quinta-feira, 12 de maio de 2022

Caldense apresenta lateral-esquerdo Juninho Monteiro

A Caldense apresentou mais um reforço para a sequência da Série D 2022. É o lateral-esquerdo Juninho Monteiro de 22 anos. O atleta já se apresentou no Centro de Treinamento Ninho dos Periquitos e está treinando normalmente com o grupo.

Rogério Nogueira Monteiro Junior, seu nome real, é natural do Rio de Janeiro, Guadalupe em 28/07/1999 e tem 1,79 m. Começou nas categorias de base do Madureira, onde subiu para o profissional. Depois foi emprestado ao Cabofriense, equipe em que atuou em 33 partidas e fez 3 gols. Em 2022 defendeu as cores do Paraná Clube e agora chega à Veterana. “Aceitei esse desafio e espero poder ajudar. Minha característica é mais ofensiva. Gosto de fazer ultrapassagens, chegar à linha de fundo e dar assistências”, disse Juninho.


Renan Muniz / Caldense

“Uma vitória muda tudo”, diz técnico da Caldense ao prever reação no próximo jogo

Poços de Caldas, MG – “Conquistar os três pontos, reagir no campeonato e recolocar a Caldense na disputa. É tudo que queremos e é para isso que estamos trabalhando”. A fala é do treinador Júnior Martins, que, na tarde de ontem, comandou mais um treino da Caldense, que neste domingo encara a URT, às 16h, no Ronaldão. O treinador lamenta os últimos resultados, mas acredita que neste domingo diante da URT finalmente a primeira vitória virá. Em quatros jogos até o momento a Caldense empatou na estreia em casa contra a Inter de Limeira, mas perdeu os três outros jogos e amarga a última colocação no grupo A6.

“Realmente uma campanha que não merecemos. Fizemos bons jogos, a bola teimou em não entrar e acabamos levando os gols. Este cenário vai mudar, os trabalhos estão sendo todos neste sentido. Falta de comprometimento não existe aqui, então vamos reverter esta situação”, falou o treinador.

Ontem ele comandou um treino no Centro de Treinamento Ninho dos Periquitos. A atividade foi bastante movimentada. O time volta a treinar hoje no Ronaldão e ainda fará uma atividade leve neste sábado no Ninho dos Periquitos.

A última colocação incomoda e o treinador sabe disso. Ele vem trabalhando bastante a parte psicológica com os atletas. “Todos estão incomodados. A URT acabou nos ultrapassando na última rodada, mas é em cima deles que poderemos novamente virar este cenário. Será um jogo complicado, mas temos condições de buscar o resultado”, falou Martins.

O treinador ainda não sabe se terá reforços contra a URT. Ele espera por Caio Ribeiro e Juninho, que ainda não apareceram no Bid. “Foi uma semana boa de trabalho, queremos que chegue logo o jogo para sair desta situação. Tudo que queremos é reverter tudo isso. Uma vitória muda tudo e os meninos estão muito incomodados, se cobram demais e estão trabalhando muito pelos primeiros três pontos. A hora que eles vierem sairá este peso das costas”, finalizou o treinador.

Atleta poços-caldense é a única tricampeã da Volta ao Cristo

 Paulo Vitor de Campos

pvc.mantiqueira@gmail.com 

pvcampos@gmail.com

 

Poços de Caldas, MG - Voltamos com a terceira parte retratando a história da Volta ao Cristo. Vamos falar de um pouco mais das pessoas que ajudaram o evento a se tornar uma das principais corridas de rua do mundo. A Volta ao Cristo tem uma peculiaridade que poucas corridas possuem. Além de uma corrida de rua, ela pode ser classificada também como um cross country. O grau de dificuldade é tamanho que muitos participantes se assustam e dizem que não voltam jamais. Não conseguem. Ano seguinte estão aqui novamente buscando completar o desafio feito pelo vencedor em pouco mais de 50 minutos. Isto mesmo, cinquenta minutos, ou seja, não é prova para qualquer ser humano. 


