domingo, 9 de abril de 2017

Renan Muniz: torcida e voluntariado por amor à Caldense

Poços de Caldas,MG - Renan Muniz sempre foi “figura carimbada” no estádio municipal Dr. Ronaldo Junqueira nos jogos da Caldense. Membro da torcida Lama Verde, Renan é daqueles que veste as cores do clube e se for preciso pinta o rosto e joga junto com o time das arquibancadas. Mas aí está o problema para o jovem torcedor. As arquibancadas ficaram pequenas e o amor pelo clube pedia mais empenho. Renan então começou um trabalho de resgate da memória da Veterana. Foram inúmeras entrevistas com astros do passado que marcaram época na equipe esmeraldina. Nesta temporada, Renan passou a cobrir o dia a dia do clube. Ao lado dos profissionais da imprensa que cobrem os bastidores da Caldense, ele começou a acompanhar de perto, divulgando no site da Lama Verde matérias atuais, estatísticas, além de entrevistas com membros da imprensa e torcedores. O Mantiqueira aproveitou o momento e fez uma entrevista com ele.

Mantiqueira - Nesta temporada você mudou o foco e passou a falar de uma Caldense mais atual. Como veio esta ideia?
Renan Muniz - Minha primeira proposta era resgatar a história do clube. O trabalho, no meu ponto de vista, era necessário pois nem a própria Caldense tinha este cuidado de falar de sua história. Foram muitas entrevistas com ex-jogadores, pesquisas sobre os principais feitos ao longo dos anos do clube e trazer isto para o torcedor em geral. Muita gente não conhecia o que aconteceu nas décadas de 70, 80 e acredito que consegui ajudar um pouco nesta divulgação. Mas este ano resolvi mudar o foco e cobrir o dia a dia da Caldense. O trabalho consiste em entrevistas semanais com os atletas, que comentam sempre o que aconteceu em determinado jogo, o que esperam da partida seguinte e acho que ficou bastante interessante.

Mantiqueira - E como você vê a importância em ouvir a opinião do torcedor?
Renan Muniz - De fundamental importância. Tenho vários quadros que são divulgados na internet onde entrevisto torcedores após as partidas. O objetivo é dar voz ao torcedor que tem seu ponto de vista que às vezes é diferente do da imprensa. Outro quadro que acho bem interessante é o “Quiz da Lama”, em que determinado convidado tem que responder várias perguntas referentes à história do clube. Tem ainda o quadro “Veteranos”, que é focado em conversas com jogadores do passado da Caldense. Neste quadro já entrevistei aproximadamente 50 ex-jogadores, mas ainda faltam alguns que sonho conversar. Quero entrevistar o Ailton Lira, Buzuca, Augusto, Casagrande. Este nomes serão alguns dos próximos entrevistados, mas ainda depende de uma brecha na agenda deles.

Mantiqueira - Este trabalho voluntário compensa? O que mais você disponibiliza na página a Lama Verde?
Renan Muniz - Compensa porque é feito com muito carinho e sobre um tema que sou apaixonado, que é a Caldense. Na página é possível encontrar tudo que é relativo à Caldense. Fotos de jogos, da torcida nas arquibancadas, organizamos bolão em alguns jogos. Faço ainda cobertura ao vivo de alguns eventos do clube, como apresentação de jogadores, entre outros. Procuro reunir tudo referente à Caldense em um só local.

Mantiqueira - E como você vê a Caldense neste campeonato? Acredita que o time consiga a vaga para as semifinais?
Renan Muniz - O time oscilou bastante no campeonato, teve problemas de contusões e acredito que isto atrapalhou um pouco o planejamento e o trabalho do treinador na montagem do time para as partidas. Vejo as partidas contra o Tupi e o Tombense as melhores do time no campeonato, mas depois vieram duas partidas muito ruins contra Uberlândia e Democrata. Mesmo assim acredito que a Caldense chega nesta última rodada com grandes chances e pode muito bem conseguir a vaga. O futebol é sempre uma caixinha de surpresas e acredito que a Caldense pode se classificar.

