sexta-feira, 18 de outubro de 2019
Equipe Projeto do Amanhã - Atleta do Futuro - participa da Corrida do Dia das Crianças
Poços de Caldas, MG - A equipe de infanto-juvenil do Projeto do Amanhã – Atleta do Futuro, teve uma excelente participação na Corrida Infantil do Dia das Crianças, realizada no Parque Municipal Antônio Molinári, no último final de semana, 12 de outubro de 2019. O projeto é aprovado pela Lei Municipal de Incentivo ao Esporte, com incentivadores Hotel Nacional Inn e Climepe, e patrocínio municipal da Prefeitura de Poços de Caldas. A equipe tem coordenação administrativa de Miranel de Oliveira Domingos, coordenação técnica de Joana D’Arc Geremias Pelozzi e professor Leandro Marcus Pereira. Participaram atletas com idades variadas entre 5 a 15 anos. A equipe agradece aos colaboradores Eletrochoque, Format Loteamentos, Bioanálise Laboratórios. particparam do evento Talita Dandara Nicolau Ferreira, João Victor Jeremias Pelozi, Maycon Domingues da Silva Dias, João Victor Alves de Souza, Wellington Domingues da Silva Dias, Ariane Apolinário , Mariana Helena Cristina Nicolau, Ariane Apolinário Barbosa, Nicolas Domingos dos Santos, Emily da Silva Ribeiro, Melanie Alvarenga Rodrigues, Diogo Henrique da Silva Dias, Nicolas Apolinário Barbosa, Rafaela da Silva Ribeiro, Laura Elis Sales Congio e Luan Goulart de Oliveira.
Escolinha de Poços é campeã em Águas de Lindóia
Poços de Caldas, MG - Semana passada, a Escolinha Poços de Caldas, projeto de Mário Balbino, o Marião, disputou a Copa Semana da Criança, em Águas de Lindóia, Circuito das Águas. O evento aconteceu entre os dias 11 a 15 e o time de Marião venceu o Guarani de Campinas por 3x0, ficando com o título. A equipe de Poços ainda teve o artilheiro Lucas Casotti, que marcou 5 gols. O time teve também em Nicolas Rogério o destaque da competição. “Agradeço o sr. Rolvilson Jesus Ribeiro e Sr. Toninho, da Caldense, e os atletas da pelada de quarta do Córrego D´Antas pelo apoio para que pudéssemos trazer mais um título para Poços de Caldas”, falou Marião.
Fábio Dechichi é campeão de competição de CrossFit no Paraguai
PAULO VITOR DE CAMPOS
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - Semana passada, o poços-caldense Fábio Dechichi esteve no Paraguai e sagrou-se campeão da CDEWOD Paraguay de CrossFit. Ele disputou seis provas e venceu todas, conseguindo uma premiação em dinheiro e uma medalha banhada a ouro. A competição aconteceu em Ciudad del Este. “Foi um evento muito bacana com atletas de várias partes da América do Sul. Foram dois dias de competição e o mais impressionante é que fui campeão vencendo todas as provas. Foi o campeonato mais positivo que consegui em termos de resultados, além de um grande conhecimento como atleta”, disse Dechichi, que disputou sua primeira competição individual fora do Brasil. Em 2017 ele disputou um evento no Texas, EUA, mas foi por equipe. “Sair do Brasil e voltar como campeão foi um feito inédito e que fica marcado em minha vida. Vai servir de crescimento e incentivo para buscar novos objetivos”, falou Dechichi, que já está na seletiva para o Campeonato Mundial. Serão cinco semanas de provas pela internet que o atleta tem que fazer e enviar o resultado. Se ficar entre os melhores consegue a vaga para o Mundial. “Este ano está sendo muito bom para mim e lembrando que ainda me recupero de uma cirurgia no joelho e por isto tudo é ainda mais impressionante”, falou o atleta. “Feliz em poder levar o nome e divulgar a CrossFitt Thribo para o mundo”, finalizou o atleta.
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - Semana passada, o poços-caldense Fábio Dechichi esteve no Paraguai e sagrou-se campeão da CDEWOD Paraguay de CrossFit. Ele disputou seis provas e venceu todas, conseguindo uma premiação em dinheiro e uma medalha banhada a ouro. A competição aconteceu em Ciudad del Este. “Foi um evento muito bacana com atletas de várias partes da América do Sul. Foram dois dias de competição e o mais impressionante é que fui campeão vencendo todas as provas. Foi o campeonato mais positivo que consegui em termos de resultados, além de um grande conhecimento como atleta”, disse Dechichi, que disputou sua primeira competição individual fora do Brasil. Em 2017 ele disputou um evento no Texas, EUA, mas foi por equipe. “Sair do Brasil e voltar como campeão foi um feito inédito e que fica marcado em minha vida. Vai servir de crescimento e incentivo para buscar novos objetivos”, falou Dechichi, que já está na seletiva para o Campeonato Mundial. Serão cinco semanas de provas pela internet que o atleta tem que fazer e enviar o resultado. Se ficar entre os melhores consegue a vaga para o Mundial. “Este ano está sendo muito bom para mim e lembrando que ainda me recupero de uma cirurgia no joelho e por isto tudo é ainda mais impressionante”, falou o atleta. “Feliz em poder levar o nome e divulgar a CrossFitt Thribo para o mundo”, finalizou o atleta.
