Poços de Caldas, MG - No último final de semana, o Grupo Sara&Cura, juntamente com uma equipe de voluntários, organizou, pelo sexto ano consecutivo, sua Campanha de Natal em evento solidário no Asilo São Vicente de Paulo, na vizinha cidade de Botelhos. A entrega dos presentes aconteceu sábado (16) e teve ampla divulgação pelo Facebook.
Foram arrecadados presentes para 50 idosos. Bolos, tortas, salgados, frutas, queijo, leite, refrigerante também foram doados para a festa de recepção do Papai Noel
As doações foram feitas por pessoas de Botelhos e cidades vizinhas, sendo que algumas foram enviadas por pessoas que moram no exterior.
A entrega foi feita pelo Papai Noel e ajudantes, que antes saíram em carreata pela rua distribuindo balas para as crianças.
A recepção contou com música ao vivo do grupo do “Projeto Cantantes”.
Reforma
O asilo de Botelhos atende um grande número de idosos e está precisando urgente da reforma, que será feita por etapas. A primeira etapa consiste em construir um banheiro, reformar os banheiros existentes, instalar rampas e corrimões.
“Nossa missão é oferecer um cantinho agradável para os velhinhos. Sabemos que não será uma missão fácil, porém, com a ajuda de cada um realizaremos esse sonho”, disse a voluntária Talita Loyolla Rodrigues.
Os voluntários ainda trabalham na campanha da reforma, que terá parte das obras iniciada em janeiro. Segundo o grupo, boa parte dos materiais e dos fundos ainda precisa ser arrecadada. Para quem tiver interesse em contribuir, as doações podem ser feitas pela conta Lar dos Velhinhos da Associação São Vicente de Paulo de Botelhos CNPJ: 20.684.775/0001-30, Banco do Brasil, agência 1659-4, conta corrente 16.567-0.
Mais informações (35) 99953-7163 e (35)99816-4316. A reforma terá início em janeiro.
sábado, 23 de dezembro de 2017
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Inglês “poços-caldense” revoluciona cricket no Brasil
O mais novo cidadão poços-caldense, reconhecido com um título recebido esta semana na Câmara Municipal, é responsável por um dos projetos mais vitoriosos da história de Poços
de Caldas. Matt Featherstone chegou à cidade em 2000 para ficar uma temporada de apenas seis meses. Não foi mais embora, pois ficou encantado com Poços e com uma jovem que se tornou sua esposa pouco mais tarde. Confira um pouco da história deste londrino que se tornou numa das pessoas mais importantes do esporte poços-caldense e do cricket brasileiro.
Mantiqueira - Quando começou sua ligação com o esporte?
Matt Featherstone - Nasci respirando o esporte. Meu pai foi jogador de rugby e vivi numa casa onde o esporte estava no DNA. Em Londres frequentei uma escola que tem fama internacional por dar apoio aos esportistas e ali joguei squash, cricket, futebol, e rugby. Meu pai queria que eu me dedicasse exclusivamente ao rugby, mas era o esporte que eu menos gostava. Amigos mais próximos queriam que eu me tornasse jogador de futebol, mas também não gostei da ideia. Nesta época fiquei dividido entre o cricket e o squash, jogando e representando a seleção inglesa nas categorias sub-15, sub-19 até me tornar um jogador profissional. Mesmo com certo sucesso nestes esportes eu me preocupei com minha educação e fazer faculdade era o objetivo principal. Se o esporte não desse certo teria que ter alternativas na minha vida. Consegui me formar em três faculdades, sendo bacharel em Educação Física, mestre em Psicologia no Esporte e por fim bacharel em Administração Esportiva. Não era um craque no jogo, um jogador mais ou menos como se diz no Brasil, mas me apeguei no estudo para correr atrás do resto quando fosse preciso.
Mantiqueira - E como foi a troca de Londres por Poços de Caldas?
Matt Featherstone - Em 2000 me aposentei e decidi vir ao Brasil. Mas a decisão foi por causa do amor. Conheci minha esposa Aline Begalli Calil Featherstone, que estava estudando em Londres, e ela acabou me convencendo a vir a Poços de Caldas. Ela reclamava muito do frio londrino, não se acostumava com aquele clima completamente diferente do daqui. Eu disse a ela que faria uma experiência de seis meses e depois voltaria para casa, mas ela disse que quando eu conhecesse esta cidade e o Brasil nunca mais iria para outro lugar. Dito e feito e aqui estou até hoje. Casamos e foi a melhor escolha de minha vida. Adoro morar no Brasil, adoro morar em Poços de Caldas.
Mantiqueira - E como se deu a vinda do cricket? Você já tinha o pensamento quando chegou por aqui?