A campeã 

A marca alcançada por Miranel Domingos parece inatingível para uma poços-caldense, pelo menos nos próximos anos. Dona de três títulos da Volta ao Cristo, ela faz parte do evento como poucos. Miranel é hoje integrante da equipe da Secretaria Municipal de Esportes e uma das responsáveis pelo Projeto do Amanhã, ao lado de Joana D’Arc. Na época das primeiras provas da Volta ao Cristo ela era apenas uma menina sonhadora que não tinha disputado nenhuma grande corrida. Sua estreia foi logo na Volta ao Cristo e com direito a pódio. “Comecei a correr aos 10 anos e apenas distâncias curtas. Dos 100 até 3000 metros eu ia em tudo’, conta Miranel, que competia pela equipe do Pelicano. O problema é que eram poucas corridas na cidade, as opções eram escassas com uma corrida ao ano. Ela queria mais e viu na Volta ao Cristo a grande oportunidade. “Me disseram que estava para acontecer esta corrida, um desafio grande, uma subida até o Cristo. Fiquei encantada, olhava para a estátua lá em cima e me imaginava participando daquela prova”, conta Miranel. “Muito louca, encarei, mesmo sem muito treino e fui terceira colocada. Isso foi o estopim para que eu continuasse a minha trajetória como atleta”, conta Mineral. As dificuldades da prova, a adrenalina e o lindo cenário fizeram com que Miranel se animasse e se tornasse um dos principais nomes da Volta ao Cristo. “Depois da primeira prova, toda vez que olhava para o morro dizia comigo mesma que aquela era a minha praia”, conta ela. O primeiro título veio quando ela tinha apenas 18 anos. Aos 19 e 20 anos ela emendou mais dois títulos, se tornando a única tricampeã da Volta ao Cristo. As conquistas foram nos anos de 1986, 1987 e 1988. 


Figuras 

Mas a Volta ao Cristo não é feita só para campeões ou super atletas. É para todos e por isso o evento se torna uma grande festa. São corredores que sobem e descem o morro do Cristo de tudo quanto é jeito. Tem aqueles que querem apenas completar o percurso, tem aqueles que querem aparecer mesmo e literalmente colocam uma melancia no pescoço. São fantasias de todos os tipos e cores. O que vale é participar da festa. Há ainda os veteranos. Quem não conhece Vitor Camilo da Silva. Aos 80 anos, ele ama a Volta ao Cristo, prova que disputou em quase sua totalidade de edições. Se recuperando de um infarto, Vitor Camilo não estará competindo como gosta, mas já avisou que vai acompanhar o evento de perto.  


Favoritos 

Poços de Caldas tem um histórico de poucas vitórias na Volta ao Cristo, mas a lista de favoritos é grande. Entre os homens, nomes como Fernando Sandi, Robson Alvarenga, Jonathan Barboza, Lucas dos Santos, entre outros, sempre chegam em ótimas condições. Já entre as mulheres, Márcia Gisele de Jesus e Milene Paiva estão voando e podem surpreender. Mas as disputas pelos primeiros lugares são bastante acirradas e geralmente vencidas por atletas de fora. 


Profissionais 

Mas a Volta ao Cristo tem outros profissionais interessantes e dedicados, todos membros da Secretaria de Esportes. Margareth Stano é até hoje uma dessas pessoas que se dedica muito para a Volta ao Cristo. Este trabalho ela faz desde a primeira edição e conta que é um dos eventos pelo qual nutre maior carinho. “Participo deste evento desde sua primeira realização com muito prazer. A Volta ao Cristo é uma prova que particularmente gosto muito de fazer, já que o contato com as pessoas é muito bom, pessoas de Poços, aquelas que vêm de fora e acabam até mesmo criando um vínculo. É muito legal rever estes atletas”, destaca Margareth, que se orgulha quando fala da organização da corrida. “Todo mundo elogia, tem uma palavra de carinho e isso é motivacional para cada vez a gente fazer melhor ainda”, pontua. Ela conta que mesmo a edição deste ano estar completando 39 anos, o carinho de toda a equipe na organização é como se fosse a primeira corrida. “A gente vivencia de tudo na Volta ao Cristo. Pessoas que numa corrida não vão bem, voltam no ano seguinte e conseguem melhorar o tempo, momentos de alegria e tristeza num desafio de 16 quilômetros que só quem vive numa esquece. O prazer de ter uma medalha no peito, mesmo que seja só de participação, é indescritível”, conta Margareth. 

