Poços de Caldas, MG - A Secretaria de Esportes realiza o Campeonato Municipal de Truco da zona sul dia 25 (domingo). As duplas interessadas podem inscrever-se até dia 22. O evento será às 9h, no ginásio Juca Cobra, no Conjunto Habitacional. A inscrição custa R$ 20 por dupla e pode ser feita na Secretaria, das 13h às 18h. O endereço é rua Ceará, 149, centro. Podem participar duplas masculinas, femininas e mistas. A premiação inclui dinheiro e troféus. A dupla campeã recebe R$ 600. Já os segundos colocados ganham R$ 400. O terceiro lugar recebe R$ 300 e o quarto, R$ 200. Mais informações pelo telefone 3697-2082.
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
domingo, 11 de setembro de 2016
Depois de 14 anos, Poços realiza com sucesso etapa do Paulista de BMX
PAULO VITOR DE CAMPOS
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - Depois de 14 anos sem receber uma etapa do circuito do Campeonato Paulista de Bicicross, Poços de Caldas sediou, ontem (11), a sexta etapa da principal competição de BMX do Brasil. O evento aconteceu na pista do Parque Municipal Antônio Molinari e reuniu pilotos de Poços, região e interior paulista. Um ótimo público aproveitou o dia de sol e compareceu para prestigiar os pilotos, principalmente os locais, que competem pelo Bicicross Poços Clube e disputam a liderança do campeonato.
As disputas foram bastante acirradas e cada bateria mostrava pilotos tentando palmo a palmo uma posição. A etapa teve 330 pilotos inscritos em 61 baterias em 40 categorias. Para Terezinha Moreno, uma das principais incentivadoras da modalidade na cidade, é emocionante ver Poços receber um evento de tamanha importância. “Ficamos muito tempo sem receber este campeonato e ver tudo acontecendo novamente em nossa cidade é muito lindo. Nossa equipe faz uma belo campeonato, briga pelo primeiro lugar e todos estão de parabéns”, falou Terezinha. Ela acredita que trazer o evento para a cidade deve motivar ainda mais os meninos. “Temos os projeto da Lei de Incentivo ao Esporte, patrocinado pelo Hotel Monreale, que nos auxilia na disputa do campeonato e temos ainda o apoio do DME, que colabora na escolinha que é muito importante na formação dos nossos meninos. Esta etapa deve aumentar a motivação deles, pois competir em casa é sempre mais importante”, falou Terezinha.
Presença Ilustre
O ciclista olímpico Renato Rezende, que deu suas primeiras pedaladas na pista do parque municipal, esteve presente acompanhando a etapa do Paulista. “É bonito ver novamente Poços de Caldas sediar um evento deste porte e queremos mais. Tenho planos de fazer de Poços uma força no BMX e quero ajudar neste processo. Quem sabe em breve não teremos uma pista em condições de sediar mais eventos como este. Vamos tentar ajudar no que for possível”, falou Rezende.
Resultados
A categoria Elite Man, a principal da modalidade, teve vitória do poços-caldense Kaike Milani. Ainda pela elite outros dois poços-caldense se destacaram. Bruno Cogo ficou na terceira colocação e Franklin Vasconcelos ficou em quinto.
Destaques
Dilan Beltran Valença foi outro destaque de Poços de Caldas. Correndo na categoria Novatos 13/14 anos ele foi o grande campeão. Na categoria Expert - 16 anos, Murilo Emigliozzi foi terceiro colocado e na Expert 14 anos, Pietro Menehini ficou em quatro lugar. Na categoria Novatos 15/16 anos, Marcos Paulo ficou em terceiro e Gabriel Gaiga em oitavo. Na MTB Open Yuri Ferreira foi o quinto e na Novatos até seis anos Rafael Dias Mosconi ficou em terceiro lugar.
Na próxima edições o Mantiqueira trará a classificação de todos os competidores da cidade.
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - Depois de 14 anos sem receber uma etapa do circuito do Campeonato Paulista de Bicicross, Poços de Caldas sediou, ontem (11), a sexta etapa da principal competição de BMX do Brasil. O evento aconteceu na pista do Parque Municipal Antônio Molinari e reuniu pilotos de Poços, região e interior paulista. Um ótimo público aproveitou o dia de sol e compareceu para prestigiar os pilotos, principalmente os locais, que competem pelo Bicicross Poços Clube e disputam a liderança do campeonato.
As disputas foram bastante acirradas e cada bateria mostrava pilotos tentando palmo a palmo uma posição. A etapa teve 330 pilotos inscritos em 61 baterias em 40 categorias. Para Terezinha Moreno, uma das principais incentivadoras da modalidade na cidade, é emocionante ver Poços receber um evento de tamanha importância. “Ficamos muito tempo sem receber este campeonato e ver tudo acontecendo novamente em nossa cidade é muito lindo. Nossa equipe faz uma belo campeonato, briga pelo primeiro lugar e todos estão de parabéns”, falou Terezinha. Ela acredita que trazer o evento para a cidade deve motivar ainda mais os meninos. “Temos os projeto da Lei de Incentivo ao Esporte, patrocinado pelo Hotel Monreale, que nos auxilia na disputa do campeonato e temos ainda o apoio do DME, que colabora na escolinha que é muito importante na formação dos nossos meninos. Esta etapa deve aumentar a motivação deles, pois competir em casa é sempre mais importante”, falou Terezinha.
