quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Retomada do público no Mineiro 2022: comprovante de vacinação obrigatório e proibido menores de 12 anos

Renan Muniz 

A diretoria de competições da Federação Mineira de Futebol se reuniu nesta quarta-feira (19) em Belo Horizonte com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais para definir as diretrizes da presença de público no Campeonato Mineiro 2022.

Ficou definido que nas primeiras duas rodadas da competição haverá o limite de 20 mil pessoas por jogo, todos os torcedores devem apresentar comprovante de vacinação na entrada ao estádio ou comprovante de que testou positivo para Covid-19 nos últimos 30 dias.

Não será permitida entrada de menores de 12 anos. O uso de máscara é obrigatório. As duas primeiras rodadas serão utilizadas como referência para determinar o protocolo a ser seguido nas rodadas seguintes. Pedidos a colaboração de todos. 

Complexo aquático da Caldense passará a abrir toda segunda-feira

 Complexo aquático da Caldense passará a abrir toda segunda-feira

Renan Muniz 

A partir do dia 24 de janeiro, as piscinas da sede social da Caldense passarão a funcionar também às segundas-feiras, das 8h às 18h. A novidade é mais uma ação para melhor atender os associados e ainda possibilitar a implantação de mais turmas para as aulas de natação.

Anteriormente as piscinas do clube ficavam fechadas toda segunda-feira para limpeza, agora o serviço de manutenção e limpeza será feito em período noturno. Nos demais dias da semana, de terça a domingo, o complexo aquático continuará funcionando em horário normal, das 7h às 18h e a piscina térmica em seu horário habitual.

Natação

Com o funcionamento das piscinas às segundas-feiras, novos horários de natação estarão à disposição dos associados. Todos os alunos que faziam aulas às terças/quintas e quartas/sextas devem comparecer a partir da próxima semana no setor de agendamento do clube (sala ao lado do Piano’s Bar), no respectivo horário que fazia aula, para renovar a matrícula. A partir de terça-feira (25/01) o clube irá entrar com contato com os alunos da lista de espera das aulas de natação para comunicar sobre as vagas disponíveis e preencher os novos horários.


“Estrutura da Caldense faz toda a diferença”, diz técnico Gian Rodrigues

Poços de Caldas, MG – A Caldense estreia no Campeonato Mineiro na próxima terça-feira diante do América de Belo Horizonte. A partida acontece no estádio municipal Dr. Ronaldo Junqueira e marca o retorno da torcida da Veterana às arquibancadas. A Secretaria de Saúde de Minas Gerais pede uma redução no número de torcedores durante os jogos, mas ainda não ficou definido se a medida vai mesmo ser adotada. 

O Mantiqueira acompanhou esta semana os treinos da Caldense. O time realizou apenas três jogos-treinos e empatou todos. A reportagem questionou o técnico Gian Rodrigues sobre a pré-temporada e ele se disse satisfeito com o que foi feito até agora e acredita que o time tem tudo para fazer um bom campeonato. 

Privilégio 

Para o treinador, a estrutura da Caldense acaba sendo um privilégio que ajuda bastante na preparação. “Temos muito o que comemorar por termos uma estrutura boa de treinamentos e o trabalho acaba sendo facilitado. Tem ainda o comprometimento de todos e nesta pré-temporada conseguimos fazer todas as atividades de treinos programadas. Não teve problemas de chuvas e de nada e isso faz muita diferença”, falou o treinador. 

Sobre o cancelamento dos jogos-treino programados para a pré-temporada, Rodrigues destaca que este não foi só um problema da Caldense, mas de quase todos os times. “A pandemia ainda está intensa, atrapalhando a vida de todos nós e o futebol não ficou ileso. Dentro do CT não sofremos quase nada com esta doença, mas alguns times que iriam jogar passaram pelo problema e por isso foram realizados apenas três jogos. Às vezes não se trabalha com o que é ideal, mas sim com o que é real e foi o que a gente teve”, destacou o treinador. Rodrigues conta que a pré-temporada foi muito boa e destaca o trabalho de todos na comissão técnica e os atletas. 

