GUSTAVO MENDANHA
AC&M Caldense
No último fim de semana – dias 24, 25 e 26 – cerca de 50 profissionais ligados ao esporte participaram de um curso de voleibol ministrado pelo ex-técnico e ex-jogador Carlos Eduardo Guilherme – conhecido em todo o Brasil como professor Pacome –, que aceitou o convite da Liga Sanjoanense de Desportos para transmitir seus conhecimentos aos professores e técnicos de vôlei de Poços de Caldas e região.
Durante os três dias de programação (sexta-feira, sábado e domingo), profissionais da modalidade, vindos do Sul de Minas e o do Leste Paulista aprenderam novas técnicas, fundamentos e tendências relacionadas à evolução do voleibol. O curso foi idealizado numa parceria entre a Liga Sanjoanense, realizadora; a prefeitura de Poços, responsável pelo alojamento da equipe organizadora; e a Caldense, que cedeu toda a infra-estrutura para a realização das aulas, como salas para as reuniões e quadras para a parte prática do curso.
O objetivo foi atualizar os conhecimentos dos professores e técnicos de voleibol da região quanto às novas regras e procedimentos empregados no esporte da atualidade. “O voleibol evoluiu muito de uns anos para cá. O esporte praticado há dez anos é completamente diferente do que é jogado hoje. E os praticantes da modalidade têm que buscar atualização na área, para promover o avanço desse esporte, que está em constante evolução, em sua região”, declara Pacome.
Pacome começou sua carreira como jogador de vôlei no Minas Tênis Clube em 1962, e foi técnico da seleção mineira universitária em 1973. Após as primeiras experiências como treinador, Pacome participou de dezenas de cursos no país, inclusive conquistou o posto de técnico das seleções mineiras e brasileira de vôlei. Hoje, além de professor de Educação Física, é especializado em comportamento de jovens e adolescentes, na área esportiva, e escreve livros sobre o tema.
Durante o curso, o professor discursou sobre diversos tópicos, dentre eles, o esporte de iniciação e o de competição. Segundo Pacome, essas duas formas distintas de abordagem do esporte na sociedade caminham em linhas paralelas. “Qualquer meio de competição é sempre lucrativo. O esporte não pode agir como meio de exclusão, pelo contrário, tem que ser usado como ferramenta de inclusão social. Todos têm que ter direito a praticá-lo, de forma a envolver equilibradamente desde o mais fraco ao mais forte. Entretanto, em modalidades como o voleibol de alto rendimento, por exemplo, o jogador tem que ter um biótipo adequado para ter chances de ser bem-sucedido em sua carreira”, defende Pacome.
O diretor de Voleibol da Liga Sanjoanense de Desportos, Luiz Antonio Franchiosi – o Alemão –, afirma que a ministração do curso na Caldense deverá contribuir de forma expressiva para o futuro do vôlei na região. “Há muito tempo já trazemos árbitros internacionais para ministrar cursos de arbitragem de vôlei na região. Daí surgiu a ideia de convidarmos um ex-técnico da modalidade, para enriquecer os ensinamentos dos profissionais que trabalham diretamente com o voleibol. Por isso, escolhemos o Pacome, que é um estudioso no assunto, e que vem pesquisando muito sobre o esporte no país”, revela Alemão.
Para o coordenador de Esportes Especializados da Caldense, Wagner Sidney Silva, o aprendizado é essencial para todos os níveis de conhecimento, desde alunos a professores experientes da área. “Se a Caldense puder proporcionar ao funcionário aquilo que é mais importante, que é o conhecimento, automaticamente teremos profissionais mais habilitados a trabalharem com os nossos jovens e adolescentes. Por isso, o curso com o professor Pacome tem muito a contribuir com o dia a dia do clube. Afinal, a Caldense hoje contribui para o crescimento do esporte amador não somente em Poços, mas também na região”, declara Silva.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Eugênio Salomão - Descobridor de Ronaldo Fenômeno fala sobre a importância da base
Eugênio Salomão, o Baiano, é um dos profissionais mais respeitados do futebol brasileiro. Especialista em trabalhar nas categorias de base ele revelou nomes famosos. Um dos exemplos é o craque Ronaldo, mais tarde apelidado de Fenômeno. Ronaldo foi descoberto pór Baiano nas categorias de base do Cruzeiro. Atualmente Baiano trabalha como auxiliar direto de Alex Joaquim, gerente de futebol da Caldense. Ele é importante aliado do treinador Ademir Fonseca. Salomão relembra momentos marcantes de uma carreira de sucesso com destaque para sua passagem pela seleção brasileira
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Mantiqueira - Você tem uma carreira bastante marcante no futebol brasileiro. Quais os pontos que você mais destaca até hoje em sua vida esportiva?
Eugênio Salomão - Tenho uma vida inteira dedicada ao esporte. Iniciei na base do Atlético Mineiro em 1978, numa época que a equipe tinha grandes jogadores. Depois fui trabalhar no Cruzeiro onde também minha passagem foi muito destacada. Foram dois clubes muito queridos em minha vida e devo muito a eles.
Mantiqueira - Como foi chegar à seleção brasileira?
Salomão - Meu desempenho no Atlético e no Cruzeiro me renderam esta grande marca em minha carreira. Nos anos de 1989, 1990 e 1991 fui para a seleção brasileira e lá conquistei título importantes como o Sul-Americano Sub-17 e Sub-20, títulos mundiais no Sub-20 entre outros. Foi um período bacana em minha viva e ali tive um aprendizado muito grande. Só estive na seleção brasileira por causa de Atlético Mineiro e Cruzeiro e por isto guardo estas equipes dentro do coração.
