Poços de Caldas, MG - Neste final de semana, a vizinha Águas da Prata sediou a sétima etapa da Média Paulista de Ciclismo. A cidade paulista recebeu centenas de corredores que proporcionaram belas disputas nas várias baterias. A equipe Ciclo Sports, de Poços de Caldas, esteve presente e fez bonito. Lucas Nicácio foi um dos destaques disputando duas categorias e indo bem em ambas. Na categorial juvenil ele terminou em segundo lugar e na júnior foi o terceiro colocado. José Paulo dos Santos, o Buraco, vem fazendo uma temporada excelente e lidera a competição. Em Águas da Prata o ciclista, que corre na Sênior A, foi segundo colocado.
“Mais uma vez todos foram bem, fizeram bons resultados e estou feliz em novamente conseguir uma boa prova e manter a ponta da classificação”, falou Buraco.
Na categoria, o estreante Renan Gomes ficou na quarta colocação.
A equipe Ciclo Sports agradece o apoio da Secretaria Municipal de Esportes, Art Fibras, Poços Tec, Casa Salles, MG Ferramentas, AM Multimáquinas e Minas Sul Transportes.
A equipe agora espera a definição de onde acontecem as próximas etapas. Existe até a possibilidade de Poços de Caldas sediar mais uma etapa. A cidade recebeu a abertura do evento no início do ano.
A equipe vem treinando diariamente para os próximos eventos. “Final de semana tentamos ficar todos os juntos, mas durante a semana é cada um por si, já que é mais complicado reunir todo mundo”, disse Buraco. “Vamos unindo o trabalho com o esporte, tentando representar a equipe e Poços sempre bem nas competições”, finalizou.
terça-feira, 6 de setembro de 2016
domingo, 4 de setembro de 2016
Muzambinho sedia jogos de handebol da Lidarp
Poços de Caldas,Mg - Aconteceu ontem em Muzambinho os jogos do Terceiro Circuíto Masculino e Feminino de Handebol da Lidarp sub-15. Na decisão do feminino o time de Muzambinho bateu São Sebastião do Paraíso por 23x14 e ficou com o título. No masculino São Sebastião do Paraíso bateu Varginha por 26x22 e foi campeão. Poços de Caldas terminou na quinta colocação no feminino e em terceiro no masculino.
Começa o Campeonato Master sub-40 da LPF
Poços de Caldas,MG - Quatro jogos abriram ontem o Campeonato Master Sub-40 da Liga Poços-caldense de Futebol. Confira os resultados: Paraíso Country Club 1x1 São José/Palmeiral; Fazenda Chiqueirão 4x1 Caldense, Bom Sucesso 0x0 Dom Bosco e Guanabara 3x2 Social/Madeireira do Edinho.
Amador - Teve início na noite de anteontem a rodada deste final de semana do Campeonato Amador/Taça Poços de Caldas. Em jogo disputado na Bandolão o Grêmio Vila Nova venceu o Guarani/Walter World por 2x1. A rodada segue hoje com os seguintes jogos: Guanabara x Vila Nova. Social x Bom Sucesso, Dom Bosco x Grêmio e Curimbaba x ADC Metal Sansil. (PVC)
Amador - Teve início na noite de anteontem a rodada deste final de semana do Campeonato Amador/Taça Poços de Caldas. Em jogo disputado na Bandolão o Grêmio Vila Nova venceu o Guarani/Walter World por 2x1. A rodada segue hoje com os seguintes jogos: Guanabara x Vila Nova. Social x Bom Sucesso, Dom Bosco x Grêmio e Curimbaba x ADC Metal Sansil. (PVC)
Atletismo de Poços é campeão por equipes do Jojuninho
Poços de Caldas, MG - A cidade de Lavras sediou, entre os dias 27 e 28 de agosto, os Jogos da Juventude (Jojuninho). Poços de Caldas sagrou-se campeã por equipes na categoria masculina e ficou em terceiro lugar na categoria feminina. “Gostaríamos de agradecer a todos os alunos que participaram desta competição. Nossa cidade conseguiu quebrar seis recordes, todas as marcas obtidas foram com muita superação e empenho dos alunos/atletas”, disse o professor Sidnei de Parolis.
A atleta Rafaela Cristine Maciel de Souza foi destaque da competição pelo recorde obtido no arremesso de peso.
“Através do Projeto Atletismo Poços de Caldas – “Seleção e Acompanhamento do Talento Desportivo”, aprovado pela Lei Municipal de Incentivo ao Esporte, que tem como incentivadores as empresas Climepe Total e Construtora Etapa, e o apoio do DME, a cada ano conseguimos melhorar nossa estrutura e dar mais condições aos nossos alunos/atletas. Nosso projeto está sempre de portas abertas para os que queiram de uma forma ou de outra participar da modalidade de atletismo. Procuramos os talentos esportivos dentro da nossa modalidade, mas com certeza a formação de futuros cidadãos é o mais importante. Gostaríamos de agradecer o apoio da Secretaria Municipal de Esportes neste evento”, finalizou Parolis.
