terça-feira, 29 de novembro de 2016
Clube de Judô de Poços é campeão da 8ª etapa da Liga Sul-Mineira
Poços de Caldas, MG - O Clube de Judô de Poços de Caldas, sob o comando técnico do sensei Matsuo, sagrou-se campeão da 8ᵃ etapa da Liga Sul-Mineira de Judô. A equipe de Poços conquistou 65 medalhas, sendo 37 de ouro, 18 de prata e 12 de bronze. Com o resultado, o Clube de Judô foi campeão geral do ano de 2016 do circuito por ter conquistado o maior número de pódios e medalhas de ouro nas sete etapas da Liga. Os judocas que representaram a equipe de Poços são oriundos do Clube de Judô, comandado pelo sensei Matsuo e sensei Rafael Cunha, núcleos Juca Cobra, sensei Guilherme Giusti, sensei Claudio José Schmidt, núcleo ADC Alcoa, Esteferson Rodrigo, Projeto Judô na Escola, apoio DME, sensei Rodolfo Mataveli. O evento foi realizado domingo (27) no Clube ADC Alcoa ,que contou com a participação de 11 agremiações da região de Minas Gerais e São Paulo. Estiveram presentes judocas de Poços de Caldas, Itajubá, Varginha, Pouso Alegre, Andradas, Caxambú, Alfenas, Santo Antônio do Jardim-SP, Bauru-SP. “Não conseguimos superar meta em números de atletas, porém, os que aqui estiveram foram muito bem recebidos por nós e fizeram um grande espetáculo”, disse Anderson Carvalho, do Clube de Judô.
Vôlei de Poços é campeão da Liga Sanjoanense
Poços de Caldas, MG - A equipe infanto-juvenil de voleibol de Poços de Caldas sagrou-se campeã da Liga Sanjoanense no último domingo. O time, comandado pelo professor Alexandre Valverde, derrotou Itirapina na grande decisão por 3 sets a 0, parciais de 25x18, 24x26, 25x21 e 25x16. A decisão aconteceu na cidade de Brotas. Como o time de Itirapina fez campanha melhor, inclusive havia derrotado Poços na fase classificatória por 3x0, teve o direito de jogar em casa. “Apesar de contarmos com desfalques importantes por problemas particulares, os meninos souberam a importância da força de uma equipe unida e fizeram um jogo quase irretocável”, disse o professor Alexandre Valverde. “Tivemos o apoio durante o ano todo do grupo DME e da Secretaria Municipal de Esportes e isto foi muito importante para nossa grande campanha”, finalizou Valverde. Poços contou com os atletas, na decisão, Penachio, João Âmbar, Edson, Breno, Lobo, Tavão, Arthur, Zanetti, Renan, Diego e Cesário.
domingo, 27 de novembro de 2016
Sonho de ser jogador de futebol atrai meninos para peneira do Santos em Poços de Caldas
Poços de Caldas, MG - Movidos pelo sonho de se tornarem jogadores de futebol, meninos de Poços de Caldas e de várias partes da região se dirigiram até o campo da Yoorin, onde uma peneira com profissionais do Santos Futebol Clube foi realizada. Os treinos tiveram início sexta-feira e terminaram ontem. Os avaliadores do Santos que estiveram em Poços de Caldas foram Leandro Macagnan, técnico, Willian Ginghiini, treinador de goleiros, e Sandro Amaral, auxiliar técnico.
O professor William disse que já conhecia o trabalho de base feito na região e não pensou duas vezes em aceitar o convite para fazer a avaliação. “Todos os times grandes de São Paulo possuem pelo menos um atleta de Poços de Caldas ou da região e isto motiva a gente a vir na região fazer esta avaliação. É um trabalho de qualidade e sabemos que daqui podemos colher bons frutos”, disse o professor, que ressaltou que os dois dias de trabalho em Poços já deram uma mostra de que a região tem muitos talentos escondidos. “Estes meninos vieram para este peneirão pré-aprovados e todos mostraram um nível muito alto e certamente daqui vão sair alguns jogadores”, finalizou William.