Mantiqueira - Poucos sabem, mas você foi o descobridor do Ronaldo Fenômeno no Cruzeiro. Como foi esta história?
Salomão - Eu indiquei o Ronaldo para o time de cima do Cruzeiro. Ele trabalhou comigo na base cruzeirense por seis meses e já era um dos destaques entre os jovens da época. Com problemas de contusão, o técnico Pinheiro que comandava a equipe principal na época precisou recorrer a base para completar o time. Foi aí que apareceu o Ronaldo. Ele fez seu primeiro jogo em Poços de Caldas como profissional pelo Cruzeiro contra a Caldense. Depois disto o técnico Pinheiro, e mais tarde, o Carlos Alberto Silva, deram mais chances para ele. Com o passar do tempo o Ronaldo foi conseguindo seu espaço e se tornou no grande jogador que todo mundo conheceu. Esta é uma das imensas alegrias que o mundo do futebol me proporcionou. No Atlético Mineiro também revelei muitos atletas. No meu entendimento todo o treinador precisa trabalhar com os jovens . Graças a Deus tive esta chance. Trabalhei em todas as categorias de um clube de futebol e isto me enche de orgulho.
Mantiqueira - Qual o primeiro clube que deu a chance de você ser um treinador de futebol?
Salomão - Em 1991 a Caldense me abriu as portas e tornou-se o primeiro clube que comandei. Fui convidado pelo presidente da época, Nilton Junqueira, e pelo Luizão, um dos dirigentes do clube. Depois rodei por toda Minas Gerais e conheço todos os cantos deste maravilhoso Estado. Por onde passei sempre deixei amigos, fui transparente, honesto, sempre dando o melhor de mim. Por quase todos os clubes que passei as portas ficaram abertas. Tenho boa identificação com o Democrata de Sete Lagoas, Democrata de Governador Valadares, Caldense, Tombense, entre outros. Trabalho na primeira divisão, na segunda ou na terceira com a mesma empolgação, alegria e dedicação.
Mantiqueira - Como você vê esta sua segunda passagem pela Caldense?
Salomão - Tenho certeza pelo trabalho que está sendo desenvolvido aqui na Caldense vai dar certo. Temos bons profissionais, boa estrutura ,bons atletas. Hoje, contra o Nacional, o campeonato começa para valer para nosso time. Os jogos de contra o Nacional, Democrata em Governador Valadares e contra o Uberaba serão os divisores de água para nossa equipe. Se formos bem nestas partidas temos tudo para estar entre os finalistas do Campeonato Mineiro. A Caldense tem um plantel de dar inveja, com jogadores qualificados e tem tudo para conseguir suas metas. Quero aproveitar o espaço para agradecer ao Sr. Antônio Bento Gonçalves e ao Alex Joaquim por lembrarem o meu nome e me darem a oportunidade de voltar a trabalhar em Poços de Caldas e nesta grande equipe.
Mantiqueira - Existe alguma diferença do Eugenio Salomão dos tempos do Atlético MG, Cruzeiro e seleção brasileira para o Eugênio Salomão de hoje na Caldense?
Salomão - Hoje, aos 54 anos quero ficar no futebol enquanto tiver saúde para isto. Eu queria ter começado no futebol com a experiência que tenho hoje. Seria maravilhoso. Os profissionais da base muitas vezes não tem experiência para lidar com os jovens e isto atrapalha muito. O jogador de futebol nasce com o dom, mas precisa da ajuda, da orientação e é aí que entra o treinador de base. Na minha época não exista a facilidade de hoje. Era mais difícil se formar. O profissional da base precisa ter o dom de formar o talento e o homem ao mesmo tempo, olhar para o menino jogando nos campinhos e visualizar este garoto defendendo uma equipe profissional.
Mantiqueira - A Caldense tem muitos jovens. Você vê eles desta forma? Eles pode ser aproveitados pelo Ademir Fonseca?
Salomão - A Caldense tem vários atletas novos, a maioria na faixa dos 20 anos. Hoje a Caldense não tem um trabalho de base, mas esta geração mais nova que está aqui tem muito futuro. Nestes cinco meses que estamos trabalhando aqui em Poços de Caldas estes meninos cresceram muito e vão ter um grande futuro. Todos vão ter condições de jogar no time principal da Caldense e vão dar grandes alegrias para o clube.
Mantiqueira - Como você a base do futebol brasileiro hoje?
Salomão - Infelizmente o nível técnico dos nosso garotos caiu muito. Antes existiam mais campos de futebol pelos bairros e isto facilitava o surgimento dos craques. Hoje a demanda imobiliária acabou com isto e tomou conta das cidades e tirou o espaço dos campinhos de várzea. Aqui mesmo temos um exemplo disto. E, 1991, quando estive em Poços de Caldas pela primeira não havia este bairro aqui do lado do nosso CT. Era mato e hoje se tornou este grande bairro (Parque Pinheiros). Assim aconteceu por toda parte. Antes nos campinhos se jogava futebol o tempo todo, o dia inteiro e isto acabou. O reflexo desta mudança está no nível atual do futebol brasileiro que está cada vez mais carente de craques da bola. Fenômenos igual ao Neymar são cada vez mais raros no nosso futebol.
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Mantiqueira - Você tem uma carreira bastante marcante no futebol brasileiro. Quais os pontos que você mais destaca até hoje em sua vida esportiva?
Eugênio Salomão - Tenho uma vida inteira dedicada ao esporte. Iniciei na base do Atlético Mineiro em 1978, numa época que a equipe tinha grandes jogadores. Depois fui trabalhar no Cruzeiro onde também minha passagem foi muito destacada. Foram dois clubes muito queridos em minha vida e devo muito a eles.
Mantiqueira - Como foi chegar à seleção brasileira?