Matt Featherstone - De forma alguma. Como disse antes, queria passar uma temporada de seis meses e depois ir embora ou procurar novos rumos. A mudança aconteceu aos poucos. Como minha esposa não queria voltar para Londres eu fui ficando e gostando cada vez mais e comecei a observar melhor Poços de Caldas. Acabei descobrindo que a cidade tinha muitos lugares precisando de ajuda e achei que poderia fazer alguma coisa. No Brasil, infelizmente, falta muito incentivo a vários setores e o esporte é um deles. Esta falta de apoio vem do governo, empresários, esportistas, enfim, de vários setores. Penso que se cada esportista entrega duas horas de suas vidas a projetos não é preciso tanto dinheiro para se conseguir fazer alguma coisa de bom para as pessoas mais necessitadas. Eu vi que poderia fazer algo e fui ao trabalho. Comecei a conhecer pessoas interessadas, uma delas foi o Alexandre Felipe e ele prontamente começou a me ajudar a implantar projetos de cricket na cidade. A Casa do Menor foi o primeiro projeto na cidade e se tornou um lugar muito especial para nós. Gostei muito do trabalho realizado por lá. Um trabalho sério, bem feito, mas que precisava de muita ajuda. Eu mesmo acho que ajudei muito pouco o trabalho deles. Queria ter dado um pouco mais. Enfim, começamos o trabalho lá com alguns meninos e meninas e, sinceramente, depois daquele início nunca imaginei que o cricket se tornaria o que se tornou em Poços de Caldas. Os resultados que conseguimos aqui nos mostraram que o cricket é um esporte que pode ser jogado muito bem no Brasil e em qualquer parte do mundo.
Mantiqueira - O que você acha que facilitou a implantação do cricket em Poços e no Brasil?
Matt Featherstone - Me surpreendi quando cheguei ao Brasil e vi que aqui se praticava um esporte chamado bete. A semelhança com o cricket é incrível e isto facilitou muito a implantação do cricket. As pessoas aqui nunca haviam jogado cricket, mas é fácil achar aquele que quando criança foi campeão de bete em sua rua, foi eleito o melhor jogador de bete de seu bairro, Eu já encontrei mil campeões da rua em bete.
Mantiqueira - Depois deste início, como você vê o cricket hoje em Poços e no Brasil?
Matt Featherstone - Vejo com muito orgulho. Temos equipes grandes em Poços de Caldas que jogam em termos profissionais, temos bons jogadores em Brasil, em São Paulo, enfim, o esporte só cresce e tenho certeza que em muito breve seremos uma das potências mundiais deste esporte. O cricket será tão conhecido no Brasil como o voleibol, futsal, entre outros, não tenho dúvidas de que vamos conquistar o Brasil. Poços de Caldas é fundamental neste sentido, já que é uma das cidades que mais tem praticantes no Brasil.
Mantiqueira - Como você lida com as diferenças financeiras e de apoio que o esporte recebe na sua Inglaterra e no Brasil?
Matt Featherstone - O investimento lá fora é antigo, há muito mais tempo eles acreditam no esporte e no Brasil e na América do Sul as coisas ainda engatinham. Aqui o menino precisa trabalhar para ajudar a família e com isto o esporte fica jogado a segundo plano. Na Europa, principalmente em minha cidade Londres, o pensamento é outro e por isto o investimento em todos os esporte é pesado. A questão é cultural e vejo que talvez num futuro possamos ter a mesma política. Lá fora eles sabem que o esporte tira a pessoa das drogas, de mau caminho, enquanto aqui não existe este pensamento e incentivo. Falta investimento.
Mantiqueira - Como é sua ligação com a seleção brasileira?
Matt Featherstone - Em 2000, quando cheguei ao Brasil conheci um clube em São Paulo onde havia ingleses que jogavam cricket. Era o São Paulo Atletic Club. Fui até este clube, conheci todos os praticantes e comecei a jogar com eles. Era um grupo muito pequeno, mas vi que poderíamos aumentar o número de pessoas jogando o esporte no Brasil. Neste período o pessoal do International Cricket Council [ICC] entrou em contato comigo e pediu ajuda. Ficaram sabendo que eu estava no Brasil e me viram com uma peça importante para trazer o esporte definitivamente para cá. Topei o desafio sem receber nada, mas para ajudar o Brasil a fazer parte do mundial. Em 2006 conseguimos colocar o Brasil no Mundial do Cricket. Fomos correndo atrás, conseguimos um investimento do ICC. O trabalho começou a crescer, os recursos também e com isto o esporte cresceu muito no Brasil. Hoje temos uma boa ajuda do ICC e com este crescimento muitas pessoas abraçaram o cricket e o Brasil se fortaleceu. Depois que virei técnico da seleção brasileira procurei mudar um pouco a filosofia de trabalho. O time era 100% formado por estrangeiros e fui introduzindo jogadores brasileiros no grupo. Foi uma tarefa difícil, já que começou do zero, mas hoje temos muitos brasileiros no time. Claro que não tiramos todos os estrangeiros, mas o time é mais mesclado hoje com todos tendo seu espaço para representar bem o Brasil nas competições adultas. Nas categorias sub-13, sub-17 e sub-17 temos times formados apenas por brasileiros. A seleção feminina, que vem conseguindo nossos principais resultados, também conta apenas com jogadoras nascidas no Brasil.
Mantiqueira - E como você vê o reconhecimento do seu trabalho em Poços?
Matt Featherstone - Fico feliz, mas quando as coisas começam a funcionar é fácil as pessoas quererem fazer parte. Em Poços não foi diferente e conseguimos apoios importantes, como do ex-prefeito Eloísio, agora do prefeito Sérgio Azevedo, que vem dando um apoio muito importante. As empresas da cidade estão apoiando e hoje em Poços de Caldas não podemos reclamar de falta de apoio.