Associação Fonte de Vida Nova se destaca com ações por toda a cidade
Paulo Vitor de Campos
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - A Associação Fonte de Vida Nova ganhou a mídia recentemente devido a um lamentável ocorrido. Tendo direito a explorar o estacionamento do show do grupo Roupa Nova e ficar com toda a renda angariada, a entidade acabou inexplicavelmente ficando sem o dinheiro, quase doze mil reais,que foram para as mãos de pessoas indevidas. A entidade colocou o caso na justiça. Paralelamente ao caso a entidade e segue com suas ações que beneficiam toda a cidade.
A entidade
A Associação Beneficente Fonte de Vida Nova foi fundada em 2 de maio de 2007 e sua sede fica na rua Pindorama, 415, Jardim Paraíso. A Associação é uma pessoa jurídica de direito privado de caráter filantrópico, assistencial, promocional, recreativo, cultural, educacional, sem fins econômicos, sem cunho político ou partidário e de âmbito nacional, com finalidade de atender pessoas em situação de vulnerabilidade social, independente de classe social, nacionalidade, sexo raça, cor e crença religiosa.
A reportagem conversou com a presidente da associação Luciene Rabelo Egídio Padovan, que destacou todo o trabalho realizado pela entidade em Poços de Caldas.
Mantiqueira - Quando começaram os trabalhos da entidade?
Luciene Rabelo Egídio Padovan - Em 2007 iniciamos com um trabalho que era feito no Santuário Mãe Rainha junto com as irmãs. Em 2012 as irmãs se separaram e assumimos o trabalho social que era feito até então e montamos uma associação sem o vínculo com o Santuário. Foi então que começamos com a Casa Lar Fonte de Vida Nova localizada próximo ao Sesc e no local acolhemos dez crianças com idades variadas. Temos crianças de 0 a 17 anos, depois, ao completarem 18 anos elas têm que sair da casa por terem atingido a maioridade.
Mantiqueira - Estas crianças são atendidas de que maneira?
Luciene Rabelo Egídio Padovan - Temos convênio com a prefeitura através do Serviço de Atendimento Institucional para Crianças e Adolescentes. Hoje temos duas casas que recebem estas crianças, que são a Casa Lar Fonte de Vida Nova, perto do Sesc, e outra no Cascatinha, a Casa Maia. As crianças atendidas nestas casas são encaminhadas pelo juiz ou pelo Conselho Tutelar. São meninos e meninas que foram retirados de suas famílias por alguma questão grave, como casos de violência, abusos, ou seja, direitos violados de forma grave. Nas casas lares as crianças recebem todo tipo de atenção que precisam até completarem a idade para irem embora ou até que o juiz avalie que elas podem retornar para suas vidas de antes.
Mantiqueira - Quais as atividades oferecidas?
Luciene Rabelo Egídio Padovan - Nossa sede, localizada no Parque Esperança, atende setenta crianças no socioeducativo. As crianças que estudam de manhã frequentam nossa sede no período da tarde e as que estudam à tarde são atendidas no período matinal. Temos ali um trabalho de oficinas, artesanatos, brinquedos, dança, dinâmicas, atividades lúdicas para que elas não fiquem na rua. Estas crianças chegam em nossa sede geralmente 7h30, uma hora depois é servido um café e antes de irem embora, por volta das 11h, elas almoçam e muitas seguem direto para a escola. No período da tarde a mesma coisa. As crianças almoçam logo que chegam e depois tomam café. Elas vão embora às 17h.
Mantiqueira - A entidade atende apenas crianças e adolescentes?