Salomão - Meu desempenho no Atlético e no Cruzeiro me renderam esta grande marca em minha carreira. Nos anos de 1989, 1990 e 1991 fui para a seleção brasileira e lá conquistei título importantes como o Sul-Americano Sub-17 e Sub-20, títulos mundiais no Sub-20 entre outros. Foi um período bacana em minha viva e ali tive um aprendizado muito grande. Só estive na seleção brasileira por causa de Atlético Mineiro e Cruzeiro e por isto guardo estas equipes dentro do coração.
Mantiqueira - Poucos sabem, mas você foi o descobridor do Ronaldo Fenômeno no Cruzeiro. Como foi esta história?
Salomão - Eu indiquei o Ronaldo para o time de cima do Cruzeiro. Ele trabalhou comigo na base cruzeirense por seis meses e já era um dos destaques entre os jovens da época. Com problemas de contusão, o técnico Pinheiro que comandava a equipe principal na época precisou recorrer a base para completar o time. Foi aí que apareceu o Ronaldo. Ele fez seu primeiro jogo em Poços de Caldas como profissional pelo Cruzeiro contra a Caldense. Depois disto o técnico Pinheiro, e mais tarde, o Carlos Alberto Silva, deram mais chances para ele. Com o passar do tempo o Ronaldo foi conseguindo seu espaço e se tornou no grande jogador que todo mundo conheceu. Esta é uma das imensas alegrias que o mundo do futebol me proporcionou. No Atlético Mineiro também revelei muitos atletas. No meu entendimento todo o treinador precisa trabalhar com os jovens . Graças a Deus tive esta chance. Trabalhei em todas as categorias de um clube de futebol e isto me enche de orgulho.
Mantiqueira - Qual o primeiro clube que deu a chance de você ser um treinador de futebol?
Salomão - Em 1991 a Caldense me abriu as portas e tornou-se o primeiro clube que comandei. Fui convidado pelo presidente da época, Nilton Junqueira, e pelo Luizão, um dos dirigentes do clube. Depois rodei por toda Minas Gerais e conheço todos os cantos deste maravilhoso Estado. Por onde passei sempre deixei amigos, fui transparente, honesto, sempre dando o melhor de mim. Por quase todos os clubes que passei as portas ficaram abertas. Tenho boa identificação com o Democrata de Sete Lagoas, Democrata de Governador Valadares, Caldense, Tombense, entre outros. Trabalho na primeira divisão, na segunda ou na terceira com a mesma empolgação, alegria e dedicação.
Mantiqueira - Como você vê esta sua segunda passagem pela Caldense?
Salomão - Tenho certeza pelo trabalho que está sendo desenvolvido aqui na Caldense vai dar certo. Temos bons profissionais, boa estrutura ,bons atletas. Hoje, contra o Nacional, o campeonato começa para valer para nosso time. Os jogos de contra o Nacional, Democrata em Governador Valadares e contra o Uberaba serão os divisores de água para nossa equipe. Se formos bem nestas partidas temos tudo para estar entre os finalistas do Campeonato Mineiro. A Caldense tem um plantel de dar inveja, com jogadores qualificados e tem tudo para conseguir suas metas. Quero aproveitar o espaço para agradecer ao Sr. Antônio Bento Gonçalves e ao Alex Joaquim por lembrarem o meu nome e me darem a oportunidade de voltar a trabalhar em Poços de Caldas e nesta grande equipe.
Mantiqueira - Existe alguma diferença do Eugenio Salomão dos tempos do Atlético MG, Cruzeiro e seleção brasileira para o Eugênio Salomão de hoje na Caldense?
Salomão - Hoje, aos 54 anos quero ficar no futebol enquanto tiver saúde para isto. Eu queria ter começado no futebol com a experiência que tenho hoje. Seria maravilhoso. Os profissionais da base muitas vezes não tem experiência para lidar com os jovens e isto atrapalha muito. O jogador de futebol nasce com o dom, mas precisa da ajuda, da orientação e é aí que entra o treinador de base. Na minha época não exista a facilidade de hoje. Era mais difícil se formar. O profissional da base precisa ter o dom de formar o talento e o homem ao mesmo tempo, olhar para o menino jogando nos campinhos e visualizar este garoto defendendo uma equipe profissional.
Mantiqueira - A Caldense tem muitos jovens. Você vê eles desta forma? Eles pode ser aproveitados pelo Ademir Fonseca?
Salomão - A Caldense tem vários atletas novos, a maioria na faixa dos 20 anos. Hoje a Caldense não tem um trabalho de base, mas esta geração mais nova que está aqui tem muito futuro. Nestes cinco meses que estamos trabalhando aqui em Poços de Caldas estes meninos cresceram muito e vão ter um grande futuro. Todos vão ter condições de jogar no time principal da Caldense e vão dar grandes alegrias para o clube.
Mantiqueira - Como você a base do futebol brasileiro hoje?
Salomão - Infelizmente o nível técnico dos nosso garotos caiu muito. Antes existiam mais campos de futebol pelos bairros e isto facilitava o surgimento dos craques. Hoje a demanda imobiliária acabou com isto e tomou conta das cidades e tirou o espaço dos campinhos de várzea. Aqui mesmo temos um exemplo disto. E, 1991, quando estive em Poços de Caldas pela primeira não havia este bairro aqui do lado do nosso CT. Era mato e hoje se tornou este grande bairro (Parque Pinheiros). Assim aconteceu por toda parte. Antes nos campinhos se jogava futebol o tempo todo, o dia inteiro e isto acabou. O reflexo desta mudança está no nível atual do futebol brasileiro que está cada vez mais carente de craques da bola. Fenômenos igual ao Neymar são cada vez mais raros no nosso futebol.
