segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Amistoso

“Foi realizado neste sábado dia 24 de setembro, um jogo amistoso entre o PROJETO BRINCANDO E APRENDENDO E O TIME BOLA NA REDE. O Projeto Brincando e Aprendendo  vêm acontecendo nas segundas , terças e quartas, nas dependências da escola CAIC Prof. Arino Ferreira Pinto. As aulas são ministradas pelo professor Alexandre Franco o qual lembra da importância da parceria com Departamento Municipal de Eletricidade. Destaca que, sem essa parceria seria impossível a realização do projeto.  Alexandre agradece também toda secretária de esporte e o professor Miro pela participação no amistoso.”

domingo, 16 de outubro de 2016

Ex-volante Marcus Vinícius fala de sua atuação na Caldense

Renan Muniz
Torcida Lama Verde

Poços de Caldas, MG - Marcus Vinícius, o “Marcão”, nasceu em Divisa Nova-MG e se mudou para Poços de Caldas ainda no início de sua adolescência. Oriundo do futebol de salão, jogou pela GM Costa e logo passou a fazer parte do juvenil do futebol de campo da Caldense. Teve sua chance no profissional, se destacou e sua carreira deslanchou. Vestiu a camisa e foi capitão de grandes clubes brasileiros, como Cruzeiro, Grêmio, Atlético-PR e Ponte Preta. Conquistou inúmeros títulos e levou o nome da Veterana nacionalmente.

Quais eram suas principais características como jogador?  Eu atuava como primeiro volante. Marcava bem, não era muito veloz, mas tinha uma técnica apurada. Conseguia passar a bola com qualidade e me impunha muito. Por ser alto, levava vantagem nas bolas aéreas. Às vezes ajudava o time com gols de cabeça e chutes de média distância. Nunca fui um craque, mas sempre fui um bom jogador.

Os volantes não aparecem muito para a torcida, mas exercem uma função crucial no esquema tático de qualquer treinador. Como você lidava com a responsabilidade de jogar nessa posição? O volante tem que proteger a zaga e os laterais, além de dar suporte ao meio campo. É uma posição onde não se pode perder a bola e nem errar passes e isso era um diferencial meu devido à base que tive no futsal. As jogadas se iniciam no meio e se o volante não souber municiar os meias com qualidade, o poder de criação de um time é prejudicado.

O que você poderia destacar da sua passagem na Caldense? Vesti a camisa da Veterana entre 1993 e 1996, fui emprestado para a Ponte e posteriormente retornei em 1998. Vivi com grandes jogadores, como Tostão, Dácio, Fusquilo, Paulista, Russo e Esquerdinha. Atletas repletos de qualidades que representavam bem o clube. Sempre brigávamos na ponta da tabela, inclusive em 1996 ficamos em terceiro lugar no Mineiro e fomos campeões do interior. Esse era o diferencial da Caldense, montava bons times e dava valor para os jovens da cidade como eu, o Paulista e mais pra frente o Gustavinho.

Qual o seu gol inesquecível pela Veterana? Foi em uma partida contra o Cruzeiro no Ronaldão, estávamos perdendo por 2x1. Faltavam trinta segundos para o jogo acabar e saiu uma falta pra gente na lateral do campo do gol do placar. Foi todo mundo pra área e quando veio o cruzamento consegui subir no segundo pau e marcar o gol de empate. Na época o Cruzeiro tinha um time maravilhoso, muito superior ao nosso, mas jogamos muito esse dia e não merecíamos perder.

Tem alguma partida que não sai da sua memória? Tive a oportunidade, logo no meu segundo jogo como profissional, de enfrentar o Cruzeiro em pleno Mineirão. Na época eles tinham Marco Antônio Boiadeiro, Ademir e vários jogadores de qualidade. E eu fiquei com a responsabilidade de marcar o Palinha, foi surreal. Eu era tão fã dele que antes de o jogo começar deu vontade de pedir pra tirar uma foto com ele (risos). No fim acabamos perdendo por 2x1 e o Palinha fez um dos gols (risos).

