Poços de Caldas,MG - Três partidas foram realizadas ontem pela Copa de Futebol Society Mirim Ademiro Bráz. Confira os resultados: FutPoços 2x1 Colégio Pelicano, Alcoa/Banda da lata 3x1 Sporting Aphas e Craque de Ouro 2x2 Bola na Rede.
A competição segue na terça-feira com os seguintes jogos: Coopoços x Esporte NaçõesFutPoços x Vulcão Mania e Yoorin/Alcace, x Poços FutPoços.
A competição é organizada pela Secretaria Municipal de Esportes.
sexta-feira, 18 de março de 2016
Caldense enfrenta a URT em disputa direta pela Série D
Poços de Caldas, MG - Caldense e URT se enfrentam esta noite no estádio municipal Dr. Ronaldo Junqueira em jogo decisivo para o time de Poços de Caldas.
A partida está marcada para às 19h. A vitória colocará a equipe comandada por Gian Rodrigues na briga pela vaga para a Série D do Campeonato Brasileiro, numa briga, nas rodadas finais, contra a própria URT, Uberlândia e Villa Nova, que também querem um lugarzinho na competição nacional. Por outro lado um empate ou derrota hoje são resultados desastrosos para a atual vice-campeã mineira, que assim brigaria nas três rodadas finais contra o rebaixamento.
A semana
A semana foi muito tranquila no Ninho dos Periquitos. Mesmo não vencendo nas duas rodadas anteriores, a Caldense fez bons jogos. Contra o Cruzeiro foi derrotada, porém, a arbitragem prejudicou bastante o time de Poços de Caldas. Já no final de semana passada fez uma grande atuação contra o Villa Nova. Vencia por 1x0, porém, sofreu o empate depois de falha da zaga.
Gian Rodrigues não fez nenhum coletivo e muito menos usou o Ronaldão para testar o time durante a semana. Ele focou as atividades em treinos táticos no Ninho dos Periquitos, cobrando dos atletas muita marcação e aprimoramento nas finalizações. Rafamar foi o mais exigido na frente, enquanto o setor defensivo terá o retorno de Paulão. O zagueiro e capitão do time não atuou contra o Villa Nova por conta de uma lesão, mas recuperado, está de volta. Outra mudança importante será a entrada de Andrezinho na lateral direita. Ele joga no lugar de Feijão, suspenso por ter recebido o terceiro cartão amarelo em Nova Lima.
A partida está marcada para às 19h. A vitória colocará a equipe comandada por Gian Rodrigues na briga pela vaga para a Série D do Campeonato Brasileiro, numa briga, nas rodadas finais, contra a própria URT, Uberlândia e Villa Nova, que também querem um lugarzinho na competição nacional. Por outro lado um empate ou derrota hoje são resultados desastrosos para a atual vice-campeã mineira, que assim brigaria nas três rodadas finais contra o rebaixamento.
A semana
A semana foi muito tranquila no Ninho dos Periquitos. Mesmo não vencendo nas duas rodadas anteriores, a Caldense fez bons jogos. Contra o Cruzeiro foi derrotada, porém, a arbitragem prejudicou bastante o time de Poços de Caldas. Já no final de semana passada fez uma grande atuação contra o Villa Nova. Vencia por 1x0, porém, sofreu o empate depois de falha da zaga.
Gian Rodrigues não fez nenhum coletivo e muito menos usou o Ronaldão para testar o time durante a semana. Ele focou as atividades em treinos táticos no Ninho dos Periquitos, cobrando dos atletas muita marcação e aprimoramento nas finalizações. Rafamar foi o mais exigido na frente, enquanto o setor defensivo terá o retorno de Paulão. O zagueiro e capitão do time não atuou contra o Villa Nova por conta de uma lesão, mas recuperado, está de volta. Outra mudança importante será a entrada de Andrezinho na lateral direita. Ele joga no lugar de Feijão, suspenso por ter recebido o terceiro cartão amarelo em Nova Lima.