Amanda Seroiska: gata da Caldense lidera votação
Se dentro de campo a Caldense não figura entre os primeiros colocados do Campeonato Mineiro, fora dele a representante do clube está tirando suspiros de marmanjos de todo o Estado.
A bela Amanda Seroiska está liderando a votação do concurso promovido pela TV Alterosa, num projeto que conta com a parceria do Portal UAI e do Grupo Diários Associados. Até a tarde de ontem Amanda aparecia com 24,196% das votações seguida de perto pela representante do Atlético Mineiro com 23,558.
Amanda tem apenas 18 anos e já foi miss Poços de Caldas, é associada do clube. Ela concorre junto com outras 11 candidatas, representantes dos times que disputam o Módulo I do Campeonato Mineiro de 2012. “Sinto-me honrada por poder representar a Caldense neste concurso. Sei que terei inúmeras responsabilidades de agora em diante, e buscarei fazer o melhor pela Veterana, para enaltecer o nome do clube e da cidade. Conto com os votos da população de Poços para ser a Gata do Mineiro”, declara Amanda.
Votação
Para votar na musa da Caldense, basta acessar a página do concurso na internet: http://www. gatado mineiro.com.br, escolher a opção: “Caldense – Amanda Seroiska”, clicar no botão “Votar” e digitar corretamente o código da imagem que aparecer na tela. O participante pode votar quantas vezes quiser. Na página de Amanda Seroiska no concurso, o internauta poderá conhecer um pouco mais do perfil da Gata da Caldense, ver a galeria de fotos e assistir ao vídeo do making of da modelo, e ainda baixar um papel de parede da musa alviverde.
O período de votação do concurso permanecerá aberto até o dia da grande final do Campeonato Mineiro – 13 de maio –, e o resultado final será divulgado na semana seguinte, pelo site da Gata do Mineiro e também durante a programação da TV Alterosa. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com o departamento de Comunicação & Marketing da Caldense pelo telefone (35) 3722-1110, ramais 43 e 44.
A bela Amanda Seroiska está liderando a votação do concurso promovido pela TV Alterosa, num projeto que conta com a parceria do Portal UAI e do Grupo Diários Associados. Até a tarde de ontem Amanda aparecia com 24,196% das votações seguida de perto pela representante do Atlético Mineiro com 23,558.
Amanda tem apenas 18 anos e já foi miss Poços de Caldas, é associada do clube. Ela concorre junto com outras 11 candidatas, representantes dos times que disputam o Módulo I do Campeonato Mineiro de 2012. “Sinto-me honrada por poder representar a Caldense neste concurso. Sei que terei inúmeras responsabilidades de agora em diante, e buscarei fazer o melhor pela Veterana, para enaltecer o nome do clube e da cidade. Conto com os votos da população de Poços para ser a Gata do Mineiro”, declara Amanda.
Votação
Para votar na musa da Caldense, basta acessar a página do concurso na internet: http://www. gatado mineiro.com.br, escolher a opção: “Caldense – Amanda Seroiska”, clicar no botão “Votar” e digitar corretamente o código da imagem que aparecer na tela. O participante pode votar quantas vezes quiser. Na página de Amanda Seroiska no concurso, o internauta poderá conhecer um pouco mais do perfil da Gata da Caldense, ver a galeria de fotos e assistir ao vídeo do making of da modelo, e ainda baixar um papel de parede da musa alviverde.
O período de votação do concurso permanecerá aberto até o dia da grande final do Campeonato Mineiro – 13 de maio –, e o resultado final será divulgado na semana seguinte, pelo site da Gata do Mineiro e também durante a programação da TV Alterosa. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com o departamento de Comunicação & Marketing da Caldense pelo telefone (35) 3722-1110, ramais 43 e 44.
Tecnologia aponta erros e acertos
Winnicius Marquezine não deixa passar nada. Auxiliar do pai, e treinador da Caldense, Ademir Fonseca, Winnicius filma passo a passo tudo que é feito na preparação do time para os jogos do Campeonato Mineiro.
As filmagens feitas por Marquezine acabam auxiliando a comissão técnica da Caldense na correção de eventuais erros. Todos os treinamentos táticos são filmados e depois analisados. “Muitas situações passam sem serem notadas e o vídeo ajuda muito o trabalho do treinador e seus auxiliares”, comenta Marquezine. A ideia de aliar a tecnologia ao trabalho da comissão técnica veio do próprio Ademir Fonseca. A vontade do técnico era a de contar com uma ferramenta que ajudasse na busca por um time enrrando o mínimo possível. “Além de ajudar muito no dia-a-dia do clube, este trabalha acaba sendo uma espécie de arquivo do que fazemos durante nossa carreira. Tudo fica arquivando e acaba virando uma referência para outros clubes”, comenta Marquezine.
Desde que assumiu a Caldense, Ademir Fonseca tem toda a pré-temporada, amistosos e jogos do Campeonato Mineiro registrados em vídeo. “Gosto muito de contar com este material. O futebol de hoje não tem time bobo e a tecnologia acaba sendo um diferencial”, disse o treinador Ademir Fonseca.
As filmagens feitas por Marquezine acabam auxiliando a comissão técnica da Caldense na correção de eventuais erros. Todos os treinamentos táticos são filmados e depois analisados. “Muitas situações passam sem serem notadas e o vídeo ajuda muito o trabalho do treinador e seus auxiliares”, comenta Marquezine. A ideia de aliar a tecnologia ao trabalho da comissão técnica veio do próprio Ademir Fonseca. A vontade do técnico era a de contar com uma ferramenta que ajudasse na busca por um time enrrando o mínimo possível. “Além de ajudar muito no dia-a-dia do clube, este trabalha acaba sendo uma espécie de arquivo do que fazemos durante nossa carreira. Tudo fica arquivando e acaba virando uma referência para outros clubes”, comenta Marquezine.