Treinamento de goleiro - Pela primeira vez, os avaliadores voltaram suas atenções para os goleiros. Foram muitos meninos observados e alguns com boas chances de serem convidados a novos testes. Marcelo Rodrigues, cinegrafista da EPTV Sul de Minas, já arriscou pelos campos do Brasil como goleiro. Devido a sua experiência foi convidado pelo professor Pelezinho da Curimbaba a treinar os meninos de Poços de Caldas. O trabalho já tem seis meses. “Temos 12 goleiros na escolinha, sendo que alguns estão se destacando”, disse Marcelo, que destaca Alef, um goleiro de 22 anos, que começou na escolinha e hoje está jogando como titular no Monguaguá e com possibilidades de jogar em outros clubes. “As pessoas pensam que é preciso começar criança no gol, mas o caso do Alef mostra que isto não é uma regra e que qualquer um que tiver talento pode dar certo no futebol”, disse Marcelo. Sobre a avaliação dos profissionais do Santos, Marcelo destaca que foi a primeira vez que uma escolinha conseguiu trazer estes profissionais para olhar a posição. “Além de uma posição muito difícil durante uma partida, o goleiro é um solitário dentro de campo, devido a isto muitos desistem de tentarem seguir na posição. A vida dos avaliadores visa mudar este panorama e dar oportunidades aos meninos jogarem debaixo das traves. “Estamos fazendo um trabalho especial nesta categoria para que os meninos olhem com outros olhos para a posição”, disse Marcelo. Segundo o professor, o trabalho já mostra bons resultados e muitos meninos já se destacam. Marcelo destaca ainda uma parceria com uma academia da cidade onde as crianças treinam sem custo algum para ganharem condições físicas.
O professor William disse que já conhecia o trabalho de base feito na região e não pensou duas vezes em aceitar o convite para fazer a avaliação. “Todos os times grandes de São Paulo possuem pelo menos um atleta de Poços de Caldas ou da região e isto motiva a gente a vir na região fazer esta avaliação. É um trabalho de qualidade e sabemos que daqui podemos colher bons frutos”, disse o professor, que ressaltou que os dois dias de trabalho em Poços já deram uma mostra de que a região tem muitos talentos escondidos. “Estes meninos vieram para este peneirão pré-aprovados e todos mostraram um nível muito alto e certamente daqui vão sair alguns jogadores”, finalizou William.
Treinamento de goleiro - Pela primeira vez, os avaliadores voltaram suas atenções para os goleiros. Foram muitos meninos observados e alguns com boas chances de serem convidados a novos testes. Marcelo Rodrigues, cinegrafista da EPTV Sul de Minas, já arriscou pelos campos do Brasil como goleiro. Devido a sua experiência foi convidado pelo professor Pelezinho da Curimbaba a treinar os meninos de Poços de Caldas. O trabalho já tem seis meses. “Temos 12 goleiros na escolinha, sendo que alguns estão se destacando”, disse Marcelo, que destaca Alef, um goleiro de 22 anos, que começou na escolinha e hoje está jogando como titular no Monguaguá e com possibilidades de jogar em outros clubes. “As pessoas pensam que é preciso começar criança no gol, mas o caso do Alef mostra que isto não é uma regra e que qualquer um que tiver talento pode dar certo no futebol”, disse Marcelo. Sobre a avaliação dos profissionais do Santos, Marcelo destaca que foi a primeira vez que uma escolinha conseguiu trazer estes profissionais para olhar a posição. “Além de uma posição muito difícil durante uma partida, o goleiro é um solitário dentro de campo, devido a isto muitos desistem de tentarem seguir na posição. A vida dos avaliadores visa mudar este panorama e dar oportunidades aos meninos jogarem debaixo das traves. “Estamos fazendo um trabalho especial nesta categoria para que os meninos olhem com outros olhos para a posição”, disse Marcelo. Segundo o professor, o trabalho já mostra bons resultados e muitos meninos já se destacam. Marcelo destaca ainda uma parceria com uma academia da cidade onde as crianças treinam sem custo algum para ganharem condições físicas.
“O jogador de futebol é o artista da bola”, diz o treinador Zezito
RENAN MUNIZ
Lama Verde
Poços de Caldas, MG - O treinador José Araújo da Silva, o Zezito, chegou à Caldense no final de 1998 para montar o elenco da equipe para a temporada de 1999. Começava ali uma trajetória de sucesso, que teve como auge o Campeonato Mineiro de 2002, conquistado pela Veterana, onde dirigiu a equipe até meados da competição e depois deu lugar a Walter Ferreira. No total foram seis passagens pelo Verdão: 1999, 2001, 2002, 2003, 2004 e 2006. Ele é considerado um dos melhores técnicos da história da equipe alviverde e já recebeu inclusive uma placa por ter sido um dos treinadores que mais comandou o time. Apesar de ter dirigido cerca de 40 clubes e morado em dezenas de cidades, gostou tanto de Poços de Caldas que trouxe sua família para morar na cidade, onde reside há mais de quinze anos.
Quais características um treinador precisa ter para ser considerado um bom profissional?