Ademir Fonseca, ex-técnico da Caldense, é destaque na URT
Poços de Caldas, MG - Quando a URT entrar em campo hoje, em Poços de Caldas, a torcida da Caldense verá no banco do time de Patos de Minas um velho conhecido. Em 2011 e 2012 ele comandou o time da Veterana no Campeonato Mineiro.
Com Ademir Fonseca a URT está na quinta colocação do Mineiro e invicta há cinco jogos. Se a competição terminasse hoje, estaria classificada para a Série D do Brasileiro.
Confira uma entrevista com o treinador feita pelo Mantiqueira em 2011.
Mantiqueira - Como foi sua caminhada dentro do futebol?
Ademir Fonseca - Comecei nas categorias de base do Botafogo do Rio e lá me profissionalizei. Fiquei no clube durante 10 anos. Depois tive passagens por Santa Cruz, Vitória e Volta Redonda. Em todos estes clubes fui por empréstimo até ser vendido para o Joinville,clube onde fiquei por três temporadas. Depois destes três anos no futebol de Santa Catarina comecei minha caminhada no futebol paulista. Meu primeiro clube no Estado de São Paulo foi o Comercial de Ribeirão Preto. Depois passei por equipes como Bragantino, São Carlense, Novo Horizontino, São José, Botafogo de Ribeirão Preto e Santo André. Após esta peregrinação por equipes paulistas fui para o Atlético Paranaense. Após esta passagem pelo Paraná, voltei para São Paulo, onde joguei pelo Ituano. Foi lá que teve início minha carreira de treinador.
Mantiqueira - Como se deu esta mudança na carreira?
Ademir - Estava atuando pelo Ituano na disputa da série A2 do Paulistão. Nosso time chegou ao quadrangular final sob comando do treinador Pepe. Perdemos dois jogos decisivos e o Pepe acabou deixando o cargo. Na época o presidente do clube não contratou mais ninguém, ele não acreditava na recuperação do time. Ele me convidou para assumir o cargo de treinador interinamente. O pedido foi reforçado pelos próprios jogadores da equipe. Não foi uma decisão fácil, pois eu estava jogando e me sentindo bem. Estava com 33 anos e era cedo para deixar os gramados, mesmo assim acabei aceitando o cargo. Acho que foi a decisão correta. Imediatamente comecei minha carreira de treinador. Naquele mesmo quadrangular conseguimos reverter o quadro desfavorável e o Ituano subiu para a primeira divisão. Após o campeonato fui para o Rio de Janeiro onde fiz um curso patrocinado pelo Sindicato dos Jogadores do Futebol. Passados seis meses comecei minha carreira de forma definitiva. Como treinador passei pela São Carlense, Tubarão de Santa Catarina, pelos aspirantes do Flamengo, União de Mogi, São Bento de Sorocaba, Volta Redonda, Madureira, Cabofriense, Marcílio Dias, Sampaio Correa, e por aí vai. Na Caldense foram três passagens.
Com Ademir Fonseca a URT está na quinta colocação do Mineiro e invicta há cinco jogos. Se a competição terminasse hoje, estaria classificada para a Série D do Brasileiro.
Confira uma entrevista com o treinador feita pelo Mantiqueira em 2011.
Mantiqueira - Como foi sua caminhada dentro do futebol?
Ademir Fonseca - Comecei nas categorias de base do Botafogo do Rio e lá me profissionalizei. Fiquei no clube durante 10 anos. Depois tive passagens por Santa Cruz, Vitória e Volta Redonda. Em todos estes clubes fui por empréstimo até ser vendido para o Joinville,clube onde fiquei por três temporadas. Depois destes três anos no futebol de Santa Catarina comecei minha caminhada no futebol paulista. Meu primeiro clube no Estado de São Paulo foi o Comercial de Ribeirão Preto. Depois passei por equipes como Bragantino, São Carlense, Novo Horizontino, São José, Botafogo de Ribeirão Preto e Santo André. Após esta peregrinação por equipes paulistas fui para o Atlético Paranaense. Após esta passagem pelo Paraná, voltei para São Paulo, onde joguei pelo Ituano. Foi lá que teve início minha carreira de treinador.