Desde que assumiu a Caldense, Ademir Fonseca tem toda a pré-temporada, amistosos e jogos do Campeonato Mineiro registrados em vídeo. “Gosto muito de contar com este material. O futebol de hoje não tem time bobo e a tecnologia acaba sendo um diferencial”, disse o treinador Ademir Fonseca.
Se vencer o Nacional hoje Caldense encosta no G4
A rodada começou muito bem para a Caldense. Nos jogos de ontem equipes que poderiam se distanciar na classificação acabaram tropeçando.
Em Teófilo Otoni, América e Boa de Varginha não conseguiram sair do empate pelo placar de 0x0. Com o resultado as duas equipes podem ser ultrapassadas pela Veterana hoje. Outro que poderia abrir frente, mas tropeçou, foi o Uberaba. A equipe do triângulo mineiro perdeu para o Tupi por 2x1 em Juiz de Fora e estacionou nos quatro pontos. O Tupi conquistou sua primeira vitória e seus primeiros pontos na competição.
Em Governador Valadares o Cruzeiro derrotou o Democrata por 2x0. Foi a quarta derrota em quatro jogos do Democrata que segue como candidato mais forte ao rebaixamento.
Para terminar a rodada em quinto lugar a Caldense precisa vencer o Nacional de Nova Serrana e torcer para que o Atlético Mineiro vença o Guarani.
A rodada do Campeonato Mineiro será completada amanhã quando o líder América joga diante do Villa Nova.
Em Teófilo Otoni, América e Boa de Varginha não conseguiram sair do empate pelo placar de 0x0. Com o resultado as duas equipes podem ser ultrapassadas pela Veterana hoje. Outro que poderia abrir frente, mas tropeçou, foi o Uberaba. A equipe do triângulo mineiro perdeu para o Tupi por 2x1 em Juiz de Fora e estacionou nos quatro pontos. O Tupi conquistou sua primeira vitória e seus primeiros pontos na competição.
Em Governador Valadares o Cruzeiro derrotou o Democrata por 2x0. Foi a quarta derrota em quatro jogos do Democrata que segue como candidato mais forte ao rebaixamento.
Para terminar a rodada em quinto lugar a Caldense precisa vencer o Nacional de Nova Serrana e torcer para que o Atlético Mineiro vença o Guarani.
A rodada do Campeonato Mineiro será completada amanhã quando o líder América joga diante do Villa Nova.
Ataque Duplo X - Max e Felix são armas da Caldense para derrotar o Nacional em Poços
Uma arma “quase” secreta será usada pela Caldense neste domingo contra o Nacional de Nova Serrana em Poços de Caldas. Precisando vencer para se reabilitar no Campeonato Mineiro, Ademir Fonseca deverá começar o jogo com uma poderosa dupla de gigantes no ataque. Max, beneficiado por efeito suspensivo, e Felix, atacante de quase dois metros de altura que chegou ao Ninho dos Periquitos há poucos dias.
“São dois jogadores de porte físico muito forte e acredito que vão ajudar muito nossa equipe durante a partida”, disse Ademir Fonseca.
Felix está ansioso pela estreia com a camisa da Caldense. O jogador acredita que o fato de já ter trabalhado com Ademir Fonseca deve ajudar muito seu desempenho. “O treinador já conhece minhas características, não preciso ficar mostrando nada de novo, pois ele sabe como sou. Apesar de saber que teremos uma partida difícil, estou muito confiante e quero muito ajudar meus companheiros durante o tempo que estiver em campo”, disse Felix. Felix é um jogador que tem demonstrando bastante intimidade com a bola no chão. “Gosto de jogar pela lateral, pegar a bola de frente e entrar com ela dominada. Apesar de minha estatura não sou um jogador lento e posso ser muito útil ao time”, disse ele. O jogador acredita que terá em Max um forte ponto de referência e ele acredita que a dupla dará muito trabalho para os defensores do Nacional de Nova Serrana.
O preparador físico Luiz Carlos Caldiron garante o jogador em pelo menos um tempo do jogo. “O Felix está treinando muito bem mas ainda não tem condições de atuar o tempo todo. Não sei sel ele começa a partida ou entra no segundo tempo, mas será um jogador muito útil para a equipe”, disse Caldiron.
Caldense e Nacional vêm de uma campanha parecida no Campeonato Mineiro: uma vitória, ambos sobre o Tupi por 1 a 0, e duas derrotas para times da capital. Com o mesmo número de pontos - três -, a Veterana, em nono lugar, ocupa uma posição acima do time de Nova Serrana, pela diferença no saldo de gols.
A “Nossa equipe tem mostrado garra, força, dedicação, mas pecou em alguns detalhes. Trabalhamos muito nessas duas semanas em que o Campeonato parou em função do Carnaval para corrigir o que era necessário. Perdemos para duas equipes grandes, mas contra o Nacional, time do interior, assim como nós, não podemos vacilar. Vamos jogar com tanta ou mais vontade, e assim poderemos conseguir essa segunda vitória”, frisa Ademir, que destaca: “Temos totais condições de fazer ótimas partidas daqui para frente”.
Jogando em casa, o time poços-caldense conta com o apoio da torcida para voltar a vencer no Campeonato. “A Caldense precisa muito da ajuda do torcedor para conquistar os três pontos aqui em Poços. Se a torcida estiver lá, ao nosso lado, será menos difícil alcançarmos nosso objetivo”, fala o vice-presidente da Caldense, Franco Martins.
