clube uma área de 12 mil metros quadrados atrás do campo do CT. Será neste local que o novo campo será construído pela prefeitura e deverá ainda beneficiar toda a comunidade do Parque Pinheiros.
Poços de Caldas foi a primeira cidade de Minas Gerais a se candidatar para receber uma seleção que disputará o Mundial. “Apresentamos todas as etapas de informações que eram necessárias. Recebemos um caderno de encargos com muitas exigências e conseguimos apresentar todas as etapas e vamos ver se conseguiremos vencer esta parada”, disse o prefeito Paulo César Silva. “Esta comissão foi montada pra cuidar de tudo com detalhes e resolvi convidar o Laércio Martins para montar a comissão por ser uma pessoa bastante influente e que tem um grande compromisso com a cidade. Acho que conseguimos formar uma comissão bastante empenhada e a prefeitura vai dar toda a logística para atingir todos os objetivos”, finalizou o prefeito.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Alunos comemoram aniversário do sensei Matsuo
Os alunos e amigos do Clube de Judô Poços de Caldas, fizeram no último dia 2 uma festa surpresa para o sensei Matsuo, em comemoração aos seus 68 anos - metade dedicados ao Judô em Poços de Caldas. Matsuo é uma história de vida e muito admirado pelos seus alunos. " O impressionante é que quem faz Judô uma vez, jamais consegue ficar sem essa arte no coração. Desejamos a ele um Feliz aniversario e muitos anos de vida, para que possa dar continuidade a todo seu trabalho", disse Anderson, um dos organizadores da festa.
Vulcão perde jogo-treino para Ponte Preta
Nessa quinta-feira (03), o Poços de Caldas Futebol Clube realizou mais um jogo-treino preparatório visando ao Módulo II do Campeonato Mineiro 2011. A equipe treinada por João Carlos perdeu para a Ponte Preta de Campinas pelo placar de um gol a zero.
A partida, disputado no Parque Florianópolis, em Jaguariúna (SP), foi bastante equilibrada. Na primeira etapa, os dois times mostraram muita força e tiveram chances de abrir o marcador. Porém, as dimensões reduzidas do campo atrapalharam e o placar não saiu do zero. No segundo tempo, mais uma vez os dois times foram iguais dentro de campo. O Vulcão teve várias oportunidades, mas foi a Ponte Preta que marcou o único gol do jogo. Aos 40 minutos, após cobrança de escanteio, o atacante Everton Silva, ex-Fluminense e Goiás, recebeu a bola na grande área e tocou para o fundo da rede. Final: 1 a 0.
Para o técnico João Carlos, o jogo-treino serviu para dar ritmo aos jogadores, que estão em fase final de preparação. “A movimentação foi excelente. O resultado é o que menos importa, pois jogamos contra um time de excelente qualidade. Nessa partida tivemos condições de verificar como estão os atletas, para corrigirmos alguns erros e deixarmos o time pronto para o início do Módulo II”, destaca.
O Vulcão estreia no estadual dia 13 de fevereiro, às 10h30, contra o Tricordiano, em Três Corações.
O elenco do Vulcão volta aos treinos nessa sexta-feira à tarde. João Carlos vai comandar trabalhos táticos no CT Cratera. O treinador também já programou atividades para sábado.
A partida, disputado no Parque Florianópolis, em Jaguariúna (SP), foi bastante equilibrada. Na primeira etapa, os dois times mostraram muita força e tiveram chances de abrir o marcador. Porém, as dimensões reduzidas do campo atrapalharam e o placar não saiu do zero. No segundo tempo, mais uma vez os dois times foram iguais dentro de campo. O Vulcão teve várias oportunidades, mas foi a Ponte Preta que marcou o único gol do jogo. Aos 40 minutos, após cobrança de escanteio, o atacante Everton Silva, ex-Fluminense e Goiás, recebeu a bola na grande área e tocou para o fundo da rede. Final: 1 a 0.
Para o técnico João Carlos, o jogo-treino serviu para dar ritmo aos jogadores, que estão em fase final de preparação. “A movimentação foi excelente. O resultado é o que menos importa, pois jogamos contra um time de excelente qualidade. Nessa partida tivemos condições de verificar como estão os atletas, para corrigirmos alguns erros e deixarmos o time pronto para o início do Módulo II”, destaca.