Mantiqueira - Como se deu esta mudança na carreira?
Ademir - Estava atuando pelo Ituano na disputa da série A2 do Paulistão. Nosso time chegou ao quadrangular final sob comando do treinador Pepe. Perdemos dois jogos decisivos e o Pepe acabou deixando o cargo. Na época o presidente do clube não contratou mais ninguém, ele não acreditava na recuperação do time. Ele me convidou para assumir o cargo de treinador interinamente. O pedido foi reforçado pelos próprios jogadores da equipe. Não foi uma decisão fácil, pois eu estava jogando e me sentindo bem. Estava com 33 anos e era cedo para deixar os gramados, mesmo assim acabei aceitando o cargo. Acho que foi a decisão correta. Imediatamente comecei minha carreira de treinador. Naquele mesmo quadrangular conseguimos reverter o quadro desfavorável e o Ituano subiu para a primeira divisão. Após o campeonato fui para o Rio de Janeiro onde fiz um curso patrocinado pelo Sindicato dos Jogadores do Futebol. Passados seis meses comecei minha carreira de forma definitiva. Como treinador passei pela São Carlense, Tubarão de Santa Catarina, pelos aspirantes do Flamengo, União de Mogi, São Bento de Sorocaba, Volta Redonda, Madureira, Cabofriense, Marcílio Dias, Sampaio Correa, e por aí vai. Na Caldense foram três passagens.
Chute potente e certeiro de Vanderlei é desafio para goleiros da Caldense
Poços de Caldas,MG - Dizem que goleiro não tem vida fácil e que onde ele joga nem grama nasce. O fato é que na Caldense a relação do preparador de goleiro Vanderlei Celso Manoel com os goleiros Neguett, Gilson e Gustavo é de intensa amizade, e isto torna os treinos mais leves, fazendo as dificuldades da posição serem esquecidas e tornando o treino descontraído e animado.
Pontência
E os goleiros são realmente muito testados, pois Vanderlei é dono de um chute muito potente e, eficiente, quase sempre indefensável para os goleiros da Veterana, que fazem muita festa quando conseguem a defesa. A pontaria do preparador é de dar inveja para qualquer atacante. “Chuto por dia cerca de 500 a 700 bolas ao gol e com isto o chute vai se aperfeiçoando”, conta Vanderlei, que confessa que chuta melhor hoje do que nos tempos em que era jogador profissional. “Vejo muito o que nosso goleiro precisa e busco focar o treino em cima disto”, falou Vanderlei.
A carreira
Natural de São Carlos, interior de São Paulo, ele começou a carreira como jogador de futebol nas divisões de base da Ponte Preta e depois passou por Guarani e Palmeiras. Ao todo teve 19 contratos como jogador profissional. Seu primeiro time como preparador de goleiros foi o União Barbarense, de Santa Bárbara D´Oeste, depois Vanderlei passou pelo Guarani, Goiatuba-GO, Ituano-SP, Noroeste-SP, São Carlense-SP, América-SP, Ceará, Paysandu, Remo, Grêmio Maringá, Brasil de Pelotas, Juventude, Novo Hamburgo, entre outros. São 12 anos de profissão até chegar na Caldense.
“Gosto muito de trabalhar aqui na Caldense. O clube dá uma boa condição, a cidade é ótima, acolhedora e estou muito feliz aqui”, disse Vanderlei.
O preparador elogia o quadro de goleiro da Caldense, para ele um dos melhores que já trabalhou até hoje. Ele fez diversos cursos ao longo dos anos, sendo que muitos foram realizados fora do Brasil. “Gosto do que faço e com isto o trabalho fica melhor e mais prazeroso”, conta o preparador.
O Mantiqueira contou com colaboração da assessoria de imprensa do clube, Mayra Ayres, nesta matéria.
Pontência
E os goleiros são realmente muito testados, pois Vanderlei é dono de um chute muito potente e, eficiente, quase sempre indefensável para os goleiros da Veterana, que fazem muita festa quando conseguem a defesa. A pontaria do preparador é de dar inveja para qualquer atacante. “Chuto por dia cerca de 500 a 700 bolas ao gol e com isto o chute vai se aperfeiçoando”, conta Vanderlei, que confessa que chuta melhor hoje do que nos tempos em que era jogador profissional. “Vejo muito o que nosso goleiro precisa e busco focar o treino em cima disto”, falou Vanderlei.