A atleta Rafaela Cristine Maciel de Souza foi destaque da competição pelo recorde obtido no arremesso de peso.
“Através do Projeto Atletismo Poços de Caldas – “Seleção e Acompanhamento do Talento Desportivo”, aprovado pela Lei Municipal de Incentivo ao Esporte, que tem como incentivadores as empresas Climepe Total e Construtora Etapa, e o apoio do DME, a cada ano conseguimos melhorar nossa estrutura e dar mais condições aos nossos alunos/atletas. Nosso projeto está sempre de portas abertas para os que queiram de uma forma ou de outra participar da modalidade de atletismo. Procuramos os talentos esportivos dentro da nossa modalidade, mas com certeza a formação de futuros cidadãos é o mais importante. Gostaríamos de agradecer o apoio da Secretaria Municipal de Esportes neste evento”, finalizou Parolis.
ecordes Quebrados
pela equipe de Poços de Caldas na Categoria Feminina:
|
Atleta
|
Categoria
|
Prova
|
Marca
|
|
Rafaela
C. Maciel de Souza
|
Mirim
|
Arremesso
do Peso
|
14,56
metros
|
|
Rafaela
C. Maciel de Souza
|
Mirim
|
Lançamento
do Dardo
|
39,66metros
|
Recordes
Quebrados pela equipe de Poços de Caldas na Categoria Masculina:
|
Atleta
|
Categoria
|
Prova
|
Marca
|
|
Michael
Rodrigo da Silva
|
Mirim
|
Lançamento
do Disco
|
46,20metros
|
|
Felipe
Nunes Fernandes
|
Pré-Mirim
|
Lançamento
do Dardo
|
29,00metros
|
|
Willian
Eduardo M. Filho
|
Pré-Mirim
|
60
metros rasos
|
08”13
|
|
Luis
Felipe, Rafael, Willian e Pedro
|
Pré-Mirim
|
Revezamento
4
x 60 metros rasos
|
33”04
|
Resultados da
Competição da Categoria Masculina
|
Colocação
|
Cidade
|
Pontuação
|
|
1º
Lugar
|
Poços
de Caldas
|
438
pontos
|
|
2º
Lugar
|
Lavras
|
326
pontos
|
|
3º
Lugar
|
Varginha
|
318
pontos
|
|
4º
Lugar
|
Campo
Belo
|
63
pontos
|
|
5º
Lugar
|
Guaxupé
|
49
pontos
|
Resultados da
Competição da Categoria Feminina
|
Colocação
|
Cidade
|
Pontuação
|
|
1º
Lugar
|
Lavras
|
412
pontos
|
|
2º
Lugar
|
Varginha
|
330
pontos
|
|
3º
Lugar
|
Poços
de Caldas
|
189
pontos
|
|
4º
Lugar
|
Guaxupé
|
136
pontos
|
sábado, 3 de setembro de 2016
Estádio Ronaldão completa 37 anos de grandes histórias
PAULO VITOR DE CAMPOS
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - A principal praça esportiva de Poços de Caldas faz aniversário hoje. O Estádio Municipal Dr. Ronaldo Junqueira completa 37 anos, com momentos marcantes para o futebol profissional da cidade. O estádio foi inaugurado dia 4 de setembro de 1979 recebendo a partida entre Corinthians e Caldense. O “Timão” venceu a Veterana por 2x0 e Basílio, herói do título paulista corintiano em 1978, que tirou o time de uma grande fila sem conquistas, marcou o primeiro gol do estádio poços-caldense. Na época o Ronaldão era um dos mais modernos do Estado e até do interior do Brasil. Atendia bem as exigências e era grande motivo de orgulho para a cidade. O cenário hoje é bem diferente.
O gramado do Ronaldão - atualmente bastante surrado - recebeu partidas memoráveis, viu a Caldense ser campeã mineira em 2002, além de ser palco por diversas vezes de atuações de Atlético e Cruzeiro, os grandes times de Minas. Foi no gramado do Ronaldão, por exemplo, que Ronaldo Fenômeno estreou no futebol, num jogo do campeonato mineiro realizado dia 25 de maio de 1994 contra a Caldense. O craque, que logo seria um dos melhores jogadores do mundo, atuava pelo Cruzeiro.
O estádio leva o nome do ex-prefeito Ronaldo Junqueira e ao completar hoje 37 anos não é mais o mesmo daquela época. A capacidade atual reduzida impossibilita jogos decisivos na cidade. As arquibancadas laterais são a única opção para o torcedor e a ampliação de pelo menos mais um lance atrás de um dos gols ficou na promessa de várias administrações. Nem mesmo um placar eletrônico mais moderno foi colocado no estádio, que tem o mesmo da sua inauguração. Funciona, mas é bem amador para os padrões atuais. O pior acontecimento veio em 2015, quando a Caldense chegou na decisão do Campeonato Mineiro contra o Atlético Mineiro, mas o Ronaldão não pode abrigar o principal jogo da história da Veterana. Com isto, a cidade de Varginha teve a honra de realizar a partida que terminou com a polêmica vitória atleticana por 2x1.