Tem muito apitador de treino por aí. Pra ser treinador, tem que se preparar muito, não é fácil. Eu tive o privilégio de ser jogador profissional de futebol, gerente de futebol e exerci várias outras funções no ramo. Quando decidi trabalhar como técnico, resolvi me aperfeiçoar para poder atuar na área. Fiz mais de dez cursos, inclusive o de arbitragem, para conhecer a fundo as regras do esporte. Nunca apitei um jogo, apenas quis buscar esse conhecimento. Pra ser treinador, tem que ser um psicólogo por natureza, saber lidar com as pessoas e motivá-las.
Como foi o processo de montagem do elenco da equipe campeã mineira de 2002?
Na época não havia grandes investimentos. Tivemos que fazer uma equipe barata e competitiva. Foi um time muito bem escolhido, que ficou marcado. Como treinador, costumo acompanhar vários campeonatos e ir selecionando os melhores jogadores por onde passo para saber quem escolher quando chegar a hora de contratar. A Caldense, por exemplo, nunca foi de fazer loucuras nos investimentos do departamento do futebol e sempre prezou por montar elencos bons e baratos, que encaixassem no orçamento. Por isso, fomos analisando as opções e conseguimos trazer Gilberto, Nilson, Paulista, Nelson, Adriano, Ramos, Clayton, Beto, Zezinho, Carioca e o garoto da cidade, o Gustavinho.
O que você costuma avaliar quando analisa um atleta?
O pessoal às vezes fala que eu tenho bom olho para indicar jogadores, mas acredito que você tem de saber analisar o atleta, valorizar suas características e extrair o máximo de potencial dele. O talento não tem lugar pra nascer. Quando escolho um jogador, não me importo com o quão renomado ele seja, onde nasceu, biótipo. O que importa é o desempenho dentro de campo.
Como é a sua preparação para os jogos e as suas preleções?
Trabalho muito com vídeos, slides. Preparo o espírito do jogador com palavras de motivação, para que ele possa entrar em campo pilhado. Sou um treinador muito chato, rigoroso. Trato os jogadores como filhos, mas às vezes tenho que dar uns puxões de orelha. Cada jogo é uma história. Sempre acompanho as partidas das outras equipes para saber anular os pontos fortes dos adversários e passar o máximo de informações possíveis ao grupo. Acredito que não se pode ir para uma guerra desprevenido.
Até que ponto uma torcida vibrante influencia o desempenho de um time?
O torcedor é o 12º jogador da equipe. Todo artista precisa de uma plateia e o jogador de futebol é o artista da bola. Quando se trabalha em uma equipe que não possui uma torcida vibrante e presente torna-se uma coisa sem sentido, é como um cantor que canta para um teatro vazio.
Os torcedores que ficam na arquibancada têm uma visão panorâmica do jogo. Em contrapartida, o treinador tem um ângulo de visão desfavorável. Já aconteceu de algum torcedor dar algum palpite e você concordar com ele e colocar em prática?
Todo mundo enxerga um pouco de futebol. O treinador trabalha diariamente com os jogadores e sabe os pontos fracos da equipe, os erros que podem acontecer. Mas de fato o nosso ângulo de visão durante o jogo é desfavorável. Às vezes acontece de alguém dar um grito na arquibancada e a gente começa a prestar atenção naquilo. Invariavelmente acabamos cedendo e fazendo as devidas mudanças táticas.
É muito comum durante um jogo o treinador fazer uma troca de jogadores e a torcida não concordar com a mudança. Como funciona o processo de decisão para se definir qual a melhor substituição a ser feita?
O técnico conhece os atletas e sabe o que cada um pode render. Quando chega o dia do jogo, traçamos um plano tático. Às vezes, por mais que um atleta se esforce, não consegue exercer o que lhe foi solicitado, até porque existe a equipe adversária no caminho. Por isso, precisamos fazer mudanças, nem que seja tirar um jogador que está fazendo volume no jogo. Pois se essa peça não estiver cumprindo a parte tática necessária, o grupo é prejudicado.
Cada equipe tem suas características e joga de maneira diferente. De que modo você adapta o seu time ao adversário para encontrar um ponto de equilíbrio entre defesa e ataque?
Um bom time começa por uma parte defensiva bem sólida. O grande exemplo disso talvez seja a própria campanha da Caldense no Mineiro de 2015. Era um time que fazia poucos gols, mas vencia os jogos, pois praticamente não sofria gols. Uma casa se começa pelo alicerce e não pelo telhado. Se você tem uma defesa que toma poucos gols, inevitavelmente você soma pontos, não importa o placar. Se não der pra ganhar, pelo menos você não perde.
O que mudou no futebol em termos táticos da época que você era jogador para os dias atuais?