Mantiqueira - Como será o trabalho em 2018?
Matt Featherstone - Sempre o foco é crescer. Temos um limite de 3000 crianças por projetos, mas para conseguirmos este número precisamos de mais professores, por isto temos que esperar para atingir este número. Temos quatro alunos cursando faculdade e eles serão os futuros professores que estamos precisando para crescer os projetos na cidade. Queremos implantar em todas as cidades. Hoje temos 26 projetos e queremos este número aumentando para 40. Por enquanto o crescimento será menor.
Mantiqueira - E como é ser cidadão poços-caldense?
Matt Featherstone - Fiquei muito feliz com as palavras do prefeito Sérgio que foi na Câmara e destacou nossos projetos. Ele disse que ficou impressionado com a quantidade de pessoas que jogam cricket na cidade. O título de cidadão poços-caldense me deixou muito feliz, foi uma surpresa e agradeço muito ao vereador Lucas Arruda pela indicação, mas este título é de todos que acreditaram nos projetos de cricket na cidade. Ele vem no meu nome, mas é de todos que trabalham comigo, de você que vem divulgando desde o início nosso trabalho, dos alunos, professores, enfim, do nosso esporte. Uma pessoa não muda nada, mas a união de todos faz muita diferença. Quero finalizar agradecendo a todos os parceiros, como o ICC Mundial, Rotary, Departamento Municipal de Eletricidade, Caixa Econômica Federal, Hotel Minas Gerais e Associação Atlética Caldense, Prefeitura, Secretaria de Esportes. Sem estes parceiros o cricket não teria crescido tanto e nem tenho palavras para agradecer a todos.
de Caldas. Matt Featherstone chegou à cidade em 2000 para ficar uma temporada de apenas seis meses. Não foi mais embora, pois ficou encantado com Poços e com uma jovem que se tornou sua esposa pouco mais tarde. Confira um pouco da história deste londrino que se tornou numa das pessoas mais importantes do esporte poços-caldense e do cricket brasileiro.
Mantiqueira - Quando começou sua ligação com o esporte?
Matt Featherstone - Nasci respirando o esporte. Meu pai foi jogador de rugby e vivi numa casa onde o esporte estava no DNA. Em Londres frequentei uma escola que tem fama internacional por dar apoio aos esportistas e ali joguei squash, cricket, futebol, e rugby. Meu pai queria que eu me dedicasse exclusivamente ao rugby, mas era o esporte que eu menos gostava. Amigos mais próximos queriam que eu me tornasse jogador de futebol, mas também não gostei da ideia. Nesta época fiquei dividido entre o cricket e o squash, jogando e representando a seleção inglesa nas categorias sub-15, sub-19 até me tornar um jogador profissional. Mesmo com certo sucesso nestes esportes eu me preocupei com minha educação e fazer faculdade era o objetivo principal. Se o esporte não desse certo teria que ter alternativas na minha vida. Consegui me formar em três faculdades, sendo bacharel em Educação Física, mestre em Psicologia no Esporte e por fim bacharel em Administração Esportiva. Não era um craque no jogo, um jogador mais ou menos como se diz no Brasil, mas me apeguei no estudo para correr atrás do resto quando fosse preciso.
Mantiqueira - E como foi a troca de Londres por Poços de Caldas?
Matt Featherstone - Em 2000 me aposentei e decidi vir ao Brasil. Mas a decisão foi por causa do amor. Conheci minha esposa Aline Begalli Calil Featherstone, que estava estudando em Londres, e ela acabou me convencendo a vir a Poços de Caldas. Ela reclamava muito do frio londrino, não se acostumava com aquele clima completamente diferente do daqui. Eu disse a ela que faria uma experiência de seis meses e depois voltaria para casa, mas ela disse que quando eu conhecesse esta cidade e o Brasil nunca mais iria para outro lugar. Dito e feito e aqui estou até hoje. Casamos e foi a melhor escolha de minha vida. Adoro morar no Brasil, adoro morar em Poços de Caldas.
Mantiqueira - E como se deu a vinda do cricket? Você já tinha o pensamento quando chegou por aqui?
Matt Featherstone - De forma alguma. Como disse antes, queria passar uma temporada de seis meses e depois ir embora ou procurar novos rumos. A mudança aconteceu aos poucos. Como minha esposa não queria voltar para Londres eu fui ficando e gostando cada vez mais e comecei a observar melhor Poços de Caldas. Acabei descobrindo que a cidade tinha muitos lugares precisando de ajuda e achei que poderia fazer alguma coisa. No Brasil, infelizmente, falta muito incentivo a vários setores e o esporte é um deles. Esta falta de apoio vem do governo, empresários, esportistas, enfim, de vários setores. Penso que se cada esportista entrega duas horas de suas vidas a projetos não é preciso tanto dinheiro para se conseguir fazer alguma coisa de bom para as pessoas mais necessitadas. Eu vi que poderia fazer algo e fui ao trabalho. Comecei a conhecer pessoas interessadas, uma delas foi o Alexandre Felipe e ele prontamente começou a me ajudar a implantar projetos de cricket na cidade. A Casa do Menor foi o primeiro projeto na cidade e se tornou um lugar muito especial para nós. Gostei muito do trabalho realizado por lá. Um trabalho sério, bem feito, mas que precisava de muita ajuda. Eu mesmo acho que ajudei muito pouco o trabalho deles. Queria ter dado um pouco mais. Enfim, começamos o trabalho lá com alguns meninos e meninas e, sinceramente, depois daquele início nunca imaginei que o cricket se tornaria o que se tornou em Poços de Caldas. Os resultados que conseguimos aqui nos mostraram que o cricket é um esporte que pode ser jogado muito bem no Brasil e em qualquer parte do mundo.