Luciene Rabelo Egídio Padovan - Não. Temos também um grupo de convivência de idosos que atende cerca de 12 pessoas, que fazem artesanato, passam momentos com a psicóloga, grupos de atendimentos. É um momento de lazer para que estas idosas não fiquem em casa e não desenvolvam problemas como depressão, entre outros. Prestamos ainda um trabalho de fortalecimento de vínculo que é feito por nossas psicólogas que atendem em três regiões da cidade, zonas oeste, leste e sul. Este trabalho e feito com as famílias e elas tentam fortalecer as bases para que não se quebre o vínculo entre eles e as crianças. Isto previne que não se quebrem direitos das crianças e que elas não precisem chegar até as instituições. Este trabalho é realizado com grupos no Cras, nas escolas ou onde tiver uma demanda carente, em parceria com a prefeitura. Temos ainda no Itamaraty 5 a Casa de Passagem, onde atendemos 50 pessoas em situação de rua. São homens, mulheres, famílias, todos em situação de rua que buscamos dar soluções para cada caso. As crianças só são atendidas se estiverem com o responsável. Nesta casa eles recebem café da manhã, almoço, café da tarde e lanche antes de dormir. Temos atividades para todos, buscamos inserir eles no mercado de trabalho. Para aqueles que possuem familiares na cidade é feito um trabalho para tentar reinserção no meio familiar. São casos bastante complicados e não é nada fácil lidar com as pessoas em situação de rua, mas é muito gratificante.
Mantiqueira - Precisa de muita gente para ajudar a entidade ir adiante?
Luciene Rabelo Egídio Padovan - Temos muita gente envolvida neste trabalho. Neste final de ano vamos realizar nossa festa de Natal e para isto precisamos de um padrinho para cada criança e precisamos de uma faixa de oitenta pessoas para atender todas as crianças. Mas a cidade abraça a causa, temos parceiros importantes, como Alcoa, Danone, Sesc, Curimbaba, enfim, muita gente boa. Já fomos contemplados em vários editais de Furnas. Recentemente, fomos contemplados com um valor em dinheiro pela Alcoa e este dinheiro serviu para a gente comprar todas as camas da Casa de Passagem. Compramos estas camas de ferro, modelo hospitalar. Compramos ainda os colchões hospitalares, material que dura muito mais. Compramos ainda um armário de aço para cada morador.
Mantiqueira - Como este morador chega até vocês?
Luciene Rabelo Egídio Padovan - Este trabalho tem uma política nacional e por isto não podemos passar por cima da lei e sair pegando gente pelas ruas da cidade. Não é assim que funciona. Existe o Plano Nacional Serviço de Acolhimento de Criança, de pessoas em situação de rua e esta política é toda construída em cima do SUS. É uma política única de assistência social. A constituição garante o direito de ir e vir para todo o cidadão, inclusive para aquele em situação de rua, e isto não pode ser violado de forma alguma. Quando a pessoa em situação de rua é abordada o trabalho para convencê-la a ir conosco, que será bom para ela, não é fácil. É um trabalho árduo. A pessoa em situação de rua tem uma dificuldade muito grande em aceitar regras, a rua não tem regra. Ali ele dorme onde quer, levanta quando bem entende, vai onde deseja. Dentro da casa tem regras e esta é nossa maior dificuldade. Recebemos os moradores em nossas casas através do Centro Pop, um serviço prestado pela prefeitura. Se eles colocarem estas pessoas na kombi obrigadas é uma violação de direitos e tanto a prefeitura, como nós, podemos ser acionados. Então, é um trabalho que tem que ser feito com muito cuidado, respeitando toda a lei para não acontecer problemas. Os portões da casa são abertos, não podem ser trancados. Eles têm seus horários de entrada e saída, mas o portão está aberto. Tentamos colocar regras, mas é muito difícil.
Mantiqueira - Como são os atendimentos no escritório central?
Luciene Rabelo Egídio Padovan - Temos neste escritório localizado no centro, com psicólogos e assistentes sociais que atendem as famílias das casas lares. As casas lares precisam chegar o mais perto possível de um lar e estas profissionais precisam trabalhar as famílias para que elas entendam que violaram direitos de seus filhos a ponto do juiz retirar a criança do seu lar. Esta criança tem o direito de estar com seu pai, com sua mãe, e as meninas tentam fazer este trabalho de aproximação. Se a família entender isto e a gente percebe que a família aderiu e está interessada em receber seu filho de volta fazemos um relatório de todos os acontecimentos e entregamos para o Judiciário. O juiz vai determinar depois se devolve ou não para a família.
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - A Associação Fonte de Vida Nova ganhou a mídia recentemente devido a um lamentável ocorrido. Tendo direito a explorar o estacionamento do show do grupo Roupa Nova e ficar com toda a renda angariada, a entidade acabou inexplicavelmente ficando sem o dinheiro, quase doze mil reais,que foram para as mãos de pessoas indevidas. A entidade colocou o caso na justiça. Paralelamente ao caso a entidade e segue com suas ações que beneficiam toda a cidade.
A entidade
A Associação Beneficente Fonte de Vida Nova foi fundada em 2 de maio de 2007 e sua sede fica na rua Pindorama, 415, Jardim Paraíso. A Associação é uma pessoa jurídica de direito privado de caráter filantrópico, assistencial, promocional, recreativo, cultural, educacional, sem fins econômicos, sem cunho político ou partidário e de âmbito nacional, com finalidade de atender pessoas em situação de vulnerabilidade social, independente de classe social, nacionalidade, sexo raça, cor e crença religiosa.