Como foi sua carreira pós Caldense? Em 1999 fui contratado pelo Atlético-PR. Cheguei no início da Arena da Baixada e fiquei lá por três anos, conquistamos muitos títulos. Em seguida, me transferi para o Cruzeiro onde vivi minha melhor fase, ganhamos tudo. Joguei com Marcelo Ramos, Muller, Alex, Sorín, Cris, Maicon e vários jogadores de renome. Com certeza Deus me deu mais do que imaginei.

Como tem sido sua vida desde que pendurou as chuteiras? Depois que parei de jogar me tornei diretor de futebol e trabalhei um tempo na Ponte Preta, mas hoje estou afastado do esporte, quero dar uma descansada. Queira ou não, fiquei 20 anos nesse ramo e é uma atividade que te deixa longe da família, cada hora você está em uma cidade. É o preço que paguei, foi o que escolhi fazer. Agora estou dando mais valor aos familiares e vivendo momentos com eles.

No meio do futebol sempre acontecem histórias engraçadas, você se lembra de alguma? Havia um jogador no nosso elenco chamado Russo, era um zagueiro sem muita técnica, mas muito batalhador. Certa vez fomos jogar contra o Cruzeiro e saímos perdendo o primeiro tempo por 3x0. Quando estávamos indo para o vestiário, no intervalo da partida, o Russo me falou: “Marcão, ainda faltam 45 minutos e já tá três, estamos mortos!”. Mas no segundo tempo o Cruzeiro tirou o pé e só levamos mais um (risos).
A gente teve também um treinador que escalava o time baseado em seus sonhos. Uma vez ele sonhou que um jogador nosso não iria jogar bem e resolveu não escalá-lo para o jogo. Eu ficava torcendo para ele não sonhar comigo, porque senão você dorme titular e acorda reserva, aí não dá né! Ele tinha era que sonhar com os números da mega-sena (risos).

Já tem alguns anos que você parou de jogar pela Caldense, mas até hoje ainda é muito lembrado pelos torcedores. O que representa para você ter esse reconhecimento?
É muito legal, até porque tenho muitos amigos em Poços e sempre estou na cidade. Aonde vou sou bem tratado e o pessoal sempre lembra de mim. Se não me engano fui um dos últimos jogadores que saiu da Veterana e foi para um clube maior. Penso que esse reconhecimento vem principalmente por eu ter levado o nome da Caldense Brasil afora. A Caldense mudou o percurso da minha vida. Eu era um menino de origem humilde que sonhava em ser jogador e a Caldense me deu vitrine para o esporte. Por onde eu passei, houve a referência: o Marcus Vinícius da Caldense.

Mary Ortega é destaque na travessia Trirex

Poços de Caldas, MG - Nos últimos finais de semana, a atleta poços-caldense Mary Ortega esteve participando de duas competições. Uma em Mococa-SP, em quatro provas no Torneiro Regional Paulista, e outra em Brotas, na Maratona Aquática da Trirex.
Em Mococa ela ganhou quatro medalhas – bronze nos 50 m borboleta, ouro nos 50 m costas, prata nos 100 m borboleta e outro nos 400 m livres. Esta competição está no calendário de preparação da nadadora para o Sul-americano no Uruguai.
Já em Brotas, a atleta, representando a Unisanta pela primeira vez, nadou uma travessia, com 3 km e 3 boias.
Os competidores  tinham que fazer duas voltas totalizando 3 km. A estratégia de Mary foi já iniciar em ritmo forte para conseguir abrir o pelotão.
“Foi uma prova bem dura para mim, não estou acostumada a nadar grandes distâncias, pois meu foco são as provas curtas em piscina. O treinamento para nadar maratonas e travessias é extremamente desgastante. Fui feliz em conseguir chegar em 2° lugar no geral feminino, tive inúmeras dificuldade durante os 3 km por não ter experiência alguma neste tipo de prova. Era difícil enxergar as boias e na largada eu levei muitas cotoveladas e chutes. Durante os primeiros1500 metros tive a sorte de pegar o vácuo de um nadador mais experiente que eu, depois acabei ultrapassando e me distanciando para conseguir completar a prova com tranquilidade”, conta ela.
Mary Ortega agora participa, no próximo dia 22, em Limeira-SP, da última competição que antecede seu objetivo principal, que é o Campeonato Sul-americano da categoria 19 a 25 anos, na cidade de Maldonado, no Uruguai, que começa em 7 de novembro.
A atleta é patrocinada pela Mineração Curimbaba e Ortega Veículos.