Presença Ilustre
O ciclista olímpico Renato Rezende, que deu suas primeiras pedaladas na pista do parque municipal, esteve presente acompanhando a etapa do Paulista. “É bonito ver novamente Poços de Caldas sediar um evento deste porte e queremos mais. Tenho planos de fazer de Poços uma força no BMX e quero ajudar neste processo. Quem sabe em breve não teremos uma pista em condições de sediar mais eventos como este. Vamos tentar ajudar no que for possível”, falou Rezende.
Resultados
A categoria Elite Man, a principal da modalidade, teve vitória do poços-caldense Kaike Milani. Ainda pela elite outros dois poços-caldense se destacaram. Bruno Cogo ficou na terceira colocação e Franklin Vasconcelos ficou em quinto.
Destaques
Dilan Beltran Valença foi outro destaque de Poços de Caldas. Correndo na categoria Novatos 13/14 anos ele foi o grande campeão. Na categoria Expert - 16 anos, Murilo Emigliozzi foi terceiro colocado e na Expert 14 anos, Pietro Menehini ficou em quatro lugar. Na categoria Novatos 15/16 anos, Marcos Paulo ficou em terceiro e Gabriel Gaiga em oitavo. Na MTB Open Yuri Ferreira foi o quinto e na Novatos até seis anos Rafael Dias Mosconi ficou em terceiro lugar.
Na próxima edições o Mantiqueira trará a classificação de todos os competidores da cidade.
sábado, 10 de setembro de 2016
Ideia Fixa: da Bahia ao Sertão, 40 graus do Tocantins
Poços de Caldas, MG - Seguindo estrada afora, no rumo da aventura, firme e fortes, sempre em frente, lá se vai o Dobló Adventure da Fiat e sua carga maravilhosa e as responsáveis pelo Projeto Ideia Fixa Tânia Mara e Ana Paula.
Em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) recebeu a visita do projeto e sua turma para uma manhã diferenciada, que reuniu alunos de diversas escolas da região. Mais uma vez muitas histórias curiosas e engraçadas foram apresentadas em forma de teatro. Risos, gargalhadas e descontração, além, é, claro da alegria causada pelos kits recebidos.
Entre os presentes a Dra. Alexsandra Vieira Bender da Cruz, que agradeceu a presença do Ideia Fixa no bairro escolhido, bem como pelas mensagens relevantes que foram apresentadas às crianças.
Em Novo Jardim-TO
Fora do carro, calor de 35 graus sufocante. Algumas crianças brincavam sob a sombra de uma árvore. No quintal, em meio ao lixo - coisa natural - as carinhas suja de terra com pouca roupa, inventam brincadeiras com cachorros e gatos magricelas, seus companheiros.
Como pode? Como eles aguentam o calor? “Descemos do carro e oferecemos presentes. Mães olhando de longe, começam a chamar as crianças. E imaginam que o contato seja perigoso. Conversamos, presenteamos, alegramos e seguimos pela estrada, com um quê de indignação!”, completou Tânia Mara.
E estas almas, Senhor?
Dizem que alma é a “criatura que respira”, segundo a bíblia, “um ser vivente”. Assim, a alma é a criatura inteira, não algo dentro do corpo que sobrevive à morte. Pergunto: como sobrevivem estes seres, habitantes destas regiões, cheias de agruras, dores, sequidão e adversidades? Falta água, falta o pão, falta dignidade. Sobram doenças, sobra indiferença, sobra a falta de respeito. E elas são apenas pequenas almas, que, com muito pouco se alegram, se contentam e sobrevivem.
Em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) recebeu a visita do projeto e sua turma para uma manhã diferenciada, que reuniu alunos de diversas escolas da região. Mais uma vez muitas histórias curiosas e engraçadas foram apresentadas em forma de teatro. Risos, gargalhadas e descontração, além, é, claro da alegria causada pelos kits recebidos.
Entre os presentes a Dra. Alexsandra Vieira Bender da Cruz, que agradeceu a presença do Ideia Fixa no bairro escolhido, bem como pelas mensagens relevantes que foram apresentadas às crianças.
Em Novo Jardim-TO
Fora do carro, calor de 35 graus sufocante. Algumas crianças brincavam sob a sombra de uma árvore. No quintal, em meio ao lixo - coisa natural - as carinhas suja de terra com pouca roupa, inventam brincadeiras com cachorros e gatos magricelas, seus companheiros.
Como pode? Como eles aguentam o calor? “Descemos do carro e oferecemos presentes. Mães olhando de longe, começam a chamar as crianças. E imaginam que o contato seja perigoso. Conversamos, presenteamos, alegramos e seguimos pela estrada, com um quê de indignação!”, completou Tânia Mara.
E estas almas, Senhor?
Dizem que alma é a “criatura que respira”, segundo a bíblia, “um ser vivente”. Assim, a alma é a criatura inteira, não algo dentro do corpo que sobrevive à morte. Pergunto: como sobrevivem estes seres, habitantes destas regiões, cheias de agruras, dores, sequidão e adversidades? Falta água, falta o pão, falta dignidade. Sobram doenças, sobra indiferença, sobra a falta de respeito. E elas são apenas pequenas almas, que, com muito pouco se alegram, se contentam e sobrevivem.
Mary Ortega conquista 4 medalhas em torneio paulista
Poços de Caldas, MG - No último final de semana, aconteceu na Sociedade Recreativa de Ribeirão Preto o Torneio Paulista de Natação.