Ademir Fonseca também salienta a diferença que faz ter o estádio cheio empurrando os jogadores durante os noventa minutos. “O único jogo que disputamos em Poços até agora nós vencemos. Precisamos garantir as vitórias dentro de casa e buscar o máximo de pontos possíveis fora. Para isso, precisamos de total apoio da nossa torcida. Precisamos que nosso torcedor vá a campo, vista a camisa, leve sua bandeira, faça barulho e incentive. Compareça ao Ronaldão no domingo e jogue junto com a gente”, pede.
No primeiro jogo contra o Tupi, 2.832 torcedores compareceram ao Ronaldão. Desta vez, a diretoria do futebol espera uma presença maior do público, até pelo horário diferenciado em que acontecerá a partida – às 10h30. “Esperamos que com o jogo acontecendo pela manhã, possamos atrair mais pessoas ao Estádio. Uma presença forte da torcida irá empurrar a Caldense para cima do Nacional durante os noventa minutos”, acredita o gerente de futebol, Alex Joaquim.
(Colaborou Priscila Loiola da assessoria de imprensa)
“São dois jogadores de porte físico muito forte e acredito que vão ajudar muito nossa equipe durante a partida”, disse Ademir Fonseca.
Felix está ansioso pela estreia com a camisa da Caldense. O jogador acredita que o fato de já ter trabalhado com Ademir Fonseca deve ajudar muito seu desempenho. “O treinador já conhece minhas características, não preciso ficar mostrando nada de novo, pois ele sabe como sou. Apesar de saber que teremos uma partida difícil, estou muito confiante e quero muito ajudar meus companheiros durante o tempo que estiver em campo”, disse Felix. Felix é um jogador que tem demonstrando bastante intimidade com a bola no chão. “Gosto de jogar pela lateral, pegar a bola de frente e entrar com ela dominada. Apesar de minha estatura não sou um jogador lento e posso ser muito útil ao time”, disse ele. O jogador acredita que terá em Max um forte ponto de referência e ele acredita que a dupla dará muito trabalho para os defensores do Nacional de Nova Serrana.
O preparador físico Luiz Carlos Caldiron garante o jogador em pelo menos um tempo do jogo. “O Felix está treinando muito bem mas ainda não tem condições de atuar o tempo todo. Não sei sel ele começa a partida ou entra no segundo tempo, mas será um jogador muito útil para a equipe”, disse Caldiron.
Caldense e Nacional vêm de uma campanha parecida no Campeonato Mineiro: uma vitória, ambos sobre o Tupi por 1 a 0, e duas derrotas para times da capital. Com o mesmo número de pontos - três -, a Veterana, em nono lugar, ocupa uma posição acima do time de Nova Serrana, pela diferença no saldo de gols.
A “Nossa equipe tem mostrado garra, força, dedicação, mas pecou em alguns detalhes. Trabalhamos muito nessas duas semanas em que o Campeonato parou em função do Carnaval para corrigir o que era necessário. Perdemos para duas equipes grandes, mas contra o Nacional, time do interior, assim como nós, não podemos vacilar. Vamos jogar com tanta ou mais vontade, e assim poderemos conseguir essa segunda vitória”, frisa Ademir, que destaca: “Temos totais condições de fazer ótimas partidas daqui para frente”.
Jogando em casa, o time poços-caldense conta com o apoio da torcida para voltar a vencer no Campeonato. “A Caldense precisa muito da ajuda do torcedor para conquistar os três pontos aqui em Poços. Se a torcida estiver lá, ao nosso lado, será menos difícil alcançarmos nosso objetivo”, fala o vice-presidente da Caldense, Franco Martins.
Ademir Fonseca também salienta a diferença que faz ter o estádio cheio empurrando os jogadores durante os noventa minutos. “O único jogo que disputamos em Poços até agora nós vencemos. Precisamos garantir as vitórias dentro de casa e buscar o máximo de pontos possíveis fora. Para isso, precisamos de total apoio da nossa torcida. Precisamos que nosso torcedor vá a campo, vista a camisa, leve sua bandeira, faça barulho e incentive. Compareça ao Ronaldão no domingo e jogue junto com a gente”, pede.
No primeiro jogo contra o Tupi, 2.832 torcedores compareceram ao Ronaldão. Desta vez, a diretoria do futebol espera uma presença maior do público, até pelo horário diferenciado em que acontecerá a partida – às 10h30. “Esperamos que com o jogo acontecendo pela manhã, possamos atrair mais pessoas ao Estádio. Uma presença forte da torcida irá empurrar a Caldense para cima do Nacional durante os noventa minutos”, acredita o gerente de futebol, Alex Joaquim.
(Colaborou Priscila Loiola da assessoria de imprensa)
Cidadania e oportunidades através do Tênis de Mesa
Poços de Caldas, MG - Qualquer atividade esportiva desperta na criança um sentimento de querer mais, vontade de aprender, de competir, buscar o resultado acima de qualquer coisa. Estas atividades acabam tendo papel importantíssimo na função de tirar o jovem das ruas e age como uma forma de introduzir ele na sociedade.
Em Poços de Caldas diversos projetos levam para este caminho. Modalidades e mais modalidades, coordenadas por professores capacitados, e não interessados na captação de recursos para benefícios próprios, ajudam neste caminho
Alexandre Felippe é um destes professores que visam ajudar o próximo na busca pelo apoio e incentivo e sobretudo, a oportunidade. Através do esporte ele tenta levar pera meninos e meninas carentes, um pouco do lado bom da vida. Vindo de uma família de classe média, Felippe soube desde cedo a importância e as mudanças que o esporte pode causar na vida de uma pessoa, por isto decidiu ajudar outros a ter o mesmo destino.