Momentos marcantes
É difícil enumerar os momentos mais marcantes do Ronaldão. Certamente o dia 5 de maio de 2002 é o ápice da alegria vivida pelo torcedor da Caldense. Naquele dia, com gols de Gustavinho - que até hoje mora em Poços - e do saudoso Carioca, a Caldense vencia o Nacional de Uberaba por 2x0, resultado que deu o único título estadual para a Veterana. A invasão do gramado do estádio após o jogo ficou marcada para sempre e quase todos os jogadores deixaram o campo de jogo apenas de cuecas. Redes foram arrancadas e guardadas como recordação. Depois disso, o estádio voltou a ser invadido pela torcida em 2004 com a conquista do título mineiro do interior pela Veterana.
Desfile
O Ronaldão ainda foi palco de uma infinidade de grandes craques do futebol brasileiro e mundial. Passaram por aqui Eder Aleixo, Waldir Peres, Claudio Adão, Ronaldo Fenômeno, Renato Gaúcho, Dida, Fábio, João Leite, Nonato, Zico, Toninho Cerezo, enfim, craques de muitas gerações. Vestindo as cores da Caldense nomes importantes como Tupãzinho, Mirandinha, Nildo, Luiz Eduardo, Jânio Joaquim, Casagrande, Paulista, entre outros, que marcaram a história da Veterana e da cidade.
Rivalidade
O Ronaldão ainda foi palco da maior rivalidade regional que o futebol mineiro já conheceu. Caldense e Rio Branco proporcionaram jogos inesquecíveis, ora com vitória da Caldense, ora com vitória dos azuis de Andradas. O Rio Branco deixou saudades, pois faz parte do estádio local. O time inclusive tem o maior público do Ronaldão numa partida em que a Caldense não estava em campo. Em 2009, dia 4 de abril, o Rio Branco enfrentou o América de BH nas quartas de final do Campeonato Mineiro. Como seu estádio em Andradas não tinha a capacidade pedida pela FMF, o jogo aconteceu no Ronaldão, que foi tomado por sua torcida que coloriu o local de azul. Mais de cinco mil andradenses viram um show de bola do Rio Branco, que marcou 3x0 no Coelho, classificando-se para as semifinais do Estadual. Ironicamente, 2009 foi o último ano de atividade do Rio Branco.
Vulcão
Depois, Poços de Caldas conheceu outro duelo, desta vez local. Em 2008, foi fundado o Poços de Caldas Futebol Clube, o Vulcão, que em pouco tempo conseguiu o acesso para o Módulo II do Mineiro. Coincidentemente, a Caldense acabou rebaixada para o Módulo II e o Ronaldão sediou dois clássicos entre as equipes locais, ambas com vitórias tranquilas da Caldense. O duelo não voltou a acontecer já que a Caldense subiu novamente para o Módulo I e o Vulcão acabou sendo extinto. Nenhuma rivalidade, no entanto, se igualou à dos tempos de Rio Branco na primeira divisão.
Problemas
A verdade é que hoje o estádio necessita de uma grande melhoria. O gramado não agrada aos times adversários e muito menos à própria Caldense, que, sem opção, tem que mandar seus jogos por aqui mesmo. A capacidade reduzida causa problemas e se o time consegue classificação para fases finais do campeonato precisa mudar de casa. As dependências de imprensa e o sinal de internet são problemáticos e os vestiários enchem de água com chuvas mais fortes. Melhorias que já foram discutidas em inúmeros momentos, mas até hoje nada aconteceu e o estádio sofre com a ação dos seus 37 anos.
Evento
Marcando a data, neste domingo, o Ronaldão receberá dois jogos com equipes do futebol master da Caldense. O primeiro será realizado às 8h30 e reunirá as equipes sub-40 da Caldense contra o Icasa de Andradas. Depois o time sub-50 da Caldense enfrentará a Ferroviária de Araraquara.
