terça-feira, 17 de setembro de 2019

Futebol de campo: Aphas sedia o Campeonato Darci Reinaldo Dias

Paulo Vitor de Campos
pvcampos@gmail.com


Poços de Caldas, MG - Está acontecendo nas dependências da Associação de Promoção Humana e Ação Social (Aphas) o Campeonato Darci Reinaldo Dias. A competição teve início no último sábado com a presença de familiares do homenageado, um dos criadores do programa Escola de Vida e Futebol Aphas, ao lado do padre Graziano Cirina, autoridades como o secretário de Esportes Wellington Guimarães, o Paulista, e o vice-prefeito Flávio Faria, além de voluntários da entidade. Darci faleceu em 2014 mas deixou um grande legado para a comunidade do bairro São José e para o esporte de Poços de Caldas. 

O campeonato
O 1º Campeonato Darci Reinaldo Dias é uma competição de futebol promovida pela Aphas, tendo patrocínio da prefeitura, destinado à interação das escolinhas de futebol do município, principalmente as de cunho social. A meta dos organizadores é firmar este campeonato de futebol no calendário de competições da Secretaria Municipal de Esportes de forma a se tornar oficialmente um evento esportivo da cidade. Segundo ainda os organizadores, os principais objetivos são promover um bom relacionamento entre técnicos, atletas e população em geral, proporcionando uma forma de lazer aos desportistas e oportunizar a formação do cidadão na sociedade.
O 1º Campeonato Darci Reinaldo Dias conta com a participação de 15 equipes de futebol do município. Sábado, começaram as disputas na categoria sub-17. Estão participando a Escola de Vida e Futebol Aphas, Coopoços Zef, Marco Divisório/Poços Ativa/Semente do Futuro, Ecah e Bola para Vencer/Unimed. Esta categoria termina no próximo final de semana. Dia 28 acontece a abertura da categoria sub-10, que reunirá a Escola de Vida e Futebol Aphas, Coopoços Zef, Craque de Ouro, Ourinhos, Banda da Lata, FutPoços, Sest/Senat, Alcoa, Marco Divisório/Poços Ativa/ Semente do Futuro e Bola Pra Vencer/Unimed

Padre Graziano projeta melhorias para o campo de futebol da Aphas

Paulo Vitor de Campos
pvcampos@gmail.com


Poços de Caldas, MG - Durante a abertura do Campeonato Darci Reinado Dias, o Mantiqueira entrevistou o padre Graziano Cirina, presidente da Associação de Promoção Humana e Ação Social (Aphas), que destacou que tem como meta realizar melhorias no campo de futebol localizado na sede da entidade. Ele destacou ainda a importância das ações realizada pela Aphas e outros diversos assuntos.

Mantiqueira - Qual a importância de um evento como este em homenagem ao sr. Darci?
Graziano Cirina - Este campeonato é muito especial e queremos que ele tenha a mesma grandiosidade que teve o Darci para a Aphas e para Poços de Caldas. Queremos que esta competição seja parte fixa do calendário esportivo da cidade e que reúna cada vez mais escolinhas. Será ainda uma ação com um propósito mais educativo, mais social. Claro que a vontade de todos que estão jogando é o título, ser campeão, mas o foco principal é a união, a solidariedade, o companheirismo. Este campeonato vem para dar chances paras as crianças e jovens praticarem esporte e buscarem através do futebol um meio para terem um caminho de bem na vida. Esta era a filosofia do Darci, é a minha e espero que seja de todos os participantes.