Mantiqueira - Se a Caldense não se classificar hoje, o que você espera para o Campeonato Brasileiro da Série D, que começa em breve?
Renan Muniz - Acredito que a diretoria vai manter alguns jogadores, aqueles que se destacaram e que podem continuar em Poços. É sabido de todos que o orçamento do Campeonato Mineiro é bem mais baixo e isto dificulta na manutenção de alguns nomes. Acho que se manter um base e trazendo algumas peças de baixo custo pode se fazer um bom campeonato nacional.

Atletas de Poços de Caldas vencem Sul Americano de jiu-jitsu

Poços de Caldas, MG - Atletas da academia Olimpo, do mestre Paulão Rezende, brilharam no Campeonato Sul Americano de Jiu-Jitsu. Foram conquistadas quatro medalhas de ouro na competição. O atleta Rafael Leite foi campeão no peso e no absoluto faixa marrom.  Tiago Fernandes, o Tiagão, faixa preta, sagrou-se campeão depois de fazer lutas duríssimas, finalizando todas as batalhas e o pequeno Ramisés também foi campeão. Ele fez apenas uma luta mas conquistou uma grande vitória.
“Estou muito feliz, estou  muito animado com a equipe de competição, vou continuar fazendo o que sempre fiz, agora com mais vontade, pois cada dia que passa, consigo enxergar o quanto amo formar atletas”, disse o mestre Paulão Rezende.

Academia Budo-Kai de Karate-Do realiza ciclo de defesa pessoal

Poços de Caldas, MG - No dia mundial da atividade física (6), a academia Budo-Kai de Karate-Do encerrou o ciclo de aulas de defesa pessoal, ocorrido entre os dias 2 e 4 de abril. Alunos e seus familiares, beneficiados pelo projeto social voluntário “Karate-Do educando para a vida”, que este ano completa 31 anos de execução, receberam as mais variadas técnicas de defesa pessoal básica e avançada, contemplando as diversas situações de perigo do cotidiano. O sensei Daniel Carvalho, 5° Dan CBKI, ministrou as aulas e foi auxiliado pelo sensei Rubens Fernandes, 3° Dan CBKI, e pelo senpai João Lúcio V. de Abreu. Sensei Daniel destacou a importância do curso de defesa pessoal em três pontos: a possibilidade de participação de todas as faixas etárias, a presença dos familiares compartilhando do mesmo espaço, tempo e atividade, e o próprio aprendizado de técnicas de defesa pessoal aliado a um treinamento de alto nível possibilitando o equilíbrio emocional para lidar com as adversidades.

Mesatenista de Poços é campeão na primeira etapa do Ranking Paulista

Poços de Caldas, MG - José Antônio Villas Boas disputou, semana passada, a primeira etapa do Ranking Paulista e foi campeão em sua categoria.  A competição aconteceu em São Paulo e foi organizada pela Federação Paulista de Tênis de Mesa, realizada no Complexo Olímpico e Paralímpico Anchieta. Villas Boas foi campeão da etapa invicto. O jogador busca ainda apoio para as competições e vem treinando na Associação Atlética Caldense. Agora ele se prepara para as próxima etapas.