A reportagem conversou com a presidente da associação Luciene Rabelo Egídio Padovan, que destacou todo o trabalho realizado pela entidade em Poços de Caldas.
Mantiqueira - Quando começaram os trabalhos da entidade?
Luciene Rabelo Egídio Padovan - Em 2007 iniciamos com um trabalho que era feito no Santuário Mãe Rainha junto com as irmãs. Em 2012 as irmãs se separaram e assumimos o trabalho social que era feito até então e montamos uma associação sem o vínculo com o Santuário. Foi então que começamos com a Casa Lar Fonte de Vida Nova localizada próximo ao Sesc e no local acolhemos dez crianças com idades variadas. Temos crianças de 0 a 17 anos, depois, ao completarem 18 anos elas têm que sair da casa por terem atingido a maioridade.
Mantiqueira - Estas crianças são atendidas de que maneira?
Luciene Rabelo Egídio Padovan - Temos convênio com a prefeitura através do Serviço de Atendimento Institucional para Crianças e Adolescentes. Hoje temos duas casas que recebem estas crianças, que são a Casa Lar Fonte de Vida Nova, perto do Sesc, e outra no Cascatinha, a Casa Maia. As crianças atendidas nestas casas são encaminhadas pelo juiz ou pelo Conselho Tutelar. São meninos e meninas que foram retirados de suas famílias por alguma questão grave, como casos de violência, abusos, ou seja, direitos violados de forma grave. Nas casas lares as crianças recebem todo tipo de atenção que precisam até completarem a idade para irem embora ou até que o juiz avalie que elas podem retornar para suas vidas de antes.
Mantiqueira - Quais as atividades oferecidas?
Luciene Rabelo Egídio Padovan - Nossa sede, localizada no Parque Esperança, atende setenta crianças no socioeducativo. As crianças que estudam de manhã frequentam nossa sede no período da tarde e as que estudam à tarde são atendidas no período matinal. Temos ali um trabalho de oficinas, artesanatos, brinquedos, dança, dinâmicas, atividades lúdicas para que elas não fiquem na rua. Estas crianças chegam em nossa sede geralmente 7h30, uma hora depois é servido um café e antes de irem embora, por volta das 11h, elas almoçam e muitas seguem direto para a escola. No período da tarde a mesma coisa. As crianças almoçam logo que chegam e depois tomam café. Elas vão embora às 17h.
Mantiqueira - A entidade atende apenas crianças e adolescentes?
Luciene Rabelo Egídio Padovan - Não. Temos também um grupo de convivência de idosos que atende cerca de 12 pessoas, que fazem artesanato, passam momentos com a psicóloga, grupos de atendimentos. É um momento de lazer para que estas idosas não fiquem em casa e não desenvolvam problemas como depressão, entre outros. Prestamos ainda um trabalho de fortalecimento de vínculo que é feito por nossas psicólogas que atendem em três regiões da cidade, zonas oeste, leste e sul. Este trabalho e feito com as famílias e elas tentam fortalecer as bases para que não se quebre o vínculo entre eles e as crianças. Isto previne que não se quebrem direitos das crianças e que elas não precisem chegar até as instituições. Este trabalho é realizado com grupos no Cras, nas escolas ou onde tiver uma demanda carente, em parceria com a prefeitura. Temos ainda no Itamaraty 5 a Casa de Passagem, onde atendemos 50 pessoas em situação de rua. São homens, mulheres, famílias, todos em situação de rua que buscamos dar soluções para cada caso. As crianças só são atendidas se estiverem com o responsável. Nesta casa eles recebem café da manhã, almoço, café da tarde e lanche antes de dormir. Temos atividades para todos, buscamos inserir eles no mercado de trabalho. Para aqueles que possuem familiares na cidade é feito um trabalho para tentar reinserção no meio familiar. São casos bastante complicados e não é nada fácil lidar com as pessoas em situação de rua, mas é muito gratificante.
Mantiqueira - Precisa de muita gente para ajudar a entidade ir adiante?
Luciene Rabelo Egídio Padovan - Temos muita gente envolvida neste trabalho. Neste final de ano vamos realizar nossa festa de Natal e para isto precisamos de um padrinho para cada criança e precisamos de uma faixa de oitenta pessoas para atender todas as crianças. Mas a cidade abraça a causa, temos parceiros importantes, como Alcoa, Danone, Sesc, Curimbaba, enfim, muita gente boa. Já fomos contemplados em vários editais de Furnas. Recentemente, fomos contemplados com um valor em dinheiro pela Alcoa e este dinheiro serviu para a gente comprar todas as camas da Casa de Passagem. Compramos estas camas de ferro, modelo hospitalar. Compramos ainda os colchões hospitalares, material que dura muito mais. Compramos ainda um armário de aço para cada morador.
