terça-feira, 19 de maio de 2020

Associação dos Ciclistas pede sinalização e ciclofaixas na BR 267

Poços de Caldas, MG – A Associação dos Ciclistas de Poços de Caldas (ACPC) enviou ofício ao Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem (DEER) de Minas Gerais em janeiro deste ano solicitando intervenção na rodovia BR 267, do km 254 ao 236.

“Pedimos ao DEER que seja devidamente sinalizado o trecho compreendido desde o final da avenida Mansur Frayha até a divisa do Estado de Minas Gerais com São Paulo. Queremos placas para orientar o tráfego e advertir os ciclistas e se possível que sejam implantadas ciclofaixas nos trechos mais críticos em termos de movimento de veículos. Este é um trecho de extremo risco para os ciclistas, pois falta acostamento, sinalizações, ciclovias ou ciclofaixas”, diz o presidente da ACPC Arison Danziger Darróz Siqueira.

Ele complementa dizendo que no ofício foram citados os riscos permanentes nesta rodovia devido ao grande número de ciclistas que por lá circulam. “Têm sido frequentes os acidentes com ciclistas, como os que ocorreram em 2019, inclusive com óbito. A Associação pede providências ao Departamento para redução do número de ciclistas envolvidos em acidentes e ocorrências. Não existe a menor segurança para transitar de bicicleta no trecho”, pontua Siqueira.

Segundo levantamento da ACPC, circulam, aos fins de semana, aproximadamente 800 ciclistas, ocupando acostamentos, quando existentes, ou as margens da rodovia.

Siqueira acrescenta que com a pandemia e o fechamento de parques e academias um grande número de pessoas aderiram à bicicleta para a prática de esporte, além dos que já utilizam como meio de transporte. “A Associação não incentiva a aglomeração de ciclistas, mas preza pela segurança dos mesmos. Neste momento de isolamento, o ideal é não andar em grupos e preservar o distanciamento social”, pondera ele.



Placas

“Recebemos do DEER uma resposta negativa quanto à implantação de placas de sinalização e a Associação deixa claro que a segurança dos ciclistas nas vias não sinalizadas é de responsabilidade dos órgãos públicos. Esse pedido vem sendo feito há anos, antes mesmos da ACPC existir”, alerta o presidente.

Siqueira ainda ressalta que a prefeitura procurou saber em quais locais seriam permitidas as placas, porém, o DEER não autorizou a colocação.



DEER

O Departamento, ao responder o ofício da Associação, disse que a infraestrutura do trecho citado serve para o deslocamento seguro e eficiente de veículos automotores. “Frisa-se que não há demanda de transporte intermunicipal ou interestadual a ser executado com bicicletas, sendo esta prática recreativa, portanto, altamente recomendado pela engenharia rodoviária que seja praticada em locais adequados, haja vista o ciclista possuir menos de 10% da massa de um veículo leve e média de 20% da velocidade operacional do segmento”. A resposta do DEER também acrescenta que o acostamento das rodovias é destinado à parada ou estacionamento de veículos, em caso de emergência, e à circulação de pedestres e bicicletass quando não houver local apropriado para isso. E que, então, mesmo não sendo proibido, o tráfego de ciclistas pelas margens de rodovias não é recomendado. 

“Esta autarquia não pode incentivar tal prática às margens de rodovia, haja vista os enormes riscos e perigos envolvidos. Esta autarquia não possui recursos para implantação de ciclovias à faixa de domínio das rodovia, não sendo este o serviço de natureza rodoviária, podendo a prefeitura municipal apresentar ao DER/MG projeto de uso e ocupação a ser executado pela mesma”.

Raulzinho confessa estar inseguro com possível retorno da NBA

Rafael Monteiro
Agência Brasil


O armador Raulzinho, que defende o Philadelphia 76ers na NBA, afirmou, em uma live transmitida pelo Youtube, que está inseguro com o possível retorno dos jogos da liga profissional de basquete dos Estados Unidos, que está parada desde o dia 11 de março
“Para falar a verdade estou com medo, será que vou voltar fora de forma? Não tenho direção, não sei o que o armador que vai disputar posição comigo está fazendo. O cara pode estar treinando em algum lugar e me matar no treino. Ou então, estou fora de forma e já tive lesões no passado (…). Desde os 16 anos, nunca fiquei mais de duas semanas sem pegar em uma bola de basquete e já estou há dois meses praticamente sem treino. Fica essa dúvida na nossa cabeça”, disse o jogador durante conversa com Magic Paula, Marcelinho e Anderson Varejão mediada pelo jornalista Everaldo Marques.
Cumprindo o isolamento social em Utah, ele ainda contou que está realizando atividades individualmente em uma igreja mórmon próxima de sua casa. Segundo Raulzinho, como o local está fechado, consegue acesso através do tio de sua namorada, que é bispo. O armador, que disputou duas edições do Jogos Olímpicos (Londres 2012 e Rio 2016), revelou também como vem sendo o acompanhamento da sua atual equipe e a incerteza sobre a continuidade da competição americana: “Acho que eles estão dando todo o suporte possível neste momento. Ninguém sabe exatamente o que vai acontecer. Tive uma conversa com o Elton Brands, manager do nosso time, e ele disse que nosso centro de treinamento pode abrir daqui a uma semana ou uma semana e meia. Mas que não há obrigação alguma por parte dos jogadores que não estão na cidade de irem treinar, pois eles estão preocupados com a saúde dos atletas, dos familiares e torcedores. Não tem nada certo de que a liga vai voltar e que vamos terminar a temporada”.