O Vulcão estreia no estadual dia 13 de fevereiro, às 10h30, contra o Tricordiano, em Três Corações.
O elenco do Vulcão volta aos treinos nessa sexta-feira à tarde. João Carlos vai comandar trabalhos táticos no CT Cratera. O treinador também já programou atividades para sábado.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Caldense perde a segunda consecutiva no Estadual
Muita festa no Ronaldão. Não com a atuação fraca da Caldense, mas com a vitória do Tolima em cima do Corinthians. Aos gritos de “eliminado, eliminado”, o torcedor esquecia parcialmente que, em campo, a Caldense sofria sua segunda derrota consecutiva no Campeonato Mineiro e já se via em situação delicada. Com o resultado, a Veterana ocupa a última colocação com duas derrotas, cinco gols contra e nenhuma a seu favor. A pontaria continua sendo o grande problema do time de Catanoce. A equipe cria e perde com facilidade gols incríveis. Foi assim durante os jogos da pré-temporada e vem sendo assim neste Campeonato Mineiro.
Ontem, contra o América tudo levava a crer que o time enfim conseguiria sua primeira vitória no ano. Jogando de forma envolvente, a Caldense era muito superior ao América. O time da capital, no entanto, se mostrou bem equilibrado e soube neutralizar as investidas da Veterana. Para se ter noção do domínio da Caldense, com 16 minutos de jogo, o time já havia criado pelo menos seis boas chances para marcar. Rivaldo era o homem mais perigoso, mas acabou se queimando com a torcida a cada chance perdida. O América, na primeira vez em que buscou o ataque, marcou.
Glaysson, tão elogiado por sua atuação contra o Cruzeiro falhou feio no lance do gol do Coelho. O goleiro saiu mal e Fábio Júnior quase marcou. A bola sobrou para Luciano que mandou para o gol de cabeça. Glaysson ainda tirou a bola, mas ela já havia ultrapassado a linha de gol.
O time de Poços continuou melhor em campo e buscando o empate o tempo todo, porém sem eficiência alguma, fato que irritava a torcida que passava a vaiar. O América, na dele, tocava a bola e buscava achar espaços na zaga da Veterana. Deu certo. Aos 34 minutos,
Fábio Júnior fez carnaval na zaga da Caldense, tirou um defensor, passou fácil por Glaysson e marcou um golaço.
A Caldense aí se perdeu de vez. O time visivelmente abalado não criava mais e o primeiro tempo terminou com derrota por 2x0 e muitas vaias da arquibancada.
A Caldense veio para o segundo tempo determinada a buscar o resultado. O América jogou com inteligência, cadenciando o jogo e administrando o placar. Com o tempo passando, o time de Poços ficava mais nervoso.
Catanoce buscava soluções. Trocou Rivaldo que não agradava a torcida por Neto Potiguar. Lúcio Bala que teve uma estreia discreta deixou o campo para a entrada de Lê e Mirandinha – único jogador aplaudido pela torcida - saiu para dar lugar a Fabrício. Nada. A Caldense não conseguia criar chances claras para pelo menos fazer um gol de honra. Márcio Loyola no final ainda perdeu um gol para deixar claro que o time de Poços não tem pontaria. Este ano a equipe não marcou em quatro jogos - dois amistosos e dois jogos do Mineiro. O time terá 10 dias de folga até outro difícil compromisso contra o América em Teófilo Otoni. Neste intervalo, algo precisa ser feito para corrigir este grave problema. Outra derrota será fatal para as pretensões do time no campeonato.