A carreira
Natural de São Carlos, interior de São Paulo, ele começou a carreira como jogador de futebol nas divisões de base da Ponte Preta e depois passou por Guarani e Palmeiras. Ao todo teve 19 contratos como jogador profissional. Seu primeiro time como preparador de goleiros foi o União Barbarense, de Santa Bárbara D´Oeste, depois Vanderlei passou pelo Guarani, Goiatuba-GO, Ituano-SP, Noroeste-SP, São Carlense-SP, América-SP, Ceará, Paysandu, Remo, Grêmio Maringá, Brasil de Pelotas, Juventude, Novo Hamburgo, entre outros. São 12 anos de profissão até chegar na Caldense.
“Gosto muito de trabalhar aqui na Caldense. O clube dá uma boa condição, a cidade é ótima, acolhedora e estou muito feliz aqui”, disse Vanderlei.
O preparador elogia o quadro de goleiro da Caldense, para ele um dos melhores que já trabalhou até hoje. Ele fez diversos cursos ao longo dos anos, sendo que muitos foram realizados fora do Brasil. “Gosto do que faço e com isto o trabalho fica melhor e mais prazeroso”, conta o preparador.
O Mantiqueira contou com colaboração da assessoria de imprensa do clube, Mayra Ayres, nesta matéria.
Em boa fase, Maradona se torna no principal jogador da Caldense
Poços de Caldas, MG - Neste Campeonato Mineiro a Caldense tem sua referência e, ela está funcionando muito bem, pelo menos enquanto tem condições física de correr todo o campo. Ewerton Maradona vive uma grande fase e talvez faça sua melhor temporada pela Caldense. Já são sete anos ao todo jogando na Veterana, sendo que neste ano o jogador vem funcionando muito bem. Maradona arma, corre, combate, marca, cobra escanteios e faltas e é caçado pelos adversários o tempo todo. Se não bastasse tudo isto faz gols. Contra o Cruzeiro ele chegou a ser elogiado até por dirigentes do time da capital que estavam no Ronaldão. O problema é que ele tem tempo de validade em campo. Geralmente faz ótimos jogos, mas, na metade do segundo tempo seu corpo não aguenta mais. Naturalmente, pois está com 33 para 34 anos e claro que por tudo que faz e campo o rendimento tende a cair mesmo.
Torcida
Numa fase tão boa Maradona reverteu um quadro que incomodava. Sempre perseguido pela torcida e até mesmo parte da imprensa, o jogador deu a volta por cima e este ano é elogiado por todos os lados. Quando deixa o campo, na metade do segundo tempo, é aplaudido por todo o estádio.
História
Ewerton Maradona, foi revelado pelas categorias de base do Atlético. Atuou pelo profissional em duas passagens: 1999/00 e 2002. Com a camisa alvinegra, atuou em 15 partidas e marcou 1 gol. O jogador teve grande destaque na base do clube, mas não conseguiu firmar na equipe principal. Por alguns anos, passou pelo interior do futebol mineiro e paulista. Além da Caldense, Maradona também passou por América-MG, Caniçal-POR, Paulista, CRB-AL, Cuiabá-MT e Guarani-SP.
Na Caldense
Sua primeira temporada em Poços foi em 2008 e depois jogou em 2009, 2010, 2013, 2014, 2015 e agora 2016. O meia conta que a relação com o treinador é muito boa e hoje se sente completamente adaptado ao estilo de jogo de Gian Rodrigues.
Torcida
Numa fase tão boa Maradona reverteu um quadro que incomodava. Sempre perseguido pela torcida e até mesmo parte da imprensa, o jogador deu a volta por cima e este ano é elogiado por todos os lados. Quando deixa o campo, na metade do segundo tempo, é aplaudido por todo o estádio.