Mantiqueira - O que você acha que facilitou a implantação do cricket em Poços e no Brasil?
Matt Featherstone - Me surpreendi quando cheguei ao Brasil e vi que aqui se praticava um esporte chamado bete. A semelhança com o cricket é incrível e isto facilitou muito a implantação do cricket. As pessoas aqui nunca haviam jogado cricket, mas é fácil achar aquele que quando criança foi campeão de bete em sua rua, foi eleito o melhor jogador de bete de seu bairro, Eu já encontrei mil campeões da rua em bete.
Mantiqueira - Depois deste início, como você vê o cricket hoje em Poços e no Brasil?
Matt Featherstone - Vejo com muito orgulho. Temos equipes grandes em Poços de Caldas que jogam em termos profissionais, temos bons jogadores em Brasil, em São Paulo, enfim, o esporte só cresce e tenho certeza que em muito breve seremos uma das potências mundiais deste esporte. O cricket será tão conhecido no Brasil como o voleibol, futsal, entre outros, não tenho dúvidas de que vamos conquistar o Brasil. Poços de Caldas é fundamental neste sentido, já que é uma das cidades que mais tem praticantes no Brasil.
Mantiqueira - Como você lida com as diferenças financeiras e de apoio que o esporte recebe na sua Inglaterra e no Brasil?
Matt Featherstone - O investimento lá fora é antigo, há muito mais tempo eles acreditam no esporte e no Brasil e na América do Sul as coisas ainda engatinham. Aqui o menino precisa trabalhar para ajudar a família e com isto o esporte fica jogado a segundo plano. Na Europa, principalmente em minha cidade Londres, o pensamento é outro e por isto o investimento em todos os esporte é pesado. A questão é cultural e vejo que talvez num futuro possamos ter a mesma política. Lá fora eles sabem que o esporte tira a pessoa das drogas, de mau caminho, enquanto aqui não existe este pensamento e incentivo. Falta investimento.
Mantiqueira - Como é sua ligação com a seleção brasileira?
Matt Featherstone - Em 2000, quando cheguei ao Brasil conheci um clube em São Paulo onde havia ingleses que jogavam cricket. Era o São Paulo Atletic Club. Fui até este clube, conheci todos os praticantes e comecei a jogar com eles. Era um grupo muito pequeno, mas vi que poderíamos aumentar o número de pessoas jogando o esporte no Brasil. Neste período o pessoal do International Cricket Council [ICC] entrou em contato comigo e pediu ajuda. Ficaram sabendo que eu estava no Brasil e me viram com uma peça importante para trazer o esporte definitivamente para cá. Topei o desafio sem receber nada, mas para ajudar o Brasil a fazer parte do mundial. Em 2006 conseguimos colocar o Brasil no Mundial do Cricket. Fomos correndo atrás, conseguimos um investimento do ICC. O trabalho começou a crescer, os recursos também e com isto o esporte cresceu muito no Brasil. Hoje temos uma boa ajuda do ICC e com este crescimento muitas pessoas abraçaram o cricket e o Brasil se fortaleceu. Depois que virei técnico da seleção brasileira procurei mudar um pouco a filosofia de trabalho. O time era 100% formado por estrangeiros e fui introduzindo jogadores brasileiros no grupo. Foi uma tarefa difícil, já que começou do zero, mas hoje temos muitos brasileiros no time. Claro que não tiramos todos os estrangeiros, mas o time é mais mesclado hoje com todos tendo seu espaço para representar bem o Brasil nas competições adultas. Nas categorias sub-13, sub-17 e sub-17 temos times formados apenas por brasileiros. A seleção feminina, que vem conseguindo nossos principais resultados, também conta apenas com jogadoras nascidas no Brasil.
Mantiqueira - E como você vê o reconhecimento do seu trabalho em Poços?
Matt Featherstone - Fico feliz, mas quando as coisas começam a funcionar é fácil as pessoas quererem fazer parte. Em Poços não foi diferente e conseguimos apoios importantes, como do ex-prefeito Eloísio, agora do prefeito Sérgio Azevedo, que vem dando um apoio muito importante. As empresas da cidade estão apoiando e hoje em Poços de Caldas não podemos reclamar de falta de apoio.
Mantiqueira - Como será o trabalho em 2018?
Matt Featherstone - Sempre o foco é crescer. Temos um limite de 3000 crianças por projetos, mas para conseguirmos este número precisamos de mais professores, por isto temos que esperar para atingir este número. Temos quatro alunos cursando faculdade e eles serão os futuros professores que estamos precisando para crescer os projetos na cidade. Queremos implantar em todas as cidades. Hoje temos 26 projetos e queremos este número aumentando para 40. Por enquanto o crescimento será menor.