A competição, promovida pela 5ª Região da Federação Aquática Paulista (FAP), reuniu 512 nadadores de 30 clubes e de diversas categorias. O número de participantes foi o maior da temporada em todas as regiões da FAP.
A poços-caldense Mary Ortega representou a Unisanta, de Santos, nadando as provas dos 100 e 50 metros costas, 50 metros borboleta e os 100 medley. Novamente Mary esteve muito bem e conquistou duas medalhas de ouro e duas de prata.
Mary vem se preparando para o Campeonato Sul-Americano na categoria 19 a 25 anos, que acontecerá no Uruguai em novembro. A atleta, que conta com apoio da Mineração Curimbaba e Ortega Veículos, fará sua primeira competição fora do Brasil. Até lá a atleta competirá em quatro torneios em São paulo para chegar 100% pronta e representar o Brasil da melhor forma possível.
A competição, promovida pela 5ª Região da Federação Aquática Paulista (FAP), reuniu 512 nadadores de 30 clubes e de diversas categorias. O número de participantes foi o maior da temporada em todas as regiões da FAP.
A poços-caldense Mary Ortega representou a Unisanta, de Santos, nadando as provas dos 100 e 50 metros costas, 50 metros borboleta e os 100 medley. Novamente Mary esteve muito bem e conquistou duas medalhas de ouro e duas de prata.
Mary vem se preparando para o Campeonato Sul-Americano na categoria 19 a 25 anos, que acontecerá no Uruguai em novembro. A atleta, que conta com apoio da Mineração Curimbaba e Ortega Veículos, fará sua primeira competição fora do Brasil. Até lá a atleta competirá em quatro torneios em São paulo para chegar 100% pronta e representar o Brasil da melhor forma possível.
Tatiele Carvalho: a menina humilde que conquistou pódios
PAULO VITOR DE CAMPOS
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - Tatiele Roberta de Carvalho tem apenas 26 anos, mas já traçou uma bela história de vida. De origem muito humilde e revelada por seu Chico Corredor, ela está hoje entre as principais atletas do país e alça voos mais altos. O grande objetivo foi os jogos olímpicos do Brasil em 2016, quando conquistou a tão sonhada vaga olímpica.
Início
“Aos 10 anos comecei minha vida no esporte e este início foi sem nenhum profissionalismo, apenas por puro prazer. Na época nem passava pela minha cabeça ser atleta de corridas e meu verdadeiro sonho era ser jogadora de futebol. Queria fazer parte de uma grande equipe, no entanto, mesmo jogando bem nunca tive uma oportunidade. Na época eu tinha um primo que estava acostumado a correr nas competições em Poços de Caldas. Ele me levou para treinar atletismo. No início eu não gostei muito da ideia, mas de tanto ele insistir acabei indo treinar. Detestei, achei muito puxado. O futebol era muito melhor, você corre e para, dá uma descansadinha. No atletismo tem que correr o tempo todo, sem parar. Disse para ele que nunca mais voltaria a treinar atletismo. Fiquei afastada durante um mês, resistindo aos incentivos do meu primo, que tentava me fazer voltar a treinar de qualquer maneira. Eu não ia de jeito nenhum. Passados mais alguns meses, meu primo venceu uma prova e ganhou 100 reais. Eu não ganhava nada com o futebol. Lembro direitinho quando ele disse assim: “Viu, sua boba, ganhei 100 reais na Volta ao Cristo e você está perdendo tempo”. Aí coloquei na minha cabeça que eu poderia ganhar muito mais dinheiro que ele (risos). Foi assim que comecei os primeiros treinos para valer no atletismo com o seu Chico Corredor. Levei uma bronca dele, que disse que queria uma atleta firme nos treinos e não uma menina que ia um dia e depois ficava tempos sem aparecer. Concordei com ele. Neste dia ele mandou que eu corresse por 15 minutos, mas eu me empolguei e corri 27 minutos em volta do campo. Eu queria correr meia hora, mas ele não deixou. Levei nova bronca. Foi assim que começou minha carreira e meu trabalho dentro do atletismo de Poços de Caldas”.
Origem humilde
Nasci em Poços de Caldas, mas morei na roça durante oito anos, onde ajudava minha família a cuidar de gado. Quando completei oito anos mudamos para a cidade. Éramos uma família de seis filhos e passamos muitas dificuldades. Chegamos até mesmo ao ponto de não ter o que comer e minha mãe tinha que pedir para o vizinho para conseguir sustentar a gente. Meu pai nesta mesma época nos abandonou. O esporte, através do atletismo, me ajudou a superar essa época difícil. Meu sonho sempre foi dar uma casa para minha mãe e vejo que através do esporte esse sonho pode ser realizado. Minha infância pobre nunca me possibilitou ter nada. Meus pais não tinham condições de me dar nada. Nem mesmo uma roupa ou material de escola, que eram doados por pessoas que sentiam solidariedade por nossa situação. Mas isso tudo teve seu lado positivo e me fez buscar um futuro melhor. Quando entrei para o atletismo eu pensei que tudo isso iria mudar, tudo seria diferente, nunca mais iria passar fome, nunca mais iria passar dificuldades. Vejo minha situação hoje, o que estou conseguindo através do esporte, como a maior conquista da minha vida. Hoje não passo dificuldades. Morei muito tempo com a minha avó e tanto ela como minha mãe não passam mais apuros. O sonho de dar uma casa para minha mãe vai se realizar através de minhas vitórias no esporte e disso eu não tenho dúvidas.”
