sexta-feira, 25 de outubro de 2024

Projeto movimente-se faz a doação de 68 litros de leite para GAAPO

Poços de Caldas, MG - O projeto movimente-se realizou a caminhada outubro rosa, com o objetivo de alertar as mulheres sobre a prevenção e conscientização do câncer de mama e colo de útero, e o papel da atividade física na prevenção e tratamento. A caminhada contou com aproximadamente 120 participantes, a concentração foi na praça do museu onde tiveram aula de zumba com a professora DiJianni e posteriormente partiram caminhando até o parque municipal. 

O projeto movimente-se é uma iniciativa da professora Cibele Penido, acontece desde 2022 e é realizado através do edital de concessão de patrocínio municipal SMEL n.005/2024 prefeitura de Poços de Caldas, As aulas acontecem nas terças e quintas as 18h na Igreja do Evangelho quandrangular-SEDE, o projeto é gratuito e aberto a  toda a população.

Poços recebe o 2º Festival “Lutando Para o Futuro”, com inclusão e esporte para crianças e jovens

Poços de Caldas, MG – O Ginásio Poliesportivo Dr. Arthur de Mendonça Chaves foi palco, no último dia 20, da segunda edição do Festival do projeto social “Lutando Para o Futuro”. Coordenado pelo professor Denis Júnio Paulino, com apoio dos organizadores Deivis Paulino e Clayson Jr., o evento reuniu cerca de 150 crianças de diferentes idades e contextos, oferecendo a elas a oportunidade de participar de competições de jiu-jitsu.

“Esse é o nosso projeto social. É o segundo campeonato que fazemos anualmente. Hoje, contamos com mais de 100 crianças envolvidas, todas participando de forma gratuita”, explicou Denis Júnio Paulino. “O jiu-jitsu é um esporte inclusivo, qualquer criança pode lutar.   O esporte promove o bem-estar social, tira as crianças das ruas e proporciona saúde”, ressaltou o coordenador sobre o valor do esporte no desenvolvimento social.

O projeto “Lutando Para o Futuro” teve início em 2012 e é realizado na Casa do Povo, no bairro Jardim Country Club, próximo ao novo Fórum de Poços de Caldas. A iniciativa conta com a lei de incentivo e patrocínio da prefeitura, o que possibilita a manutenção das aulas e a organização de eventos como o festival. “As aulas acontecem todas as segundas, quartas e sextas-feiras, com turmas para crianças de 6h30 às 7h30 e para adultos das 7h30 às 9h30 da noite”, detalhou Denis.

Para Deivis Paulino, um dos organizadores e mentor do projeto, o festival representou uma importante celebração da inclusão e do desenvolvimento pessoal e esportivo dos jovens.

“Hoje é um dia de muita felicidade para todos nós, onde todos ganham – os pais, as crianças e os professores. É um momento de confraternização e motivação para que as crianças se dediquem ainda mais à atividade física,” disse Deivis ao Mantiqueira. Segundo ele, o projeto visa estimular não apenas o esporte, mas também a disciplina e o comprometimento dos jovens com suas rotinas e estudos.

 “Qualquer criança pode participar. Nosso objetivo é abraçar essa causa e formar não só campeões no tatame, mas cidadãos exemplares”, destacou Deivis. O projeto não exclui crianças sem experiência prévia e as recebe independentemente de condições econômicas ou limitações, promovendo uma visão inclusiva e comunitária.

A prática do jiu-jitsu no projeto “Lutando Para o Futuro” vai além das técnicas de luta. “Aqui, a gente ensina disciplina, não só dentro do tatame, mas também em casa, incentivando um bom desempenho escolar,” reforça Deivis.  

Clayson Jr., um dos organizadores do evento, destacou o sucesso da iniciativa, fruto do esforço conjunto com a Prefeitura de Poços de Caldas e do apoio fundamental do Secretário de Esportes.

“Esse é o segundo festival que organizamos com as crianças dos nossos projetos. Conseguimos reunir toda a nossa equipe para fazer esse evento maravilhoso”, comemorou Clayson. Ele destacou o apoio da Prefeitura, que colaborou diretamente na realização do festival, e enfatizou a gratidão pela parceria: “Agradecemos ao Secretário de Esportes, que idealizou esse projeto conosco.”

O evento reuniu crianças de várias partes da cidade e de municípios vizinhos, como Campo do Meio, Botelhos e Bandeira do Sul, além de participantes dos projetos sociais desenvolvidos na Casa do Povo, tanto na Zona Oeste quanto na Zona Sul de Poços de Caldas. “É muito gratificante ver essas crianças lutando e fazendo parte desse campeonato. Temos crianças de todas as idades aqui, promovendo inclusão social por meio do jiu-jitsu,” afirmou Clayson Jr.