Muita coisa mudou. Hoje existem diversos esquemas táticos, jogadores exercendo várias funções. Mudam-se as formas de jogar, mas os objetivos são sempre os mesmos. Há necessidade de jogadores de qualidade, com bons fundamentos, atletas que saibam se posicionar em campo e que tenham um bom preparo físico, que foi o que mais mudou. Hoje se corre muito, mas tecnicamente o nível caiu demais. Atualmente qualquer jogador mediano bem preparado fisicamente tem espaço nas equipes.
Lama Verde
Poços de Caldas, MG - O treinador José Araújo da Silva, o Zezito, chegou à Caldense no final de 1998 para montar o elenco da equipe para a temporada de 1999. Começava ali uma trajetória de sucesso, que teve como auge o Campeonato Mineiro de 2002, conquistado pela Veterana, onde dirigiu a equipe até meados da competição e depois deu lugar a Walter Ferreira. No total foram seis passagens pelo Verdão: 1999, 2001, 2002, 2003, 2004 e 2006. Ele é considerado um dos melhores técnicos da história da equipe alviverde e já recebeu inclusive uma placa por ter sido um dos treinadores que mais comandou o time. Apesar de ter dirigido cerca de 40 clubes e morado em dezenas de cidades, gostou tanto de Poços de Caldas que trouxe sua família para morar na cidade, onde reside há mais de quinze anos.
Quais características um treinador precisa ter para ser considerado um bom profissional?
Tem muito apitador de treino por aí. Pra ser treinador, tem que se preparar muito, não é fácil. Eu tive o privilégio de ser jogador profissional de futebol, gerente de futebol e exerci várias outras funções no ramo. Quando decidi trabalhar como técnico, resolvi me aperfeiçoar para poder atuar na área. Fiz mais de dez cursos, inclusive o de arbitragem, para conhecer a fundo as regras do esporte. Nunca apitei um jogo, apenas quis buscar esse conhecimento. Pra ser treinador, tem que ser um psicólogo por natureza, saber lidar com as pessoas e motivá-las.
Como foi o processo de montagem do elenco da equipe campeã mineira de 2002?
Na época não havia grandes investimentos. Tivemos que fazer uma equipe barata e competitiva. Foi um time muito bem escolhido, que ficou marcado. Como treinador, costumo acompanhar vários campeonatos e ir selecionando os melhores jogadores por onde passo para saber quem escolher quando chegar a hora de contratar. A Caldense, por exemplo, nunca foi de fazer loucuras nos investimentos do departamento do futebol e sempre prezou por montar elencos bons e baratos, que encaixassem no orçamento. Por isso, fomos analisando as opções e conseguimos trazer Gilberto, Nilson, Paulista, Nelson, Adriano, Ramos, Clayton, Beto, Zezinho, Carioca e o garoto da cidade, o Gustavinho.
O que você costuma avaliar quando analisa um atleta?
O pessoal às vezes fala que eu tenho bom olho para indicar jogadores, mas acredito que você tem de saber analisar o atleta, valorizar suas características e extrair o máximo de potencial dele. O talento não tem lugar pra nascer. Quando escolho um jogador, não me importo com o quão renomado ele seja, onde nasceu, biótipo. O que importa é o desempenho dentro de campo.
Como é a sua preparação para os jogos e as suas preleções?
Trabalho muito com vídeos, slides. Preparo o espírito do jogador com palavras de motivação, para que ele possa entrar em campo pilhado. Sou um treinador muito chato, rigoroso. Trato os jogadores como filhos, mas às vezes tenho que dar uns puxões de orelha. Cada jogo é uma história. Sempre acompanho as partidas das outras equipes para saber anular os pontos fortes dos adversários e passar o máximo de informações possíveis ao grupo. Acredito que não se pode ir para uma guerra desprevenido.
Até que ponto uma torcida vibrante influencia o desempenho de um time?
O torcedor é o 12º jogador da equipe. Todo artista precisa de uma plateia e o jogador de futebol é o artista da bola. Quando se trabalha em uma equipe que não possui uma torcida vibrante e presente torna-se uma coisa sem sentido, é como um cantor que canta para um teatro vazio.
Os torcedores que ficam na arquibancada têm uma visão panorâmica do jogo. Em contrapartida, o treinador tem um ângulo de visão desfavorável. Já aconteceu de algum torcedor dar algum palpite e você concordar com ele e colocar em prática?
Todo mundo enxerga um pouco de futebol. O treinador trabalha diariamente com os jogadores e sabe os pontos fracos da equipe, os erros que podem acontecer. Mas de fato o nosso ângulo de visão durante o jogo é desfavorável. Às vezes acontece de alguém dar um grito na arquibancada e a gente começa a prestar atenção naquilo. Invariavelmente acabamos cedendo e fazendo as devidas mudanças táticas.
É muito comum durante um jogo o treinador fazer uma troca de jogadores e a torcida não concordar com a mudança. Como funciona o processo de decisão para se definir qual a melhor substituição a ser feita?
