sábado, 5 de novembro de 2016

Escolinha de goleiros da Coopoços comemora um ano

Poços de Caldas, MG - Dizem que onde o goleiro joga não nasce nem grama. A posição é ingrata e se ele faz uma defesa fantástica e salvadora, para muitos não fez mais que sua obrigação, porém, se toma um “frango”, ou “peru” - linguajar de boleiros para um gol defensável - é motivo de revolta de todos, torcida e jogadores. Mas tudo isto não tira a paixão pela posição de um grupo de meninos da escolinha de goleiros da Coopoços. Tendo como ídolos nomes como Rogério Ceni, Cássio, Manuel Neuer, da Alemanha, entre outros, eles treinam com o ex-goleiro profissional José Carlos Quiciri e sonham seguirem adiante nesta ingrata, mas adorada posição.
A escolinha de goleiros da Coopoços está completando um ano e veio para sanar um sério problema encontrado pelos professores com os meninos que gostam da posição. “A maioria apresenta muitos problemas, como saída de gol, reposição de bola, a hora certa de caírem para uma defesa e com isto acabam levando gols defensáveis. A vinda do José Carlos, experiente na área e que já foi profissional, nos ajudou muito neste sentido e estamos vendo uma grande melhora em nossos meninos durante o período em que a escolinha de goleiros foi ativada”, disse o professor Paulista, um dos idealizadores e criadores da escolinha da Coopoços.
O Mantiqueira acompanhou um dos treinos durante a semana e viu que os meninos são bastante exigidos pelo professor Quiciri. São chutes, treinos técnicos, com obstáculos, enfim, tudo que um goleiro de um time profissional faz nos treinos os meninos da Coopoços também fazem. “Estamos fazendo um trabalho que está tendo resultados muitos satisfatórios. Procuramos dar treinos específicos para os meninos e todos estão rendendo muito”, falou Quiciri, lembrando que devido às dificuldades da posição os treinos de goleiros precisam ser diferenciados e muito bem planejados para que os meninos que estão começando se sintam melhores quando estiverem  jogando. A escolinha está trabalhando com três grupos de meninos. Quiciri trabalha a iniciação com meninos de 7 a 10 anos, depois vem o segundo grupo com meninos de 10 a 13 anos e, finalizando, um grupo com os de 13 anos em diante. Cada faixa etária tem seus treinos específicos e com isto todos conseguem atingir um bom nível técnico. Atualmente a escolinha está trabalhando com 22 goleiros.

Goleiro profissional

A escolha de José Carlos Quiciri para trabalhar com os goleiros da escolinha não foi por acaso. Formado nas bases da Caldense em 2005, Quiciri atuou em times de São Paulo, Santa Catarina e Paraná. “Tive a oportunidade de jogar por alguns anos como goleiro profissional e isto me ajuda muito hoje a ensinar os meninos. Formei e me especializei na área e hoje estou muito feliz com esta função”, finalizou Quiciri.

Caldense contrata meio-campista Leandro Oliveira

A diretoria da Associação Atlética Caldense anuncia a contratação do meio-campista ofensivo Leandro Oliveira, que estava no Bragantino. Leandro tem 28 anos e já passou por clubes como Londrina, Rio Claro, São Caetano, Santa Cruz e Ituano. Fora do país, vestiu as camisas do Thespa kusatsu, do Japão, e Al-Faisaly, da Arábia Saudita. Ele será apresentado oficialmente, com todo o restante do elenco da Veterana, no dia 29 de novembro, às 16 horas, no C.T. Ninho dos Periquitos, em Poços de Caldas.