Sobre o estádio
Nome: Estádio Doutor Ronaldo Junqueira
Apelido: Ronaldão
Local: Avenida João Pinheiro, Poços de Caldas, MG
Gramado: grama natural (110 x 75 m)
Capacidade: 7.600 pessoas
Inauguração: 4 de setembro de 1979
Partida inaugural: Caldense x Corinthians
Primeiro gol: Basilio (Corinthians)
Público recorde: 17.600
Data do recorde: 5 de maio de 2002
Partida com mais público: Caldense x Nacional
Remodelado: 2011
Expandido: 2015
Proprietário: Prefeitura Municipal de Poços de Caldas
Administrador: Prefeitura Municipal de Poços de Caldas
Mandante: Associação Atlética Caldense
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - A principal praça esportiva de Poços de Caldas faz aniversário hoje. O Estádio Municipal Dr. Ronaldo Junqueira completa 37 anos, com momentos marcantes para o futebol profissional da cidade. O estádio foi inaugurado dia 4 de setembro de 1979 recebendo a partida entre Corinthians e Caldense. O “Timão” venceu a Veterana por 2x0 e Basílio, herói do título paulista corintiano em 1978, que tirou o time de uma grande fila sem conquistas, marcou o primeiro gol do estádio poços-caldense. Na época o Ronaldão era um dos mais modernos do Estado e até do interior do Brasil. Atendia bem as exigências e era grande motivo de orgulho para a cidade. O cenário hoje é bem diferente.
O gramado do Ronaldão - atualmente bastante surrado - recebeu partidas memoráveis, viu a Caldense ser campeã mineira em 2002, além de ser palco por diversas vezes de atuações de Atlético e Cruzeiro, os grandes times de Minas. Foi no gramado do Ronaldão, por exemplo, que Ronaldo Fenômeno estreou no futebol, num jogo do campeonato mineiro realizado dia 25 de maio de 1994 contra a Caldense. O craque, que logo seria um dos melhores jogadores do mundo, atuava pelo Cruzeiro.
O estádio leva o nome do ex-prefeito Ronaldo Junqueira e ao completar hoje 37 anos não é mais o mesmo daquela época. A capacidade atual reduzida impossibilita jogos decisivos na cidade. As arquibancadas laterais são a única opção para o torcedor e a ampliação de pelo menos mais um lance atrás de um dos gols ficou na promessa de várias administrações. Nem mesmo um placar eletrônico mais moderno foi colocado no estádio, que tem o mesmo da sua inauguração. Funciona, mas é bem amador para os padrões atuais. O pior acontecimento veio em 2015, quando a Caldense chegou na decisão do Campeonato Mineiro contra o Atlético Mineiro, mas o Ronaldão não pode abrigar o principal jogo da história da Veterana. Com isto, a cidade de Varginha teve a honra de realizar a partida que terminou com a polêmica vitória atleticana por 2x1.
Momentos marcantes
É difícil enumerar os momentos mais marcantes do Ronaldão. Certamente o dia 5 de maio de 2002 é o ápice da alegria vivida pelo torcedor da Caldense. Naquele dia, com gols de Gustavinho - que até hoje mora em Poços - e do saudoso Carioca, a Caldense vencia o Nacional de Uberaba por 2x0, resultado que deu o único título estadual para a Veterana. A invasão do gramado do estádio após o jogo ficou marcada para sempre e quase todos os jogadores deixaram o campo de jogo apenas de cuecas. Redes foram arrancadas e guardadas como recordação. Depois disso, o estádio voltou a ser invadido pela torcida em 2004 com a conquista do título mineiro do interior pela Veterana.
Desfile
O Ronaldão ainda foi palco de uma infinidade de grandes craques do futebol brasileiro e mundial. Passaram por aqui Eder Aleixo, Waldir Peres, Claudio Adão, Ronaldo Fenômeno, Renato Gaúcho, Dida, Fábio, João Leite, Nonato, Zico, Toninho Cerezo, enfim, craques de muitas gerações. Vestindo as cores da Caldense nomes importantes como Tupãzinho, Mirandinha, Nildo, Luiz Eduardo, Jânio Joaquim, Casagrande, Paulista, entre outros, que marcaram a história da Veterana e da cidade.
Rivalidade
O Ronaldão ainda foi palco da maior rivalidade regional que o futebol mineiro já conheceu. Caldense e Rio Branco proporcionaram jogos inesquecíveis, ora com vitória da Caldense, ora com vitória dos azuis de Andradas. O Rio Branco deixou saudades, pois faz parte do estádio local. O time inclusive tem o maior público do Ronaldão numa partida em que a Caldense não estava em campo. Em 2009, dia 4 de abril, o Rio Branco enfrentou o América de BH nas quartas de final do Campeonato Mineiro. Como seu estádio em Andradas não tinha a capacidade pedida pela FMF, o jogo aconteceu no Ronaldão, que foi tomado por sua torcida que coloriu o local de azul. Mais de cinco mil andradenses viram um show de bola do Rio Branco, que marcou 3x0 no Coelho, classificando-se para as semifinais do Estadual. Ironicamente, 2009 foi o último ano de atividade do Rio Branco.