O técnico conhece os atletas e sabe o que cada um pode render. Quando chega o dia do jogo, traçamos um plano tático. Às vezes, por mais que um atleta se esforce, não consegue exercer o que lhe foi solicitado, até porque existe a equipe adversária no caminho. Por isso, precisamos fazer mudanças, nem que seja tirar um jogador que está fazendo volume no jogo. Pois se essa peça não estiver cumprindo a parte tática necessária, o grupo é prejudicado.
Cada equipe tem suas características e joga de maneira diferente. De que modo você adapta o seu time ao adversário para encontrar um ponto de equilíbrio entre defesa e ataque?
Um bom time começa por uma parte defensiva bem sólida. O grande exemplo disso talvez seja a própria campanha da Caldense no Mineiro de 2015. Era um time que fazia poucos gols, mas vencia os jogos, pois praticamente não sofria gols. Uma casa se começa pelo alicerce e não pelo telhado. Se você tem uma defesa que toma poucos gols, inevitavelmente você soma pontos, não importa o placar. Se não der pra ganhar, pelo menos você não perde.
O que mudou no futebol em termos táticos da época que você era jogador para os dias atuais?
Muita coisa mudou. Hoje existem diversos esquemas táticos, jogadores exercendo várias funções. Mudam-se as formas de jogar, mas os objetivos são sempre os mesmos. Há necessidade de jogadores de qualidade, com bons fundamentos, atletas que saibam se posicionar em campo e que tenham um bom preparo físico, que foi o que mais mudou. Hoje se corre muito, mas tecnicamente o nível caiu demais. Atualmente qualquer jogador mediano bem preparado fisicamente tem espaço nas equipes.
Caldense começa a temporada 2017 nesta segunda-feira
Poços de Caldas, MG - Rafael Estevam, Zambi, Cristiano e Maradona. Amanhã estes jogadores e o restante do elenco da Caldense se apresentam ao técnico Thiago Oliveira para o início da preparação para o Campeonato Mineiro de 2017. Às 15h30, acontece a apresentação oficial para a imprensa e logo depois o preparador físico Luiz Carlos Caldiron começa as avaliações de gordura, flexibilidade e treinamento aeróbio. O primeiro treino técnico já será nesta semana, programado para quinta-feira.
Destaques de volta
A diretoria eleita da Caldense começou o processo de montagem do elenco no início deste mês e vem agradando a torcida com contratações de peso. Cristiano e Zambi, destaques do time vice-campeão de 2015, estão de volta, assim como Rafael Estevam. Paulão, Marcelinho e Maradona são outros queridinhos da torcida que foram mantidos no elenco. O técnico Thiago Oliveira foi mantido no cargo e trouxe jogadores de confiança. Tudo leva a crer numa Caldense bem forte para as disputas. O time joga o Campeonato Mineiro, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro da Série D. A tabela ainda não foi divulgada, mas a Caldense estreia dia 29 de fevereiro, possivelmente longe de Poços de Caldas.
Pré-temporada
A pré-temporada que se inicia nesta semana será de intensos trabalhos. No começo a parte física será prioridade, depois virá a parte técnica e por fim os amistosos. Serão pelo menos cinco testes antes da estreia no Estadual, sendo dois ainda este ano e os outros em 2017. A Caldense vem de duas boas campanhas no Estadual. Em 2015, foi vice-campeão e em 2016 terminou na quinta colocação. Já no Brasileiro da Série D a missão é melhorar os desempenhos anteriores para seguir sonhando com a Série C.
Estádio
O estádio municipal Dr. Ronaldo Junqueira, sempre muito criticado por jogadores e treinadores, está passando por melhorias no gramado. Durante a semana uma equipe de avaliadores de uma empresa de consultoria contratada pela Federação Mineira esteve em Poços e gostou do que está sendo feito no local. O estádio ainda vai receber novas pinturas. Estas melhorias estão sendo feitas em parceria entre a Caldense e a Secretaria de Esportes.
Encerrada mais uma temporada da Lidarp
Poços de Caldas, MG - A Liga Desportiva do Alto Rio Pardo (Lidarp) encerrou a temporada 2016 oficialmente na manhã de ontem, em reunião realizada nas dependências da Câmara Municipal de Campestre. O evento reuniu diversos filiados da entidade, que discutiram a temporada passada e deram algumas sugestões para 2017. Segundo o presidente Carlos Alberto dos Santos, o Lelo, 2016 foi um ano de grande sucesso e agora a meta é traçar os planos para 2017. “Acredito que conseguimos cumprir nossa missão, tivemos um ano muito bom para a entidade e esperamos uma nova temporada melhor ainda”, disse.