Outra profissional da Secretaria de Esportes que vive a corrida é Schirley Correa Franco. Para ela, fazer parte do desafio da Volta ao Cristo é um prazer imenso, uma grande honra e coleciona histórias que leva para o resto da vida. 


“A mulher do dinheiro” 

Para elaborar esta reportagem, o Mantiqueira conversou ainda com a empresária Lúcia Longo. Hoje ela não faz mais parte da Secretaria Municipal de Esportes, se aposentou como funcionária pública, mas os tempos de Volta ao Cristo ficaram marcados. Lúcia era literalmente a “mulher do dinheiro” e trabalhava diretamente como assistente do secretário de Esportes, que durante a primeira edição da Volta ao Cristo era Lázaro Walter Alvisi. Ela ainda trabalhou com Luiz Antônio Campos, entre outros. Lúcia requisitava o dinheiro, pagava os atletas e emitia os recibos. Uma responsabilidade grande que ela fazia com maestria. “Me lembro de todo o processo de criação da Volta ao Cristo com as reuniões entre seu Lázaro e o Seu Olivino, conversas demoradas. Lázaro e Olivino estavam sempre juntos, seu Olivino tinha uma cabeça maravilhosa e trazia muita coisa, muitas ideias e foi importante demais não só para a Volta ao Cristo, mas para o esporte em geral, para as crianças que ajudou a tirar das ruas”, conta. Entre as criações de Lázaro Walter Alvisi na Secretaria de Esportes Lúcia destaca o Banho à Fantasia, evento que passou para a Secretaria de Turismo e isso contraria a ex-servidora da Secretaria de Esportes, que diz não se conformar. Voltando a falar da Volta ao Cristo, Lúcia se recorda de histórias já contadas, como a distribuição de fitas pelo percurso, o espeto com a ordem de chegada e a premiação em dinheiro, da qual era a responsável. “Vinha gente de todos os cantos, de todos os lugares, cidades que a gente nunca tinha ouvido e era tudo muito caseiro, muito doméstico, muito amador. A Secretaria não tinha estrutura, a cidade era muito pequena e a prova cresceu de um jeito que ninguém esperava”, conta Lúcia. Para ela, a Volta ao Cristo seria apenas mais um evento esportivo na cidade, recebendo corredores locais e um ou outro de fora, mas o que se tornou foi uma grande surpresa. Questionada do porquê ter deixado a Secretaria de Esportes, Lúcia disse que havia cumprido seu tempo e precisava de novos desafios de vida. Ela deixou o esporte em 1997, mas as histórias serão eternas. “Funcionário público é muito visado, lidando com dinheiro então fica mais difícil. Tenho muitas saudades das pessoas, mas ser funcionário público não é para qualquer um”, finaliza. Lúcia entrou na Secretaria em 1977 e esteve ao lado de secretários como Gaspar Eduardo de Paiva Pereira, Sebastião Vieira Romão, Lázaro Walter Alvisi, Luiz Antônio Campos e Luiz Carlos Veronesi, o Cao. 