Apoio da família
“No começo da minha iniciação esportiva minha família me apoiou muito. Até meus 17 anos eles sempre me incentivaram. Hoje a situação mudou um pouco. Eles acreditam no meu trabalho, estão vendo minhas conquistas, mas não são mais aquelas pessoas presentes em minha carreira, devido a minha mudança para Limeira, interior de São Paulo. Sinto muita falta, pois eles são tudo pra mim, são minha família.”
As primeiras provas
Logo na minha primeira competição eu fiquei em quinto lugar na categoria geral e primeira colocada na categoria acima da minha idade. Fui campeã da prova e esse dia foi maravilhoso e me motivou ainda mais a me dedicar ao esporte. Neste período venci e subi ao pódio de várias corridas amadoras. Todos os finais de ano eu ia para a São Silvestrinha. Participar desta prova era uma das minhas alegrias. Nesta época já estava com12 anos. Às vezes não conseguia uma colocação boa e ficava chateada. A premiação era apenas para as cinco primeiras e nesses momentos pensava em desistir. Mas o seu Chico sempre conversava comigo e não deixava eu desistir nunca. Aos 13 anos eu consegui ser a quinta colocada e aos 14 anos fui campeã. Na época, fui vista por várias equipes, cheguei a fazer testes em clubes de São Paulo, passei, mas não tive condições de ir embora, pois era muito nova. Novamente fui desanimando com a situação. No ano seguinte, aos 15 anos, fiquei em terceiro lugar, como eu estava desmotivada não consegui um resultado melhor. Não estava também me dedicando muito aos treinamentos naquela fase de minha vida. Aos 17 anos eu estava mesmo desistindo da carreira e não queria mais saber de correr”.
Profissional
“Consegui superar aquela fase difícil e aos 18 anos resolvi investir tudo no atletismo e dei início a minha carreira profissional. E graças a Deus minha vida mudou radicalmente. Consegui vários títulos e hoje posso falar e me orgulhar de estar entre as melhores atletas do país”.
Transição
“Minha transição foi muito complicada. Trabalhei oito anos com o seu Chico, que foi uma pessoa muito boa para mim, dedicou o máximo que pode de sua vida me ajudando. Pagava minhas viagens. O primeiro tênis que tive foi ele quem me deu, tudo que precisava na minha casa ele me ajudava. Depois de oito anos ele passou meu treinamento para sua sobrinha Juliana e trabalhei com ela por seis meses até conhecer o meu atual treinador Agnaldo Alexandre. A gente se encontrou e ele viu que eu tinha potencial de crescer na carreira e começamos a trabalhar juntos. Na época expliquei tudo para o seu Chico, deixei claro que não era nada pessoal, mas sim porque minha carreira precisava crescer. Ele entendeu a situação e me incentivou dizendo que só queria meu bem e se trocar de treinador era o caminho que eu fosse feliz em minha escolha. Comecei um trabalho com o Agnaldo e tive que perder peso. Foi difícil porque eu não tinha uma disciplina alimentar, comia muito e o Agnaldo mudou tudo radicalmente em minha alimentação. A adaptação foi muito complicada, eu estava acostumada à rotina tranquila de treinos e com o novo técnico tive que treinar mais e mais fortemente, em dois períodos. Passei dois anos acordando cinco horas da manhã para treinar. Batalhei, superei o início difícil. Demorei apenas três meses para estar totalmente adaptada ao novo trabalho e logo os bons resultados começaram a aparecer. Este trabalho me proporciona buscar novos recordes. Agora em 2016 participei dos Jogos Pan-americanos de Toronto, no Canadá, em duas provas, 5.000 e 10.000m, e participei do tão sonhado Jogos Olímpicos Rio 2016. Quero, dentro de dois anos, buscar o recorde brasileiro dos 10.000 metros que pertence a Carmem de Oliveira. Este recorde já dura alguns anos, desde 1993, e ninguém nunca chegou perto dele. Quero trabalhar muito para conseguir esse feito importante para minha carreira. Outro grande objetivo é as Olimpíadas de Tóquio, no Japão, quando estarei bem mais experiente em jogos Olímpicos.”
As vitórias
Hoje posso dizer que sou campeã sul-americana sub-23 nos 5.000m e recordista brasileira sub-23 na mesma prova.
Sou tetracampeã do Troféu Brasil de Atletismo nos 1x1500m (2011), nos 1x5.000m(2015) e nos 2x10.000m (2015/2016).
Campeã Ibero-americana nos 3.000m, vice-campeã sul-americana nos 5.000m adulto, vice-campeã sul-americana nos 1.500m adulto,
3ª colocada nos 10.000m dos Jogos Sul-americanos, melhor brasileira na Corrida de São Silvestre 2012, sendo sexta colocada,
8ª colocada nos Jogos Pan-americanos de Toronto, no Canadá, em 2015. Representante do Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016 sendo 31ª colocada nos 10.000m.
Fechando a temporada
“Estamos treinando duro e o nosso foco para o fim da temporada será no último dia do ano, na Corrida Internacional de São Silvestre, onde tentaremos, com fé em Deus, o pódio.”