Impasse sobre retomada da NBA
Raulzinho também disse que entre os atletas há muitas opiniões divergentes quando o assunto é terminar a temporada 2019/2020: “Há muitas opiniões diferentes, há atletas que dizem que não querem voltar a jogar, porque acham muito arriscado e que vão colocar em risco as famílias e muita gente. Há jogadores que já falaram publicamente que querem voltar a jogar, o LeBron, o Chris Paul disseram que querem de alguma maneira voltar e terminar esta temporada. É uma mistura de opiniões. Por mais que a temporada acabe e tenha redução de 25% dos salários de todos, a maioria não está preocupada com isso e não se sente confortável de voltar agora, sem vacina ou remédio. O meu pensamento é esse também”.
Para o ex-ala da seleção brasileira Marcelinho a parte econômica deve ser levada em consideração, mas a saúde é o mais importante: “Acho muito difícil a temporada da NBA voltar, não tem um tempo justo para isso, mas acredito muito na intenção. O esporte hoje é um negócio e movimenta muito dinheiro e emprega muita gente. Então, se a NBA, que sempre tem posturas positivas com relação a tudo, se ela resolver voltar dentro de uma condição melhor, com segurança, acho válido. Não pode ser o negócio à frente de tudo. Este momento está provando que o que mais importa na vida é a saúde”.
Já Magic Paula, campeã mundial em 1994 (Austrália) e medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996, é contrária ao retorno da competição: “Basquete é um esporte de contato, não é como tênis, onde fica um lá e outro aqui. Acho que é momento de pensar na vida das pessoas que estão ali. Nós, que estamos dentro do esporte, achamos que todos gostam e assistem esporte, mas não está acima do bem e do mal. Agora é momento de recuar, vamos ver a NBA no ano que vem”.
Conhecendo de perto a NBA, Anderson Varejão, que vestiu a camisa do Cleveland Cavaliers por mais de uma década, acredita no bom senso dos dirigentes: “Acho que a NBA não voltou ainda porque eles não querem colocar ninguém em risco. A NBA está levando do jeito está porque é uma liga muito forte, tem muito dinheiro. Eles podem se dar ao luxo de continuar esperando e trabalhando nos bastidores, fazendo a coisa certa. Caso apareça uma vacina ou alguma coisa que dê a certeza para eles de que nada vai acontecer, eles vão voltar”.

Origem em Poços

Raul Togni Neto é filho de outro grande jogador. Raul Togni Filho. Os dois saíram das quadras da Associação Atlética Caldense. Raulzinho começou a treinar em Poços de Caldas aos oito anos com o professor Júlio César Freitas. Depois foi para Belo Horizonte, levado pelo pai, e despontou no Minas Tênis.

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Expansão da sala de musculação da Caldense está em fase avançada

Cumprindo o compromisso firmado pela atual administração com os sócios, a academia da Associação Atlética Caldense está sendo ampliada. A obra teve início há alguns meses e ficou paralisada com o início da pandemia do coronavírus. Entretanto a parte estrutural está praticamente finalizada, restam alguns detalhes e depois os acabamentos, como pintura e design.
A nova área contará com 500 m² e será utilizada para a sala de musculação. O espaço terá sistema de ventilação, piso de borracha, iluminação e decoração especial. Já a antiga sala de musculação, passará a acomodar os aparelhos de exercícios aeróbicos, como esteiras e bicicletas.
Além disso, serão adquiridos aparelhos novos e modernos, para que a academia fique ainda mais equipada e tenha mais de uma estação para cada tipo de exercício. Dessa forma os associados serão atendidos com mais qualidade, conforto e comodidade.

Sala de musculação da Caldense é realocada em ginásio para atender as recomendações do Comitê COVID-19

Na semana passada, a diretoria da Associação Atlética Caldense enviou um projeto ao comitê extraordinário de combate ao coronavírus de Poços de Caldas, solicitando a reabertura parcial de alguns setores do clube, entre eles a academia. O clube tem se movimentado para adequar as instalações às recomendações de distanciamento, higienização e cuidados com a saúde.

Na sala de musculação, por exemplo, houve uma grande mudança provisória para atender os requerimentos. Todos os equipamentos foram realocados para o Ginásio Agostinho Loyolla Junqueira e parte das quadras de peteca, aproveitando uma área total de 800 m², o que permite que cada aparelho fique a uma distância mínima de dois metros um do outro.