Através do tênis de mesa , Felippe construiu sua vida, formou boa parte de seu caráter e conquistou títulos e amigos. Através do esporte conseguiu trabalho, fez faculdade de Educação Física, formou-se e fez ainda uma pós-graduação. Hoje ele quer levar tudo que aprendeu para frente. Tirar o jovem das ruas e mostrar para ele o caminho da cidadania é prioridade na vida do jovem professor que venceu no tênis de mesa.
Este ano promete ser intenso para Felipinho em sua jornada levando o esporte para os mais carentes. Com duas leis aprovadas, uma pela Lei de Incentivo ao Esporte e outra pelo DME, Felippe terá que arregaçar as mangas e ensinar muito tênis de mesa para meninos e meninas de Poços de Caldas. Vontade para isto não vai faltar.
Tênis de Mesa Praticando Cidadania
Este projeto está sendo renovado em 2012. A comunidade atendida é do Jardim Kennedy e beneficia cerca de 60 crianças de todas as faixas etárias. “Este projeto funciona na Instituição Bem Viver na parte da tarde. Os dias que ministramos as aulas são segundas, quartas e sextas-feiras, das 15h às 16h30”, conta Alexandre Felippe. O projeto Tênis de Mesa - Praticando Cidadania tive apoio no ano passado da Unimed. Este ano, para o projeto ter início em definitivo, faltam alguns detalhes para serem acertados com a mesma empresa. Segundo Felippe, até meados de março a bolinha volta a saltitar de um lado para outro nas quadras do Jardim Kennedy para felicidade da criançada. “Estamos tentando renovar o apoio da Unimed para dar continuidade ao projeto. É uma empresa que ajuda muito o esporte através da Lei de Incentivo e acredito que este ano vão estar novamente abraçando nossa causa”, conta Alexandre Felippe. O dinheiro investido no projeto é gasto na compra de mesas, bolinhas, raquetes, enfim, toda a estrutura necessária para a prática do esporte. Outro gasto com os alunos é com condução e uniforme.
Tênis de Mesa - Batendo bola com o futuro
Este projeto já está em atividade e atende crianças na Casa do Menor de Poços de Caldas. Aprovado pelo DME, é o primeiro ano de atividades do projeto, que atende cerca de 40 crianças. Elas praticam o tênis de mesa as terças e quintas das 14h30 às 16h. “Existe ainda um objetivo que é colocar o tênis de mesa no cenário esportivo de Poços de Caldas. É uma modalidade muito praticada por pessoas de todas as faixas etárias. Quero massificar o esporte em Poços através deste esporte”, conta Felippe. O professor ressalta que existe um trabalho de lapidação de talentos. “Vamos fazer um trabalho de observação e tentar encontrar alguns bons atletas que possam representar a cidade em competições”, diz o professor. Pregando ainda os ensinamentos de respeito, cidadania, disciplina, os projetos buscam atingir uma grande camada da população carente da cidade. Outra preocupação do professor é seguir de perto os passos do aluno, não ficando limitado apenas aos dias de prática esportiva. Segundo Felippe, um acompanhamento do dia-a-dia em casa e na escola é muito importante na formação do caráter do jovem. “Queremos ajudar a traçar um bom caminho para eles e por isto estou adorando trabalhar com estes projetos sociais. É uma satisfação muito grande”, conta o professor.,
Diferenças
Alexandre Fellipe sempre trabalhou com um público mais elitizado. Como personal trainner, lidou com pessoas de bom nível social. Trabalhar com crianças carentes veio com um desafio que se tornou prazer para o jovem campeão de tênis de mesa e squash. “Os resultados com os meninos carentes são imediatos. Um desafio é colocado para eles e logo eles captam e te dão o retorno com uma resposta ou atitude que acaba surpreendendo”, conta Felippe.
Estrutura
Uma boa estrutura é o que passava longe da maioria dos meninos atendidos pelos projetos de Felippe. A maioria nunca tinha tido contato com uma raquete, uma mesa com uma rede em dimensões oficiais e até mesmo uma raquete de verdade. Segundo o professor, quando eles se deparam com tudo novo esperando por eles o brilho nos olhos acaba emocionando. “Trabalhamos com materiais aprovados por confederações, tudo de primeira linha e eles ficam deslumbrados com isto. A partir daí o desenvolvimento da técnica é outra coisa que acaba se tornando mais fácil”, completa o professor. Com o tempo a confiança dos meninos começa a deixar o trabalho de ensinamento ainda mais fácil.
Felipinho sonha em montar uma estrutura municipal e disputar competições na cidade. Intercâmbios entre os núcleos da cidade também é uma dos objetivos.
Família
A presença da família é fundamental na continuidade do aluno no esporte. “Vejo o apoio familiar ainda um pouco distante dos meninos. Tentamos resolver isto com bate papo, tentamos nos aproximar do pai, da mãe e tentar incentivar o máximo possível a todos. Eu tive oportunidade em minha vida de treinar ao invés de trabalhar e nestes projetos a situação que encontramos é outra. Mesmo assim tentamos colocar na cabeça deles que o esporte é vida, é união, é salvação em muitos casos vale a pena investir neste caminho. Muitos entendem, mas alguns acabam desistindo por causa do trabalho Precisam ajudar no sustendo da família. É triste, pois é uma fase importante que acaba se perdendo por causa da condição social. Tem ainda alguns que tendem por caminhos mais errantes e é isto que o esporte ajuda a evitar”, lamenta ele.
Em Poços de Caldas diversos projetos levam para este caminho. Modalidades e mais modalidades, coordenadas por professores capacitados, e não interessados na captação de recursos para benefícios próprios, ajudam neste caminho
Alexandre Felippe é um destes professores que visam ajudar o próximo na busca pelo apoio e incentivo e sobretudo, a oportunidade. Através do esporte ele tenta levar pera meninos e meninas carentes, um pouco do lado bom da vida. Vindo de uma família de classe média, Felippe soube desde cedo a importância e as mudanças que o esporte pode causar na vida de uma pessoa, por isto decidiu ajudar outros a ter o mesmo destino.