Circuito DME de Tênis de Mesa contou com 110 participantes

Poços de Caldas, MG – Aconteceu ontem (8), no ginásio Luiz Sodré Ayres, na Associação Atlética Caldense, a primeira etapa do Circuito DME de Tênis de Mesa. Além dos atletas de Poços de Caldas participaram também representantes das cidades de Botelhos, Alfenas, Itajubá, Machado, São João da Boa Vista, Mogi Guaçu e Mogi Mirim, totalizando 110 atletas.
“Este ano tivemos uma novidade. O Circuito aumentou duas etapas, além das seis de disputas individuais, aconteceram também uma de equipes e outra de duplas, Buscamos inovar para que o Circuito cresça”, conta o Alexandre Felippe, coordenador do evento e professor de tênis de mesa da Caldense.
Poços esteve representada pela Caldense e pelo projeto de Lei de Incentivo ao Esporte “Praticando Cidadania”, com apoio do Monreale, que envolve instituições assistenciais da cidade, como Núcleo Bem Viver e Casa do Menor, entre outras.
“Batemos o recorde de 110 inscritos, nas categorias pré-mirim, mirim, infantil, juvenil, adulto, feminino A e B e master. E também tivemos a presença do Daniel Alagão, de Itajubá. Ele foi seleção brasileira, disputou e foi campeão do pan-americano de juniores em 2009 nos Estados Unidos, e agora está retornando ao tênis de mesa. Esteve no Japão por 4 meses fazendo estágio e jogando tênis de mesa de alto nível. A presença dele engrandeceu nosso evento”, diz Felippe.

                      Pré Mirim
1. Thiago de Melo - Botelhos
2. Nathan Cassanjes- Caldense
3. Gabriela Rodrigues  - Caldense
4. Thiago Colleoni  - Caldense
5. Lucas Nanini- Botelhos
6.Jose Marques Gouveia- Botelhos

MIRIM
1. Pedro Bizzonoto - Alfenas
2. Matheus Ferreira- Botelhos
3. Igor José- Alfenas
4. Felipe Resende- Alfenas
5. Otávio Duarte- Botelhos
6. Emílio Cardillo- Botelhos

INFANTIL
1. Felipe Galafassi- Caldense
2. Moisés Bernardes - Botelhos
3. Enzo Paiva - Caldense
4.Joab Borges - Botelhos
5. Gustavo dos Santos - Mogi Guaçu
6. Bruno Enrico - Caldense

JUVENIL
1. Marcos Antônio Jr- Alfenas
2. Lucas Lino- Alfenas
3. Hendrius  Morais - Mogi Guaçu
4. Paulo dos Reis- Botelhos
5. Igor Simões-  Machado

ADULTO
1. Giovanni Cruz- Mogi Mirim
2. Rodrigo Costa- Mogi Guaçu
3. Alexandre Felippe- Caldense
4. Luiz Gustavo Cesário- Alfenas
5. Eduardo Cesário- Alfenas
6. Max Santos  - Mogi Guaçu

MASTER
1. Da Sian- Itajuba
2. Edson Lima  - Mogi Guaçu
3. Max Santos- Mogi Guaçu
4. Matheus Rivoli- Itajuba
5. Reginaldo  Souza - Caldense
6. Décio Araújo  - Itajuba

Feminino B
1. Ana Vitória  - Alfenas
2. Julia FAUSTINO- Caldense
3. Ana Gabriele- Alfenas
4. Isabelle Ferreira  - Caldense
5. Ana Júlia Silva - Machado
6. Maira Gonçalves- Botelhos

Feminino A
1. Gabriela Baccili- Caldense
2. Rayane Duda - Alfenas
3. Tayane Rodrigues - Mogi Mirim
4. Carolina Rocha  - Alfenas
5. Nayandra Cinesio - Alfenas