sábado, 15 de outubro de 2016

Megacycle termina hoje com sucesso de público

Poços de Caldas, MG - O final de semana está sendo bastante movimentado na cidade com a realização do Megacycle. A competição reuniu aproximadamente 15 mil pessoas e termina neste domingo com um balanço muito positivo. O evento motociclístico teve mais de 20 shows e o dobro da área mobilizada para motociclistas e motoclubes.
O Megacycle chegou a Poços com grandes expectativas neste terceiro ano consecutivo de evento. Poços representa a região que mais cresceu em volume de motociclistas de alta cilindrada no Brasil. A proximidade com cidades do interior paulista, como Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Campinas, entre outras, faz dela um atrativo a mais para o sucesso do evento.
O Megacycle teve shows de rock´n’roll, com palco especial com os melhores covers de Guns´n Roses, Elvis Presley, Creedence e outros clássicos do rock e blues. Aconteceu também shows de Wheeling, Zerinho, Rally de Motos Clássicas dos anos 70 a 90, competição no Dinamômetro, Casamento de Verdade, Eleição da Garota Megacycle e boate.

Casamento

Um dos pontos mais marcantes do Megacycle foi a cerimônia de casamento de Gisele e Júlio, acontecida ontem. Depois de um longo namoro, os motociclistas finalmente decidiram se casar e escolheram o Megacycle para este grande acontecimento da vida deles. “Fiquei louca com a ideia de nos casarmos no Megacycle, queria uma cerimônia que combinasse com nosso estilo de liberdade e isso a motocicleta e o evento representam muito bem”, comenta a noiva.

Poços está sediando o 3° Encontro de Slackline

Poços de Caldas, MG - Neste final de semana, a cidade está sediando o 3° Encontro de Slackline.
O evento acontece até hoje na praça da Urca e faz parte da 3ª etapa do Circuito Sul-mineiro de Slackline. Unindo praticantes de todas as regiões, o encontro conta com competições de trickline nas categorias feminino, iniciante, amador e profissional com premiações para os três primeiros colocados de cada categoria.
O encontro é aberto ao público e oferece uma ótima estrutura, com camiseta para competidores, alojamento para participantes de outras cidades, mesa de frutas nos dias, música ao vivo, várias intervenções artísticas e culturais, sorteios de brindes, entre outros. O encontro é promovido pela Vulcano Slacklife, equipe fundada pelos praticantes de Poços.
O slackline surgiu nos Estados Unidos na década de 80, com um grupo de montanhistas. No Brasil, o esporte virou febre nas praias do Rio de Janeiro em 2010 e espalhou-se pelo país.
O  Encontro de Slackline tem apoio da Secretaria Municipal de Esportes.

Termina a primeira fase do Campeonato Master sub-40 da Liga Poços-caldense

Poços de Caldas, MG - Foram realizadas na tarde de ontem os últimos jogos da fase classificatória do Campeonato Master da Liga Poços-caldense de Futebol. No próximo final de semana começam os jogos da fase semifinal. Confira os resultados de ontem: Bom Sucesso 1x0 Fazenda Chqueirão, São José de Palmeiral 1x0 Dom Bosco e Caldense 5x2 Guanabara de Botelhos. O Mantiqueira acompanhou o jogo  entre Paraíso Country Clube 2x1 Social/Madeireira do Edinho.