Mantiqueira - E como é ser cidadão poços-caldense?
Matt Featherstone - Fiquei muito feliz com as palavras do prefeito Sérgio que foi na Câmara e destacou nossos projetos. Ele disse que ficou impressionado com a quantidade de pessoas que jogam cricket na cidade. O título de cidadão poços-caldense me deixou muito feliz, foi uma surpresa e agradeço muito ao vereador Lucas Arruda pela indicação, mas este título é de todos que acreditaram nos projetos de cricket na cidade. Ele vem no meu nome, mas é de todos que trabalham comigo, de você que vem divulgando desde o início nosso trabalho, dos alunos, professores, enfim, do nosso esporte. Uma pessoa não muda nada, mas a união de todos faz muita diferença. Quero finalizar agradecendo a todos os parceiros, como o ICC Mundial, Rotary, Departamento Municipal de Eletricidade, Caixa Econômica Federal, Hotel Minas Gerais e Associação Atlética Caldense, Prefeitura, Secretaria de Esportes. Sem estes parceiros o cricket não teria crescido tanto e nem tenho palavras para agradecer a todos.
Caldense sai perdendo, mas busca empate em Piracicaba: 2x2 com o XV
RENAN MUNIZ
A.A. Caldense
A Caldense foi a Piracicaba nesta sexta-feira (22) para realizar seu terceiro jogo-treino da temporada. A partida contra o XV de Piracicaba aconteceu na Usina Cosan Costa Pinto e terminou empatada em 2 a 2. Os gols foram de Everton e André Cunha para o XV e Potita e Luiz Eduardo para a Veterana.
A delegação alviverde saiu de Poços de Caldas às 06h30 da manhã em direção ao interior paulista. Djalminha e Arilson ficaram no Ninho dos Periquitos realizando treinamentos físicos e Fernandinho não viajou para tratar uma fisgada que sentiu na coxa.
O jogo começou às 10h45. A Caldense entrou em campo com Omar, Feijão, Marcelinho, Robinho, Jhonathan, Mineiro, Lucas, Anderson Rosa, Juninho, Potita e Luiz Eduardo. Nos primeiros minutos, os donos da casa tinham mais posse de bola e envolviam a equipe alviverde. A Veterana pecava nos passes e quando tentava sair jogando era parada com faltas.
Aos 11 minutos o XV encontrou espaço para atacar e Éverton abriu o marcador. Dois minutos depois, em uma bola alçada na área, André Cunha, ampliou. Após o susto inicial a Caldense começou a buscar sua reação.
Em um bate-rebate, a bola sobrou para Potita na cara do gol. O jogador fuzilou e diminuiu para a Veterana aos 20 minutos. Aos 28, em um contra-ataque, Luiz Eduardo disparou em velocidade e bateu de fora da área no cantinho para empatar o jogo.
No intervalo, o técnico Zezito optou por não trocar todo o time como nos jogos anteriores. Mas alterou algumas peças. Entraram Charles, Jean e Edvaldo nos lugares de Potita, Lucas e Omar, respectivamente. A Veterana então passou a ser mais perigosa ofensivamente e começou a mandar na partida.
Logo aos cinco minutos, Juninho avançou pela ponta direita e bateu cruzado. A bola bateu na trave. Sete minutos depois, Jean arriscou, mas a bola não entrou. Zezito fez mais duas substituições, Mineiro saiu para a entrada de João Vítor e Carlinhos entrou no lugar de Juninho.
A Caldense, melhor em campo, estava mais perto de conseguir a virada. Aos 18 Anderson Rosa finalizou bem e na sequência Carlinhos teve duas belas oportunidades.
Os últimos quinze minutos de jogo foram muito truncados. Embora a Caldense tenha merecido a vitória pelo maior volume de jogo, o resultado não veio. Placar final 2 a 2.
O próximo compromisso da Veterana é na sexta-feira (29) às 15h30 contra o Sub-20 do Desportivo Brasil em Porto Feliz-SP.
A.A. Caldense
A Caldense foi a Piracicaba nesta sexta-feira (22) para realizar seu terceiro jogo-treino da temporada. A partida contra o XV de Piracicaba aconteceu na Usina Cosan Costa Pinto e terminou empatada em 2 a 2. Os gols foram de Everton e André Cunha para o XV e Potita e Luiz Eduardo para a Veterana.
A delegação alviverde saiu de Poços de Caldas às 06h30 da manhã em direção ao interior paulista. Djalminha e Arilson ficaram no Ninho dos Periquitos realizando treinamentos físicos e Fernandinho não viajou para tratar uma fisgada que sentiu na coxa.
O jogo começou às 10h45. A Caldense entrou em campo com Omar, Feijão, Marcelinho, Robinho, Jhonathan, Mineiro, Lucas, Anderson Rosa, Juninho, Potita e Luiz Eduardo. Nos primeiros minutos, os donos da casa tinham mais posse de bola e envolviam a equipe alviverde. A Veterana pecava nos passes e quando tentava sair jogando era parada com faltas.