Novas regras são foco de curso de arbitragem em Poços

Poços de Caldas,MG - Foram realizados na cidade dois dias de curso intenso com Giulliano Bozzano, ex-árbitro aspirante Fifa. O principal foco foram as novas regras em vigência desde o ano passado. Participaram árbitros do quadro da Liga Poços-caldense de Futebol e também ligados a outras representações.
A primeira parte do curso foi teórica, em sala de aula. Ao fim das aulas, foi feita uma prova de múltipla escolha, e para aprovação seria necessário acertar 60% das questões. Quem passar receberá um certificado da FMF, que credencia à prova prática, tanto da LPF quando da FMF. “O árbitro que foi bem na prova terá condições de trabalhar em jogos até mesmo do Campeonato Mineiro da primeira divisão e ainda abre as portas em federações de todo o Brasil”, disse Antônio Carlos dos Santos, Ceará, presidente da Liga Poços-caldense de Futebol.
O palestrante Giulliano Bozzano gostou do desempenho dos participantes do curso em Poços e acredita que este trabalho de capacitação visa dar condições melhores de trabalho para todos. “Este curso realmente capacita os árbitros, pois são passadas em detalhes as 17 regras, sempre com uma ênfase em impedimentos, análises táticas, a diferença entre mão na bola e bola na mão, enfim, situações polêmicas que sempre acontecem nos jogos e causam algum tipo de confusão”, disse Bozzano. Segundo o palestrante,  o curso é bastante produtivo e pode ser feito tanto para iniciantes quanto para profissionais mais gabaritados. “Conhecimento nunca é demais e mesmo que você já conheça as regras é bom rever sempre alguma coisa e acompanhar as mudanças”, disse Bozzano.
O curso de arbitragem da Federação Mineira de Futebol está acontecendo em várias cidades do Estado. Os interessados fazem a solicitação para a FMF, que encaminha os instrutores para as cidades. “A nova safra de árbitros está bem interessante e nestes cursos notamos que pela qualidade das perguntas, pelo interesse, está havendo uma grande melhora de qualidade. Como as regras são bem difundidas, o material didático é melhor e com cursos como estes para facilitar, a compreensão é maior, assim o nível de arbitragem melhora significativamente”, fala Bozzano.
Como disse o presidente da  LPF, Ceará, esse curso permite, caso a pessoa seja aprovada, até atuar no Módulo I do Mineiro, ou seja, todos os campeonatos dentro do âmbito da FMF. É dado em sala de aula, com vídeos, em dois dias. Ao fim do curso teórico é feita uma prova de múltipla escolha. A pessoa tendo aproveitamento de 60% recebe o certificado. O último passo para ser definitivamente integrado ao quadro da FMF será um teste físico. Se for aprovado neste teste o candidato passa a atuar nos campeonatos. “Foi muito importante este curso para os árbitros de Poços de Caldas e quero falar que este foi mais um trabalho social que a Liga Poços-caldense de Futebol vem fazendo na cidade. Tive a ideia de trazer este curso para Poços depois de uma conversa com o Castellar, presidente da FMF, e acredito que todos que estiveram presentes vão ter um conhecimento muito importante daqui por diante. Ano passado, aconteceram muitas mudanças nas regras do futebol e era necessário este tipo de reciclagem e acredito que a arbitragem da cidade terá uma nova dinâmica”, falou Ceará.
Rogério Alexandre Barbosa, um dos integrantes do quadro da LPF, participou do curso e destacou a importância da reciclagem. “Este curso tem muita importância para nós que trabalhamos com arbitragem. As regras mudam muito e precisamos nos aperfeiçoar para agir melhor dentro dos campeonatos. A gente aprende constantemente e acredito que estes cursos são para nos fazerem melhores no que atuamos e tentar fazer tudo da melhor forma possível”, disse ele, que será o quinto árbitro na partida entre Caldense e Atlético Mineiro, hoje, no Ronaldão.

sábado, 8 de abril de 2017

Universitários conquistam medalhas nos Jogos Internacionais de Mineração

Poços de Caldas, MG - No último mês de março, um grupo de estudantes de Engenharia de Minas da Unifal-MG participou dos Jogos Internacionais de Mineração (International Mining Games), conquistando medalhas de prata e ouro.

O evento consistiu em cinco dias de muita interação entre estudantes do mundo todo, pois além da competição em si, são realizadas visitas a minas e passeios por pontos turísticos da cidade sede e região.

O time Mining Games Unifal-MG participou pela quarta vez dos jogos, levando novamente a bandeira do Brasil e o nome da universidade e de Poços de Caldas, não apenas para o exterior, mas também para o alto do pódio, em um evento em que também participam estudantes dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Inglaterra.