CALDENSE 0 - Glaysson; Ivo, André Alves, Anderson Carvalho e Márcio Loyola; Mário, Maxsuel, Luisinho e Lúcio Bala (Lê); Mirandinha (Fabrício) e Rivaldo (Neto Potiguar) Técnico: Paulo Cezar Catanoce
AMÉRICA 2 - Flávio; Marcos Rocha, Gabriel, Micão e Jean Batista; Leandro Ferreira, Dudu, Luciano (Nando) e Irênio; Daniel Lovinho (Euller) e Fábio Júnior (Thiago Silvy) Técnico: Mauro Fernandes
Motivo: 2ª rodada do Campeonato Mineiro
Estádio: Ronaldão, em Poços de Caldas
Data: quarta-feira, 02/02/2011
Gols: Luciano, 17min, Fábio Júnior, 34min do 1ºT
Árbitro: Joel Tolentino Damata Júnior (CBF/FMF)
Assistentes: Helbert Costa Andrade (CBF/FMF) e Pedro Araújo Dias Cotta (CBF/FMF)
Cartões amarelos: Jean Batista, Dudu, Irênio, Flávio, Marcos Rocha
(América); Anderson Carvalho, Mário (Caldense)
Ontem, contra o América tudo levava a crer que o time enfim conseguiria sua primeira vitória no ano. Jogando de forma envolvente, a Caldense era muito superior ao América. O time da capital, no entanto, se mostrou bem equilibrado e soube neutralizar as investidas da Veterana. Para se ter noção do domínio da Caldense, com 16 minutos de jogo, o time já havia criado pelo menos seis boas chances para marcar. Rivaldo era o homem mais perigoso, mas acabou se queimando com a torcida a cada chance perdida. O América, na primeira vez em que buscou o ataque, marcou.
Glaysson, tão elogiado por sua atuação contra o Cruzeiro falhou feio no lance do gol do Coelho. O goleiro saiu mal e Fábio Júnior quase marcou. A bola sobrou para Luciano que mandou para o gol de cabeça. Glaysson ainda tirou a bola, mas ela já havia ultrapassado a linha de gol.
O time de Poços continuou melhor em campo e buscando o empate o tempo todo, porém sem eficiência alguma, fato que irritava a torcida que passava a vaiar. O América, na dele, tocava a bola e buscava achar espaços na zaga da Veterana. Deu certo. Aos 34 minutos,
Fábio Júnior fez carnaval na zaga da Caldense, tirou um defensor, passou fácil por Glaysson e marcou um golaço.
A Caldense aí se perdeu de vez. O time visivelmente abalado não criava mais e o primeiro tempo terminou com derrota por 2x0 e muitas vaias da arquibancada.
A Caldense veio para o segundo tempo determinada a buscar o resultado. O América jogou com inteligência, cadenciando o jogo e administrando o placar. Com o tempo passando, o time de Poços ficava mais nervoso.
Catanoce buscava soluções. Trocou Rivaldo que não agradava a torcida por Neto Potiguar. Lúcio Bala que teve uma estreia discreta deixou o campo para a entrada de Lê e Mirandinha – único jogador aplaudido pela torcida - saiu para dar lugar a Fabrício. Nada. A Caldense não conseguia criar chances claras para pelo menos fazer um gol de honra. Márcio Loyola no final ainda perdeu um gol para deixar claro que o time de Poços não tem pontaria. Este ano a equipe não marcou em quatro jogos - dois amistosos e dois jogos do Mineiro. O time terá 10 dias de folga até outro difícil compromisso contra o América em Teófilo Otoni. Neste intervalo, algo precisa ser feito para corrigir este grave problema. Outra derrota será fatal para as pretensões do time no campeonato.
CALDENSE 0 - Glaysson; Ivo, André Alves, Anderson Carvalho e Márcio Loyola; Mário, Maxsuel, Luisinho e Lúcio Bala (Lê); Mirandinha (Fabrício) e Rivaldo (Neto Potiguar) Técnico: Paulo Cezar Catanoce
AMÉRICA 2 - Flávio; Marcos Rocha, Gabriel, Micão e Jean Batista; Leandro Ferreira, Dudu, Luciano (Nando) e Irênio; Daniel Lovinho (Euller) e Fábio Júnior (Thiago Silvy) Técnico: Mauro Fernandes
Motivo: 2ª rodada do Campeonato Mineiro
Estádio: Ronaldão, em Poços de Caldas
Data: quarta-feira, 02/02/2011
Gols: Luciano, 17min, Fábio Júnior, 34min do 1ºT
Árbitro: Joel Tolentino Damata Júnior (CBF/FMF)
Assistentes: Helbert Costa Andrade (CBF/FMF) e Pedro Araújo Dias Cotta (CBF/FMF)
Cartões amarelos: Jean Batista, Dudu, Irênio, Flávio, Marcos Rocha
(América); Anderson Carvalho, Mário (Caldense)
Atletas espanhóis fazem intercâmbio em Poços de Caldas
Os espanhóis Toni Morales e Adri Morales, de Barcelona, fizeram um período de treinamentos no Brasil. Primeiramente, estiveram no Rio de Janeiro e depois, a convite do mestre Paulão Rezende, vieram a Poços de Caldas para realizar alguns dias de treinos na academia PR. Ambos ficaram bastante impressionados com a qualidade do jiu-jitsu praticado em Poços de Caldas. Segundo eles, o esporte aqui está anos luz à frente do que é praticado nas academias da Espanha.