História
Ewerton Maradona, foi revelado pelas categorias de base do Atlético. Atuou pelo profissional em duas passagens: 1999/00 e 2002. Com a camisa alvinegra, atuou em 15 partidas e marcou 1 gol. O jogador teve grande destaque na base do clube, mas não conseguiu firmar na equipe principal. Por alguns anos, passou pelo interior do futebol mineiro e paulista. Além da Caldense, Maradona também passou por América-MG, Caniçal-POR, Paulista, CRB-AL, Cuiabá-MT e Guarani-SP.
Na Caldense
Sua primeira temporada em Poços foi em 2008 e depois jogou em 2009, 2010, 2013, 2014, 2015 e agora 2016. O meia conta que a relação com o treinador é muito boa e hoje se sente completamente adaptado ao estilo de jogo de Gian Rodrigues.
Duelo entre os desesperados abre a 8ª rodada
Poços de Caldas,MG - Guarani e Boa Esportes fazem neste sábado, às 16h, em Divinópolis, o duelo dos desesperados. Quem perder estará quase rebaixado para a segunda divisão em 2016. O Guarani é o lanterna do campeonato. A equipe somou apenas cinco pontos até o momento e conta com o apoio da torcida para fugir da posição incômoda. O Boa está um ponto à frente, porém se perder será ele que ficará na lanterna da competição.
No outro jogo deste sábado a Tombense joga contra o América. O time de Tombos tem sete pontos e se vencer praticamente afasta as chances de rebaixamento. O América, por sua vez, precisa dos três pontos para voltar ao G4 e disputar uma vaga para as finais.
Domingo
O destaque do domingo fica para Cruzeiro e Villa Nova em BH. As equipes fazem o confronto da parte de cima da tabela. O Mineirão, novamente, será o palco de mais um encontro entre as equipes, que já protagonizaram momentos marcantes na história do estádio. A bola rola para Raposa e Leão no domingo (20), às 16h.
No triângulo, o Tricordiano busca uma vitória contra o Uberlândia para respirar no campeonato. O time do sul de Minas está perto da zona de rebaixamento e precisa dos três pontos. Já o Uberlândia precisa voltar a vencer para manter suas chances de classificação.
Fechando a rodada o Tupi recebe o Atlético em um jogo bastante interessante da rodada. O galo de Belo Horizonte busca a liderança e o galo de Juiz de Fora se aproximar do G4.
No outro jogo deste sábado a Tombense joga contra o América. O time de Tombos tem sete pontos e se vencer praticamente afasta as chances de rebaixamento. O América, por sua vez, precisa dos três pontos para voltar ao G4 e disputar uma vaga para as finais.
Domingo
O destaque do domingo fica para Cruzeiro e Villa Nova em BH. As equipes fazem o confronto da parte de cima da tabela. O Mineirão, novamente, será o palco de mais um encontro entre as equipes, que já protagonizaram momentos marcantes na história do estádio. A bola rola para Raposa e Leão no domingo (20), às 16h.
No triângulo, o Tricordiano busca uma vitória contra o Uberlândia para respirar no campeonato. O time do sul de Minas está perto da zona de rebaixamento e precisa dos três pontos. Já o Uberlândia precisa voltar a vencer para manter suas chances de classificação.
Fechando a rodada o Tupi recebe o Atlético em um jogo bastante interessante da rodada. O galo de Belo Horizonte busca a liderança e o galo de Juiz de Fora se aproximar do G4.
Atleta paralímpica chega hoje em Poços para período de treinamento
Poços de Caldas,MG - Cláudia Santos, atleta da equipe de remo paralímpica do Brasil chega nesta sexta-feira a Poços de Caldas para um curto período de treinamentos. Ele fica na cidade até domingo acompanhada por sua equipe que é composta por por uma fisioterapeuta e o instrutor olímpico J. Paulo Sabadini. Os treinos acontecem na represa Bortolan e a atleta deixa Poços de Caldas e segue para disputar o Campeonato Mundial da Polônia, última competição de Cláudia antes das paralimpíadas do Rio de Janeiro.