Alex Joaquim se prepara para mais uma temporada à frente da Caldense

Poços de Caldas, MG - Com a mudança na diretoria da Caldense, muitas incertezas e especulações pairaram sobre o futebol profissional. Com a eleição de Antônio Bento Gonçalves para a presidência do clube ficou a dúvida de como seriam direcionados os trabalhos para a temporada 2017. Um dos primeiros passos do novo presidente foi a manutenção do gerente de futebol Alex Joaquim. O diretor de marketing Victor Hugo também pesou muito na continuação de Joaquim no futebol. Ele terá pela frente a missão de montar o elenco ao lado do treinador Thiago Oliveira, que chega a Poços de Caldas na próxima terça-feira.

Conquistas

Alex é o gerente de futebol com mais conquistas pela Caldense. Ele foi campeão mineiro em 2002, classificou o time para a Copa Sul-Minas em 2002, foi campeão do interior em 2002, 2004 e 20015, vice-campeão mineiro em 2016, classificou o time para Copa do Brasil em 2003, 2005, 2014, 2016 e 2017 e classificamos o time  para o Campeonato Brasileiro de 2015, 2016 e 2017.

 A ligação com o clube


Alex Joaquim cresceu no meio do futebol, ao lado do pai Jânio Joaquim, com quem aprendeu os segredos para ser um bom dirigente. O fato de ser filho de Jânio Joaquim acaba trazendo comparações que Alex muitas vezes descarta. “Acompanhei meu pai desde muito pequeno até os últimos dias de vida dele. Sei que ele era linha dura, não fugia de uma polêmica e de uma boa briga, porém, eu sou outra pessoa e tenho minha própria personalidade. Alex conversou com o Mantiqueira e disse como pretende trabalhar com a nova diretoria e acredita que o desafio agora é maior que nos anos anteriores.

Mantiqueira - Como você recebeu a notícia de que seu trabalho teria continuidade à frente do futebol profissional da Caldense?
Alex Joaquim - Tenho que agradecer muito ao sr. Antônio Bento Gonçalves e a toda diretoria que confiou no meu trabalho. Faço um trabalho que vem dando certo há anos na Caldense e no meu ponto de vista não teria porque eles mudarem uma coisa que vem dando certo. A Caldense evoluiu muito no futebol e acho que agora minha responsabilidade aumenta mais este ano. Teremos três competições pela frente, Campeonato Mineiro, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro da Série D, e temos muitos projetos para ajudar a Caldense a subir nesta temporada da Série C do Brasileiro.

Mantiqueira - Como será feita a montagem do novo elenco da Caldense?
Alex Joaquim - Estou correndo atrás. Tive pouco tempo para pensar nisto, pois faz apenas uma semana que fui confirmado no cargo. A prioridade foi a comissão técnica e consegui acertar com o Thiago Oliveira e agora estou esperando ele chegar em Poços de Caldas para sentarmos com o sr. Toninho, o Victor Hugo e o Marcelo Salles. Esta reunião será muito importante porque eles vão passar para nós o orçamento que teremos disponível para trabalhar e as margens que teremos para montar o time para a temporada.

Mantiqueira - Mesmo na incerteza de ficar no cargo, você chegou a sondar o mercado?
Alex Joaquim - Sou um homem do futebol e independente se ficasse ou não estudei várias possibilidades de jogadores. Já tinha uma mentalidade do que queria trazer para a Caldense, assim como o técnico Thiago Oliveira tem sua mentalidade e sua lista de jogadores de confiança. Como disse, vamos sentar com a diretoria terça-feira e ver as listas que fiz e que o Oliveira fez e montar a equipe para 2017.