 

O batedor oficial da Volta ao Cristo

Poços de Caldas, MG - Em 2018, a Volta ao Cristo sofreu uma grande perda, pois naquele ano morria um pouco de sua essência, da sua alegria e também sua história. Perdemos José Eduardo Cassaro, coordenador esportivo da Secretaria Municipal de Esportes. Muito mais que coordenador esportivo, Cassaro era um amante do esporte, amante do ciclismo, das motos e das corridas de rua. Destes amores ele uniu dois e assim marcou época. Com sua moto Cassaro passou a ser o batedor oficial das corridas de rua de Poços de Caldas e a Volta ao Cristo era uma delas. Com papel de ajudar no trânsito, Cassaro saía com os atletas na largada e fazia todo o percurso. Na volta, o som de sua moto avisava, ainda na entrada do estádio, que o campeão estava chegando. Foram anos desta parceria maravilhosa, anos que nos acostumamos e vê-lo com sua motocicleta na frente do primeiro corredor, aquele que provavelmente seria o campeão. E Cassaro cumpriu sua missão como um verdadeiro campeão. José Eduardo Cassaro também esteve presente na primeira Volta ao Cristo, aquela de 1983, e certamente, neste domingo, quando for dada a largada para a 39a. edição, ele, de alguma forma, estará junto fazendo o papel de batedor, guardando para que tudo corra bem e que todos os participantes consigam cruzar a linha de chegada, seja em último, seja em primeiro. O batedor oficial da Volta ao Cristo está mais vivo do que nunca. 


O que a Volta ao Cristo significa?

 O Mantiqueira buscou a opinião de cinco secretários de Esportes sobre a Volta ao Cristo. Conversamos  com o atual secretário Fernando Henrique dos Santos, o Pelezinho, e os ex-secretários Luiz Antônio Campos, Carlos Alberto dos Santos, o Lelo, Albert Mareca e Wellington Guimarães, o Paulista. 


Pelezinho 

“A Volta ao Cristo tem um significado muito forte neste momento. Durante muitos anos trabalhei como voluntário, ajudei a carregar frutas, água e nas últimas edições acompanhei o final das provas até que todos tivessem cruzado a linha final e fazendo parte da premiação. Neste primeiro ano de Volta ao Cristo, como secretário de Esportes, estou muito ansioso. É a primeira corrida como secretário, a primeira corrida depois da pandemia, uma corrida que hoje é a maior do município, a competição que ficou sem acontecer devido à pandemia volta com força total e só tenho a agradecer a Deus por este momento. Fico feliz por este evento e o objetivo é manter a Volta ao Cristo cada vez mais grandiosa. Com as parcerias e a mídia sempre junto a Volta ao Cristo estará sempre em destaque. Destaco o trabalho da equipe da Secretaria de Esportes, o carinho com este evento em cada detalhe. Este cuidado mostra muito o que significa esta competição para todos nós”. 


Luiz Antônio Campos 

“A Volta ao Cristo é uma das grandes criações da Secretaria de Esportes. Um evento grandioso, uma prova que nasceu para fazer história e sou muito feliz por fazer parte disto. Quem disputa uma Volta ao Cristo certamente terá história para contar por toda uma vida. Ver a grandiosidade que esta prova se tornou reforça que seus criadores estavam certos. Eles conseguiram fazer história”. 


Carlos Alberto dos Santos – Lelo 

“Desde que estou na Secretaria agrego a Volta ao Cristo a um dos maiores eventos que a prefeitura faz através da Secretaria Municipal de Esportes. É um evento já com seus 39 anos, vimos seu nascimento, vivemos ele o tempo todo e na verdade a Volta ao Cristo é muito importante para nossa cidade. Uma corrida além fronteiras, atinge o mundo todo e faz toda a diferença. Uma corrida com regulamentação própria, uma corrida diferenciada das outras com várias corridas em uma só. Isto faz uma diferença muito grande. Ela representa um dos maiores eventos da Secretaria, tornou-se uma prova obrigatória para o município, com legislação própria. Quando ela foi realizada pelo primeiro ano a gente tinha um objetivo de que ela chegasse longe e este objetivo foi realizado. A Volta ao Cristo cresceu, ganhou o mundo e parceiros importantes como a Unimed. É uma prova que faz a diferença no pedestrianismo nacional. Uma prova que movimenta, além da Secretaria de Esportes, outras pastas, ou seja, a prefeitura é toda envolvida na Volta ao Cristo”. 