Aos 11 minutos o XV encontrou espaço para atacar e Éverton abriu o marcador. Dois minutos depois, em uma bola alçada na área, André Cunha, ampliou. Após o susto inicial a Caldense começou a buscar sua reação.
Em um bate-rebate, a bola sobrou para Potita na cara do gol. O jogador fuzilou e diminuiu para a Veterana aos 20 minutos. Aos 28, em um contra-ataque, Luiz Eduardo disparou em velocidade e bateu de fora da área no cantinho para empatar o jogo.
No intervalo, o técnico Zezito optou por não trocar todo o time como nos jogos anteriores. Mas alterou algumas peças. Entraram Charles, Jean e Edvaldo nos lugares de Potita, Lucas e Omar, respectivamente. A Veterana então passou a ser mais perigosa ofensivamente e começou a mandar na partida.
Logo aos cinco minutos, Juninho avançou pela ponta direita e bateu cruzado. A bola bateu na trave. Sete minutos depois, Jean arriscou, mas a bola não entrou. Zezito fez mais duas substituições, Mineiro saiu para a entrada de João Vítor e Carlinhos entrou no lugar de Juninho.
A Caldense, melhor em campo, estava mais perto de conseguir a virada. Aos 18 Anderson Rosa finalizou bem e na sequência Carlinhos teve duas belas oportunidades.
Os últimos quinze minutos de jogo foram muito truncados. Embora a Caldense tenha merecido a vitória pelo maior volume de jogo, o resultado não veio. Placar final 2 a 2.
O próximo compromisso da Veterana é na sexta-feira (29) às 15h30 contra o Sub-20 do Desportivo Brasil em Porto Feliz-SP.
Brinquedos e alimentos arrecadados na campanha Natal Solidário
A Associação Atlética Caldense arrecadou durante todo o mês de dezembro brinquedos e alimentos para alegrar o fim de ano de crianças carentes da Zona Sul. Inúmeras pessoas aderiram ao 2º Natal Solidário e contribuíram com centenas de tens. Nesta sexta-feira a partir das 12h começou a entrega dos presentes.
“Recebemos muitas doações. Desde bonecas até bicicletas. Montamos várias cestas básicas. Tivemos que arrumar uma sala no clube para guardar tudo. Vamos beneficiar dezenas de famílias necessitadas. Iremos fantasiados de Papai Noel, Batman, Homem-Aranha para representar os super-heróis e proporcionar momentos felizes à criançada” – disse Gustavo Fonseca, um dos organizadores da campanha.
“Muita gente se mobilizou para fazer um natal melhor para o próximo. Conseguimos superar as arrecadações do ano passado. Aproveitamos a oportunidade para agradecer todos que contribuíram. A campanha mostrou toda a solidariedade das pessoas que frequentam o clube. Agora estamos na expectativa de entregar os presentes e ver o brilho nos olhos de cada criança” – completou Lucas David, idealizador do projeto.
“Recebemos muitas doações. Desde bonecas até bicicletas. Montamos várias cestas básicas. Tivemos que arrumar uma sala no clube para guardar tudo. Vamos beneficiar dezenas de famílias necessitadas. Iremos fantasiados de Papai Noel, Batman, Homem-Aranha para representar os super-heróis e proporcionar momentos felizes à criançada” – disse Gustavo Fonseca, um dos organizadores da campanha.
“Muita gente se mobilizou para fazer um natal melhor para o próximo. Conseguimos superar as arrecadações do ano passado. Aproveitamos a oportunidade para agradecer todos que contribuíram. A campanha mostrou toda a solidariedade das pessoas que frequentam o clube. Agora estamos na expectativa de entregar os presentes e ver o brilho nos olhos de cada criança” – completou Lucas David, idealizador do projeto.
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
Equipe de atletismo da Prefeitura participa da 24ª São Silvestrinha
Poços de Caldas, MG - A equipe infanto-juvenil de atletismo da Prefeitura Municipal de Poços de caldas, fez uma excelente participação na 24ª São Silvestrinha, no Ginásio do Ibirapuera em São Paulo. A competição aconteceu no último final de semana e a equipe de Poços contou com coordenação administrativa de Miranel de Oliveira Domingos, coordenação técnica de Joana D’Arc Geremias Pelozzi e estagiário Luiz Felipe de Oliveira Domingos. Participaram 33 atletas com idades variadas entre 6 a 17 anos. A equipe agradece à Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, aos colaboradores Eletrochoque e Aviya Eventos.