A cerimônia fez homenagens especiais. O professor Júlio César Freitas, técnico do basquete da Caldense, foi um dos homenageados. Como ele está em Uberlândia disputando o Campeonato Mineiro pelo time de Poços de Caldas, Israel Pereira, da Secretaria de Esportes, o representou na premiação. Foram homenageados ainda os professores: Eliana Aparecida de Carvalho - ex dirigente esportivo de Andradas que se aposentou; Leni Soares de Oliveira, técnica de handebol de São Sebastião do Paraíso e fundadora da Lidarp
Márcio Aurélio Messias Franco, o Marcinho, comemorou o sucesso de mais uma temporada. “Tivemos competições em diversas categorias e acredito que todos ficaram satisfeitos com o trabalho. Foi um ano produtivo, em que o destaque fica para o crescimento do nível técnico dos jogos. A Lidarp está cumprindo seu objetivo que é promover o esporte na região”, disse Marcinho. “Queremos agradecer a todas as prefeituras, seus prefeitos, secretários que estão saindo e desejamos que os futuros prefeitos e secretários possam colocar a política pública do esporte como prioridade. O esporte é o caminho para melhorar a qualidade de vida da população e por isto precisamos de um olhar das autoridades com muito carinho”, falou Marcinho.
Dezoito cidades participam dos campeonatos da Lidarp. “O saldo da temporada foi muito positivo com muito trabalho e comprometimento de todos. Quero agradecer a toda diretoria da Lidarp, ao professor Lelo, e esperamos que em 2017 tenhamos um grande crescimento”, continuou Marcinho.
A próxima temporada começa a ser discutida em um congresso técnico que acontece no final de janeiro. Segundo Marcinho, esta reunirão contará com a presença dos novos secretários de Esportes das cidades que integram a Lidarp e nela serão traçados os objetivos para a temporada, que deverá ter algumas novas modalidades em disputa. Outra novidade será a vinda de técnicos renomados que deverão ministrar cursos aos professores locais.
O evento se encerrou com um almoço de confraternização no Restaurante e Lanchonete da Cristina.
Novo site
Durante o evento de ontem, aconteceu ainda o lançamento do novo site da Lidarp. Com um visual moderno e dinâmico, o site trará todas as informações do campeonato e até mesmo as inscrições das equipes e jogadores serão feitas pela internet. “Estamos crescendo e por isto precisamos usar a internet como nossa ferramenta de trabalho”, disse Marcinho, que finalizou agradecendo ao Mantiqueira pelo incentivo ao esporte da região através da divulgação dos jogos da Lidarp.
A cerimônia fez homenagens especiais. O professor Júlio César Freitas, técnico do basquete da Caldense, foi um dos homenageados. Como ele está em Uberlândia disputando o Campeonato Mineiro pelo time de Poços de Caldas, Israel Pereira, da Secretaria de Esportes, o representou na premiação. Foram homenageados ainda os professores: Eliana Aparecida de Carvalho - ex dirigente esportivo de Andradas que se aposentou; Leni Soares de Oliveira, técnica de handebol de São Sebastião do Paraíso e fundadora da Lidarp
Márcio Aurélio Messias Franco, o Marcinho, comemorou o sucesso de mais uma temporada. “Tivemos competições em diversas categorias e acredito que todos ficaram satisfeitos com o trabalho. Foi um ano produtivo, em que o destaque fica para o crescimento do nível técnico dos jogos. A Lidarp está cumprindo seu objetivo que é promover o esporte na região”, disse Marcinho. “Queremos agradecer a todas as prefeituras, seus prefeitos, secretários que estão saindo e desejamos que os futuros prefeitos e secretários possam colocar a política pública do esporte como prioridade. O esporte é o caminho para melhorar a qualidade de vida da população e por isto precisamos de um olhar das autoridades com muito carinho”, falou Marcinho.
Dezoito cidades participam dos campeonatos da Lidarp. “O saldo da temporada foi muito positivo com muito trabalho e comprometimento de todos. Quero agradecer a toda diretoria da Lidarp, ao professor Lelo, e esperamos que em 2017 tenhamos um grande crescimento”, continuou Marcinho.
A próxima temporada começa a ser discutida em um congresso técnico que acontece no final de janeiro. Segundo Marcinho, esta reunirão contará com a presença dos novos secretários de Esportes das cidades que integram a Lidarp e nela serão traçados os objetivos para a temporada, que deverá ter algumas novas modalidades em disputa. Outra novidade será a vinda de técnicos renomados que deverão ministrar cursos aos professores locais.
O evento se encerrou com um almoço de confraternização no Restaurante e Lanchonete da Cristina.