Mantiqueira - Como este morador chega até vocês?
Luciene Rabelo Egídio Padovan - Este trabalho tem uma política nacional e por isto não podemos passar por cima da lei e sair pegando gente pelas ruas da cidade. Não é assim que funciona. Existe o Plano Nacional Serviço de Acolhimento de Criança, de pessoas em situação de rua e esta política é toda construída em cima do SUS. É uma política única de assistência social. A constituição garante o direito de ir e vir para todo o cidadão, inclusive para aquele em situação de rua, e isto não pode ser violado de forma alguma. Quando a pessoa em situação de rua é abordada o trabalho para convencê-la a ir conosco, que será bom para ela, não é fácil. É um trabalho árduo. A pessoa em situação de rua tem uma dificuldade muito grande em aceitar regras, a rua não tem regra. Ali ele dorme onde quer, levanta quando bem entende, vai onde deseja. Dentro da casa tem regras e esta é nossa maior dificuldade. Recebemos os moradores em nossas casas através do Centro Pop, um serviço prestado pela prefeitura. Se eles colocarem estas pessoas na kombi obrigadas é uma violação de direitos e tanto a prefeitura, como nós, podemos ser acionados. Então, é um trabalho que tem que ser feito com muito cuidado, respeitando toda a lei para não acontecer problemas. Os portões da casa são abertos, não podem ser trancados. Eles têm seus horários de entrada e saída, mas o portão está aberto. Tentamos colocar regras, mas é muito difícil.
Mantiqueira - Como são os atendimentos no escritório central?
Luciene Rabelo Egídio Padovan - Temos neste escritório localizado no centro, com psicólogos e assistentes sociais que atendem as famílias das casas lares. As casas lares precisam chegar o mais perto possível de um lar e estas profissionais precisam trabalhar as famílias para que elas entendam que violaram direitos de seus filhos a ponto do juiz retirar a criança do seu lar. Esta criança tem o direito de estar com seu pai, com sua mãe, e as meninas tentam fazer este trabalho de aproximação. Se a família entender isto e a gente percebe que a família aderiu e está interessada em receber seu filho de volta fazemos um relatório de todos os acontecimentos e entregamos para o Judiciário. O juiz vai determinar depois se devolve ou não para a família.
quinta-feira, 17 de outubro de 2019
Presidente do Vulcão anuncia que time fica em Poços de Caldas
Paulo Vitor de Campos
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - Nada parece abalar o presidente do Poços de Caldas Futebol Clube, o Vulcão, Paulo César da Silva. Usando as redes sociais na tarde de ontem ele disse que não está preocupado com críticas da imprensa. Disse ainda que as mesmas só fazem o projeto traçado quando assumiu o time crescer e ganhar força. Ele disse que atendendo pedidos de torcedores e respeitando os fundadores do Poços de Caldas Futebol Clube vai continuar na cidade, dizendo ter recusado pelo menos duas importantes propostas de municípios que queriam ser sedes da equipe. Alegando questões éticas, ele disse que não irá divulgar quais cidades fizeram a, até então, irrecusável proposta.
Irregularidades
Enquanto isso, uma série de denúncias de irregularidades segue “pipocando” contra a atual administração. A EPTV Sul de Minas foi a responsável por matéria, apresentando documentos que apontam uma dívida de cerca de R$ 300 mil da atual diretoria. São dívidas de natureza fiscal, trabalhista e cível. Existe ainda uma dívida de mais de R$ 60 mil junto à Federação Mineira e por este motivo até mesmo o amistoso realizado contra o Independente de Juruaia não poderia ter acontecido. O Mantiqueira conseguiu um documento enviado pela Federação Mineira para a Liga Poços-caldense de Futebol dizendo que a entidade não poderia ceder o trio de arbitragem para a partida. Os árbitros que apitaram o jogo fazem parte do quadro da Associação de Árbitros de Poços de Caldas, presidida por Antônio Carlos dos Santos, mesmo presidente da Liga Poços-caldense de Futebol.
Resposta
Em resposta às denúncias de irregularidades, Paulo César da Silva prometeu que exibiria, no dia de ontem, uma Certidão Negativa da atual administração provando que as dívidas são de administrações passadas. Na noite de ontem ele enviou uma consulta realizada no SPC - Serviço de Proteção ao Crédito - e Serasa. Nestes dois órgãos não constam dívidas em nome do Vulcão. Segundo o dirigente a Certidão Negativa demora mais para ser conseguida e ele promete a divulção da mesma assim que ela foi conseguida. “Assumimos o Vulcão com mais de oitenta mil em dívidas e conseguimos limpar o nome do clube. Quando assumimos o Vulcão nos responsabilizamos pelo CNPJ do clube e não por dívidas sem origem, sem notas fiscais. Não somos responsáveis por contas deixadas em aberto em açougue, amigos dos dirigentes anteriores, padaria. Isto nunca foi de nossa conta. A responsabilidade era limpar o nome do Vulcão e isto foi feito”, disse Paulo César da Silva.
