sexta-feira, 15 de junho de 2018

Equipe de atletismo de Poços disputa Campeonato Estadual em Belo Horizonte

Poços de Caldas, MG - No último sábado, 9, a equipe de atletismo de Poços de Caldas, comandada pelo professor Sidnei Carlos de Parolis esteve na cidade de Belo Horizonte onde disputou o Campeonato Estadual Mineiro Caixa de Atletismo Sub-20.  A competição aconteceu na pista de atletismo da Universidade Federal de Minas Gerais.
O Projeto Atletismo Poços de Caldas – “Seleção e Acompanhamento do Talento Desportivo” aprovado pela Lei Municipal de Incentivo ao Esporte nº 8.624/09 que tem como incentivadores as empresas Climepe Total, Construtora Etapa e Hotel Nacional Inn; e apoio do DME representou nossa cidade neste evento.
A equipe de Poços de Caldas novamente se destacou com resultados expressivos e Marcelo Alves Júnior foi campeão nos 400 metros com barreira e 400 metros razos. Confira todos os resultados no quadro.
“Gostaríamos de agradecer a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer e a todos os nossos incentivadores esportivos que deram todo o apoio necessário aos nossos alunos/atletas para participarem deste evento”, disse o professor Sidnei.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Marcos Alexandre Elias, o Queniano é 3º em Maratona Internacional

Poços de Caldas, MG - O atleta de Poços de Caldas Marcos Alexandre Elias, o Queniano, disputou no último domingo, 10, a Maratona Internacional de Porto Alegre. A prova contou com cerca de 10,2 mil inscritos e completou sua 35ª edição. Queniano competiu com cerca de 5 mil corredores que estavam na prova principal masculina. Corredores de vários estados e países estiveram presentes. O evento deste ano teve como padrinho o maratonista brasileiro Ronaldo da Costa, campeão na Maratona de Berlim de 1998, quando consagrou-se recordista sul-americano.
“Estou muito feliz com este resultado pois foi uma corrida muito difícil e com grandes obstáculos”, contou Queniano destacando ainda que a chuva insistente também foi um adversário a ser batido.

Resultados

Na Maratona Masculina, os primeiros cinco finalistas foram Jurandyr Couto Junior; Alisson Rocha Peres; Marcos Alexandre Elias, Eberth da Silva Silvério e Luis Felipe Leite Barboza. Já na Maratona Feminina ficaram por ordem de chegada Caroline Jepkemei Kimosop; Joziane da Silva Cardozo; Zenaide Vieira; Janete Tedesco e Antônia Keyla da Silva Barros.

Meia Maratona das Águas acontece em julho

Estão abertas as inscrições para a 11ª Meia Maratona das Águas, que acontece dia 29 de julho, às 9h. A largada será na Rodovia do Contorno, em Poços, e, a chegada, no Balneário de Pocinhos do Rio Verde, em Caldas.

O percurso é de 24 km em asfalto e terra. A prova será disputada nas categorias juvenil, adulto A e B, veterano A, B, C e D, para masculino, e juvenil, adulto e veterano A e B no feminino. A competição é uma realização conjunta das prefeituras de Caldas e Poços de Caldas. As inscrições podem ser feitas pelo link https://bit.ly/2L5DMZo

Para corredores de Poços, a inscrição pode ser feita também na Secretaria de Esportes (rua São José, 345, Country Club, ao lado do Samu). A premiação inclui dinheiro e troféu. Os primeiros colocados no geral masculino e feminino receberão R$ 1 mil. Mais informações pelo telefone 3697-2082. 

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Caldense lança Tour Virtual da sede social do clube

(Renan Muniz) - A Associação Atlética Caldense é um dos maiores e mais bem estruturados clubes de Minas Gerais. Com uma área de 22 mil m², possui mais de 3 mil sócios cotistas e cerca de 13 mil associados. Esta semana a instituição apresentou um Tour Virtual, com fotos tiradas em 360º, das mais diversas atrações do local.
O trabalho do fotógrafo Victor Imesi revelou, por ângulos jamais vistos, a beleza das instalações alviverde. Desde os ginásios poliesportivos até o parque aquático, passando pelas quadras de tênis, squash, peteca e academia.
As imagens são completamente interativas. O observador pode rotacioná-las e visitar todas as dependências do clube. A imersão é muito realística, é como se estivesse literalmente no clube. Além disso, os visitantes podem visualizar fotos aéreas capturadas por drone e admirar toda a paisagem ao redor.
Para ver o resultado do trabalho, acesse o site www.caldense.com.br e selecione “Tour Virtual” na aba “Estrutura”.