Novo site
Durante o evento de ontem, aconteceu ainda o lançamento do novo site da Lidarp. Com um visual moderno e dinâmico, o site trará todas as informações do campeonato e até mesmo as inscrições das equipes e jogadores serão feitas pela internet. “Estamos crescendo e por isto precisamos usar a internet como nossa ferramenta de trabalho”, disse Marcinho, que finalizou agradecendo ao Mantiqueira pelo incentivo ao esporte da região através da divulgação dos jogos da Lidarp.
Coopoços é bicampeã da Copa Sul-mineira de Futebol Society
Poços de Caldas, MG - A escolinha de futebol da Coopoços conquistou, na manhã de ontem, seu segundo título em três edições da Copa Sul-Mineira de Futebol Society. Na final, a equipe comandada pelo professor Paulista venceu a escolinha Bate Bola, de Campestre, comandada pelo professor Rodrigo Andrade, por 2x0. O evento é organizado pela Secretaria Municipal de Esportes e idealizado por Rubens Florentino de Oliveira. Em 2015, a decisão foi entre as escolinhas Zico 10/Coopoços e Coopocos, vencida pela Zico. Ano passado, a Coopoços deu o troco na Zico 10/Coopoços.
O jogo
Coopoços e Bate Bola fizeram uma disputa digna de finalistas. O jogo foi bem disputado e com os pais dos participantes das duas escolinhas lotando as arquibancadas do campo do parque municipal. Vale destacar a grande presença de familiares vindos de Campestre para prestigiarem o jogo. “Estamos aqui acompanhando os meninos do Bate Bola. O professor Rodrigo faz um belo trabalho lá e o resultado está aí, neste belo campeonato em Poços de Caldas”, disse Jair Gonçalves, pai de um dos meninos da escolinha campestrense. Pelos lados da Coopoços a animação foi geral e a torcida cantou e incentivou a equipe o tempo todo. Com a bola rolando, a Coopoços mostrou força e entrosamento e atacou bastante. O goleiro do Bate Bola novamente foi destaque com boas defesas. O time de Campestre aos poucos se organizou em campo e também criou boas chances. O primeiro tempo caminhava para o 0x0 quando Gabriel Cunha conseguiu abrir o placar. O segundo tempo seguiu equilibrado com chances de gols de lado a lado. Novamente, Gabriel Cunha, o nome da final, marcou e deu números finais ao jogo. Ele terminou o campeonato como artilheiro. A Coopoços ainda teve a defesa menos vazada. As finais tiveram arbitragem de Eduardo Horta e João Isidoro júnior, disputa do terceiro lugar e Wladimyr Cury e João, decisão.
Os professores
Para o professor Paulista, da Coopoços, o título foi mais uma consequência do trabalho que vem sendo realizado na escolinha. “Claro que é gratificante chegar à terceira final em três edições deste campeonato muito bem organizado. Naturalmente estamos felizes com o título, porém, o mais importante é o comprometimento dos meninos, a participação dos familiares que fazem do esporte um fator fundamental em suas vidas. Agradeço ainda toda a estrutura oferecida pela Coopoços, o apoio do Sérgio que é fundamental para o sucesso deste projeto”, disse o professor Paulista. Enquanto a Coopoços comemorava o título, os meninos de Campestre também mostravam contentamento por chegar tão longe numa competição que reuniu as principais escolinhas de Poços. “A gente sabia a força do time da Coopoços, viemos com um time em que poucos acreditavam e conseguimos chegar na decisão. Os meninos estão de parabéns e vamos voltar de cabeça erguida por ter enfrentado a Coopoços de igual para igual”, disse o professor Rodrigo Andrade, que iniciou os trabalhos com a escolinha em Campestre há cinco anos com 15 alunos e hoje treina mais de 100 garotos. “A ideia é sempre trazer estes meninos para as competições na região e os resultados estão sendo satisfatórios”, finalizou Andrade. A escolinha de Campestre conseguiu uma boa temporada chegando às finais e semifinais em quase todas que disputou pela região.
Curimbaba em terceiro
Na disputa pelo terceiro lugar, a Sociedade Esportiva Curimbaba e a Craque de Ouro ficaram empatadas em 0x0. O jogo foi para as penalidades e a Curimbaba venceu por 3x0.