“O treinamento que encontramos aqui é muito superior ao que estamos acostumados na Espanha. Existem mais atletas e o nível técnico é incrível. Estivemos no Rio de Janeiro e não vimos lá um jiu-jitsu tão forte como o que vimos aqui em Poços de Caldas”, disse Toni Morales. Adri Morales é atleta de MMA e Moai tai, enquanto que Toni pratica apenas o jiu-jitsu.
Para o mestre Paulão, a visita dos atletas espanhóis é importante para toda a academia PR pois significa troca de conhecimento entre diferentes estilos do mesmo esporte. “São representantes da PR fora do Brasil e a vinda deles foi concretizada após a ida do Gargamel até a Espanha, quando os detalhes foram definidos”, disse Paulão Rezende, que em abril retribui a visita aos espanhóis com alguns dias em Barcelona, onde fará graduações e dará seminários. “Não resta dúvida que as filiais da Espanha acrescentam a nossos atletas um grande conhecimento. Queremos, em um curto período, formar professores na Espanha, que tentarão levar para eles o estilo do jiu-jitsu praticado em Poços de Caldas e no Brasil. Quero ainda agradecer a receptividade do Projeto Soma aos atletas europeus, oferecendo toda a estrutura para eles”, disse Paulão. Segundo Gargamel, a ida à Espanha foi bastante proveitosa para o jiu-jitsu da Academia PR. “No período em que estive lá fui muito bem recebido, fiquei bem alojado durante os três meses que fiquei no país, fizemos um bom trabalho com os atletas de lá. Nossa técnica acabou impressionando bastante os espanhóis e vamos formar uma união que muito bem fará para nossa equipe”, contou Gargamel.
“O treinamento que encontramos aqui é muito superior ao que estamos acostumados na Espanha. Existem mais atletas e o nível técnico é incrível. Estivemos no Rio de Janeiro e não vimos lá um jiu-jitsu tão forte como o que vimos aqui em Poços de Caldas”, disse Toni Morales. Adri Morales é atleta de MMA e Moai tai, enquanto que Toni pratica apenas o jiu-jitsu.
Para o mestre Paulão, a visita dos atletas espanhóis é importante para toda a academia PR pois significa troca de conhecimento entre diferentes estilos do mesmo esporte. “São representantes da PR fora do Brasil e a vinda deles foi concretizada após a ida do Gargamel até a Espanha, quando os detalhes foram definidos”, disse Paulão Rezende, que em abril retribui a visita aos espanhóis com alguns dias em Barcelona, onde fará graduações e dará seminários. “Não resta dúvida que as filiais da Espanha acrescentam a nossos atletas um grande conhecimento. Queremos, em um curto período, formar professores na Espanha, que tentarão levar para eles o estilo do jiu-jitsu praticado em Poços de Caldas e no Brasil. Quero ainda agradecer a receptividade do Projeto Soma aos atletas europeus, oferecendo toda a estrutura para eles”, disse Paulão. Segundo Gargamel, a ida à Espanha foi bastante proveitosa para o jiu-jitsu da Academia PR. “No período em que estive lá fui muito bem recebido, fiquei bem alojado durante os três meses que fiquei no país, fizemos um bom trabalho com os atletas de lá. Nossa técnica acabou impressionando bastante os espanhóis e vamos formar uma união que muito bem fará para nossa equipe”, contou Gargamel.
Ligeirinho supera problemas físicos e falta de apoio na BR-135 Ultramarathon
Mesmo com uma preparação física feita especificamente para disputar a BR-135 deste ano, o atleta Adilson José Pereira, Ligeirinho, teve muitos problemas físicos para completar a prova. Atual bicampeão, ele ainda conseguiu um grande feito ao terminar esta etapa em terceiro lugar e subindo novamente ao pódio. O ultramaratonista lamentou a falta de apoio da Secretaria Municipal de Esportes. “Desta vez não me deram um tostão. Tive que contar com a ajuda de velhos parceiros para completar o dinheiro de algumas taxas e outras necessidades durante a prova”, contou o piloto.