Campo da zona sul recebe competição com projetos de cricket de Poços

PAULO VITOR DE CAMPOS
pvcampos@gmail.com

Poços de Caldas, MG - Foi realizada, nesta quarta-feira (13), no campo de cricket da zona sul uma competição envolvendo 12 projetos da cidade. Cerca de 150 alunos, todos coordenados pelo professor Matt Featherstone, participaram do evento que reuniu as equipes do Bem Viver, Sesi A, PMJ João Monteiro, Casa do Menor, PMJ São Sebastião, Casa do Caminho, Galpão das Artes A, Galpão das Artes B, Caldense, Criança feliz, Casa do Caminho e Santa Maria. Aconteceu ainda uma apresentação dos alunos da AADV.  “Tivemos uma tarde maravilhosa e nosso cricket vem sendo motivo de grande felicidade devido ao comprometimento de todos envolvidos, tanto os professores quanto os alunos dos projetos.  Foi um grande sucesso e os meninos ficaram muito motivados durante as disputas”, disse Featherstone.
Os projetos são coordenados pelos professores Matt Featherstone, Alexandre Felippe, Roberta Avery e Richard Avery, além de Renata e Chipinho.

A competição

O campeonato foi dividido em três grupos e os campeões foram a Caldense, no grupo A, PMJ João Monteiro, no grupo B e Galpão das Artes, no grupo C. Os jogos aconteceram simultaneamente em seis campos e foi o segundo disputado no campo da zona sul. “Dividimos os campeonatos em várias etapas e na semana que vem deveremos ter mais jogos. Estes eventos marcam o final do semestre e o balanço é muito positivo e estes campeonatos servem de motivação já que serve para reunir todos os núcleos e acaba se tornando uma grande confraternização”, falou Matt Featherstone.

Cricket em Poços

Iniciado em 2011, através do inglês Matthew Featherstone, técnico e capitão da seleção brasileira masculina e representante oficial do cricket nas Américas, o Projeto Cricket Poços de Caldas nasceu com o objetivo de popularizar o esporte, que é o segundo mais praticado no mundo. Com grande aceitação das entidades e da população, o programa contribui com a comunidade local, oferecendo desenvolvimento esportivo, recreação e descobrindo novos talentos do esporte. O projeto esportivo atende atualmente alunos a partir de 6 anos de idade, que gratuitamente frequentam as aulas em núcleos como a Associação de Assistência aos Deficientes Visuais (AADV), Casa do Menor, Colégio Municipal, Associação Atlética Caldense, Projeto Bem Viver, Parque Municipal, entre outros. “Temos muitos parceiros que fazem nosso cricket cada dia mais forte. O ICC Mundial é um grande parceiro, temos ainda o Departamento Municipal de Eletricidade, Caixa Econômica Federal, Prefeitura e Caldense enfim, sem eles o projeto não teria crescido tanto.

 O cricket

A maneira mais fácil para o brasileiro entender o cricket é por meio da semelhança com o taco ou betes, que parece uma forma simplificada do jogo inglês. O princípio é o mesmo: o arremessador tem que derrubar a “casinha”, a wicket, e o rebatedor tem que bater a bola e correr até a outra wicket para marcar pontos, ou runs. Mas, enquanto o taco é jogado em duplas, um time de cricket é formado por 11 jogadores: dois rebatedores, os batsmen, e onze fielders no campo tentando impedir que a equipe da vez (a que rebate) complete os runs e tentando eliminar os rebatedores. Além de derrubar a casinha, o rebatedor pode ser eliminado se a bola for pega no ar; ou se a wicket for “quebrada” antes de os rebatedores chegarem a ela ao tentar marcar os runs. A equipe da vez tem que marcar o maior número de runs possível, enquanto o outro time tenta eliminar dez rebatedores. Uma vez que todos esses rebatedores são eliminados, os times trocam de posição, passando a rebater o que estava arremessando e a arremessar o que estava rebatendo. O vencedor é o time com o maior número de runs. A bola usada para jogar é dura, feita de cortiça e couro, um pouco maior que uma bola de tênis. Duas casinhas ficam a 20 metros uma da outra e o campo inteiro mede praticamente o mesmo que dois campos de futebol. Quando o rebatedor consegue bater a bola para fora dos limites do campo, ele marca quatro runs. Se a bola não bater no chão, ele marca seis runs. Cada arremessador atira a bola seis vezes, um over, e aí outro arremessador atira da outra casinha.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Poços-caldense será quarto árbitro na abertura da Copa

PAULO VITOR DE CAMPOS
pvcampos@gmail.com

Poços de Caldas, MG - O poços-caldense Sandro Meira Ricci, que está em sua segunda Copa do Mundo, quase entrou para a história. Ele era um dos favoritos para apitar o jogo entre Rússia e Arábia Saudita, pela abertura da Copa do Mundo. Seria a primeira vez que um juiz brasileiro teria este privilégio. A Fifa no entanto escolheuo argentino Néstor Pitana, 42.Pitana terá como assistente os compatriotas Juan Pablo Belatti e Hernán Maidana. O poços-caldense será o quarto árbitro da partida que terá início às 12h (de Brasília).