Carreira internacional
Estamos nos consolidando lá fora, onde conseguimos competir algumas provas nos Estados Unidos e acreditamos cada dia mais que possamos fazer uma carreira brilhante fora do Brasil. 2015 foi só o começo de muitos compromissos que queremos assumir fora do país.
Equipe/patrocinadores
“Um atleta sem equipe não vai muito longe. Todo atleta precisa de uma estrutura muito grande atrás de si. Hoje represento a equipe Orcampi Unimed de Campinas e tenho como patrocinadores Sicredi, Nike, Blue Mystic, Clínica Vertú, Unimed Limeira. Sou atleta e sargento do Exército Brasileiro, participo do Programa de Alto Rendimento do Exército na modalidade Atletismo.
Especialidade
“Minha especialidade hoje são os 5.000 e 10.000 metros. Corro essas provas com o pensamento em bater recordes. Isso não significa que eu não posso correr sete ou oito mil metros. Chego a participar de duas competições por mês se tiver condições, caso contrário, me dedico apenas aos treinamentos para estar bem durante uma prova. Já cheguei a ficar três meses sem competir, apenas me dedicando aos treinamentos. O treinamento dá mais bagagem do que a competição. No treino você compete com você mesmo e tenta melhorar o desempenho sempre. A competição é você, o tempo e o adversário, é muito difícil. Para o atleta ser forte tem que competir apenas duas provas ao mês e se dedicar muito aos treinamentos. Se participar de três provas tem que passar pelo menos um mês sem competir. No treinamento você pode errar, ele te dá a chance de consertar esse erro. Se você não treina bem não compete bem e não adianta pensar o contrário”.
Agradecimentos
“Sempre agradeço primeiro a Deus, pois superei muitas dificuldades na vida e com Deus tudo ficou mais fácil. Tenho um talento no esporte e também isso me foi oferecido por Ele. Agradeço ainda meu treinador Agnaldo, que nunca deixou de acreditar em mim, sempre esteve ao meu lado, nos momentos bons e também nos momentos difíceis, a todas as pessoas de Poços de Caldas que me ajudaram, pois todas essas conquistas que obtivemos até aqui foram plantadas em várias sementinhas para que gerassem frutos. E muitas pessoas nos ajudaram a chegar até aqui.
Agradeço muito a minha família, e a todos que estiveram conosco durante todos esses anos, afinal de contas são 16 anos de carreira, sendo 8 anos e meio deles profissionais.
Realização olímpica
“Foi algo que sempre sonhamos e acreditamos que poderíamos alcançar e quando esse sonho se realizou foi uma emoção muito grande, pois treinamos todos os dias com muito foco e muita fé esperando para que esse dia chegasse. E chegou, conseguimos fazer jus ao fato de estarmos lá e representarmos o nosso país, estar entre os melhores do mundo é um fato maravilhoso na nossa carreira, eu estou muito feliz e muito emocionada, pois sei de onde saí para competir Jogos Olímpicos, e ainda dentro de casa.
Meu maior orgulho é representar a minha nação, tenho muito orgulho de ser brasileira, e vamos à luta, continuar trabalhando duro para que Tóquio seja maravilhoso como foi aqui no Brasil.
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - Tatiele Roberta de Carvalho tem apenas 26 anos, mas já traçou uma bela história de vida. De origem muito humilde e revelada por seu Chico Corredor, ela está hoje entre as principais atletas do país e alça voos mais altos. O grande objetivo foi os jogos olímpicos do Brasil em 2016, quando conquistou a tão sonhada vaga olímpica.
Início
“Aos 10 anos comecei minha vida no esporte e este início foi sem nenhum profissionalismo, apenas por puro prazer. Na época nem passava pela minha cabeça ser atleta de corridas e meu verdadeiro sonho era ser jogadora de futebol. Queria fazer parte de uma grande equipe, no entanto, mesmo jogando bem nunca tive uma oportunidade. Na época eu tinha um primo que estava acostumado a correr nas competições em Poços de Caldas. Ele me levou para treinar atletismo. No início eu não gostei muito da ideia, mas de tanto ele insistir acabei indo treinar. Detestei, achei muito puxado. O futebol era muito melhor, você corre e para, dá uma descansadinha. No atletismo tem que correr o tempo todo, sem parar. Disse para ele que nunca mais voltaria a treinar atletismo. Fiquei afastada durante um mês, resistindo aos incentivos do meu primo, que tentava me fazer voltar a treinar de qualquer maneira. Eu não ia de jeito nenhum. Passados mais alguns meses, meu primo venceu uma prova e ganhou 100 reais. Eu não ganhava nada com o futebol. Lembro direitinho quando ele disse assim: “Viu, sua boba, ganhei 100 reais na Volta ao Cristo e você está perdendo tempo”. Aí coloquei na minha cabeça que eu poderia ganhar muito mais dinheiro que ele (risos). Foi assim que comecei os primeiros treinos para valer no atletismo com o seu Chico Corredor. Levei uma bronca dele, que disse que queria uma atleta firme nos treinos e não uma menina que ia um dia e depois ficava tempos sem aparecer. Concordei com ele. Neste dia ele mandou que eu corresse por 15 minutos, mas eu me empolguei e corri 27 minutos em volta do campo. Eu queria correr meia hora, mas ele não deixou. Levei nova bronca. Foi assim que começou minha carreira e meu trabalho dentro do atletismo de Poços de Caldas”.