As dificuldades - O forte calor foi a principal dificuldade encontrada por Ligeirinho na BR-135 deste ano. Em alguns momentos de prova os termômetros acusavam 30 graus, mas com uma sensação térmica de quase 45, sendo um grande obstáculo para a maioria dos competidores. “Subiu a umidade do chão com o sol forte que não deixava a gente transpirar direito”, contou o atleta, que teve grandes problemas numa parte da prova que é sua favorita. Quando passava pelo Pico do Gavião ele teve queda de pressão, crises de vômitos, desmaiou e ficou cerca de 1 hora e meia parado até se restabelecer. Esta foi apenas uma das várias crises que ele teve que enfrentar até o final da prova. Mesmo com apelos de vários atletas e até mesmo da equipe de apoio para que deixasse a prova Ligeirinho resolveu continuar na briga pelo tri. “Não podia decepcionar ninguém. Tinha muita gente me ajudando, patrocinadores, pessoas que confiam em mim e não poderia abandar de forma alguma aquela prova. Fui lutando contra meu corpo, devagar e continuando na competição de um jeito ou de outro”, contou o atleta. A insistência de Ligeirinho foi tamanha que ele continuava brigando pelas primeiras posições mesmo com o problema enfrentando no Pico do Gavião. Quando tudo parecia seguir normalmente o atleta voltou a ter problemas. Em Inconfidentes, com metade do percurso feito, Ligeirinho estava na quarta colocação, mas já estava novamente sentindo alguns problemas físicos. Em Borda da Mata ele já estava em segundo lugar quando ele se alimentou e seguiu em frente, porém 10 km à frente o atleta desmaiou e perdeu novamente uma hora com esta parada forçada. “Quero agradecer muito ao Rovilson que ficou cuidando de mim na madrugada. Estava no meio da estrada, deitado, não tinha nada perto e por isso a ajuda do Rovilson de grande valia. Via os outros atletas passando e eu não conseguia me recuperar e perdi um tempo muito grande neste momento”, contou Ligeirinho. O insistente atleta, mostrando que o título de super atleta não é nenhum exagero, se recuperou e continuou na corrida. Os problemas não paravam. Em Toques do Mogi novo desmaio e mais uma hora perdida. “Fui lutando do jeito que dava, difícil mas na minha consciência eu tinha que concluir aquela prova. Queria mostrar para todos que não fui lá para brincar, sou um atleta sério, o que começo a fazer termino de um jeito ou de outro. Apesar do sofrimento, na minha cabeça eu queria mostrar que tinha capacidade”, disse. Recuperado e novamente na prova, Ligeirinho fez um corrida de recuperação. Em Estiva, ele já era o quarto colocado, bem perto do terceiro. Se sentindo bem fisicamente ele estava quase conseguindo a posição até que na Serra do Caçador voltou a desmaiar. Neste momento o soldado Franco da Polícia Militar, que fazia o trabalho de peacer do atleta, tentou ajudar da forma que dava. “Estávamos perto de uma goiabeira e ele não pensou duas vezes e pegou uma goiaba e me deu para comer. Tinha um bicho na goiaba e fiquei titubeante em comer e foi quando ele disse para deixar de besteira e que eu estava pior que o bicho. Comi ainda alguns morangos e fiquei revitalizado para seguir na prova”, contou o atleta. Depois deste fato não teve mais problemas. Mesmo com todas as dificuldades o atleta conseguiu ultrapassar o terceiro colocado e assumir a posição. Ligeirinho seguiu em busca de posições e passou a pressionar o segundo colocado. “Estava muito perto de assumir o segundo lugar, mas como perdi muito tempo não foi possível alcançá-lo. Cheguei apenas 7 minutos atrás dele”, contou. “Foi a prova mais difícil da minha vida, foi a medalha que paguei mais caro mas também foi uma das melhores conquistas.