O projeto prevê número limitado de usuários simultâneos no local e outros protocolos de precaução. A entrada seria independente por um dos portões de acesso às quadras de peteca. O clube aguarda a publicação da resolução do comitê e espera ter o projeto aprovado, para que as instalações possam voltar a atender os associados.

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Série D do Brasileiro pode não ser realizada este ano


De acordo com matéria publicada no site Uol, o Campeonato Brasileiro da Série D poderá não acontecer em 2020. A competição é vista por dirigentes e organizadores como ‘muito ameaçada’ diante dos reflexos da pandemia do novo coronavírus.
Nos últimos dias, sem avanço algum na projeção de volta do futebol e com aumento no número de casos oficiais e óbitos por Covid-19, o temor com relação à Série D aumentou. A preocupação está no número de times envolvidos e logística.
Fonte: Uol

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Sétimo maior artilheiro da história da Caldense, Edmílson Cenoura relembra momentos marcantes da carreira

 Aproveitando o período de quarentena, o canal da TV Caldense segue veiculando entrevistas inéditas com personalidades do clube. Esta semana foi publicado um bate papo com o sétimo maior artilheiro da história profissional da Caldense, Edmílson Cenoura. O ex-centroavante esteve na Veterana nas temporadas de 1995, 1996, 1998 e marcou 26 gols.

Edmílson Vasconcelos Ferreira nasceu em Salvador-BA em 04 de março de 1972. Defendeu as categorias de base do Bahia no final dos anos 80, onde se profissionalizou com apenas 16 anos. Depois passou por Fluminense-BA e Vila Nova-GO, antes de chegar à Caldense. Entre as passagens pelo Verdão defendeu Guarani e Ponte Preta. Depois foi contratado pelo Atlético-MG, onde permaneceu até 2000. Na sequência ainda vestiu a camisa de clubes como Figueirense, Mamoré e Gama.

Recebeu o apelido “Cenoura”, ou por vezes “Cenourinha”, quando defendia o Atlético-MG e ao marcar um gol contra o América-MG, comemorou comendo uma cenoura, em uma alusão ao coelho, mascote do clube. A torcida adversária não gostou nada da atitude e o jogador teve deixar o estádio escoltado pela polícia e passar os dias seguintes à partida sob os cuidados de seguranças, além de ter de mudar de apartamento.

A entrevista foi gravada em setembro de 2018, quando o ex-jogador, que mora na Bahia, esteve em Poços de Caldas para ser homenageado no evento de premiação aos maiores artilheiros da história da Veterana. Durante a matéria, Edmílson relembrou sua trajetória no futebol e contou histórias engraçadas. Como uma guerra de extintor entre os atletas durante a estadia em um hotel, que culminou em multa para todos os jogadores do plantel; o dia em que ele entrou em campo com duas camisas da Caldense, marcou um gol, arremessou uma das camisas para a torcida e depois a pedido de um diretor do clube, teve de correr atrás para recuperar o material.

Um dos pontos altos da matéria foi quando Edmilson contou em detalhes a histórica vitória alviverde contra o Atlético-MG no Independência em 1998 por 5 a 2, ocorrida em um sábado de carnaval, em que ele marcou três gols. A partida teve repercussão nacional pelo placar elástico, o maior já aplicado pela Caldense contra o Galo e também pelo fato de o então goleiro da Seleção Brasileira, Taffarel, que estava na equipe de Belo Horizonte, ter levado dois frangos no duelo.

A entrevista completa, comandada por Renan Muniz, pode ser conferida no link: https://youtu.be/SMd3oyhZ3fk

Renan Muniz / Caldense

Caldense envia projeto de reabertura parcial do clube ao Comitê COVID-19

A diretoria da Associação Atlética Caldense enviou um projeto ao comitê extraordinário de combate ao coronavírus em Poços de Caldas, solicitando a reabertura parcial de alguns setores do clube, seguindo todas as recomendações de distanciamento social, higienização e cuidados com a saúde.

Um dos setores solicitados para flexibilização no funcionamento é a academia. Como os aparelhos ficam próximos uns dos outros e o local passa por obras de ampliação, a ideia seria realocar os equipamentos da sala de musculação no Ginásio Agostinho Loyolla Junqueira, para respeitar a distância mínima exigida pelas organizações de saúde. Além disso, o número de associados no local simultaneamente seria limitado e os aparelhos passariam por higienização periodicamente.

Na última terça-feira (12), a Caldense participou de uma reunião na sede da Secretaria Municipal de Saúde de Poços, onde representantes de academias e estúdios da cidade receberam orientações do Comitê COVID-19 a respeito das ações que devem ser implantadas para que seja possível a flexibilização. O clube agora aguarda a publicação da resolução e espera ter o projeto aprovado, para que possa ser aberto de forma parcial.

Renan Muniz / Caldense