O primeiro jogo 

Gian Rodrigues disse que o time está muito bem tanto física quanto taticamente. “A gente precisa do atleta bem fisicamente, entendendo a parte tática, equilibrado, confiante, com respaldo de diretoria e isso é o que faz um time jogar bem numa competição. É todo um conjunto que faz muita diferença. O atleta quando se sente apoiado ele se empodera e é esta minha expectativa para a competição e para o primeiro jogo diante do forte time do América. “O América é um time de Série A do Brasileiro, vai disputar a Libertadores este ano, mas vamos jogar nosso jogo. Me perguntam se prefiro pegar time grande no final, se eles vão jogar com titulares ou não, mas não penso muito nisso. Nosso papel é entender que o time que estará em campo é o América, os atletas que estarão aqui estarão defendendo as cores do clube e as dificuldades que vamos encontrar serão as mesmas. A intensidade de jogo tem que partir da gente, independente do adversário. A torcida presente no estádio vai nos ajudar e a situação é vista como uma troca. Eles querem ver o time competitivo em campo, jogando bem e queremos corresponder ao ensejo deles”, disse Rodrigues, ressaltando que a torcida que for ao estádio verá um time aguerrido em campo. “O apoio da arquibancada certamente nos deixa mais fortes”, destacou. 

Ronaldão 

Nesta quinta-feira está programado um treino da Caldense no estádio Ronaldão, palco dos jogos da Veterana em Poços de Caldas. “Será um treino importante para que os atletas se adaptem ao campo e à iluminação. Temos que fazer do Ronaldão nossa arma contra os adversários e vencer jogos aqui será importante demais na trajetória do time no Estadual”, falou o treinador. Depois do treino de hoje a Caldense volta ao Ronaldão sábado pela manhã. 

Gian Rodrigues comemora ainda o fato de o Departamento Médico estar vazio. Atualmente dois atletas estão em tratamento, mas devem voltar em breve aos treinos. Sobre o possível time que começa o jogo de terça-feira, o treinador deve usar a base que começou os jogos-treinos, mas sobre este assunto ele prefere desconversar. “Na hora de definir o time o campo fala mais alto. Em toda sessão de treino eles têm que dar tudo aqui porque é daqui que estamos vendo a evolução deles, é importante a análise do adversário e será sempre assim que o time será definido”, finalizou Rodrigues.

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Para estar à frente da Caldense precisa pensar no coletivo, diz presidente

Poços de Caldas, MG – O Mantiqueira conversou com Rovilson Jesus Ribeiro, presidente da Associação Atlética Caldense. Ele abordou temas como a verba de televisão para o futebol profissional, a montagem do time para o Campeonato Mineiro, o clube social na pandemia e as futuras eleições de diretoria que acontece em setembro. Ele falou ainda do cancelamento do jogo-treino contra o Lemense, neste fim de semana, quando acabou sendo criticado nas redes sociais por integrantes do clube paulista. 


Mantiqueira – Mais um campeonato chegando, a Caldense entra em campo semana que vem. O que podemos esperar do time montado com esforços da diretoria e da comissão técnica? 

Rovilson Jesus Ribeiro – A verdade é que começamos a trabalhar na montagem do time em novembro, como sempre, porém, este ano foi mais complicado porque não tínhamos uma definição da ordem econômica, o que só ficou definido agora em janeiro. Montamos um time dentro das condições econômicas possíveis da Caldense, já que temos uma responsabilidade por trás de tudo isso. Não podemos extrapolar a parte financeira, já que temos um teto orçamentário que precisa ser respeitado. Assim foi montado o time, que tem tudo para representar a nossa torcida. 


Mantiqueira – Como o senhor viu o valor que será pago pela Rede Globo aos times mineiros? 

Rovilson Ribeiro - Este dinheiro ainda não chegou, mas agora sabemos que ele virá, o contrato já está assinado, e é um valor bem inferior ao que era praticado em anos anteriores, que já não era um valor alto para os times do interior, que pagam caro para manter o futebol profissional. Porém, independente disso podemos destacar que o time foi montado dentro de muito critério, buscamos um treinador que tem um comportamento muito equilibrado, tranquilo e juntamente com o supervisor, o diretor de futebol, buscaram os jogadores. Tivemos a permanência de alguns atletas e a expectativa de um bom campeonato é realmente boa. Claro que dentro de campo o time precisa dar liga, as coisas precisam funcionar bem. A equipe está muito bem preparada fisicamente, os atletas estão de parabéns, assimilaram todo o trabalho dos professores, uma equipe experiente mesclada com jovens atletas e tudo isso me deixa otimista, já que o trabalho está sendo muito bem feito. 