Terminada a prova, Ligeirinho foi tratado como herói devido a tamanha dificuldade que o atleta enfrentou até terminar em terceiro lugar. “O campeão da prova, o Corte, disse para todos que eu era o verdadeiro campeão porque superar o que superei não é para qualquer um. Ele comentou que não faria o que fiz nesta BR-135. Para mim foi uma grande honra ter terminado a BR-135 de 2011 e se Deus quiser em 2012 vou estar lá, bem fisicamente, para buscar este título”, completou ele.
“Infelizmente não tive apoio nem da Secretaria de Esportes e nem da Loja da Borracha, onde trabalho, que ainda descontou os dias que faltei para participar da prova. Agradeço muito a Madeireira Chiqueirão, Cirúrgica Fênix, Neo Nutri, Centro Otorrino, Taú Sports, Pé Q Voa, Corphus, Alcace, Rodonossa, além de todos os atletas da equipe Pé Q Voa, pois cada um contribuiu com uma parte para interar o dinheiro que estava faltando. Quero também agradecer a Polícia Militar, que cedeu o soldado Franco, que foi um grande parceiro junto com a equipe de apoio, meu técnico José Luiz que ficou muito preocupado com os problemas que tive e me orientou muito durante a prova. E a todos que estiveram comigo de alguma forma”, finalizou.
A equipe de Ligeirinho contou com apoio do cabo PM José Luiz de Azevedo, instrutor de Educação Física do 29ºBPM, que treinou e deu suporte ao atleta durante todo o trajeto, e ao soldado Franco, do Tático Móvel, que voluntariamente correu mais de 50km com o atleta.
SME - A reportagem conversou com o secretário de Esportes Carlos Alberto dos Santos sobre o fato do não apoio ao atleta. Ele disse que realmente não ajudou Ligeirinho com dinheiro este ano devido ao orçamento apertado da Secretaria, mas que liberou a estrutura do município para que ele fizesse seus treinamentos. “O Ligeirinho usou a pista de atletismo para fazer seus treinos e acredito que isto seja sim uma forma de apoio para o atleta”, disse o secretário.
As dificuldades - O forte calor foi a principal dificuldade encontrada por Ligeirinho na BR-135 deste ano. Em alguns momentos de prova os termômetros acusavam 30 graus, mas com uma sensação térmica de quase 45, sendo um grande obstáculo para a maioria dos competidores. “Subiu a umidade do chão com o sol forte que não deixava a gente transpirar direito”, contou o atleta, que teve grandes problemas numa parte da prova que é sua favorita. Quando passava pelo Pico do Gavião ele teve queda de pressão, crises de vômitos, desmaiou e ficou cerca de 1 hora e meia parado até se restabelecer. Esta foi apenas uma das várias crises que ele teve que enfrentar até o final da prova. Mesmo com apelos de vários atletas e até mesmo da equipe de apoio para que deixasse a prova Ligeirinho resolveu continuar na briga pelo tri. “Não podia decepcionar ninguém. Tinha muita gente me ajudando, patrocinadores, pessoas que confiam em mim e não poderia abandar de forma alguma aquela prova. Fui lutando contra meu corpo, devagar e continuando na competição de um jeito ou de outro”, contou o atleta. A insistência de Ligeirinho foi tamanha que ele continuava brigando pelas primeiras posições mesmo com o problema enfrentando no Pico do Gavião. Quando tudo parecia seguir normalmente o atleta voltou a ter problemas. Em Inconfidentes, com metade do percurso feito, Ligeirinho estava na quarta colocação, mas já estava novamente sentindo alguns problemas físicos. Em Borda da Mata ele já estava em segundo lugar quando ele se alimentou e seguiu em frente, porém 10 km à frente o atleta desmaiou e perdeu novamente uma hora com esta parada forçada. “Quero agradecer muito ao Rovilson que ficou cuidando de mim na madrugada. Estava no meio da estrada, deitado, não tinha nada perto e por isso a ajuda do Rovilson de grande valia. Via os outros atletas passando e eu não conseguia me recuperar e perdi um tempo muito grande neste momento”, contou Ligeirinho. O insistente atleta, mostrando que o título de super atleta não é nenhum exagero, se recuperou e continuou na corrida. Os problemas não paravam. Em Toques do Mogi novo desmaio e mais uma hora