Organizadores
José Eduardo Cassaro, da Secretaria de Esportes, destacou o sucesso do evento e a qualidade das partidas em disputa. “A Secretaria se sente honrada em dar apoio ao professor Rubens que já está no comando deste campeonato pelo terceiro ano. É uma competição que vem agregando muito ao esporte da cidade e a Secretaria de Esportes estará sempre prestigiando e dando total respaldo no que precisar para a continuidade deste belo evento”, disse Cassaro. O professor Rubens Florentino de Oliveira comemora o sucesso do evento e já traça os planos para a temporada 2017, quando deverá realizar a disputa em duas categorias. “Temos muito o que comemorar ao encerrar este campeonato com dois grandes times na decisão. Agora já estamos fazendo os planos para 2017 e esperamos que tudo aconteça tão bem quanto este ano e a novidade será a realização da categoria sub-10 no primeiro semestre e sub-12 no segundo. Quero aproveitar o espaço para agradecer o grande apoio da Secretaria de Esportes que fez este campeonato acontecer mais uma vez”, finalizou Oliveira.
O jogo
Coopoços e Bate Bola fizeram uma disputa digna de finalistas. O jogo foi bem disputado e com os pais dos participantes das duas escolinhas lotando as arquibancadas do campo do parque municipal. Vale destacar a grande presença de familiares vindos de Campestre para prestigiarem o jogo. “Estamos aqui acompanhando os meninos do Bate Bola. O professor Rodrigo faz um belo trabalho lá e o resultado está aí, neste belo campeonato em Poços de Caldas”, disse Jair Gonçalves, pai de um dos meninos da escolinha campestrense. Pelos lados da Coopoços a animação foi geral e a torcida cantou e incentivou a equipe o tempo todo. Com a bola rolando, a Coopoços mostrou força e entrosamento e atacou bastante. O goleiro do Bate Bola novamente foi destaque com boas defesas. O time de Campestre aos poucos se organizou em campo e também criou boas chances. O primeiro tempo caminhava para o 0x0 quando Gabriel Cunha conseguiu abrir o placar. O segundo tempo seguiu equilibrado com chances de gols de lado a lado. Novamente, Gabriel Cunha, o nome da final, marcou e deu números finais ao jogo. Ele terminou o campeonato como artilheiro. A Coopoços ainda teve a defesa menos vazada. As finais tiveram arbitragem de Eduardo Horta e João Isidoro júnior, disputa do terceiro lugar e Wladimyr Cury e João, decisão.
Os professores
Para o professor Paulista, da Coopoços, o título foi mais uma consequência do trabalho que vem sendo realizado na escolinha. “Claro que é gratificante chegar à terceira final em três edições deste campeonato muito bem organizado. Naturalmente estamos felizes com o título, porém, o mais importante é o comprometimento dos meninos, a participação dos familiares que fazem do esporte um fator fundamental em suas vidas. Agradeço ainda toda a estrutura oferecida pela Coopoços, o apoio do Sérgio que é fundamental para o sucesso deste projeto”, disse o professor Paulista. Enquanto a Coopoços comemorava o título, os meninos de Campestre também mostravam contentamento por chegar tão longe numa competição que reuniu as principais escolinhas de Poços. “A gente sabia a força do time da Coopoços, viemos com um time em que poucos acreditavam e conseguimos chegar na decisão. Os meninos estão de parabéns e vamos voltar de cabeça erguida por ter enfrentado a Coopoços de igual para igual”, disse o professor Rodrigo Andrade, que iniciou os trabalhos com a escolinha em Campestre há cinco anos com 15 alunos e hoje treina mais de 100 garotos. “A ideia é sempre trazer estes meninos para as competições na região e os resultados estão sendo satisfatórios”, finalizou Andrade. A escolinha de Campestre conseguiu uma boa temporada chegando às finais e semifinais em quase todas que disputou pela região.
Curimbaba em terceiro
Na disputa pelo terceiro lugar, a Sociedade Esportiva Curimbaba e a Craque de Ouro ficaram empatadas em 0x0. O jogo foi para as penalidades e a Curimbaba venceu por 3x0.
Organizadores
José Eduardo Cassaro, da Secretaria de Esportes, destacou o sucesso do evento e a qualidade das partidas em disputa. “A Secretaria se sente honrada em dar apoio ao professor Rubens que já está no comando deste campeonato pelo terceiro ano. É uma competição que vem agregando muito ao esporte da cidade e a Secretaria de Esportes estará sempre prestigiando e dando total respaldo no que precisar para a continuidade deste belo evento”, disse Cassaro. O professor Rubens Florentino de Oliveira comemora o sucesso do evento e já traça os planos para a temporada 2017, quando deverá realizar a disputa em duas categorias. “Temos muito o que comemorar ao encerrar este campeonato com dois grandes times na decisão. Agora já estamos fazendo os planos para 2017 e esperamos que tudo aconteça tão bem quanto este ano e a novidade será a realização da categoria sub-10 no primeiro semestre e sub-12 no segundo. Quero aproveitar o espaço para agradecer o grande apoio da Secretaria de Esportes que fez este campeonato acontecer mais uma vez”, finalizou Oliveira.
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