Mantiqueira – Ainda sobre o acerto com a TV, o senhor sempre foi confiante em uma finalização. Por que tanta certeza? 

Rovilson Ribeiro – Sempre tive confiança no acerto, mesmo que não pelos valores de antes, mas de alguma coisa, e foi o que aconteceu. Temos muitas dificuldades para trabalhar com futebol, principalmente os times do interior que vivem uma dura realidade, por isso este dinheiro de televisão é muito importante. A apreensão foi maior agora pela demora na definição e isso atrapalhou alguns planejamentos, algumas contratações, já que temos responsabilidades com o compromisso financeiro do clube, que não pratica nada fora de suas condições. Esta é nossa responsabilidade, o clube está em dia, não tem dívidas, o nosso futebol está totalmente tranquilo no aspecto financeiro, já que não fazemos nada que não possamos cumprir. Mas nos mantemos esperançosos que este dinheiro viesse e mesmo com um valor bem menos foi um bom acerto. 


Mantiqueira – Com o dinheiro de TV com valor menor, a Federação Mineira de Futebol sinalizou alguma ajuda? 

Rovilson Ribeiro - Nada neste sentido. Vamos ter que arcar com todas as taxas e possivelmente com os testes de covid em todos os jogos. Pode ser que tenha alguma mudança nessa regra, mas até agora nada. 


Mantiqueira – Ano passado a torcida não pode comparecer aos jogos. Este ano ela vai poder estar no estádio. O quanto isso ajuda? 

Rovilson Ribeiro – Sabemos que este ano teremos uma quantidade mínima de torcedores no estádio, mas pelo menos teremos torcida, o que não aconteceu ano passado. Ontem tivemos uma reunião de planejamento do jogo. Temos um espaço reservado que comporta um bom número de torcedores com segurança e vamos depender muito do nosso torcedor, sim. Que ele compareça e ajude o time na competição. Esperamos que ele compreenda o momento que estamos vivendo, ainda estamos numa pandemia e com um número de casos relativamente alto, por isso pedimos que eles respeitem todos os protocolos sanitários, para nós a presença deles é importante demais, mas queremos todos em segurança. 


Mantiqueira – A Caldense este ano fez o trabalho de melhorias no Ronaldão em parceria com a Secretaria de Esportes? 

Rovilson Ribeiro – Foi feito sim. Foi feito o trabalho de descompactação, uma melhoria importante no gramado realizado através de uma empresa de fora da cidade, que é contratada pela Caldense. Este ano o trabalho sofreu um pequeno atraso, mas deu tempo e o gramado está bom. Agora tem a parte de preparação por parte da Secretaria de Esportes, com os cuidados com arquibancadas, limpeza, pintura sendo prioridades. Esperamos que até o dia do primeiro jogo contra o América, na próxima terça-feira, o estádio esteja em boas condições. 


Mantiqueira – Recentemente surgiram conversas de empresas interessadas em melhorar estruturas esportivas da cidade. A administração até mesmo admitiu a possibilidade de construção de uma nova e moderna arena. O que a Caldense sabe sobre isto? 

Rovilson Ribeiro – Recebemos a visita do secretário de Esportes Fernando Henrique dos Santos, Pelezinho, e numa reunião tratamos em primeiro lugar dos cuidados com o Ronaldão. Nesta mesma reunião foi abordado sobre o assunto e a construção de um novo estádio. Mas nada de concreto ficou definido. Eu acho muito importante futuramente termos um espaço melhor, seja uma grande reforma do Ronaldão ou a construção de um novo lugar. Mas até então temos que cuidar do que temos à disposição. É a mesma situação de um carro. Se você não tem dinheiro para comprar um novo tem que fazer toda a manutenção no seu carro velho. Foi isso que pedi para o secretário de Esportes, que tivesse um cuidado com o Ronaldão, que ele nos ajudasse a manter o estádio em condições boas para a gente poder praticar o futebol. 