perdida. “Fui lutando do jeito que dava, difícil mas na minha consciência eu tinha que concluir aquela prova. Queria mostrar para todos que não fui lá para brincar, sou um atleta sério, o que começo a fazer termino de um jeito ou de outro. Apesar do sofrimento, na minha cabeça eu queria mostrar que tinha capacidade”, disse. Recuperado e novamente na prova, Ligeirinho fez um corrida de recuperação. Em Estiva, ele já era o quarto colocado, bem perto do terceiro. Se sentindo bem fisicamente ele estava quase conseguindo a posição até que na Serra do Caçador voltou a desmaiar. Neste momento o soldado Franco da Polícia Militar, que fazia o trabalho de peacer do atleta, tentou ajudar da forma que dava. “Estávamos perto de uma goiabeira e ele não pensou duas vezes e pegou uma goiaba e me deu para comer. Tinha um bicho na goiaba e fiquei titubeante em comer e foi quando ele disse para deixar de besteira e que eu estava pior que o bicho. Comi ainda alguns morangos e fiquei revitalizado para seguir na prova”, contou o atleta. Depois deste fato não teve mais problemas. Mesmo com todas as dificuldades o atleta conseguiu ultrapassar o terceiro colocado e assumir a posição. Ligeirinho seguiu em busca de posições e passou a pressionar o segundo colocado. “Estava muito perto de assumir o segundo lugar, mas como perdi muito tempo não foi possível alcançá-lo. Cheguei apenas 7 minutos atrás dele”, contou. “Foi a prova mais difícil da minha vida, foi a medalha que paguei mais caro mas também foi uma das melhores conquistas.
Terminada a prova, Ligeirinho foi tratado como herói devido a tamanha dificuldade que o atleta enfrentou até terminar em terceiro lugar. “O campeão da prova, o Corte, disse para todos que eu era o verdadeiro campeão porque superar o que superei não é para qualquer um. Ele comentou que não faria o que fiz nesta BR-135. Para mim foi uma grande honra ter terminado a BR-135 de 2011 e se Deus quiser em 2012 vou estar lá, bem fisicamente, para buscar este título”, completou ele.
“Infelizmente não tive apoio nem da Secretaria de Esportes e nem da Loja da Borracha, onde trabalho, que ainda descontou os dias que faltei para participar da prova. Agradeço muito a Madeireira Chiqueirão, Cirúrgica Fênix, Neo Nutri, Centro Otorrino, Taú Sports, Pé Q Voa, Corphus, Alcace, Rodonossa, além de todos os atletas da equipe Pé Q Voa, pois cada um contribuiu com uma parte para interar o dinheiro que estava faltando. Quero também agradecer a Polícia Militar, que cedeu o soldado Franco, que foi um grande parceiro junto com a equipe de apoio, meu técnico José Luiz que ficou muito preocupado com os problemas que tive e me orientou muito durante a prova. E a todos que estiveram comigo de alguma forma”, finalizou.
A equipe de Ligeirinho contou com apoio do cabo PM José Luiz de Azevedo, instrutor de Educação Física do 29ºBPM, que treinou e deu suporte ao atleta durante todo o trajeto, e ao soldado Franco, do Tático Móvel, que voluntariamente correu mais de 50km com o atleta.
SME - A reportagem conversou com o secretário de Esportes Carlos Alberto dos Santos sobre o fato do não apoio ao atleta. Ele disse que realmente não ajudou Ligeirinho com dinheiro este ano devido ao orçamento apertado da Secretaria, mas que liberou a estrutura do município para que ele fizesse seus treinamentos. “O Ligeirinho usou a pista de atletismo para fazer seus treinos e acredito que isto seja sim uma forma de apoio para o atleta”, disse o secretário.
Comitê Municipal Organizador da Copa Mundial de Futebol de 2014
O prefeito Paulo César Silva assinará, nesta quinta-feira (3), às 16h, no gabinete, a portaria que designará os membros do Comitê Municipal Organizador da Copa Mundial de Futebol de 2014, com a presença dos membros Laércio Otávio Martins, presidente do Comitê, Antonio Bento Gonçalves, César Wilson Berto, Gustavo Tarquínio Bertozzi, Orlando Rodrigues, José Carlos Polli, Waldir Miguel, Cibele Melo Benjamim, Paulo Roberto Rodrigues Milton, Carlos Alberto de Oliveira e Marcelo de Oliveira e Silva.
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