Albert Mareca 

“A volta ao Cristo é uma referência do pedestrianismo do Brasil. Tive a oportunidade por oito edições de realizá-la estando como secretário de Esportes nas gestões 2001/2004 e 2013/2016. Tenho um orgulho muito grande de ter feito parte desta história bonita da Volta ao Cristo”. 


Paulista 

“Um orgulho muito grande fazer parte da Volta ao Cristo como secretário. Vivi momentos importantes deste evento que é hoje um dos principais do Brasil. A Volta ao Cristo é para mim exemplo de grandiosidade, de superação, de coleguismo, de competividade sadia, enfim, de um evento que é sucesso e que mostra que se corrermos atrás de um sonho tudo é possível. Seu Chico Corredor teve este sonho e buscou as pessoas certas, na hora certa para que a Volta ao Cristo se tornasse esta realidade maravilhosa que se tornou. Vale destacar o carinho que toda equipe da Secretaria de Esportes tem com este evento. A grandiosidade da Volta ao Cristo é destacada com o interesse de diversos atletas renomados e que ajudaram a Volta ao Cristo crescer cada vez mais”. 


Mary Ortega é convocada para o Mundial Militar de Triathlon

Poços de Caldas, MG – A 3ª sargento Ortega recentemente foi convocada a representar a Marinha do Brasil no 23° Campeonato Mundial Militar de Triathlon, evento que acontece em Águilas, Espanha. 

A atleta vem se destacando desde novembro de 2021 e agora passa a defender as Forças Armadas no Triathlon. 

Os resultados obtidos nos últimos campeonatos mostraram que a ex-atleta de natação pode se tornar uma das maiores profissionais de longa distância do Brasil. 

A estreia no triathlon veio no duplo standard, onde foi vice-campeã com o tempo de 4h46 na distância 3km natação, 80km de pedal e 20km corrida, considerada uma das provas mais duras do triathlon brasileiro. Mary surpreendeu ao subir no pódio já logo na sua primeira prova. 

No início de 2022 ela encontrou dificuldade para direcionar o treinamento devido à carga de treinos exigida no quartel onde ela obrigatoriamente visava apenas as modalidades navais (remo, tiro, habilidades navais, natação, corrida).   Mesmo não conseguindo treinar tão bem para o Triathlon, a atleta mais uma vez surpreendeu vencendo a distância olímpica de 1.500/40km/10km no Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, com o tempo de 2 horas e 9 segundos. 

Tempo suficiente para entrar no ranking brasileiro e ser convocada para o Mundial Militar. E a performance também foi obtida na tradicional distância Meio Iron 70.3; 1.900 natação/90km/21km. Em São Bernardo, a atleta venceu a prova com o tempo de 4 horas e 50 min. 

C. Morgado, ex-treinador de Fernanda Keller, Armando Barcellos, Alexandre Ribeiro, entre outros grandes nomes do Iron Man, está guiando Mary Ortega e afirma que ela será uma das maiores do país. 

A atleta agradece a família e seu treinador.

Projeto Capoeira e Cidadania: alunos irão participar de ação social no litoral paulista

  Poços de Caldas, MG - Foi realizada uma comissão para representatividade de Poços de Caldas em um evento Esportivo e Cultural em São Sebastião litoral norte de São Paulo.  Através do Centro de Ensino Educação e Pesquisa Capoeira foi feita a escolha de dois representantes do Projeto Capoeira e Cidadania que tem parceria com a Prefeitura Municipal de Poços de Caldas através da secretaria de Esportes SMEL. Eles estarão no evento na cidade paulista. 

Os alunos escolhidos do projeto não terão custo nenhum já que a instituição realizou eventos para arrecadação de fundos e buscou parcerias para que fosse possível está ação social. 

“É de suma importância ter representatividade sendo um evento tradicional da Capoeira onde os atletas farão este intercâmbio para ampliar suas capacidades.  Sendo a Capoeira uma arte múltipla trabalharão vários eixos esportivos e culturais onde as expectativas são as melhores possíveis”,  diz Vagner de Carvalho Mestre e Coordenador