Mantiqueira – Por falar em campo em boas condições, este final de semana a Caldense teve que cancelar um jogo-treino exatamente por não encontrar um campo apropriado. Vieram as críticas. Como o senhor encarou esta situação? 

Rovilson Ribeiro – Era um jogo que já estava marcado há algum tempo, a princípio ele seria realizado na cidade de Leme, depois os dirigentes da Lemense pediram para mudar de local, já que o campo deles se encontra em reforma, mas demoraram para indicar um novo local para a partida. Isso aconteceu faltando dois dias para o jogo e o campo indicado foi em Pirassununga. Acabamos indo para o jogo, mas quando nossa comissão técnica viu as condições do campo resolveu não realizar a partida. Um estádio sem condições nenhuma e como estamos às vésperas da estreia no Campeonato Mineiro a comissão técnica achou por bem não jogar, não colocar os atletas dos dois times em risco. Mas o presidente do time deles acabou usando as redes sociais, talvez fazendo média com alguns torcedores que lá estavam, e acabou falando que aqui na Caldense quem manda é o treinador, que o clube não tem presidente, entre outras coisas. Ele está certo. A Caldense é um clube muito grande, temos diversos esportes e para isso temos diretorias e departamentos. No departamento de futebol quem organiza e determina é o supervisor, o diretor ou o treinador, e foi o que aconteceu lá. Se o presidente interferir nas ações de cada diretoria, eu não precisaria de diretores, eu mesmo tomaria a frente. Eu não tenho capacidade técnica para discutir o desenvolvimento do futebol profissional, por isso contratamos pessoas de confiança para cuidar disso. A fala dele foi um pouco infeliz, mas respeito, assim como sempre respeitei todos os clubes e ações e não seria diferente com a Lemense. 


Mantiqueira – Recentemente, a Caldense emprestou o meia Bruno Oliveira para o Santos, um gigante do futebol mundial. Como foi esta situação? O clube receberá algum valor pelo empréstimo? 

Rovilson Ribeiro – A Caldense não recebeu nada pelo empréstimo e caso o Santos se interesse pelo jogador terá a prioridade de compra. Este foi o acerto e desejamos que ele tenha sucesso na Vila Belmiro e conquiste muitos títulos pelo Santos. 


Mantiqueira – E o clube social? Como está enfrentando o novo aumento de casos da pandemia? 

Rovilson Ribeiro – Quando os números caíram o clube foi reaberto e ficamos assim até agora, seguindo à risca todos os protocolos do nosso comitê de saúde. Tem que ser assim, já que eles estão lá para nos orientar e o clube tem a responsabilidade. Trata-se de um local de grande movimentação de pessoas que precisam seguir as normas de segurança. Com o novo aumento no número de casos, o protocolo determinou algumas pequenas mudanças em relação a alguns eventos, como o nosso baile de sexta-feira. Ele não está podendo acontecer neste momento e esperamos que volte logo, mas não vai voltar até que os números baixem novamente. O uso do Piano´s Bar está permitido, porém, apenas com as pessoas sentadas em suas mesas. É proibido elas ficarem no balcão. Estamos seguindo todos os protocolos, como uso de máscaras em todo o clube, uso constante de álcool em gel, distanciamento, enfim, todos os cuidados. Estamos participando ativamente das conversas junto ao comitê anti-covid e estamos por dentro de todo o processo de controle e combate na disseminação do vírus. Temos pedido aos nossos associados a compreensão e usar os espaços seguindo as regras, colocamos placas orientando os protocolos, temos um sistema de áudio no clube falando sobre o distanciamento, enfim, estamos trabalhando para a segurança de todos. É um momento muito difícil em todo o mundo e cada um precisa fazer sua parte para que a situação melhore o quanto antes. 


Mantiqueira – Em setembro teremos eleições presidenciais no clube. Apesar de ainda longe, o senhor já pensa no que fazer? Vários sócios pedem por sua continuidade, mas o senhor quer seguir? 