Com seis atletas de Poços, Brasil é campeão sul-americano feminino de cricket

Poços de Caldas, MG - A seleção brasileira feminina de cricket acaba de conquistar, no Rio de Janeiro, o bicampeonato sul-americano. É o segundo título consecutivo das meninas do Brasil, que tiveram em sua formação seis jogadoras de Poços de Caldas. A poços-caldense Roberta Moretti Avery foi eleita a melhor jogadora e a melhor arremessadora da competição. “O campeonato foi um desafio para nós porque precisávamos assegurar que nossa performance de 2015 fosse melhorada para manter o bicampeonato. A argentina está renovando a equipe, então não conhecíamos todas as jogadoras. Mas esse foi o primeiro campeonato que participei e conseguimos manter a invencibilidade”, disse Roberta, que destacou o espírito de equipe do grupo. “Começamos fortes desde o principio, com uma mistura de jogadoras jovens e experientes e essa mescla deu resultado. De forma sólida conseguimos a vitória na final”, falou Roberta. “Estou muito orgulhosa de fazer parte dessa equipe, com mais cinco meninas do nosso projeto - pois aprendemos juntas e em pouco tempo conseguimos alcançar o nível para ser parte da equipe”, continuou.
Sobre ser a melhor jogadora do campeonato, Roberta disse que ficou bastante honrada, porém, tudo foi possível graças à força da equipe. “No cricket somente há estrutura para ganhar individualmente se a equipe é forte coletivamente. Então acredito que foi um grande esforço pessoal, com mérito de toda a equipe”, finalizou Roberta.  
Na decisão o Brasil derrotou a Argentina por 152 a 95. A equipe campeã venceu seus cinco jogos na competição com muita facilidade. O professor Matt Featherstone, um dos responsáveis pela implantação do esporte em Poços de Caldas, comemora o resultado e, principalmente, o fato das seis atletas da cidade que representaram o Brasil na conquista terem surgido nos projetos locais. “Estou muito feliz com esta conquista e queremos mais. Acredito que nosso nível técnico sobe a cada dia e a cada competição e com isto nossas atletas vão representar sempre o Brasil com muito brilhantismo”, disse Featherstone. O projeto de cricket em Poços de Caldas tem apoio da Secretaria Municipal de Esportes, Associação Atlética Caldense, Hotel Minas Gerais, Rotary Club, Nexo e DME. “Todo este pessoal está ajudando o crescimento do projeto. Acredito que em no máximo quatro anos nosso cricket estará em seu melhor nível e com isto mais e mais meninos vão praticar a modalidade”, finalizou Featherstone. A próxima competição será a Copa América e a equipe vai enfrentar outras mais fortes que as sul-americanas. O Brasil enfrentará times como Estados Unidos e Canadá.

“O bom atleta se destaca nas competições”, diz professor Júlio

Poços de Caldas, MG - Na entrevista especial deste domingo o professor Júlio Cesar Freitas, da Caldense, fala sobre a temporada do basquete que está se encerrando. O time sub-15 foi a grande sensação, vencendo 31 jogos em 32 disputados, e estará neste mês na fase estadual do Campeonato Mineiro em Uberlândia. Freitas fala ainda sobre a parceria com Raul Togni Filho, a revelações do basquete local e NBA. Também critica a falta de estrutura da cidade, pedindo que o novo secretário de Esportes olhe com carinho para a formação de jovens e invista em professores.

Mantiqueira - Este ano o basquete da Caldense conquistou resultados importantes. Como você viu este desempenho dos meninos do clube?

Júlio César Freitas - Foram várias conquistas numa temporada que ainda nem acabou. Nosso time sub-15 foi um dos destaques, fazendo 32 partidas e vencendo 31 jogos. Estes meninos jogaram Lidarp, Joju e Campeonato Mineiro e perder apenas uma partida é um feito e tanto, se for contar que a derrota que tivemos foi para o Praia Clube, que é um time de referência no Estado, favorito ao título, junto com o Minas Tênis Clube e Ginástico pelo título do Campeonato Mineiro. Vale destacar ainda que este time sub-15 é formado por meninos com estatura bem mais baixa em relação aos outros, porém, deu química nas mãos do Raul Togni Filho e por isto foi tão bem em toda a temporada. No sub-17 fomos campeões da Lidarp, perdemos a semifinal do Joju numa partida atípica para Varginha. Aliás, foi o único jogo que perdemos para eles durante todo o ano. O sub-13, um time mais novo ainda, conseguiu um bom segundo lugar ao perder para Machado, que tradicionalmente investe nas primeiras categorias de competição e por isto sempre monta equipes muito fortes nestas faixas etárias mais novas. Destaca-se que Machado foi campeão estadual no sub-13 e mesmo assim os meninos da Caldense conseguiram fazer jogos equilibrados com eles.

Mantiqueira - A Caldense tem uma fase de estadual sub-15 este mês. Como você acredita que este time entra neste campeonato?

Júlio César Freitas - Nos classificamos na primeira colocação na fase regional, agora vamos para Uberlândia para a fase estadual, que acontece entre os dias 23 a 27 deste mês. A competição terá um grande nível técnico reunindo pelo menos três times de Belo Horizonte, o Praia Clube, Juiz de Fora, algum time da região de Monte Claros, enfim, teremos de seis a oito times disputando o título mineiro. É um campeonato difícil, mas vamos com o pensamento de representar a Caldense e Poços de Caldas da melhor maneira possível.

Mantiqueira - E as meninas? Como foi o desempenho delas?