CLASSIFICAÇÃO DOS ATLETAS DE POÇOS
NOMES CATEGORIA CLASSIFICAÇÃO
Gabriel Cândido Roberto Categoria 17 anos – 800 metros 3° lugar
Leonardo do Nascimento Venâncio Categoria 17 anos – 800 metros 4° lugar
Robson Eduardo da Silva Categoria 15 anos – 600 metros 1° lugar
João Victor Guedes Gonçalves Categoria 15 anos – 600 metros 11° lugar
Rodrigo Júnio Marcelino da Fonseca Categoria 15 anos – 600 metros 8° lugar
Guilherme Hendrick Andrade Estevan Categoria 15 anos – 600 metros 18° lugar
Laís de Oliveira Domingos Categoria 15 anos – 600 metros 8° lugar
Rafael do Nascimento Venâncio Categoria 15 anos – 600 metros 12° lugar
Ana Alice de Paula Fernandes Categoria 13 anos – 100 metros 4° lugar
Vitória Cassia da Silva Araújo Categoria 13 anos – 100 metros 11° lugar
Igor Jeremias Categoria 13 anos – 100 metros 3° lugar
Geovana do Nascimento Venâncio Categoria 12 anos – 100 metros 7° lugar
Iago Trindade Pereira Categoria 11 anos – 80 metros 3° lugar
João Victor Jeremias Pelozi Categoria 11 anos – 80 metros 4° lugar
Maycon Domingues da Silva Dias Categoria 11 anos – 80 metros 34° lugar
Mariana de Jesus Lima Categoria 10 anos – 80 metros 16° lugar
Renato Vieira Categoria 10 anos – 80 metros 19° lugar
Renan Vieira Categoria 10 anos – 80 metros 21º lugar
Francine Sabino da Silva Categoria 10 anos – 80 metros 11° lugar
Wellington Domingues da Silva Dias Categoria 10 anos – 80 metros 23° lugar
Natasha Aparecida Pimentel Categoria 10 anos – 80 metros 6° lugar
João Victor Alves de Souza Categoria 10 anos – 80 metros 10° lugar
Kevyn Esteves da Silva Roberto Categoria 09 anos – 60 metros 11° lugar
Samira Aparecida Pimentel Categoria 09 anos – 60 metros 10° lugar
Isabela Sofia do Nascimento Categoria 09 anos – 60 metros 6° lugar
Lucas Gabriel Q. de Souza Oliveira Categoria 09 anos – 60 metros 5° lugar
Esther Sabino da Silva Categoria 08 anos – 60 metros 4° lugar
Matheus Viana Categoria 08 anos – 60 metros 45° lugar
Nicolas Domingos dos Santos Categoria 07 anos – 50 metros 38° lugar
Emily da Silva Ribeiro Categoria 07 anos – 50 metros 3° lugar
Diogo Henrique da Silva Dias Categoria 06 anos – 50 metros 22° lugar
CLASSIFICAÇÃO DOS ATLETAS DE POÇOS
NOMES CATEGORIA CLASSIFICAÇÃO
Gabriel Cândido Roberto Categoria 17 anos – 800 metros 3° lugar
Leonardo do Nascimento Venâncio Categoria 17 anos – 800 metros 4° lugar
Robson Eduardo da Silva Categoria 15 anos – 600 metros 1° lugar
João Victor Guedes Gonçalves Categoria 15 anos – 600 metros 11° lugar
Rodrigo Júnio Marcelino da Fonseca Categoria 15 anos – 600 metros 8° lugar
Guilherme Hendrick Andrade Estevan Categoria 15 anos – 600 metros 18° lugar
Laís de Oliveira Domingos Categoria 15 anos – 600 metros 8° lugar
Rafael do Nascimento Venâncio Categoria 15 anos – 600 metros 12° lugar
Ana Alice de Paula Fernandes Categoria 13 anos – 100 metros 4° lugar
Vitória Cassia da Silva Araújo Categoria 13 anos – 100 metros 11° lugar
Igor Jeremias Categoria 13 anos – 100 metros 3° lugar
Geovana do Nascimento Venâncio Categoria 12 anos – 100 metros 7° lugar
Iago Trindade Pereira Categoria 11 anos – 80 metros 3° lugar
João Victor Jeremias Pelozi Categoria 11 anos – 80 metros 4° lugar
Maycon Domingues da Silva Dias Categoria 11 anos – 80 metros 34° lugar
Mariana de Jesus Lima Categoria 10 anos – 80 metros 16° lugar
Renato Vieira Categoria 10 anos – 80 metros 19° lugar
Renan Vieira Categoria 10 anos – 80 metros 21º lugar
Francine Sabino da Silva Categoria 10 anos – 80 metros 11° lugar
Wellington Domingues da Silva Dias Categoria 10 anos – 80 metros 23° lugar
Natasha Aparecida Pimentel Categoria 10 anos – 80 metros 6° lugar
João Victor Alves de Souza Categoria 10 anos – 80 metros 10° lugar
Kevyn Esteves da Silva Roberto Categoria 09 anos – 60 metros 11° lugar
Samira Aparecida Pimentel Categoria 09 anos – 60 metros 10° lugar
Isabela Sofia do Nascimento Categoria 09 anos – 60 metros 6° lugar
Lucas Gabriel Q. de Souza Oliveira Categoria 09 anos – 60 metros 5° lugar
Esther Sabino da Silva Categoria 08 anos – 60 metros 4° lugar
Matheus Viana Categoria 08 anos – 60 metros 45° lugar
Nicolas Domingos dos Santos Categoria 07 anos – 50 metros 38° lugar
Emily da Silva Ribeiro Categoria 07 anos – 50 metros 3° lugar
Diogo Henrique da Silva Dias Categoria 06 anos – 50 metros 22° lugar
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
DME publica edital para patrocínio direto em 2018
O Programa de Patrocínios 2018 da DME para patrocínio direto está com novo edital. Os interessados podem verificar as condições para participação em www.dmepc.com.br. A novidade é o período de inscrição, que será diferente de acordo com área de atuação, conforme segue:
- Projetos Culturais, Sociais e Ambientais: deverão ser protocolados na Secretaria Municipal de Cultura, no Espaço Cultural da Urca, situada na Praça Getúlio Vargas, s/n°, Centro, Poços de Caldas/MG, no horário de 09:00 às 18:00h, de 20/12/2017 a 19/01/2018.