Sobre a dívida com a Federação Mineira o dirigente disse que o valor foi parcelado e que vai ser pago em 10 vezes. A entidade diz que ainda não recebeu qualquer valor do Poços de Caldas Futebol Clube. Segundo a FMF, o Vulcão não tem licença para jogar nem partidas oficiais e muito menos jogos amistosos. A Federação disse ainda que nenhum jogador, inclusive o goleiro Bruno, está registrado na entidade e por isso os contratos que o Vulcão afirma que eles possuem não têm valor legal. Segundo o presidente do clube, os contratos não foram registrados pelo fato dos atletas estarem em avaliação. Disse ainda que o goleiro Bruno não teve o contrato registrado porque o time não tem nenhuma competição em vista. Sobre a não autorização para jogar o amistoso Paulo César da Silva disse que o time vai seguir com os amistosos e disse que não existe necessidade de autorização da Federação Mineira para estes jogos. “Estamos jogando nossa preparação, jogando contra times amadores, mas o caso está nas mãos de nossos advogados”, disse ele classificado com boatos a maior parte das denúncias feitas contra o clube. “Vamos esfregar na cara de todo mundo que vem torcendo para que o Vulcão não siga adiante”, falou.
Falta de apoio
Sobre a falta de apoio, o Mantiqueira conversou com o secretário de Esportes Paulista, que disse que está disposto a ajudar no que for possível o projeto do Vulcão, porém, para isto é preciso que o clube tenha toda sua situação legalizada.
Treinos
Enquanto isso, os atletas seguem treinando no Centro de Treinamento do time, perto da empresa CBA. Em Varginha, o goleiro Bruno faz trabalho separado, já que para sair da cidade precisa de autorização especial. Os atletas que estão no CT do Vulcão treinam sem parar sob o comando de Paulinho Ceará. Vindos de várias partes da região, eles seguem o sonho de se tornarem jogadores de futebol e esperam que o projeto realmente siga adiante.
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - Nada parece abalar o presidente do Poços de Caldas Futebol Clube, o Vulcão, Paulo César da Silva. Usando as redes sociais na tarde de ontem ele disse que não está preocupado com críticas da imprensa. Disse ainda que as mesmas só fazem o projeto traçado quando assumiu o time crescer e ganhar força. Ele disse que atendendo pedidos de torcedores e respeitando os fundadores do Poços de Caldas Futebol Clube vai continuar na cidade, dizendo ter recusado pelo menos duas importantes propostas de municípios que queriam ser sedes da equipe. Alegando questões éticas, ele disse que não irá divulgar quais cidades fizeram a, até então, irrecusável proposta.
Irregularidades
Enquanto isso, uma série de denúncias de irregularidades segue “pipocando” contra a atual administração. A EPTV Sul de Minas foi a responsável por matéria, apresentando documentos que apontam uma dívida de cerca de R$ 300 mil da atual diretoria. São dívidas de natureza fiscal, trabalhista e cível. Existe ainda uma dívida de mais de R$ 60 mil junto à Federação Mineira e por este motivo até mesmo o amistoso realizado contra o Independente de Juruaia não poderia ter acontecido. O Mantiqueira conseguiu um documento enviado pela Federação Mineira para a Liga Poços-caldense de Futebol dizendo que a entidade não poderia ceder o trio de arbitragem para a partida. Os árbitros que apitaram o jogo fazem parte do quadro da Associação de Árbitros de Poços de Caldas, presidida por Antônio Carlos dos Santos, mesmo presidente da Liga Poços-caldense de Futebol.
Resposta
Em resposta às denúncias de irregularidades, Paulo César da Silva prometeu que exibiria, no dia de ontem, uma Certidão Negativa da atual administração provando que as dívidas são de administrações passadas. Na noite de ontem ele enviou uma consulta realizada no SPC - Serviço de Proteção ao Crédito - e Serasa. Nestes dois órgãos não constam dívidas em nome do Vulcão. Segundo o dirigente a Certidão Negativa demora mais para ser conseguida e ele promete a divulção da mesma assim que ela foi conseguida. “Assumimos o Vulcão com mais de oitenta mil em dívidas e conseguimos limpar o nome do clube. Quando assumimos o Vulcão nos responsabilizamos pelo CNPJ do clube e não por dívidas sem origem, sem notas fiscais. Não somos responsáveis por contas deixadas em aberto em açougue, amigos dos dirigentes anteriores, padaria. Isto nunca foi de nossa conta. A responsabilidade era limpar o nome do Vulcão e isto foi feito”, disse Paulo César da Silva.