Origem humilde
Nasci em Poços de Caldas, mas morei na roça durante oito anos, onde ajudava minha família a cuidar de gado. Quando completei oito anos mudamos para a cidade. Éramos uma família de seis filhos e passamos muitas dificuldades. Chegamos até mesmo ao ponto de não ter o que comer e minha mãe tinha que pedir para o vizinho para conseguir sustentar a gente. Meu pai nesta mesma época nos abandonou. O esporte, através do atletismo, me ajudou a superar essa época difícil. Meu sonho sempre foi dar uma casa para minha mãe e vejo que através do esporte esse sonho pode ser realizado. Minha infância pobre nunca me possibilitou ter nada. Meus pais não tinham condições de me dar nada. Nem mesmo uma roupa ou material de escola, que eram doados por pessoas que sentiam solidariedade por nossa situação. Mas isso tudo teve seu lado positivo e me fez buscar um futuro melhor. Quando entrei para o atletismo eu pensei que tudo isso iria mudar, tudo seria diferente, nunca mais iria passar fome, nunca mais iria passar dificuldades. Vejo minha situação hoje, o que estou conseguindo através do esporte, como a maior conquista da minha vida. Hoje não passo dificuldades. Morei muito tempo com a minha avó e tanto ela como minha mãe não passam mais apuros. O sonho de dar uma casa para minha mãe vai se realizar através de minhas vitórias no esporte e disso eu não tenho dúvidas.”
Apoio da família
“No começo da minha iniciação esportiva minha família me apoiou muito. Até meus 17 anos eles sempre me incentivaram. Hoje a situação mudou um pouco. Eles acreditam no meu trabalho, estão vendo minhas conquistas, mas não são mais aquelas pessoas presentes em minha carreira, devido a minha mudança para Limeira, interior de São Paulo. Sinto muita falta, pois eles são tudo pra mim, são minha família.”
As primeiras provas
Logo na minha primeira competição eu fiquei em quinto lugar na categoria geral e primeira colocada na categoria acima da minha idade. Fui campeã da prova e esse dia foi maravilhoso e me motivou ainda mais a me dedicar ao esporte. Neste período venci e subi ao pódio de várias corridas amadoras. Todos os finais de ano eu ia para a São Silvestrinha. Participar desta prova era uma das minhas alegrias. Nesta época já estava com12 anos. Às vezes não conseguia uma colocação boa e ficava chateada. A premiação era apenas para as cinco primeiras e nesses momentos pensava em desistir. Mas o seu Chico sempre conversava comigo e não deixava eu desistir nunca. Aos 13 anos eu consegui ser a quinta colocada e aos 14 anos fui campeã. Na época, fui vista por várias equipes, cheguei a fazer testes em clubes de São Paulo, passei, mas não tive condições de ir embora, pois era muito nova. Novamente fui desanimando com a situação. No ano seguinte, aos 15 anos, fiquei em terceiro lugar, como eu estava desmotivada não consegui um resultado melhor. Não estava também me dedicando muito aos treinamentos naquela fase de minha vida. Aos 17 anos eu estava mesmo desistindo da carreira e não queria mais saber de correr”.
Profissional
“Consegui superar aquela fase difícil e aos 18 anos resolvi investir tudo no atletismo e dei início a minha carreira profissional. E graças a Deus minha vida mudou radicalmente. Consegui vários títulos e hoje posso falar e me orgulhar de estar entre as melhores atletas do país”.
Transição
“Minha transição foi muito complicada. Trabalhei oito anos com o seu Chico, que foi uma pessoa muito boa para mim, dedicou o máximo que pode de sua vida me ajudando. Pagava minhas viagens. O primeiro tênis que tive foi ele quem me deu, tudo que precisava na minha casa ele me ajudava. Depois de oito anos ele passou meu treinamento para sua sobrinha Juliana e trabalhei com ela por seis meses até conhecer o meu atual treinador Agnaldo Alexandre. A gente se encontrou e ele viu que eu tinha potencial de crescer na carreira e começamos a trabalhar juntos. Na época expliquei tudo para o seu Chico, deixei claro que não era nada pessoal, mas sim porque minha carreira precisava crescer. Ele entendeu a situação e me incentivou dizendo que só queria meu bem e se trocar de treinador era o caminho que eu fosse feliz em minha escolha. Comecei um trabalho com o Agnaldo e tive que perder peso. Foi difícil porque eu não tinha uma disciplina alimentar, comia muito e o Agnaldo mudou tudo radicalmente em minha alimentação. A adaptação foi muito complicada, eu estava acostumada à rotina tranquila de treinos e com o novo técnico tive que treinar mais e mais fortemente, em dois períodos. Passei dois anos acordando cinco horas da manhã para treinar. Batalhei, superei o início difícil. Demorei apenas três meses para estar totalmente adaptada ao novo trabalho e logo os bons resultados começaram a aparecer. Este trabalho me proporciona buscar novos recordes. Agora em 2016 participei dos Jogos Pan-americanos de Toronto, no Canadá, em duas provas, 5.000 e 10.000m, e participei do tão sonhado Jogos Olímpicos Rio 2016. Quero, dentro de dois anos, buscar o recorde brasileiro dos 10.000 metros que pertence a Carmem de Oliveira. Este recorde já dura alguns anos, desde 1993, e ninguém nunca chegou perto dele. Quero trabalhar muito para conseguir esse feito importante para minha carreira. Outro grande objetivo é as Olimpíadas de Tóquio, no Japão, quando estarei bem mais experiente em jogos Olímpicos.”