Mantiqueira - A Aphas tem 12 anos e cresce a cada ano. Como o senhor acompanha todo este crescimento da entidade?
Padre Graziano Cirina - A Aphas começou com o esporte, com o futebol, numa ideia do Darci, que eu abracei. Se fosse vivo hoje ele ia gostar de ver como cresceu sua ideia, pois temos todas as categorias do futebol, cinco treinadores e muitas crianças. Foi um crescimento impressionante neste setor esportivo. Mas a Aphas trabalha hoje em várias frentes envolvendo jovens e adolescentes em muitas atividades. Temos o programa Maria Cinderela, que é para meninas e vem realizando coisas fantásticas destacando o reconhecimento, autoestima, valorização da menina de bairros carentes. Tivemos a mostra Retratos da Terra, que contou com fotos tiradas pelas meninas do projeto. Elas passaram por um curso e colocaram em prática neste evento. Temos ainda o “Se Esta Rua Fosse Minha”, que trabalha com meninos e meninas mais novos. São trabalhos de educação para incentivar autoestima, cidadania, entre outras várias experiências. Temos programas voltados para a senhoras idosas, que faz um trabalho de socialização com elas. Estas idosas produzem artesanato. Algumas destas mulheres enfrentam problemas no ambiente familiar e encontram aqui uma saída para os problemas. O artesanato produzido por elas é exposto em bazares pela cidade e as obras que elas fazem estão em vários pontos de Poços. Onde tiver um bazar vai ter uma peça produzida na Aphas. O dinheiro arrecadado com a venda das peças produzidas por elas ajuda até mesmo outro programa da entidade e também é usado para compra de material para elas usarem na produção das peças.
Mantiqueira - Como funciona o trabalho com jovens dependentes?
Padre Graziano Cirina - Temos este trabalho há algum tempo que visa lidar com jovens e adolescentes que estão enfrentando o desafio de terem caído na dependência de drogas. Estamos ligados à Secretaria de Saúde e temos uma unidade de acolhimento infanto-juvenil que recebe estes jovens e procura reintegrá-los à sociedade. Trata-se de um trabalho muito importante, muito bonito, mas também muito difícil de ser realizado, mas temos uma equipe muito grande que faz de tudo para ajudá-los. Recentemente, conseguimos um veículo que está nos ajudando demais com a locomoção para competições esportivas, além da locomoção das senhoras do artesanato, das meninas do Maria Cinderela. Com este veículo é possível realizarmos passeios, como a visita que as meninas vão fazer ao Masp, em São Paulo. São jovens que sequer tinham conhecimento que existia um museu de arte contemporânea em São Paulo e agora vão conhecer ao vivo. A gente procura a cidadania, não é fácil crescer, não é fácil manter o propósito, mas a batalha segue.

Mantiqueira - O que ainda a Aphas vai oferecer?
Padre Graziano Cirina - Temos um projeto para ensinar música, mas este ano não conseguimos levar adiante. Tivemos problemas com a grande perda de um professor que estava encabeçando o projeto. Um jovem instrutor de guitarra que aos 25 anos morreu de acidente e por isto precisamos reestruturar este projeto e retomar os trabalhos para dar mais este serviço para a comunidade. Enfim, a Aphas vai caminhando bem, muita gente, uma grande diretoria, uma ótima equipe de voluntários e assim vamos crescendo. São 12 anos de muito trabalho e dedicação com programas abertos para toda a cidade. Claro que a grande maioria dos atendimentos é dos bairros São José e vizinhos, como Centenário, Bandeirantes, entre outros.

Mantiqueira - O que o senhor mais deseja para a Aphas?
Padre Graziano Cirina - Muitas coisas em prol da comunidade através da Aphas. Uma meta que achava que seria mais fácil favorecer o ingresso dos meninos no futebol profissional, mas vimos ao longo dos anos que não é uma jornada fácil. Percebemos outro trabalho dentro de Poços de Caldas que estamos fazendo parte, mas não é fácil a visibilidade para dar saltos maiores. Temos talento brotando no nosso esporte e aqui na Aphas é diferente. Temos um garoto que começou conosco, treinando com o Darci, e hoje aos 16 anos está jogando futebol na Holanda e se destacando bastante. Mas queríamos que tivéssemos um retorno com estes meninos. Talvez um reconhecimento de clube formador perante a CBF. Não é fácil, mas estamos buscando meios para conseguir este reconhecimento.