Rovilson Ribeiro – Temos ainda um tempo de definição, já que as eleições acontecem em setembro. Sei que o tempo passa rápido, mas sobre as eleições temos uma diretoria executiva trabalhando firme. Não é só o Rovilson, temos nosso vice-presidente Antônio Bento Gonçalves, nosso segundo vice-presidente Luis  Fernando Soares, que dá um apoio diário no clube. Ele é o vice-presidente do futebol, enfim, estamos trabalhando e ainda não determinamos, não pensamos sobre isso porque ainda está longe. A política dentro de um clube tem que ter um aspecto diferente daquela que vimos fora do clube. Qualquer candidato que venha a concorrer ele precisa ter o pensamento positivo no clube, o clube tem que estar em primeiro lugar. Ele não pode priorizar ataques, como, infelizmente, aconteceu na última eleição, é uma situação desagradável, afinal de contas somos todos associados, todos amigos e o objetivo comum é o bem de nossa associação. Então, em cima disso, vamos aguardar para definir se sairemos como candidato à reeleição ou se alguém da nossa atual direção assume, mas é uma decisão que levará alguns meses. 


Mantiqueira – Mas o Luís Fernando soares, segundo vice-presidente, seria o nome para ser o próximo presidente do clube? 

Rovilson Ribeiro – Pode ser o Luís Fernando, o Seu Toninho, se quiser, também, eu mesmo posso seguir, já que é permitido estatutariamente. A única coisa que a gente preza muito é que o objetivo da pessoa que estará à frente da Caldense seja o coletivo. Não temos interesses diferentes disso e é só no bem do clube que pensamos. Aquele que vier a concorrer, se vier e quantos forem, que coloque em mente que é preciso trazer propostas novas, coisas melhores para o clube, coisas que talvez a nossa direção não tenha enxergado e que eles possam fazer de melhor. Isso tudo é importante para a Caldense. 

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Vereador Paulista vai às empresas e fala da importância do apoio ao esporte

Poços de Caldas, MG – Ex-zagueiro que mais vestiu a camisa da Caldense, ex-professor da escolinha Zico 10/Coopoços e ex-secretário de Esportes. Ninguém duvida que o vereador Wellington Guimarães, o Paulista, é o atual legislador que mais luta pelo esporte de Poços de Caldas. Seu primeiro ano na Câmara dos Vereadores mostrou isso com diversas ações em prol do esporte. Claro que Paulista, como vereador, busca ajudar a comunidade em outras ações e fez diversas indicações ao Executivo sobre melhorias em bairros da cidade. Mas é no esporte que ele segue se destacando e buscando ajudar com bastante efetividade.

Projetos

O vereador postou um vídeo semana passada falando sobre o aumento do incentivo do ISSQN para 2% para os projetos esportivos. Ele foi um dos que mais batalhou pela conquista e agora, com a aprovação do aumento, Paulista está indo diretamente ao empresariado para mostrar a importância de eles abraçarem o esporte. “Hoje temos cerca de 70 projetos que buscam apoio através dos empresários que dispõem do imposto específico que é o ISSQN - Imposto de serviços de qualquer natureza. São aqueles prestadores e tomadores de serviços. Venho através desse vídeo motivar e sensibilizar você empresário para que apoie esses projetos que estarão em toda a cidade, levando lazer, saúde e oportunidades às crianças, jovens, adultos e idosos. A marca da sua empresa estará diretamente ligada ao projeto e em destaque e você, empresário, não sofrerá nenhum dano fiscal, que fique bem claro. Por isso apoie e seja um amigo do esporte”, disse Paulista no vídeo.

“Muita gente me conhece, me segue e me acompanha nas redes sociais, a maioria é apaixonado pelo esporte. Sejam atletas, professores, representantes de instituições, esportistas de finais de semana ou até mesmo empresários que têm amor pelo esporte. E por termos isso em comum que acredito que vocês também tenham o desejo de incentivar, fomentar e fortalecer o nosso esporte local”, continuou o vereador.  

Empresas

O vereador destacou que ir às empresas e apresentar os projetos é um meio que encontrou para ajudar na causa. “É importante que todos os projetos sejam apadrinhados e, mais importante ainda, que o empresário saiba que ao destinar parte do ISSQN ao esporte ele não terá prejuízo algum, muito pelo contrário, estará fazendo um grande bem para toda a comunidade, que é a verdadeira beneficiada dos projetos esportivos”, disse.