Através do tênis de mesa , Felippe construiu sua vida, formou boa parte de seu caráter e conquistou títulos e amigos. Através do esporte conseguiu trabalho, fez faculdade de Educação Física, formou-se e fez ainda uma pós-graduação. Hoje ele quer levar tudo que aprendeu para frente. Tirar o jovem das ruas e mostrar para ele o caminho da cidadania é prioridade na vida do jovem professor que venceu no tênis de mesa.
Este ano promete ser intenso para Felipinho em sua jornada levando o esporte para os mais carentes. Com duas leis aprovadas, uma pela Lei de Incentivo ao Esporte e outra pelo DME, Felippe terá que arregaçar as mangas e ensinar muito tênis de mesa para meninos e meninas de Poços de Caldas. Vontade para isto não vai faltar.
Tênis de Mesa Praticando Cidadania
Este projeto está sendo renovado em 2012. A comunidade atendida é do Jardim Kennedy e beneficia cerca de 60 crianças de todas as faixas etárias. “Este projeto funciona na Instituição Bem Viver na parte da tarde. Os dias que ministramos as aulas são segundas, quartas e sextas-feiras, das 15h às 16h30”, conta Alexandre Felippe. O projeto Tênis de Mesa - Praticando Cidadania tive apoio no ano passado da Unimed. Este ano, para o projeto ter início em definitivo, faltam alguns detalhes para serem acertados com a mesma empresa. Segundo Felippe, até meados de março a bolinha volta a saltitar de um lado para outro nas quadras do Jardim Kennedy para felicidade da criançada. “Estamos tentando renovar o apoio da Unimed para dar continuidade ao projeto. É uma empresa que ajuda muito o esporte através da Lei de Incentivo e acredito que este ano vão estar novamente abraçando nossa causa”, conta Alexandre Felippe. O dinheiro investido no projeto é gasto na compra de mesas, bolinhas, raquetes, enfim, toda a estrutura necessária para a prática do esporte. Outro gasto com os alunos é com condução e uniforme.
Tênis de Mesa - Batendo bola com o futuro
Este projeto já está em atividade e atende crianças na Casa do Menor de Poços de Caldas. Aprovado pelo DME, é o primeiro ano de atividades do projeto, que atende cerca de 40 crianças. Elas praticam o tênis de mesa as terças e quintas das 14h30 às 16h. “Existe ainda um objetivo que é colocar o tênis de mesa no cenário esportivo de Poços de Caldas. É uma modalidade muito praticada por pessoas de todas as faixas etárias. Quero massificar o esporte em Poços através deste esporte”, conta Felippe. O professor ressalta que existe um trabalho de lapidação de talentos. “Vamos fazer um trabalho de observação e tentar encontrar alguns bons atletas que possam representar a cidade em competições”, diz o professor. Pregando ainda os ensinamentos de respeito, cidadania, disciplina, os projetos buscam atingir uma grande camada da população carente da cidade. Outra preocupação do professor é seguir de perto os passos do aluno, não ficando limitado apenas aos dias de prática esportiva. Segundo Felippe, um acompanhamento do dia-a-dia em casa e na escola é muito importante na formação do caráter do jovem. “Queremos ajudar a traçar um bom caminho para eles e por isto estou adorando trabalhar com estes projetos sociais. É uma satisfação muito grande”, conta o professor.,
Diferenças
Alexandre Fellipe sempre trabalhou com um público mais elitizado. Como personal trainner, lidou com pessoas de bom nível social. Trabalhar com crianças carentes veio com um desafio que se tornou prazer para o jovem campeão de tênis de mesa e squash. “Os resultados com os meninos carentes são imediatos. Um desafio é colocado para eles e logo eles captam e te dão o retorno com uma resposta ou atitude que acaba surpreendendo”, conta Felippe.
Estrutura
Uma boa estrutura é o que passava longe da maioria dos meninos atendidos pelos projetos de Felippe. A maioria nunca tinha tido contato com uma raquete, uma mesa com uma rede em dimensões oficiais e até mesmo uma raquete de verdade. Segundo o professor, quando eles se deparam com tudo novo esperando por eles o brilho nos olhos acaba emocionando. “Trabalhamos com materiais aprovados por confederações, tudo de primeira linha e eles ficam deslumbrados com isto. A partir daí o desenvolvimento da técnica é outra coisa que acaba se tornando mais fácil”, completa o professor. Com o tempo a confiança dos meninos começa a deixar o trabalho de ensinamento ainda mais fácil.
Felipinho sonha em montar uma estrutura municipal e disputar competições na cidade. Intercâmbios entre os núcleos da cidade também é uma dos objetivos.
Família
A presença da família é fundamental na continuidade do aluno no esporte. “Vejo o apoio familiar ainda um pouco distante dos meninos. Tentamos resolver isto com bate papo, tentamos nos aproximar do pai, da mãe e tentar incentivar o máximo possível a todos. Eu tive oportunidade em minha vida de treinar ao invés de trabalhar e nestes projetos a situação que encontramos é outra. Mesmo assim tentamos colocar na cabeça deles que o esporte é vida, é união, é salvação em muitos casos vale a pena investir neste caminho. Muitos entendem, mas alguns acabam desistindo por causa do trabalho Precisam ajudar no sustendo da família. É triste, pois é uma fase importante que acaba se perdendo por causa da condição social. Tem ainda alguns que tendem por caminhos mais errantes e é isto que o esporte ajuda a evitar”, lamenta ele.
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