Mantiqueira - O Marcelo Salles é um nome cotadíssimo para assumir a Secretaria Municipal de Esportes no governo do prefeito Sérgio Azevedo. Como você vê esta possibilidade, já que se trata do vice-presidente da Caldense a partir de janeiro. A Caldense teria mais facilidades caso ele seja realmente o secretário?
Alex Joaquim - Acredito que se o Marcelo for o secretário a Caldense realmente ganharia muito, pois teria um contato bem próximo com a administração. Uma pessoa ligada ao clube dentro da Secretaria seria muito bom e realmente o nome do Marcelo vem sendo bem cotado. Vamos torcer porque ajudaria muito, principalmente buscar alguma melhoria para o estádio Ronaldão. Foi uma das minhas exigências ao sr. Toninho. Pedi para que buscassem um meio de melhorar o campo onde mandamos nossos jogos e o sr. Toninho já enviou um ofício para a prefeitura solicitando a interdição do estádio para que se comece uma reforma no gramado do Ronaldão até o mês de janeiro. Este trabalho seria por conta do sr. Toninho e parece que está aguardando apenas uma confirmação da prefeitura para que esta reforma comece.

Mantiqueira - Você já está na Caldense há quantas temporadas?
Alex Joaquim - Cheguei na Caldense em 2002, antes do Campeonato Mineiro e até mesmo antes do meu pai. Vim a pedido do Laércio Martins e estou até hoje. São 14 anos de muita dedicação ao clube. Sou gerente de futebol desde 2011, quando a equipe passava por uma situação bem difícil dentro da temporada e o sr. Toninho me chamou. Graças a Deus vem dando certo. A Caldense conseguiu crescer muito, fomos vice-campeões de Minas. Num espaço de quatro anos jogamos a Copa do Brasil três vezes, vamos para o terceiro Brasileiro consecutivo. Vejo uma evolução dentro do futebol e não fiz nada sozinho. Agradeço a todos que passaram por aqui. Hoje apenas eu continuo, mas todos têm uma parcela no sucesso da Caldense e espero uma sequência no bom trabalho que vinha sendo feito e novamente termos uma temporada muito boa em 2017.

Mantiqueira - Ainda existem comparações entre seu trabalho e de seu pai à frente da Caldense?
Alex Joaquim – Sempre vai ter. No meu caso é uma responsabilidade muito grande, pois além de assumir o lugar do meu pai, estou, acima de tudo, ocupando um cargo que foi de um dos maiores dirigentes do interior mineiro.

Mantiqueira – Você trabalhou 12 anos diretamente com Jânio Joaquim. No que você acredita que isto te ajuda?
Alex Joaquim – Meu pai tinha uma liderança muito grande e sabia lidar bem com as responsabilidades. Sempre procurou realizar seu trabalho da melhor forma possível. Era um cara polêmico, porém, muito honesto com os jogadores dentro do campo. Todos gostavam dele e da maneira sincera que tratava as pessoas. Procurei tirar proveito deste lado. Ele tinha muitas virtudes e fez uma linda passagem pelo mundo do futebol, principalmente no interior de Minas, e até do Brasil. Meu pai teve uma vida inteira de dedicação ao futebol e foi um homem da bola. Não havia como não aprender alguma coisa com ele. Nasci no mundo da bola, cresci na beira de um campo de futebol. A princípio eu queria ser jogador, isso aos 10 anos de idade, e desde então acompanhei ele em vários times. Neste período houve uma separação, devido aos compromissos profissionais, mas na maioria do tempo a gente estava junto. Ele sempre me mostrou os caminhos, me indicou pessoas, me apresentou empresários e jogadores e acho que agora tudo isso será muito útil.

Mantiqueira - Voltando a falar do novo time para 2017. Como será a pré-temporada?
Alex Joaquim - O time se apresenta dia primeiro de dezembro e acredito que antes do Natal faremos dois jogos-treinos e depois em janeiro mais três.

Mantiqueira - Quais as expectativas para o próximo campeonato mineiro?
Alex Joaquim - A cada ano as dificuldades aumentam e 2017 não vai fugir à regra. A TV deve aumentar o dinheiro para os clubes e com isto é lógico que muitos times irão fazer grandes investimentos. Isto vai subir o nível da competição, mas quem ganha é o torcedor, que terá um grande campeonato mineiro.