Confira trechos de entrevista de Ricci ao jornal Mantiqueira

Mantiqueira - Até quando você viveu em Poços de Caldas?
Sandro Meira Ricci – “Sou nascido em Poços de Caldas mas com apenas dois anos de idade fui para Brasília. Meu pai, funcionário do Banco do Brasil na época, foi transferido para a capital federal. Passei infância e adolescência lá, porém, todos os feriados e férias escolares eu vinha a Poços. Eu frequentava o clube da Caldense. Joguei amadoramente futebol em Milão, na Itália, morei naquele país durante três anos. Ao retornar ao Brasil eu treinei no Brasília, uma equipe do Distrito Federal, mas percebi que a pressão era grande e eu não aguentaria e resolvi desistir de vez da ideia de ser um jogador de futebol”.

Mantiqueira – Como surgiu a vontade de ser um juiz de futebol?
Sandro Ricci – “Em 1994 eu estava acompanhando a Copa do Mundo e ao assistir à final coloquei na cabeça que queria participar de eventos importantes como aquele. Comecei a trabalhar a ideia de ser um árbitro. Conclui a faculdade de Economia e em 2003 consegui fazer o curso de árbitro, já aos 30 anos de idade. Em 2004 coloquei o primeiro apito na boca e comecei a atuar em jogos de futebol. Já naquele ano fiz finais de categorias de base em Brasília. Minha estreia no futebol profissional foi em 2005. Em 2006 passei a integrar o quadro de árbitros da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

Mantiqueira – Como foram os primeiros trabalhos como árbitro da CBF?
Sandro Ricci – Infelizmente logo no primeiro ano enfrentei alguns percalços. Num jogo da Série C do Brasileiro tive uma atuação muito infeliz e acabei afastado por um ano. Só era convocado para ser reserva, atuar como quarto árbitro e não tive chance nenhuma para apitar jogos. Graças ao apoio que recebi do Jorge Paulo no final do ano de 2007, que acreditou no meu potencial e praticamente me recolocou no caminho da arbitragem, voltei a fazer jogos importantes e na época apitei a partida entre Remo e São Caetano pela Série B do Brasileiro. Essa partida decretou o rebaixamento do Remo para a Série C. Tive uma boa atuação e já no ano seguinte comecei a trabalhar em grandes campeonatos. Fiz jogos da Copa do Brasil, que é uma espécie de torneio experimental para todo juiz de futebol, fiz muitos jogos da série B e cinco jogos da Série A em 2008. Consegui construir um nome junto à Comissão de Arbitragem da CBF. Em 2008 eu fui o árbitro que mais atuou no futebol brasileiro incluindo as vezes em que fui juiz principal e quarto árbitro.

Mantiqueira – Como é lidar com a pressão de grandes jogos?
Sandro Ricci – A preparação da arbitragem hoje é fechada em quatro pilares: o técnico, que é a condição do árbitro para apitar uma partida, o físico, que mostra se ele tem condições de fazer uma partida, o mental, que avalia se ele tem condições de suportar as pressões de um jogo de futebol, incluindo torcida, imprensa e dirigentes, e, finalizando, o social, que avalia o árbitro fora dos campos de futebol, sua formação acadêmica, intelectual, a vida social regrada, pois acabamos nos tornando um bem público. O árbitro não pode trabalhar esses pilares de maneira separada. É preciso trabalhar bem o lado psicológico para reagir bem a todo o tipo de pressão. No começo de carreira você fica impressionado com as pressões mas depois acaba se acostumando devido à experiência que se adquire. O que não pode é o árbitro deixar se levar por essas pressões, normais dentro do futebol.” 

 Mantiqueira – Você pensa em um dia voltar a morar em Poços de Caldas?
Sandro Ricci – Como um apaixonado por essa cidade eu pretendo sim um dia voltar a morar aqui. Vamos esperar o que o futuro nos reserva.

Gijo conquista excelente resultado na Copa Intercontinental de MTB

Poços de Caldas, MG - Foi realizada neste final de semana na cidade histórica de Ouro Preto a segunda etapa da Copa Internacional de MTB. O evento é a maior competição de mountain bike das Américas e reuniu os principais atletas nacionais, incluindo competidores olímpicos, e diversos atletas latinos. A competição soma pontos para o ranking mundial da modalidade e por isso atletas de outros países estiveram presentes.
O poços-caldense Luiz Lotti Neto, o Gjo, esteve presente e conquistou um excelente quarto lugar em sua categoria. “Numa pista nova com muito cascalho solto que foi o grande aniversário, pois exigiram a troca dos pneus por uns mais largos já que a cada volta a pista estava de um jeito. Graças a Deus deu tudo certo acabei conquistando um ótimo resultado”, falou Gijo que competiu com apoio  do Hotel Nacional Inn e Hard Rock Bike.