Vulcão
Depois, Poços de Caldas conheceu outro duelo, desta vez local. Em 2008, foi fundado o Poços de Caldas Futebol Clube, o Vulcão, que em pouco tempo conseguiu o acesso para o Módulo II do Mineiro. Coincidentemente, a Caldense acabou rebaixada para o Módulo II e o Ronaldão sediou dois clássicos entre as equipes locais, ambas com vitórias tranquilas da Caldense. O duelo não voltou a acontecer já que a Caldense subiu novamente para o Módulo I e o Vulcão acabou sendo extinto. Nenhuma rivalidade, no entanto, se igualou à dos tempos de Rio Branco na primeira divisão.
Problemas
A verdade é que hoje o estádio necessita de uma grande melhoria. O gramado não agrada aos times adversários e muito menos à própria Caldense, que, sem opção, tem que mandar seus jogos por aqui mesmo. A capacidade reduzida causa problemas e se o time consegue classificação para fases finais do campeonato precisa mudar de casa. As dependências de imprensa e o sinal de internet são problemáticos e os vestiários enchem de água com chuvas mais fortes. Melhorias que já foram discutidas em inúmeros momentos, mas até hoje nada aconteceu e o estádio sofre com a ação dos seus 37 anos.
Evento
Marcando a data, neste domingo, o Ronaldão receberá dois jogos com equipes do futebol master da Caldense. O primeiro será realizado às 8h30 e reunirá as equipes sub-40 da Caldense contra o Icasa de Andradas. Depois o time sub-50 da Caldense enfrentará a Ferroviária de Araraquara.
Sobre o estádio
Nome: Estádio Doutor Ronaldo Junqueira
Apelido: Ronaldão
Local: Avenida João Pinheiro, Poços de Caldas, MG
Gramado: grama natural (110 x 75 m)
Capacidade: 7.600 pessoas
Inauguração: 4 de setembro de 1979
Partida inaugural: Caldense x Corinthians
Primeiro gol: Basilio (Corinthians)
Público recorde: 17.600
Data do recorde: 5 de maio de 2002
Partida com mais público: Caldense x Nacional
Remodelado: 2011
Expandido: 2015
Proprietário: Prefeitura Municipal de Poços de Caldas
Administrador: Prefeitura Municipal de Poços de Caldas
Mandante: Associação Atlética Caldense
Primeiro torcedor a entrar no estádio Ronaldão relembra a emoção vivida naquele dia
Poços de Caldas, MG - Armando Nogueira lembra muito bem daquele 4 de setembro de 1979. Na época, com seis anos, ele era corintiano doente e não queria perder a chance de ver seu time de pertinho. Insistiu muito e conseguiu convencer a mãe Mercedes Mendes a levá-lo na inauguração do Ronaldão. Foram ele, a mãe e a irmã Áurea. “Lembro como se fosse hoje. Foi muito bacana ir ao estádio naquele dia, ver de perto a grande festa que foi e ainda ver o Corinthians em Poços de Caldas”, conta Nogueira, que hoje, aos 43 anos, ainda é fanático torcedor da Caldense, porém, virou a casaca e agora torce para o Palmeiras. “Fiquei mais esperto e hoje amo os dois verdes, Caldense, em primeiro lugar, e Palmeiras, mas foi lindo ver a inauguração do Ronaldão e este dia é um dos mais marcantes de minha vida”, falou.
Nogueira ficou famoso na época. Assim que os portões foram abertos ele aproveitou seu pequeno tamanho, saiu correndo, passou por debaixo das pernas de algumas pessoas e adentrou o estádio. Foi o primeiro a ter acesso ao local e ficou famoso por isto. “Na época me entrevistaram com minha mãe, tiraram fotos, saiu até no jornal Mantiqueira”, lembra o ex-corintiano.
Ultramaratonista fala sobre o prazer de disputar grandes distâncias
Poços de Caldas, MG - Adilson José Pereira, ou simplesmente Ligeirinho, apelido que ganhou de um amigo e que o tornou um dos nomes mais conhecidos do Brasil em ultramaratonas, vive uma busca incessante por quebra de recordes. Ele treina cerca de 900 km por mês. Ligeirinho conta aos leitores do Mantiqueira como é a vida de um super atleta, as dificuldades para manter um grande nível técnico aos 48 anos e ainda ter tempo para a família.
Mantiqueira - Como alguém pode gostar de correr ultramaratona, um esporte difícil e até certo ponto perigoso para a saúde?
Ligeirinho - Talvez pelo prazer da conquista e da superação ou então pela busca dos meus limites e ainda simplesmente pelo amor ao esporte. É difícil encontrar uma resposta certa para esta pergunta, já que eu mesmo me questiono sobre o gosto incondicional pelas ultramaratonas. Não tenho pretensão de me achar melhor que ninguém, mas busco fazer o que faço com muita seriedade. Sou uma pessoa que busca a concretização de todos os projetos de vida e quando completo um longo percurso e chego em primeiro lugar é uma vitória da minha própria insistência e acabo me realizando. Neste momento todo o sacrifício foi compensado. O sentimento de vitória dentro de mim é indescritível e por isso não quero parar nunca de praticar este esporte.