Sobre a dívida com a Federação Mineira o dirigente disse que o valor foi parcelado e que vai ser pago em 10 vezes. A entidade diz que ainda não recebeu qualquer valor do Poços de Caldas Futebol Clube. Segundo a FMF, o Vulcão não tem licença para jogar nem partidas oficiais e muito menos jogos amistosos. A Federação disse ainda que nenhum jogador, inclusive o goleiro Bruno, está registrado na entidade e por isso os contratos que o Vulcão afirma que eles possuem não têm valor legal. Segundo o presidente do clube, os contratos não foram registrados pelo fato dos atletas estarem em avaliação. Disse ainda que o goleiro Bruno não teve o contrato registrado porque o time não tem nenhuma competição em vista. Sobre a não autorização para jogar o amistoso Paulo César da Silva disse que o time vai seguir com os amistosos e disse que não existe necessidade de autorização da Federação Mineira para estes jogos. “Estamos jogando nossa preparação, jogando contra times amadores, mas o caso está nas mãos de nossos advogados”, disse ele classificado com boatos a maior parte das denúncias feitas contra o clube. “Vamos esfregar na cara de todo mundo que vem torcendo para que o Vulcão não siga adiante”, falou.
Falta de apoio
Sobre a falta de apoio, o Mantiqueira conversou com o secretário de Esportes Paulista, que disse que está disposto a ajudar no que for possível o projeto do Vulcão, porém, para isto é preciso que o clube tenha toda sua situação legalizada.
Treinos
Enquanto isso, os atletas seguem treinando no Centro de Treinamento do time, perto da empresa CBA. Em Varginha, o goleiro Bruno faz trabalho separado, já que para sair da cidade precisa de autorização especial. Os atletas que estão no CT do Vulcão treinam sem parar sob o comando de Paulinho Ceará. Vindos de várias partes da região, eles seguem o sonho de se tornarem jogadores de futebol e esperam que o projeto realmente siga adiante.
Dirigente diz que EPTV está impedida de cobrir treinos e jogos do Poços de Caldas FC
Poços de Caldas, MG - Durante a apresentação do goleiro Bruno, a TV Alterosa foi impedida de fazer a cobertura do evento. Segundo informado na oportunidade, o caso, classificado por toda a imprensa como censura, foi imposto pela advogada do goleiro Bruno pelo fato da emissora ter feito uma reportagem em que o mesmo estava em um bar em horário de trabalho.
Agora, outra emissora de televisão pode sentir o mesmo ato de censura. Segundo o presidente Paulo César da Silva, a EPTV Sul de Minas, responsável por matéria sobre as dívidas e possíveis irregularidades do time com a Federação Mineira, será impedida de cobrir treinos e jogos do Poços de Caldas Futebol Clube. “A EPTV está proibida de entrar no Centro de Treinamento do clube, os jogadores estão proibidos de falarem com eles. Nos jogos que tiverem mando do Vulcão não permitiremos nem um jornalista da EPTV registrar nada. Isto foi determinação de nossos advogados, já que estamos movendo uma ação contra a EPTV”, disse o presidente.
Devido ao fechamento desta edição, por volta das 22h, não conseguimos contato com a EPTV para que eles comentassem sobre o assunto.
Nota da redação - Nos solidarizamos com as TVs Alterosa (SBT) e EPTV Sul de Minas, afiliada da Rede Globo, e repudiamos qualquer tipo de censura.
(PVC)
Agora, outra emissora de televisão pode sentir o mesmo ato de censura. Segundo o presidente Paulo César da Silva, a EPTV Sul de Minas, responsável por matéria sobre as dívidas e possíveis irregularidades do time com a Federação Mineira, será impedida de cobrir treinos e jogos do Poços de Caldas Futebol Clube. “A EPTV está proibida de entrar no Centro de Treinamento do clube, os jogadores estão proibidos de falarem com eles. Nos jogos que tiverem mando do Vulcão não permitiremos nem um jornalista da EPTV registrar nada. Isto foi determinação de nossos advogados, já que estamos movendo uma ação contra a EPTV”, disse o presidente.
Devido ao fechamento desta edição, por volta das 22h, não conseguimos contato com a EPTV para que eles comentassem sobre o assunto.
Nota da redação - Nos solidarizamos com as TVs Alterosa (SBT) e EPTV Sul de Minas, afiliada da Rede Globo, e repudiamos qualquer tipo de censura.
(PVC)
Poços-caldense é o melhor brasileiro em ultramaratona na Cordilheira dos Andes
Paulo Vitor de Campos
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - “Estou muito feliz e ainda sem acreditar em tudo que aconteceu comigo nestes dias. Deu tudo certo, conquistei meu objetivo e conclui a prova bem demais”. As palavras são do poços-caldense Rodrigo Silva Frare, que semana passada disputou “The NorthFace Endurance Challenge”, uma das provas mais importantes no cenário mundial do atletismo de montanha, sendo o único representante da região. O atleta terminou na 10ª colocação geral e foi o melhor brasileiro no evento, que contou pontos para o ranking da International Trail Running Association (ITRA). “Tudo muito lindo e recebi muitas mensagens parabenizando pelo resultado. Agora é focar nos treinos e seguir bem para as próximas competições”, falou Rodrigo.