- Projetos Sócio-Esportivos: deverão ser protocolados na Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, situada na Rua São José, 345, Jardim Country Club, Poços de Caldas/MG, no horário de 13:00 às 17:30h, de 08/01/2018 a 31/01/2018.
Poderão ser inscritos projetos que sejam originários e que atendam exclusivamente ao Município e que sejam realizados entre os meses de março a dezembro de 2018.
Os projetos recebidos passarão por dois processos de avaliação: habilitação e seleção. No primeiro processo, é verificada se a documentação apresentada está de acordo ao solicitado pelo edital, enquanto a seleção diz respeito a avaliação do mérito, viabilidade de execução, divulgação e contrapartida, alinhado à missão da DME e às diretrizes traçadas pelo seu acionista, o Município de Poços de Caldas.
Para aqueles que já foram selecionados em anos anteriores, também podem inscrever-se novamente, mas, somente serão patrocinados aqueles que obtiveram aprovação em sua prestação de contas.
O edital segue basicamente as diretrizes dos anos anteriores, com alterações principalmente no Roteiro de Prestação de Contas, sendo responsabilidade dos proponentes a verificação de todos os documentos disponibilizados.
Encerrado o período de inscrição, os projetos serão avaliados e o resultado posteriormente divulgado.
- Projetos Culturais, Sociais e Ambientais: deverão ser protocolados na Secretaria Municipal de Cultura, no Espaço Cultural da Urca, situada na Praça Getúlio Vargas, s/n°, Centro, Poços de Caldas/MG, no horário de 09:00 às 18:00h, de 20/12/2017 a 19/01/2018.
- Projetos Sócio-Esportivos: deverão ser protocolados na Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, situada na Rua São José, 345, Jardim Country Club, Poços de Caldas/MG, no horário de 13:00 às 17:30h, de 08/01/2018 a 31/01/2018.
Poderão ser inscritos projetos que sejam originários e que atendam exclusivamente ao Município e que sejam realizados entre os meses de março a dezembro de 2018.
Os projetos recebidos passarão por dois processos de avaliação: habilitação e seleção. No primeiro processo, é verificada se a documentação apresentada está de acordo ao solicitado pelo edital, enquanto a seleção diz respeito a avaliação do mérito, viabilidade de execução, divulgação e contrapartida, alinhado à missão da DME e às diretrizes traçadas pelo seu acionista, o Município de Poços de Caldas.
Para aqueles que já foram selecionados em anos anteriores, também podem inscrever-se novamente, mas, somente serão patrocinados aqueles que obtiveram aprovação em sua prestação de contas.
O edital segue basicamente as diretrizes dos anos anteriores, com alterações principalmente no Roteiro de Prestação de Contas, sendo responsabilidade dos proponentes a verificação de todos os documentos disponibilizados.
Encerrado o período de inscrição, os projetos serão avaliados e o resultado posteriormente divulgado.
Caldense adquire equipamentos específicos para treinamento de goleiros
(Renan Muniz) - Com o intuito de oferecer sempre as melhores condições de trabalho para os jogadores da Caldense, a diretoria alviverde adquiriu uma série de equipamentos modernos voltados para o treinamento de goleiros. Luvas, bonecos infláveis, barreiras, caixotes e bolas triangulares estão entre os novos itens.
“São materiais importantíssimos no cotidiano de trabalho. Os bonecos infláveis nos ajudam muito na saída de gol e tempo de bola, as barreiras servem como referência nas faltas, o caixote pliométrico contribui para se trabalhar força e impulsão. Já as bolas em formato triangular otimizam o tempo de reação dos goleiros, pois quando a bola quica, muda de direção. Nossos arqueiros têm muito a ganhar com isso” – disse o treinador de goleiros Alexandre Vargas, que se mostra empolgado com os paredões alviverdes.
“A rapaziada está se dedicando muito e buscando seu espaço. Cada um tem suas qualidades e características. Tenho gostado bastante do desempenho deles nos treinamentos. Sou um preparador exigente e eles procuram dar o máximo para melhorar dia após dia” – finaliza.
“São materiais importantíssimos no cotidiano de trabalho. Os bonecos infláveis nos ajudam muito na saída de gol e tempo de bola, as barreiras servem como referência nas faltas, o caixote pliométrico contribui para se trabalhar força e impulsão. Já as bolas em formato triangular otimizam o tempo de reação dos goleiros, pois quando a bola quica, muda de direção. Nossos arqueiros têm muito a ganhar com isso” – disse o treinador de goleiros Alexandre Vargas, que se mostra empolgado com os paredões alviverdes.
“A rapaziada está se dedicando muito e buscando seu espaço. Cada um tem suas qualidades e características. Tenho gostado bastante do desempenho deles nos treinamentos. Sou um preparador exigente e eles procuram dar o máximo para melhorar dia após dia” – finaliza.
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