Evolução

Os resultados na classificação geral ao longo dos anos mostram a evolução da equipe dentro da competição. Na primeira participação, em 2014, em Rolla, EUA, ela ficou em 16° entre 18 equipes, Em 2015, na Austrália, entre 29 equipes, a Unifal ficou em 18°. Em 2016, novamente nos Estados Unidos, em Butte, Montana, o time conquistou sua primeira medalha nos jogos, a de bronze, na prova Surveying (topografia), conquistando o 9º lugar entre 16 equipes. A melhor participação ocorreu em 2017, há pouco mais de duas semanas, em Lexington, Kentucky, também nos Estados Unidos. Dia 24 de março foram realizadas as provas que renderam uma medalha de ouro na prova Surveying e uma de prata na prova Swede Saw (serra). O time ficou, na classificação geral, na 6ª colocação entre 12 equipes na categoria mista.
“A melhoria dos resultados mostra que o time Unifal não vai apenas para participar, vai para ganhar, fizemos um trabalho sério e treinamos duro. Colocamos em prática o que treinamos e conquistamos essas duas medalhas”, comemora Augusto Silva, membro do time em 2017.

Dificuldades    

Em países como Estados Unidos, Austrália, Inglaterra, os jogos são muito conhecidos, pois além de serem países mais desenvolvidos e com melhor infraestrutura para realização das edições, há o patrocínio de empresas de mineração que abraçam a causa. O evento, então, é transformado em um local de aprendizagem e de valorização do profissional de Engenharia de Minas, pois os alunos têm a vantagem de conversar diretamente com gerentes e grandes empresários do setor mineral. As empresas parceiras do evento recebem, como contrapartida, o reconhecimento do investimento através das conquistas das equipes competidoras.
         Em meio às dificuldades e crise econômica, a equipe teve poucos patrocínios. Sem um patrocinador master, a equipe foi atrás de parcerias menores para cobrir a valor da viagem, contatando empresas de Poços de Caldas e outras cidades do sul de Minas, a fim de conseguir dinheiro para as despesas da participação, como inscrição nos jogos, passagens aéreas, hospedagem e alimentação.
“Esperamos que essas medalhas conquistadas nos ajudem a ganhar visibilidade na mineração brasileira, mostrar que nosso trabalho é sério e importante para a engenharia de minas, e com isso conseguirmos patrocínio para irmos para os jogos no ano que vem”, afirma Hugo Otoni, membro da equipe, mostrando preocupação com a participação da Unifal nos Jogos Internacionais de Mineração de 2018.
         Para Henrique Lima, o capitão da equipe, a força de vontade de todos foi o fator principal que possibilitou a participação da equipe nos jogos.  “Cada um estava se dando ao máximo nos treinos e nos contatos, todos passavam horas ligando e visitando empresas, mostrando nosso trabalho, e mesmo não conseguindo todo o dinheiro, não desistimos de representar a Unifal, ainda estamos pagando as passagens com nosso dinheiro, mas tudo foi recompensado com nossas medalhas, não existe uma sensação melhor de ouvir um “parabéns” ou “obrigado” de professores ou colegas de turma, das equipes adversárias e também dos juízes da competição, reconhecendo nossa força de vontade e persistência”.
Participante por três anos, o capitão ainda fez uma colocação geral sobre a experiência vivida enquanto membro do time:
“Eu participei uma vez na Austrália, em 2015, e os dois últimos anos nos Estados Unidos, uma coisa que percebi independente do país é que o clima dos jogos é muito acolhedor, as pessoas dos cinco países participantes procuram se conhecer, criar amizade, falar sobre a vida nos seus países, o que se mistura com a rivalidade no dia dos jogos, fazendo dessa uma experiência única, todos se parabenizando pelos resultados, assinando bandeiras, tirando fotos e prometendo se encontrar no ano seguinte.”
Natália Selvatti também falou sobre a participação do Brasil e os planos dentro da competição. “Um passo de cada vez, procuramos crescer dentro dos jogos, ganhando respeito de outras equipes e fazendo amigos, esse é o espírito dos jogos.”
“A diferença de culturas, costumes, de sotaques dentro do inglês torna o evento especial, diferente de uma viagem de turismo, é uma viagem de troca de conhecimentos e amizades”, conta Paula Cintra, participante da edição 2017.