Mantiqueira - O senhor tem projetos para melhorias no campo de futebol?
Padre Graziano Cirina - Estamos pensando em meios de fazer sim esta melhoria, principalmente no gramado. Vamos tentar apoio para estas melhorias e queremos colocar uma grama artificial e iluminação. É um sonho que estamos correndo atrás, num desejo que não é impossível. A Aphas segue em 12 anos de muita batalha e vemos que estamos no caminho certo, com muitas conquistas que vieram através de muita luta. Por isto acredito que vamos conseguir as melhorias no campo de futebol. Queremos manter tudo bem para atender melhor ainda. Uma boa organização e uma boa estrutura é o caminho para um bom atendimento.

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Jogadores de 9 a 13 anos da Caldense viajam para disputa de Torneio Internacional de Futebol Society no Uruguai

Os jogadores de futebol society da Caldense das categorias Sub-9, Sub-10, Sub-11 e Sub-13 irão viajar para Montevidéu, no Uruguai, na noite desta segunda-feira (16), para a disputa do Torneo Internacional de Fútbol Infantil Uruguay Cup.
A Veterana levará 23 garotos e fará equipes mescladas com outros 23 alunos da escolinha de futebol Bate Bola Campestre. A competição se estenderá entre os dias 17 e 22 de setembro. Os jovens nascidos entre 2006 e 2010, enfrentarão adversários como El Bosque, La Escalinata, San Jose de Carrasco e Cabaña. O campeonato contará com a participação de equipes renomadas, como categorias de base do River Plate, da Argentina.
A competição marca a primeira participação das equipes de futebol da Veterana com jogadores selecionados na peneira realizada no último mês de junho. Desde o início de agosto, as categorias Sub-11 e Sub-13 estão treinando toda segunda e quarta no CT Ninho dos Periquitos. Seguirão com a delegação os técnicos Felipe Ozias, Rafael Soares e o Coordenador de Esportes, Edson Ferreira. 

Piloto poços-caldense segue na liderança da Copa Sudeste de Kart

Poços de Caldas, MG - No último domingo (15), foi realizada a oitava etapa da Copa Sudeste de Kart na cidade de Nova Odessa-SP. O piloto poços-caldense Victor Miguel Bianco terminou a corrida na quarta colocação. “O kart estava excelente, fizemos a pole, mantivemos a primeira colocação na largada, abrindo muito para o segundo colocado, mas na 13ª volta o suporte do freio quebrou forçando a diminuir o ritmo, terminando em quarto lugar. Foi muito frustrante estar em primeiro e ter um problema nos freios, tínhamos tudo para terminarmos em primeiro, mas, corrida é assim mesmo. Estamos trabalhando para melhorar o equipamento, tentando diminuir as quebras, agradeço muito ao Kel, meu mecânico”, falou o piloto.

Com a classificação na prova, Bianco mantém a liderança geral da Copa Sudeste de Kart, contudo, caiu para segundo lugar no segundo turno. O piloto ainda comenta que só está conseguindo se manter na Copa com o patrocínio da Drogaria Americana, União Química Farmacêutica Nacional, Box Door Mídia Exterior, Troiani Rolamentos e Posto de Molas Tarzan, além do apoio da Secretaria Municipal de Esportes. A próxima etapa será dia 6 de outubro. No mesmo mês o piloto fará um teste no Kartódromo de Interlagos visando aprimorar os conhecimentos e preparação para o Brasileiro de Kart de 2020.