As vitórias
Hoje posso dizer que sou campeã sul-americana sub-23 nos 5.000m e recordista brasileira sub-23 na mesma prova.
Sou tetracampeã do Troféu Brasil de Atletismo nos 1x1500m (2011), nos 1x5.000m(2015) e nos 2x10.000m (2015/2016).
Campeã Ibero-americana nos 3.000m, vice-campeã sul-americana nos 5.000m adulto, vice-campeã sul-americana nos 1.500m adulto,
3ª colocada nos 10.000m dos Jogos Sul-americanos, melhor brasileira na Corrida de São Silvestre 2012, sendo sexta colocada,
8ª colocada nos Jogos Pan-americanos de Toronto, no Canadá, em 2015. Representante do Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016 sendo 31ª colocada nos 10.000m.
Fechando a temporada
“Estamos treinando duro e o nosso foco para o fim da temporada será no último dia do ano, na Corrida Internacional de São Silvestre, onde tentaremos, com fé em Deus, o pódio.”
Carreira internacional
Estamos nos consolidando lá fora, onde conseguimos competir algumas provas nos Estados Unidos e acreditamos cada dia mais que possamos fazer uma carreira brilhante fora do Brasil. 2015 foi só o começo de muitos compromissos que queremos assumir fora do país.
Equipe/patrocinadores
“Um atleta sem equipe não vai muito longe. Todo atleta precisa de uma estrutura muito grande atrás de si. Hoje represento a equipe Orcampi Unimed de Campinas e tenho como patrocinadores Sicredi, Nike, Blue Mystic, Clínica Vertú, Unimed Limeira. Sou atleta e sargento do Exército Brasileiro, participo do Programa de Alto Rendimento do Exército na modalidade Atletismo.
Especialidade
“Minha especialidade hoje são os 5.000 e 10.000 metros. Corro essas provas com o pensamento em bater recordes. Isso não significa que eu não posso correr sete ou oito mil metros. Chego a participar de duas competições por mês se tiver condições, caso contrário, me dedico apenas aos treinamentos para estar bem durante uma prova. Já cheguei a ficar três meses sem competir, apenas me dedicando aos treinamentos. O treinamento dá mais bagagem do que a competição. No treino você compete com você mesmo e tenta melhorar o desempenho sempre. A competição é você, o tempo e o adversário, é muito difícil. Para o atleta ser forte tem que competir apenas duas provas ao mês e se dedicar muito aos treinamentos. Se participar de três provas tem que passar pelo menos um mês sem competir. No treinamento você pode errar, ele te dá a chance de consertar esse erro. Se você não treina bem não compete bem e não adianta pensar o contrário”.
Agradecimentos
“Sempre agradeço primeiro a Deus, pois superei muitas dificuldades na vida e com Deus tudo ficou mais fácil. Tenho um talento no esporte e também isso me foi oferecido por Ele. Agradeço ainda meu treinador Agnaldo, que nunca deixou de acreditar em mim, sempre esteve ao meu lado, nos momentos bons e também nos momentos difíceis, a todas as pessoas de Poços de Caldas que me ajudaram, pois todas essas conquistas que obtivemos até aqui foram plantadas em várias sementinhas para que gerassem frutos. E muitas pessoas nos ajudaram a chegar até aqui.
Agradeço muito a minha família, e a todos que estiveram conosco durante todos esses anos, afinal de contas são 16 anos de carreira, sendo 8 anos e meio deles profissionais.
Realização olímpica
“Foi algo que sempre sonhamos e acreditamos que poderíamos alcançar e quando esse sonho se realizou foi uma emoção muito grande, pois treinamos todos os dias com muito foco e muita fé esperando para que esse dia chegasse. E chegou, conseguimos fazer jus ao fato de estarmos lá e representarmos o nosso país, estar entre os melhores do mundo é um fato maravilhoso na nossa carreira, eu estou muito feliz e muito emocionada, pois sei de onde saí para competir Jogos Olímpicos, e ainda dentro de casa.
Meu maior orgulho é representar a minha nação, tenho muito orgulho de ser brasileira, e vamos à luta, continuar trabalhando duro para que Tóquio seja maravilhoso como foi aqui no Brasil.
Cavaleiro de Poços está entre os cinco melhores conjuntos nacionais
Poços de Caldas, MG – O Clube Hípico de Santo Amaro realizou, dias 31 de agosto e 1 de setembro, a sétima etapa válida para o ranking nacional de cavalos novos
O evento conta com as provas de cavalos novos 4 anos até cavalos novos 8 anos.
O cavaleiro Rogério Ottoni Angelini, que representa a Sociedade Hípica Chácara Flora, participou da categoria de cavalos novos 6 anos 1,25m, com seu animal Quintender I Jmen, sagrando-se vencedor da prova em ambos os dias, somando assim pontos importantes para o ranking. O conjunto antes dessa prova era o 5º colocado do ranking nacional. O resultado dessa etapa ainda não foi publicado mas o cavaleiro espera subir importantes posições.
O cavaleiro faz parte da lei municipal de incentivo ao esporte, tendo incentivo do Instituto Donato de Oftalmologia e do DME,
Angelini conta com apoio de seu consultor técnico Mario Lucio de Almeida Vilela e de seu preparador físico Carlos Eduardo Leal de Lima, da Crossfit Thribo.