Mantiqueira - Você não se desgasta muito nestas ultramaratonas?
Ligeirinho - As longas distâncias seduzem muitos corredores. Milhares em todo o mundo treinam exatamente com o objetivo de vencer o que parece ser invencível. O prazer acaba superando qualquer cansaço e todas as dificuldades das provas. Claro que correr uma ultramaratona desgasta qualquer humano, mas como já disse a garra e a determinação ajudam a superar tudo.
Mantiqueira - Como é uma prova de ultramaratona?
Ligeirinho - Pode variar por quilometragem ou por tempo determinado. As provas mais comuns sãos de 50 km, 50 milhas, 100 km, mas todas com tempo limite específico. Dentre as ultramaratonas por tempo determinado as mais comuns são feitas em 6, 12, 24 ou 48 horas. Neste tipo de corrida o competidor precisa cobrir a maior distância possível do tempo determinado pelos organizadores. Nestas provas longas existem intervalos variados para os competidores fazerem algumas de suas necessidades. Muitos conseguem até tirar um cochilo. Nas provas de trilhas, como a BR-135, os atletas encontram obstáculos naturais, pedras, córregos, raízes, montanhas, e o desafio acaba sendo ainda maior. Nas provas de 24 horas o principal adversário do atleta é a mudança de clima, que atrapalha muito no desempenho.
Mantiqueira - Como é a alimentação de um super atleta?
Ligeirinho - A maioria dos atletas corre com a própria suplementação para evitar surpresas desagradáveis. É fundamental que se tenha uma equipe de apoio cuidando especificamente disto. Esta equipe tem que cuidar de detalhes, como agasalhos, tênis, alimentação correta, auxílio médico, tudo que possa ajudar para o resultado na competição ser o melhor possível.
Mantiqueira - Qualquer atleta pode correr ultramaratona?
Ligeirinho - De forma alguma. Numa prova de ultramaratona podem ocorrer inúmeras complicações, problemas de saúde, cardíacos, lesões em todo o corpo, nos músculos, enfim, uma série de fatores. O atleta precisa de monitoramento constante nas provas e mesmo assim muitos acabam ficando no meio do caminho.
Mantiqueira - Qual o maior desafio de um ultramaratonista?
Ligeirinho - Superar a vontade de parar, buscar a vitória a todo o momento, não desanimar nunca, passar por cima das dores. O impacto dos pés no chão causa microlesões das fibras musculares. Outro problema comum são as náuseas, que acabam sendo motivo de muitos abandonos. Sem contar ainda as bolhas nos pés, mas isso é comum em qualquer corredor e é mais fácil superar. A dica para evitar as bolhas é nunca usar tênis novo e nem muito velho nas competições. Procure um meio termo.
Mantiqueira - Diante de tudo que você relatou, podemos concluir que um ultramaratonista é meio “louco”?
Ligeirinho - Nada disso, é uma pessoa capaz, que diante das dificuldades tenta superar uma a uma, ou pela vontade de vencer ou pela vontade de superar limites ou simplesmente pelo amor ao esporte. Só quem já viveu a emoção de vencer uma ultramaratona, ou simplesmente completar uma prova de longa distância, sabe do que estou falando. O sentimento é indescritível. A sensação é de que você pode superar todos os problemas da vida.
Mantiqueira - Qual o limite da vida para você?
Ligeirinho - É viver tudo intensamente em cada momento, buscar os sonhos, não parar nos limites. A vida é assim, cada dia vamos aprendendo uma lição e tentamos colocar em prática.
Mantiqueira - Como está sua rotina de treinamentos?
Ligeirinho - Como sempre, levanto de madrugada, treino muito, tanto na pista, como musculação. É um treinamento muito puxado que começa pela madrugada e vai até a noite.
Mantiqueira - O trânsito é um obstáculo nos treinamentos?
Ligeirinho - E como. Tento fugir dele, mas não consigo. Muitos motoristas não estão preparados para estar no volante de um carro, não respeitam nem mesmo uma faixa de pedestre. Já me aconteceu um quase atropelamento até mesmo na calçada. A pessoa acha que porque tem um carro é dona da rua e o pedestre sofre muito em Poços de Caldas, que tem um trânsito muito ruim. Nos finais de semana concentro meus treinamentos nas trilhas do Hotel Monreale, onde não existe trânsito nenhum de carros.
Mantiqueira - Que reconhecimento você tem hoje?
Ligeirinho - Tenho apoio da mídia. Em Poços, o Mantiqueira e a TV acabam sendo os maiores divulgadores dos meus resultados, mas na verdade sou mais reconhecido fora de Poços de Caldas. O ultramaratonista tem poucas chances de aparecer. Acontecem, no máximo, quatro provas ao ano e talvez este seja o motivo da pouca atenção que recebemos. Não temos a mesma atenção que o futebol.