Irmãs poços-caldenses conquistam pódio no Latino-americano de Jiu-jitsu

Poços de Caldas, MG - Pelo terceiro ano consecutivo, as irmãs Duda e Pietra Godoy, de Poços de Caldas, fazem bonito no Campeonato Latino-americano de Jiu-jitsu. Duda foi campeã de sua categoria e Pietra ficou na segunda colocação em sua categoria. A competição organizada pela Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu Esportivo foi realizada no último domingo (15) em São Lourenço.
Duda Godoy tem 13 anos e já tinha alcançado o pódio em segundo lugar em 2017 e 2018. Este ano, mais determinada, conseguiu o primeiro lugar.  Ela finalizou a primeira luta da fase semifinal com 1m39s e na final venceu pelo placar por 9 a 0. A atleta luta na categoria Infanto-Juvenil.
Sua irmã, Pietra Godoy, fez uma única luta ficando com o segundo lugar. A atleta foi campeã do evento em 2017 e conquistou medalha de bronze em 2018.
As atletas são treinadas pelo professor Godoy (Godoy Team BJJ), que é representante da Clovis Brito Jiu-Jitsu com sede em Cambuí/MG.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Confederação Brasileira de Voo Livre homenageia primeiro campeão nacional de Parapente

Bruno Menescal conquistou o título em 1989 e ainda está ativo no esporte. Ato aconteceu   em Poços de Caldas (MG)


Entre briefings, decolagens e pousos, a final do Campeonato Brasileiro de Parapente 2019 destinou uma pausa para um justo agradecimento. Durante o evento, que ocorreu em Poços de Caldas (MG) na primeira semana de setembro, a Confederação Brasileira de Voo Livre - CBVL prestou homenagem a Bruno Menescal, o primeiro campeão nacional da modalidade.


O carioca levantou a taça em 1989, nos primórdios do esporte no país. No mesmo ano, integrou a seleção verde e amarela no primeiro campeonato mundial, na Áustria. Depois, conquistou uma série de outros títulos, além de incentivar a formação de novos atletas por décadas através de sua escola para pilotos.


Três décadas de evolução no voo livre

Se hoje o Brasil é reconhecido como uma das maiores potências e possui alguns dos principais sítios de voo do mundo, essa tradição se consolidou através de pessoas como Bruno. Pilotos e gestores atenciosos, que se dedicaram através do tempo para fortalecer a imagem do país.


Menescal começou a voar por curiosidade, quando tinha pouco mais de 20 anos. “Eu era alpinista e lembro bem quando chegou o primeiro parapente. Causou certo espanto e o pessoal usava para descer as montanhas. Logo quis participar”, recorda.


“Pude acompanhar a grande evolução que o esporte teve nos últimos 33 anos. No início era praticamente um paraquedas e aconteciam várias coisas experimentais, quase bizarras, inclusive. Logo os equipamentos, tecidos, materiais, se desenvolveram muito. A grande evolução foi no campo da segurança e aí o aprimoramento das técnicas de pilotagem emergiu junto”, destaca.


A conquista do primeiro Brasileiro

Mas e como era a prática do voo livre no Brasil de 30 anos atrás? Bruno se lembra bem. “Estávamos em um clima festivo naquele primeiro Brasileiro. Éramos um grupo de amigos, algo em torno de 25 ou 30 pilotos. O sentimento que tínhamos, além desse de amizade e confraternização, era o de desbravar. Estávamos descobrindo algo novo”, frisa o campeão. 


Atualmente, Bruno vive na Polônia e segue ativo em competições, aos 60 anos de idade. “Eu tenho um enorme sentimento de saudosismo quando penso em tudo o que passou. Em todas as coisas boas e nas dificuldades, também. Mas sobretudo é uma sensação de gratidão. E parar não está nos planos. Vou voar enquanto ficar de pé”, garante.


E, para finalizar, aquela dica de veterano aos iniciantes no voo livre? Tem, também. “O voo livre é aprendizado, então nunca pule as etapas. Conhecimento e habilidade só vêm com o tempo, então tenha calma e domine uma lição de cada vez. Tive escola de parapente (a primeira do Brasil) por mais de 20 anos e essa é a grande lição que aprendi”.