O evento conta com as provas de cavalos novos 4 anos até cavalos novos 8 anos.
O cavaleiro Rogério Ottoni Angelini, que representa a Sociedade Hípica Chácara Flora, participou da categoria de cavalos novos 6 anos 1,25m, com seu animal Quintender I Jmen, sagrando-se vencedor da prova em ambos os dias, somando assim pontos importantes para o ranking. O conjunto antes dessa prova era o 5º colocado do ranking nacional. O resultado dessa etapa ainda não foi publicado mas o cavaleiro espera subir importantes posições.
O cavaleiro faz parte da lei municipal de incentivo ao esporte, tendo incentivo do Instituto Donato de Oftalmologia e do DME,
Angelini conta com apoio de seu consultor técnico Mario Lucio de Almeida Vilela e de seu preparador físico Carlos Eduardo Leal de Lima, da Crossfit Thribo.
Poços-caldense se destaca no Campeonato Brasileiro de CrossFit
Poços de Caldas, MG - A cidade de Barueri-SP sediou, dias 2, 3 e 4 de setembro, a 6ª edição do Torneio CrossFit Brasil, principal competição da modalidade do país. O poços-caldense Fábio Dechichi, atleta da CrossFit Thribo, subiu ao pódio e conquistou a 4ª colocação dentre mais de 40 competidores.
O campeonato é organizado pela CrossFit Brasil e foram 10 provas durante três dias que exigiram força, capacidade cardiorrespiratória, habilidade, agilidade e concentração. Dechichi conquistou o 4º lugar e considera este seu principal título dentre a trajetória na modalidade.
“Comecei a treinar CrossFit em fevereiro de 2013 e a minha primeira participação no Torneio CrossFit Brasil foi em 2014, ficando em 9º lugar. Em 2015 conquistei a 6ª colocação e este ano consegui subir no pódio pelo 4º lugar”, comenta o atleta, que possui também o título de tricampeão mineiro e também 2º colocado no Wod Experience 2015, campeonato para o qual foram convidados apenas os melhores atletas elites do país.
Durante os últimos seis meses, Dechichi, junto do seu treinador, vem realizando treinos periódicos a fim de preparar o corpo da melhor maneira possível para esta competição, que é a principal do país.
Caê Lima, treinador de Dechichi, comenta que ele é um atleta completo e isso foi fundamental para que conseguisse se manter entre os primeiros em todas as provas da competição. “Esse formato de torneio exige que o atleta esteja preparado para qualquer desafio e isso foi visto no último evento em que o workout teve uma predominância de movimentos ginásticos, que colocou o Fábio em vantagem perante os outros competidores”.
Com tantos títulos, Dechichi leva o nome de Poços para o cenário nacional do esporte. Para 2017, o foco do atleta está na classificação para o campeonato mundial de CrossFit. “Em fevereiro se iniciam as seletivas para o mundial, chamado CrossFit Games. A primeira etapa da seleção é o Open, onde todos os praticantes de CrossFit do mundo, desde iniciante até elite, podem participar. Destes, são selecionados os 10 melhores de cada região, no nosso caso a América Latina, para disputar o Regional em Dallas, no Texas. Este ano fiquei em 24ª posição na região, espero para 2017 conseguir ficar entre os 10 e participar da minha primeira competição mundial”, conta Dechichi.
O campeonato é organizado pela CrossFit Brasil e foram 10 provas durante três dias que exigiram força, capacidade cardiorrespiratória, habilidade, agilidade e concentração. Dechichi conquistou o 4º lugar e considera este seu principal título dentre a trajetória na modalidade.
“Comecei a treinar CrossFit em fevereiro de 2013 e a minha primeira participação no Torneio CrossFit Brasil foi em 2014, ficando em 9º lugar. Em 2015 conquistei a 6ª colocação e este ano consegui subir no pódio pelo 4º lugar”, comenta o atleta, que possui também o título de tricampeão mineiro e também 2º colocado no Wod Experience 2015, campeonato para o qual foram convidados apenas os melhores atletas elites do país.
Durante os últimos seis meses, Dechichi, junto do seu treinador, vem realizando treinos periódicos a fim de preparar o corpo da melhor maneira possível para esta competição, que é a principal do país.
Caê Lima, treinador de Dechichi, comenta que ele é um atleta completo e isso foi fundamental para que conseguisse se manter entre os primeiros em todas as provas da competição. “Esse formato de torneio exige que o atleta esteja preparado para qualquer desafio e isso foi visto no último evento em que o workout teve uma predominância de movimentos ginásticos, que colocou o Fábio em vantagem perante os outros competidores”.
Com tantos títulos, Dechichi leva o nome de Poços para o cenário nacional do esporte. Para 2017, o foco do atleta está na classificação para o campeonato mundial de CrossFit. “Em fevereiro se iniciam as seletivas para o mundial, chamado CrossFit Games. A primeira etapa da seleção é o Open, onde todos os praticantes de CrossFit do mundo, desde iniciante até elite, podem participar. Destes, são selecionados os 10 melhores de cada região, no nosso caso a América Latina, para disputar o Regional em Dallas, no Texas. Este ano fiquei em 24ª posição na região, espero para 2017 conseguir ficar entre os 10 e participar da minha primeira competição mundial”, conta Dechichi.
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