Júlio César Freitas - Os resultados em quadra não foram tão bons, mas foi um ano de reestruturação. Tivemos a chegada do professor Felipe, que é jovem, tem novas ideias e veio para ajudar a incrementar este trabalho com as garotas do basquete da Caldense. Tínhamos 10 meninas praticando a modalidade e hoje são 38 e a meta é chegar a, pelo menos, 60.

Mantiqueira - Tradicionalmente o basquete revela bons valores no basquete. Como você viu o ano em relação a este trabalho?

Júlio César Freitas - Foi um ano em que mais uma vez conseguimos revelar atletas, sendo que alguns já têm propostas para irem para outros clubes e outros com projeção de saírem e buscarem seus espaços. Nosso plano é que os meninos sempre se destaquem naturalmente. Não aconselhamos que nossos meninos saiam fazendo testes por aí. O bom atleta se destaca nas competições naturalmente e com isto o interesse aparece. Este ano tivemos dois meninos que saíram. Os irmãos Alexandre Abrão Gracioso e Júlia Abrão Gracioso, que foram para o Guarulhos. São meninos com grande potencial e podem ter uma carreira de muito sucesso no basquete. Neste final de ano esperamos que alguns de nossos atletas também consigam chamar a atenção de clubes e buscarem seus espaços ainda neste final de temporada. De maneira alguma vamos segurar jogador, pelo contrário, queremos que eles tenham oportunidades melhores. Claro que se quiserem ficar conosco seria muito bom, mas isto tem que ser opção deles. Não temos estrutura nem recursos financeiros para mantê-los, seria incoerência segurá-los.

Mantiqueira - Durante os treinos é visível o grande número de meninos interessados no basquete. Este aumento é real na sua visão?

Júlio César Freitas - Com certeza houve um aumento de praticantes de basquete dentro do clube. A nossa escolinha chegou a ter quase 70 meninos, as turmas precisaram ser divididas e se tivéssemos mais uma quadra no clube nos horários das aulas da escolinha este número certamente seria expandido bastante. O que me deixa feliz é que os meninos que estão treinando conosco fazem futebol, vôlei, cricket, enfim, outros esportes, e mesmo assim se interessaram pelo basquete. O interesse deles por vários esportes é uma coisa muito positiva e certamente lá na frente vão decidir qual seguir.

Mantiqueira - Qual a importância da chegada de Raul Togni Filho para auxiliar seu trabalho?

Júlio César Freitas - É um cara que tem um amor muito grande pelo basquete e pelo clube, tanto que mesmo antes de ser contratado veio dois meses diretos acompanhar e ajudar o trabalho, mesmo sem receber nada por isto. A vinda do Raul é um presente para a cidade porque é um profissional que poderia estar trabalhando em qualquer time da NBA devido a toda sua capacidade e conhecimento. O Raul caiu como uma luva para os meninos da Caldense devido aos seus valores. Tem muito conhecimento no trabalho de base, tem valores e caráter indiscutíveis e tem muito para passar para nossos meninos e nosso esporte. Acredito que a principal conquista da Caldense nos últimos anos no basquete foi a vinda dele para o clube. Tem ainda a questão da proximidade com o Raulzinho, que é um canal muito direto com a NBA. Temos uma realidade muito íntima da NBA e isto ajuda muito nossos conhecimentos. Saber o que está acontecendo no melhor basquete do mundo é um diferencial para nossa comissão técnica e isto é sensacional. Sem contar que o Raulzinho é dono de uma humildade muito grande, quando está em Poços vem na Caldense ver os meninos treinarem, atende a todos com muita simpatia e isto é maravilhoso. É um exemplo de um aluno que saiu das quadras de basquete da Caldense e não existe nada mais motivador que isto para os jovens que estão dando seus primeiros passos no esporte.

Mantiqueira - Como o basquete apareceu na sua vida?