A prova foi realizada no último dia 12 de outubro, tendo como percurso a desafiadora Cordilheira dos Andes, organizada pela NorthFace. Foram 86 corredores na disputa dos 80 quilômetros e 75 concluíram o difícil percurso. “Obtive a décima colocação geral no masculino e a quinta na categoria 30-39 anos e fui o melhor brasileiro colocado”, comemorou o atleta, que completou a prova em 10h28min. “Largamos com temperatura negativa e bastante vento, durante a madrugada atingimos a altitude máxima, aproximadamente 3700m de altitude”, completou. Foram percorridos 3714M+ altimetria acumulada da prova.
O atleta
Rodrigo Frare pratica corrida de rua há 10 anos, tendo participando de várias maratonas neste período. Há cerca de dois anos resolveu buscar novos desafios e começou a se dedicar e se especializar em corridas de montanha. As dificuldades dos percursos de trilhas de terra, estradas e matas fechadas chamaram a atenção do atleta, que não foge de desafios. Segundo ele, quanto mais técnica e difícil a prova, mais ele se sente atraído. “Tenho me dedicado bastante a este tipo de prova de ultramaratona e percorrendo distâncias de aproximadamente 50 a 80 quilômetros e estou muito confortável nestes desafios”, falou Frate.
Cordilheira
dos Andes
A prova que aconteceu na última semana foi realizada na região do Vale Nevado, Cordilheira dos Andes, e na preparação Frare treinou em regiões mais altas, buscando maiores altitudes. Para isso, participou de competições na região de Visconde de Mauá, no Rio de Janeiro, região da Serra das Agulhas Negras, que tem quase 3.000 metros de altimetria, entre outras. “Foi um bom período de preparação e algumas provas no calendário são importantes numa preparação específica que tentamos simular um pouco das dificuldades da região da Cordilheira dos Andes”, falou o atleta.
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - “Estou muito feliz e ainda sem acreditar em tudo que aconteceu comigo nestes dias. Deu tudo certo, conquistei meu objetivo e conclui a prova bem demais”. As palavras são do poços-caldense Rodrigo Silva Frare, que semana passada disputou “The NorthFace Endurance Challenge”, uma das provas mais importantes no cenário mundial do atletismo de montanha, sendo o único representante da região. O atleta terminou na 10ª colocação geral e foi o melhor brasileiro no evento, que contou pontos para o ranking da International Trail Running Association (ITRA). “Tudo muito lindo e recebi muitas mensagens parabenizando pelo resultado. Agora é focar nos treinos e seguir bem para as próximas competições”, falou Rodrigo.
A prova foi realizada no último dia 12 de outubro, tendo como percurso a desafiadora Cordilheira dos Andes, organizada pela NorthFace. Foram 86 corredores na disputa dos 80 quilômetros e 75 concluíram o difícil percurso. “Obtive a décima colocação geral no masculino e a quinta na categoria 30-39 anos e fui o melhor brasileiro colocado”, comemorou o atleta, que completou a prova em 10h28min. “Largamos com temperatura negativa e bastante vento, durante a madrugada atingimos a altitude máxima, aproximadamente 3700m de altitude”, completou. Foram percorridos 3714M+ altimetria acumulada da prova.
O atleta
Rodrigo Frare pratica corrida de rua há 10 anos, tendo participando de várias maratonas neste período. Há cerca de dois anos resolveu buscar novos desafios e começou a se dedicar e se especializar em corridas de montanha. As dificuldades dos percursos de trilhas de terra, estradas e matas fechadas chamaram a atenção do atleta, que não foge de desafios. Segundo ele, quanto mais técnica e difícil a prova, mais ele se sente atraído. “Tenho me dedicado bastante a este tipo de prova de ultramaratona e percorrendo distâncias de aproximadamente 50 a 80 quilômetros e estou muito confortável nestes desafios”, falou Frate.
Cordilheira
dos Andes
A prova que aconteceu na última semana foi realizada na região do Vale Nevado, Cordilheira dos Andes, e na preparação Frare treinou em regiões mais altas, buscando maiores altitudes. Para isso, participou de competições na região de Visconde de Mauá, no Rio de Janeiro, região da Serra das Agulhas Negras, que tem quase 3.000 metros de altimetria, entre outras. “Foi um bom período de preparação e algumas provas no calendário são importantes numa preparação específica que tentamos simular um pouco das dificuldades da região da Cordilheira dos Andes”, falou o atleta.
Assinar:
Postagens (Atom)