Mantiqueira - Esta vida compensa?
Ligeirinho - Se for pensar na parte financeira você acaba desistindo. A ultramaratona dá pouco prêmio e muitos gastos. É preciso manter uma equipe de apoio com muitas pessoas, além de um ou dois carros te acompanhando. Um par de tênis por mês, muitas meias ao ano. Muito gasto, pouco retorno. Não sou um atleta profissional como a maioria dos meus adversários. Eles vivem das corridas enquanto eu preciso trabalhar para manter minha família. Meu desgaste é maior que de qualquer atleta profissional. A maior dificuldade é ter que conciliar os treinos com o trabalho. Se você quiser ganhar dinheiro com a ultramaratona precisa correr fora do Brasil. Temos como exemplo o Valmir Nunes, hoje um dos melhores atletas do mundo, que quase não correu dentro do Brasil. Fez uma carreira no exterior e ganhou muito dinheiro.
Mantiqueira - Você já competiu fora do Brasil?
Ligeirinho - Corri na Itália e terminei em sétimo colocado no geral. Foi muito bacana e fiquei uma semana conhecendo um pouco deste lindo país. Mas morar fora do Brasil não quero.
Mantiqueira - Como você consegue bancar seus gastos nas provas?
Ligeirinho - Tenho o apoio do Hotel Monreale, Centro Otorrino e Alcace. O Dr. Mário, do Centro Otorrino, além de me apoiar, ajuda com toda a parte médica e vem sendo muito importante na minha carreira. Tem ainda o grande trabalho do meu treinador Lucas Fernandes.
Mantiqueira - Quais as suas próximas competições?
Ligeirinho – Recentemente, venci as 24 Horas de Campinas e agora estou me preparando para disputar as 48 Horas de Passa Quatro, em Minas, que será realizada em meados de novembro. Antes ainda vou disputar as 12 Horas de Piracicaba, dia 1º de outubro. A maior dificuldade é ter que conciliar os treinos com o trabalho.
PAULO VITOR DE CAMPOS
pvcampos@gmail.com
Mantiqueira - Como alguém pode gostar de correr ultramaratona, um esporte difícil e até certo ponto perigoso para a saúde?
Ligeirinho - Talvez pelo prazer da conquista e da superação ou então pela busca dos meus limites e ainda simplesmente pelo amor ao esporte. É difícil encontrar uma resposta certa para esta pergunta, já que eu mesmo me questiono sobre o gosto incondicional pelas ultramaratonas. Não tenho pretensão de me achar melhor que ninguém, mas busco fazer o que faço com muita seriedade. Sou uma pessoa que busca a concretização de todos os projetos de vida e quando completo um longo percurso e chego em primeiro lugar é uma vitória da minha própria insistência e acabo me realizando. Neste momento todo o sacrifício foi compensado. O sentimento de vitória dentro de mim é indescritível e por isso não quero parar nunca de praticar este esporte.
Mantiqueira - Você não se desgasta muito nestas ultramaratonas?
Ligeirinho - As longas distâncias seduzem muitos corredores. Milhares em todo o mundo treinam exatamente com o objetivo de vencer o que parece ser invencível. O prazer acaba superando qualquer cansaço e todas as dificuldades das provas. Claro que correr uma ultramaratona desgasta qualquer humano, mas como já disse a garra e a determinação ajudam a superar tudo.
Mantiqueira - Como é uma prova de ultramaratona?
Ligeirinho - Pode variar por quilometragem ou por tempo determinado. As provas mais comuns sãos de 50 km, 50 milhas, 100 km, mas todas com tempo limite específico. Dentre as ultramaratonas por tempo determinado as mais comuns são feitas em 6, 12, 24 ou 48 horas. Neste tipo de corrida o competidor precisa cobrir a maior distância possível do tempo determinado pelos organizadores. Nestas provas longas existem intervalos variados para os competidores fazerem algumas de suas necessidades. Muitos conseguem até tirar um cochilo. Nas provas de trilhas, como a BR-135, os atletas encontram obstáculos naturais, pedras, córregos, raízes, montanhas, e o desafio acaba sendo ainda maior. Nas provas de 24 horas o principal adversário do atleta é a mudança de clima, que atrapalha muito no desempenho.
Mantiqueira - Como é a alimentação de um super atleta?
Ligeirinho - A maioria dos atletas corre com a própria suplementação para evitar surpresas desagradáveis. É fundamental que se tenha uma equipe de apoio cuidando especificamente disto. Esta equipe tem que cuidar de detalhes, como agasalhos, tênis, alimentação correta, auxílio médico, tudo que possa ajudar para o resultado na competição ser o melhor possível.
Mantiqueira - Qualquer atleta pode correr ultramaratona?
Ligeirinho - De forma alguma. Numa prova de ultramaratona podem ocorrer inúmeras complicações, problemas de saúde, cardíacos, lesões em todo o corpo, nos músculos, enfim, uma série de fatores. O atleta precisa de monitoramento constante nas provas e mesmo assim muitos acabam ficando no meio do caminho.