Júlio César Freitas - Comecei a jogar basquete na escola com o professor Marcelinho. Foi ele que me indicou para a Caldense e comecei a treinar com o Luiz Cagnani, o Zinho, uma referência história para o basquete da Caldense, e é um nome que sempre faço questão de colocar em evidência. Era um baita conhecedor do esporte, estudioso, e até hoje muita coisa do que ele ensinava permanece mesmo depois de 30 anos. Treinei ainda com o Edson, Jorge Bambini e o Tião Brochado, que foi o cara que eu substitui, e por ele tenho uma grande gratidão, por tudo que me ensinou. Somos amigos até hoje e sempre conversamos muito sobre vários assuntos e, claro, de basquete. São 30 anos como jogador e técnico dentro da Caldense. O começo foi muito difícil, muito jovem, fazendo faculdade, não tínhamos acesso a internet e o conhecimento que temos nos dias de hoje, mas com muito amor não deixei de correr atrás, fazer as coisas que precisava fazer, errando, acertando e hoje sou muito feliz de poder ter escrito uma história dentro de clube com várias gerações. Umas tiveram mais conquistas, outras menos, mas o que me deixa feliz é encontrar com cada um deles e ouvir que aprenderam valores importantes com nossa filosofia de trabalho e isto até hoje é muito motivador para continuar. Claro que queria que tivéssemos mais Raulzinhos aqui, mas fico orgulhoso pelo Raulzinho, pelo Otávio, Romeu, Fumaça, o Léo Zanon, que hoje é árbitro reconhecido de futebol, que foi nosso atleta de deixou um legado aqui dentro, enfim, de tantos outros que passaram por aqui e é até injusto falar nomes, mas não tem como deixar de ficar orgulhoso pelos meninos que se tornaram homens e depois bons pais e pensar que tenho uma participação na sua formação. Faço questão de deixar a memória de todos sempre viva aqui dentro e no nosso dia a dia sempre cito todos que passaram aqui para que os meninos vejam a importância que o esporte tem na formação de um cidadão. Destaco sempre a postura, os valores, as conquistas, a liderança, enfim, tudo de positivo que fizeram e os valores de vida.

Mantiqueira - Qual o grande rival do basquete da Caldense na região?

Júlio César Freitas - Fico muito feliz em falar deste assunto. Já tivemos Lavras como principal rival, depois Varginha, São Lourenço, sempre uma pedra no sapato. Hoje os grandes adversários são Varginha e Machado, que fazem trabalhos contínuos e dão muito trabalho dentro de quadra. Existe um grande respeito mútuo e a rivalidade é apenas dentro da quadra, um quer vencer o outro, mas depois somos todos amigos e estamos próximos no sentido de troca de ideias, experiência e discutir melhorias para o basquete da região. Nossa conclusão é que precisamos ser adversários, rivais, mas longe de sermos inimigos. O respeito e a admiração são mútuos.

Mantiqueira - O sonho do atleta é sempre mudar de ares, buscar um time maior, mais estrutura. E o professor Júlio, ainda busca este objetivo também?

Júlio César Freitas - Tenho o sonho de uma melhor estrutura para trabalhar, oferecer para os meninos. A gente percebe que o basquete tem muito para crescer em Poços de Caldas, poderia ser muito maior, mas ficou sempre muito restrito à Caldense. Outros locais da cidade começaram trabalhos, porém, sem a intensidade e continuidade que a Caldense vem tendo. Ainda queria ter uma oportunidade com equipes estruturadas, outras cidades, conhecer outras realidades, mas, acima de tudo, o grande sonho é continuar levando para os garotos uma metáfora de vida de que o basquete é um jogo, mas que ele é muito mais que isto. O basquete eterniza as pessoas, eterniza momentos, conquistas, e esta é a mensagem que levarei comigo até o final. “Que nossos meninos não vejam o esporte como uma oportunidade de apenas ganharem uma medalha, um título, um troféu de forma isolada, mas que junto das vitórias no esporte venham os amigos, valores e uma boa referência, para assim eternizarem cada momento de suas vidas”. Se pensarem assim certamente terão muita coisa para contar em suas vidas.

 Mantiqueira - Poços tem poucos locais para se praticar basquete. Como você vê este cenário?

Júlio César Freitas - Escutamos muito que Poços de Caldas tem uma estrutura invejável, mas não concordo muito com isto. Podemos melhorar muito em vários aspectos. Temos boas quadras, mas temos carências. O parque municipal, um espaço público que possui quadra de basquete, mas esta quadra precisa de melhorias. A cidade precisaria criar outros centros para a prática do basquete e, claro, o principal, profissionais para trabalhar com os jovens. Com mais professores, não só o basquete, no geral, acredito que teríamos muito mais resultados e muita coisa bacana poderia acontecer para o esporte de Poços de Caldas. Espero que o próximo secretário pense nesta questão e volte aos trabalhos de iniciação esportiva, voltem os festivais, os campeonatos municipais para gerar uma competitividade dentro da cidade e melhorar nossos resultados em termos estaduais.

Mantiqueira - Como é seu trabalho nas escolas da cidade?