Além do esporte, o vereador tem como propósito ajudar nos projetos da Cultura e está apenas aguardando a finalização do edital, o que deve acontecer nesta terça-feira. Ele conta que o mesmo trabalho de ir às empresas pelo esporte fará com os projetos culturais da cidade. “Importante mostrar a valorização do ISSQN e mostrar que estes projetos contam com apoio das empresas, do Executivo e do Legislativo, além da Comissão da Lei de Incentivo das respectivas Secretarias e de todos os profissionais envolvidos”, finalizou o vereador.

Nota de esclarecimento sobre o cancelamento do jogo-treino contra o Lemense

 Poços de Caldas, MG – O jogo-treino entre Lemense e Caldense, que aconteceria na tarde deste sábado (15/01), estava agendado desde o dia 14/12/2021, ou seja, há mais de um mês. A partida seria originalmente em Leme-SP, mas como o campo de Leme não tinha condições de jogo, a diretoria do Lemense propôs a alteração da partida para outras cidades, como Cravinhos-SP e Sumaré-SP, locais que também não se concretizaram.

Com a indefinição do local se arrastando por semanas e a data de realização da partida se aproximando, a Caldense cobrou a diretoria do Lemense por uma definição, já que existe toda uma logística a ser organizada junto à empresa que faz o transporte do clube e outros detalhes. Sendo assim, o jogo-treino foi transferido para Pirassununga-SP. O Secretário de Esportes de Pirassununga foi informado pelo Lemense na última quinta-feira (13), apenas dois dias antes do jogo, que a partida seria no Estádio José Maldonado. Então teve de se mobilizar de última hora para aparar a grama, serviço que não era feito no local há muito tempo.

Quando a delegação da Caldense chegou ao local neste sábado, preparada para jogar, presenciou vestiários cheios de lama e sem sanitários. Para o time trocar de roupas, teria que usar um ginásio fora do estádio em uma rua próxima. Além disso havia várias irregularidades no campo de jogo, como: ausência de banco de reservas; gols menores do que as medidas oficiais; redes desprendidas; barras de ferro soltas dentro do gol (que poderiam colocar em risco os goleiros); grandes desníveis e buracos espalhados pelo gramado, inclusive com um buraco profundo que aparentava ser toca de algum animal.

Dado esse panorama precário do campo, a Caldense optou por não jogar, visto que o time está às vésperas da estreia no Campeonato Mineiro e poderia correr risco de perder jogadores por lesão. O clube então comunicou a decisão ao Lemense, que sugeriu transferir o confronto para Leme-SP, mas a própria comissão técnica da equipe paulista disse que o campo não teria condições de jogo, pois não havia marcação das linhas do gramado. Dessa forma, a partida foi cancelada.

A Caldense lamenta o ocorrido. O interesse maior do clube era jogar, preparar a equipe e seguir o planejamento traçado desde o início da pré-temporada, independente de placar e de adversário. O objetivo maior do clube em ter viajado até o interior de São Paulo era estar em campo e realizar o treinamento proposto. A delegação retornou frustrada com os acontecimentos e tem a consciência de que o campo oferecido estava totalmente fora do padrão para um jogo-treino de futebol profissional. Vale ressaltar que não cabe à Caldense verificar as condições do campo adversário antes de um jogo. O que se espera é que a equipe da casa sempre ofereça as condições mínimas de trabalho para seus atletas e seus adversários.

Ao chegar à Poços de Caldas, para não perder o dia de treino, os jogadores da Veterana fizeram uma atividade de física no Centro de Treinamento Ninho dos Periquitos. E a equipe alviverde continuará se dedicando nesta reta final de preparação para fazer uma grande campanha no estadual.

Renan Muniz / Caldense

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Trezentos mil

A verba destinada aos times do interior de Minas pela Rede Globo é de apenas 300 mil reais. Apesar da queda da receita, os clubes comemoram o acordo, já que existia risco de não ter TV e com isso a receita ia ficar em zero reais. A Federação poderia dar sua contribuição aos times e diminuir suas taxas. Sabe quando isso vai acontecer? Nunca.