Sobre o Campeonato Brasileiro de Parapente 2019
A segunda etapa - e final - do Campeonato aconteceu em Poços de Caldas (MG), de 31 de agosto a 6 de setembro. O evento também foi válido como etapa Pré PWC (Paragliding World Cup), o que atraiu pilotos de vários países. Ao todo, 14 nacionalidades estavam representadas, da Argentina aos Estados Unidos, da Inglaterra à Nova Zelândia, passando por Trindade e Tobago e Rússia.


Além dos mais de 120 atletas, a realização ainda contou com expressivo público espectador. Já através de demandas com hospedagem, alimentação e serviços, estima-se que o evento injetará aproximadamente meio milhão de reais na economia local.


A primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Parapente 2019 ocorreu em Governador Valadares (MG), em abril. Agora, Andradas (MG) está sendo o principal palco da modalidade, pois sedia, de 7 a 14 de setembro, o Paragliding World Cup (PWC) Brasil.

Capoeira e educação ambiental

OPINIÃO DE LUIZ KONG

Muitas alegrias chegam a nós da Associação de Capoeira Angola Navio Negreiro, de Poços de Caldas (Acanne), através da proposta apresentada por uma aluna do Curso de Licenciatura Plena em Ciências Biológicas. O estudo, realizado pela nossa aluna Laura, consiste na aplicação da capoeira como uma ferramenta para a Educação Ambiental. Tal empenho deixa-nos muito felizes. Porque é, para nós, motivo de orgulho vermos nossa capoeira, Patrimônio da Humanidade, sendo, mais uma vez, valorizada e homenageada em um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas, campus Poços de Caldas, por meio de uma nova vertente.

Laura, em seu início no curso de capoeira, há dois anos, mostrava-se tímida ao receber os primeiros fundamentos dessa arte ancestral e, confesso, não esperávamos que dentro daquela alma, aparentemente introvertida, habitasse tanto brilhantismo e originalidade. Em sua proposta, ela soube, com profundidade, extrair uma das essências dessa rica cultura, que transcende os limites corporais e espirituais. Em suma, ela soube, como ninguém até então, extrair a Alma da Capoeira Angola.

É, de fato, gratificante sabermos que alguém de nossa cidade tenha estabelecido um paralelo entre a Capoeira e o Meio Ambiente. Tal proposta eleva essa nossa herança afro a uma plenitude  que a coloca, com lauréis, entre as grandes contribuições de nossos ancestrais, visando à evolução e esclarecimento da Humanidade. E fazê-la chegar às cátedras universitárias é uma emoção inestimável.

Como professor, jamais imaginei que chegaríamos a esse desfecho, uma vez que a capoeira ainda luta para vencer o preconceito e a rejeição proveniente de uma pequena fatia da sociedade.

Dediquei a essa arte-cultura a minha vida. Vejo-a como um fio-condutor de minha história, com a qual se confunde. E tal atitude, provinda de uma de minhas alunas, além de deixar-me orgulhoso, faz-me visualizar os frutos que serão colhidos, através de tal iniciativa, uma vez que a real intenção de um mestre dessa Arte não é formar um exímio capoeirista, mas sim conduzir esse adepto à verdadeira essência dessa expressão cultural brasileira, que mistura arte marcial e popular, prática esportiva, dança e música.

O empenho de Laura faz jus às palavras de mestre Moa, assassinado durante a última campanha de eleição presidencial: “é a capoeira angola revolucionando”. Ou, em outras palavras, é a Capoeira Arte em sua busca pela liberdade de expressão e na incansável luta para contribuir na formação, não somente do indivíduo, como também de uma sociedade mais justa e conscientizada.

Mais uma vez, expresso minha gratidão a Laura, utilizando-me de uma gíria popular: “Vamos que vamos, capoeira na veia”.