Mantiqueira - Qual o maior desafio de um ultramaratonista?
Ligeirinho - Superar a vontade de parar, buscar a vitória a todo o momento, não desanimar nunca, passar por cima das dores. O impacto dos pés no chão causa microlesões das fibras musculares. Outro problema comum são as náuseas, que acabam sendo motivo de muitos abandonos. Sem contar ainda as bolhas nos pés, mas isso é comum em qualquer corredor e é mais fácil superar. A dica para evitar as bolhas é nunca usar tênis novo e nem muito velho nas competições. Procure um meio termo.
Mantiqueira - Diante de tudo que você relatou, podemos concluir que um ultramaratonista é meio “louco”?
Ligeirinho - Nada disso, é uma pessoa capaz, que diante das dificuldades tenta superar uma a uma, ou pela vontade de vencer ou pela vontade de superar limites ou simplesmente pelo amor ao esporte. Só quem já viveu a emoção de vencer uma ultramaratona, ou simplesmente completar uma prova de longa distância, sabe do que estou falando. O sentimento é indescritível. A sensação é de que você pode superar todos os problemas da vida.
Mantiqueira - Qual o limite da vida para você?
Ligeirinho - É viver tudo intensamente em cada momento, buscar os sonhos, não parar nos limites. A vida é assim, cada dia vamos aprendendo uma lição e tentamos colocar em prática.
Mantiqueira - Como está sua rotina de treinamentos?
Ligeirinho - Como sempre, levanto de madrugada, treino muito, tanto na pista, como musculação. É um treinamento muito puxado que começa pela madrugada e vai até a noite.
Mantiqueira - O trânsito é um obstáculo nos treinamentos?
Ligeirinho - E como. Tento fugir dele, mas não consigo. Muitos motoristas não estão preparados para estar no volante de um carro, não respeitam nem mesmo uma faixa de pedestre. Já me aconteceu um quase atropelamento até mesmo na calçada. A pessoa acha que porque tem um carro é dona da rua e o pedestre sofre muito em Poços de Caldas, que tem um trânsito muito ruim. Nos finais de semana concentro meus treinamentos nas trilhas do Hotel Monreale, onde não existe trânsito nenhum de carros.
Mantiqueira - Que reconhecimento você tem hoje?
Ligeirinho - Tenho apoio da mídia. Em Poços, o Mantiqueira e a TV acabam sendo os maiores divulgadores dos meus resultados, mas na verdade sou mais reconhecido fora de Poços de Caldas. O ultramaratonista tem poucas chances de aparecer. Acontecem, no máximo, quatro provas ao ano e talvez este seja o motivo da pouca atenção que recebemos. Não temos a mesma atenção que o futebol.
Mantiqueira - Esta vida compensa?
Ligeirinho - Se for pensar na parte financeira você acaba desistindo. A ultramaratona dá pouco prêmio e muitos gastos. É preciso manter uma equipe de apoio com muitas pessoas, além de um ou dois carros te acompanhando. Um par de tênis por mês, muitas meias ao ano. Muito gasto, pouco retorno. Não sou um atleta profissional como a maioria dos meus adversários. Eles vivem das corridas enquanto eu preciso trabalhar para manter minha família. Meu desgaste é maior que de qualquer atleta profissional. A maior dificuldade é ter que conciliar os treinos com o trabalho. Se você quiser ganhar dinheiro com a ultramaratona precisa correr fora do Brasil. Temos como exemplo o Valmir Nunes, hoje um dos melhores atletas do mundo, que quase não correu dentro do Brasil. Fez uma carreira no exterior e ganhou muito dinheiro.
Mantiqueira - Você já competiu fora do Brasil?
Ligeirinho - Corri na Itália e terminei em sétimo colocado no geral. Foi muito bacana e fiquei uma semana conhecendo um pouco deste lindo país. Mas morar fora do Brasil não quero.
Mantiqueira - Como você consegue bancar seus gastos nas provas?
Ligeirinho - Tenho o apoio do Hotel Monreale, Centro Otorrino e Alcace. O Dr. Mário, do Centro Otorrino, além de me apoiar, ajuda com toda a parte médica e vem sendo muito importante na minha carreira. Tem ainda o grande trabalho do meu treinador Lucas Fernandes.
Mantiqueira - Quais as suas próximas competições?
Ligeirinho – Recentemente, venci as 24 Horas de Campinas e agora estou me preparando para disputar as 48 Horas de Passa Quatro, em Minas, que será realizada em meados de novembro. Antes ainda vou disputar as 12 Horas de Piracicaba, dia 1º de outubro. A maior dificuldade é ter que conciliar os treinos com o trabalho.
PAULO VITOR DE CAMPOS
pvcampos@gmail.com
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