A atleta
Claudia adquiriu a deficiência em 2000, após ser atropelada quando saia de seu trabalho. Um carro, que além de passar por cima de sua perna, não parou para lhe prestar socorro. Entrou em coma e ficou trinta e sete dias na UTI. Depois mais três meses na cama do hospital e em três anos e meio, passou por treze cirurgias.
Claudia não ficou parada e através de sessões de reabilitação, seguiu com seu novo desafio.
“Através da reabilitação comecei a nadar. A partir daí, uma pessoa me convidou para conhecer o esporte paralímpico. Depois disso, participei de um evento em que falaram do Remo e fui convidada para conhecer a modalidade de perto. Confesso que não foi amor à primeira vista. No início achei a modalidade chata, mas continuei e depois fui gostando. Hoje eu amo”.
Com muito treino, cirurgias, cinco anos para se recuperar, começou a remar em 2007 e após oito meses de treinamento, se tornou campeão mundial e a melhor atleta do remo paralímpico. Neste ano ainda começou a treinar pelo Pinheiros, clube que deu uma grande oportunidade de crescimento e estrutura, mas depois foi para o clube Bandeirantes onde ficou por dois anos. Retornou para o Pinheiros em 2011, conquistou muitos títulos e ficou afastada por mais quatro meses para uma cirurgia de retirada do útero. Assim que voltou, classificou o Brasil para as Paralimpíadas 2012.
Mesmo após ter passado por todos esses desafios, Claudia aprendeu muito com tudo isso e a dar mais valor a vida, a família, sua autoestima ficou muito melhor, tem mais confiança e determinação. Uma frase que sempre leva junto com ela é “Na vida nada é fácil e nada cai do céu, então vá à luta”.
Caso de superação e de aceitação, como o de Claudia dos Santos, serve de exemplo para pessoas que tenham algum tipo de deficiência entender, que a limitação, não o excluem de nada e nem da sociedade, desde que acreditem que são iguais a todos e que podem e devem ter os mesmos direitos.
(Texto contém
informações do blog Jornalistas no Esporte)
A atleta
Claudia adquiriu a deficiência em 2000, após ser atropelada quando saia de seu trabalho. Um carro, que além de passar por cima de sua perna, não parou para lhe prestar socorro. Entrou em coma e ficou trinta e sete dias na UTI. Depois mais três meses na cama do hospital e em três anos e meio, passou por treze cirurgias.
Claudia não ficou parada e através de sessões de reabilitação, seguiu com seu novo desafio.
“Através da reabilitação comecei a nadar. A partir daí, uma pessoa me convidou para conhecer o esporte paralímpico. Depois disso, participei de um evento em que falaram do Remo e fui convidada para conhecer a modalidade de perto. Confesso que não foi amor à primeira vista. No início achei a modalidade chata, mas continuei e depois fui gostando. Hoje eu amo”.
Com muito treino, cirurgias, cinco anos para se recuperar, começou a remar em 2007 e após oito meses de treinamento, se tornou campeão mundial e a melhor atleta do remo paralímpico. Neste ano ainda começou a treinar pelo Pinheiros, clube que deu uma grande oportunidade de crescimento e estrutura, mas depois foi para o clube Bandeirantes onde ficou por dois anos. Retornou para o Pinheiros em 2011, conquistou muitos títulos e ficou afastada por mais quatro meses para uma cirurgia de retirada do útero. Assim que voltou, classificou o Brasil para as Paralimpíadas 2012.
Mesmo após ter passado por todos esses desafios, Claudia aprendeu muito com tudo isso e a dar mais valor a vida, a família, sua autoestima ficou muito melhor, tem mais confiança e determinação. Uma frase que sempre leva junto com ela é “Na vida nada é fácil e nada cai do céu, então vá à luta”.
Caso de superação e de aceitação, como o de Claudia dos Santos, serve de exemplo para pessoas que tenham algum tipo de deficiência entender, que a limitação, não o excluem de nada e nem da sociedade, desde que acreditem que são iguais a todos e que podem e devem ter os mesmos direitos.
(Texto contém
informações do blog Jornalistas no Esporte)
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