Júlio César Freitas - Tenho o maior orgulho deste trabalho, lidar com meninos de 7 a 17 anos, mas também indo para o lado crítico acho que este trabalho poderia ainda ser melhor se tivéssemos outros locais de competição. As escolas que possuem alunos/atletas treinando na Caldense participam das competições, mas a grande maioria que não tem, não participa, e com isto não revela seus valores. Deveria existir um professor nos bairros fazendo um trabalho, alguém num ginásio mais próximo melhorando isto. Então, é muito bom, mas poderia ser muito melhor.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Cavaleiro de Poços é campeão paulista em Colina

Poços de Caldas, MG – Sábado (22), aconteceu no Haras Cedro da Colina, na cidade de Colina-SP, o Campeonato Paulista/2016, sendo a última etapa do Campeonato Associação Brasileira de Hipismo Rural (ABHIR) de Concurso Completo de Equitação (CCE). A prova foi válida para os rankings brasileiro, da ABHIR e da Federação Paulista de Hipismo.
O Campeonato Paulista acontece uma vez por ano e vale um título. A prova reuniu dezenas de conjuntos de várias cidades do Brasil. Foi uma prova bem disputada em diversas categorias. O cavaleiro poços-caldense Otávio César Tomé de Castro esteve presente no evento, sagrando-se campeão paulista pelo quarto ano consecutivo, na categoria Graduados, montando sua égua Polly Pocket. Ele ainda ficou com o vice-campeonato de Adestramento, obtendo uma excelente pontuação e sendo extremamente elogiado pela juíza Julie Purgly, que avaliou sua prova.
No Cross Country foi novamente o único cavaleiro a colocar o cross dentro do tempo, baixando 20 segundos em sua categoria. O Concurso Completo reúne três modalidades: Adestramento, Salto Clássico e o Cross Country, denominando-se o triatlo equestre, que torna as provas bem difíceis e muito disputadas.
Otávio César agradece seus patrocinadores e incentivadores Hipermercado San Michel, Sudeste Móveis Escolares, Jornal da Mantiqueira, Prefeitura Municipal de Poços de Caldas, Secretaria de Esportes, Grupo DME, Soma Hyundai e a Lei do Incentivo ao Esporte, através do seu incentivador Hotel Nacional Inn e ao seu professor e técnico Mazinho.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Gramado do Ronaldão começa a receber melhorias e estádio fica interditado

Poços de Caldas, MG - Tiveram início, na manhã de ontem, as obras de melhorias no gramado do estádio municipal Dr. Ronaldo Junqueira. Funcionários da Caldense e da Secretaria Municipal de Esportes trabalham em conjunto no local. Eles não quiseram conversar com a reportagem, porém, o Mantiqueira apurou que os trabalhos não têm prazo para terminar. O clube está encarregado de colocar terra e uma areia própria para o gramado. Está prevista a colocação de mais de 20 caminhões de areia e uma tonelada de adubo. A Secretaria de Esportes e sua equipe técnica ficarão encarregadas da parte de irrigação. A previsão é que este trabalho recupere o gramado e o deixe em boas condições de receber os jogos da Caldense em casa.
A reforma que está sendo realizada é a principal, desde a abertura do estádio, dia 4 de setembro de 1979, com a partida entre Caldense e Corinthians.

Utilização

O estádio deverá receber os treinos da Caldense para o Campeonato Mineiro de 2017 em meados de janeiro. Até lá nenhuma atividade esportiva será realizada no Ronaldão.
A estreia da Caldense está prevista para o último domingo de janeiro, porém, como a tabela não foi divulgada e sequer foi realizado o arbitral, não se sabe se o primeiro jogo da equipe será em Poços ou fora. O time terminou o último Campeonato Mineiro em quinto lugar e deverá mandar seis jogos da primeira fase no Ronaldão.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

II Copa Pio XII é realizada na Associação Atlética Caldense

Poços de Caldas,MG - A Associação Atlética Caldense está sediando a segunda Copa Pio XII de Futsal. A competição reúne as equipes do Colégio Pio XII, Azaléia Society e dois times da Caldense. Confira os jogos da primeira rodada, disputada na noite de ontem: Caldense A 8 x 2 Colégio Pio XII, Azaléia Society 4 x 1 Caldense B. As finais acontecem na próxima semana. “Este campeonato visa chamar a atenção pela falta de campeonatos para esta idade e queremos mudar este panorama. Os meninos que passam de 12, 13, 14 e 15 anos não existe competições em Poços para eles e queremos chamar a atenção para este fato. Esperamos que as autoridades pensem nisto e promovam campeonatos para esta faixa etária, disse Júnio Pereira, o Juninho, professor da Caldense,