 


 

Handebol masculino da Caldense avança para a final da Série Prata da LHESP

 Poços de Caldas, MG -  O time masculino adulto de handebol da Caldense esteve em Itapira (SP) para a disputa da semifinal da Série Prata da LHESP, a Liga de Handebol do Estado de São Paulo. A Veterana enfrentou Jundiaí e venceu por 23 a 22 em partida bastante acirrada.

“Começamos o jogo muito bem, chegamos a abrir quatro bolas, aos 20 minutos do primeiro tempo. Infelizmente nosso banco não compareceu, ficamos sem opção de troca, o time deu uma cansada e levamos o empate. Em seguida sofremos a virada e ficamos três gols atrás. Depois, no segundo tempo, começamos a buscar a diferença e faltando dois minutos viramos o jogo e conseguimos a vitória por um gol. Foi um jogaço”

Com o resultado, a Veterana avançou para a final da Série Prata da competição, onde irá encarar o Tietê, que venceu o NHC por 33 a 27 na outra semifinal.

Empresário Rodrigo Hasi traz palestra sobre “gestão humanizada” a Poços de Caldas

Rodrigo Hasi, CEO da rede de academias Evoque, que espalhou quase 40 unidades por todo país em apenas seis anos, mesmo enfrentando falência e pandemia estará em Poços hoje. 

O que dizer de um jovem empresário, de 37 anos, que em apenas seis anos construiu uma rede de academias com 38 unidades espalhadas por todo país, após enfrentar falência e pandemia? Rodrigo Hasi, CEO da Evoque, estará nesta sexta-feira (25),  no Cenacon Centro de Convenções (Av. Vereador Edmundo Cardilo, 3.500, Jardim Del Rey), em Poços de Caldas (MG).

Na ocasião, ele falará sobre a humanização na gestão de academias, dando dicas de como construir uma holding de bem-estar, mesmo enfrentando adversidades. Tema útil para qualquer empresário, independentemente do ramo.

Filho de educadores físicos e apaixonado por motos – que passa a ser uma terapia, já que ele adora viajar entre duas rodas para relaxar as tensões do dia a dia –, Rodrigo sempre teve uma forte ligação com a atividade física e com a adrenalina. Ainda que a vocação tenha vindo de berço, nada caiu de mãos beijadas na vida dele. Pelo contrário: teve que lutar (e muito) por tudo que conquistou. 

A primeira tentativa como proprietário ocorreu em 2012, aos 24 anos. Foi quando arrendou uma academia, em Mauá (SP). Não deu certo. Por falta de boa gestão, o negócio faliu em um ano. Resiliente, Rodrigo entendeu que precisava aprender e a crescer mais como gestor para alcançar algo maior. Assim, voltou a gerenciar academias. No caso, a própria Evoque, em Mauá (SP), na qual tinha bom relacionamento com os donos.  Em 2018, surgiu a oportunidade de comprá-la. Juntou tudo que tinha guardado nos últimos anos, vendeu carro e moto para abraçar essa nova oportunidade. Mais experiente, o negócio decolou. Em pouco tempo, o número de alunos dobrou. 


Daí, veio a pandemia. “Obviamente, isso abalou o meu emocional no início. Mas também vi uma oportunidade de crescimento. Muitas academias fecharam e, portanto, existiam mais clientes no mercado. Foi só uma questão de conseguir estruturar-se rapidamente para buscar esse público que voltaria a fazer exercício físico”, conta Rodrigo. Certamente, a primeira experiência de fracasso deu suporte e sabedoria para que ele conseguisse sobreviver e até crescer na adversidade. Bingo: no final de 2020, mesmo na pandemia, conseguiu abrir a segunda unidade da Evoque, em Santo André (SP).

Em 2021, Rodrigo conheceu José Ramos, 38 anos, um empresário do ramo da tecnologia, que dava os primeiros passos no segmento de academias e que tornaria sócio dele na Evoque. O encontro desses dois jovens idealistas e com muita vontade de crescer, foi o que se pode chamar de “conexão empresarial à primeira vista”. “Tínhamos muitas afinidades e o Rodrigo mostrou que para um negócio prosperar não bastava ser apenas apresentável como eu pensava, mas ter boa gestão”, confessa Ramos. Ele não tem dúvidas que a rede Evoque cresceria de qualquer jeito e chegaria a esse ponto de grandiosidade atual. Mas com a participação dele, que entendia bem de logística, no comando do negócio, o crescimento foi mais rápido.


Modelo híbrido 

A rede Evoque é a única do país que navega no modelo híbrido de negócios (low price full service), pautado em mensalidade bem em conta para o bolso do consumidor e um vasto cardápio de modalidades, algumas delas exclusivas.   Portanto, é possível dizer que trata-se de um caminho próprio e certeiro, entre várias outros que seguem padrões bem conhecidos no Brasil, como o low cost, o full service, o nichado (que oferece uma única modalidade, caso dos estúdios de bike indoor ou de pilates) e o butique ou premium (inserido no mercado de luxo). Para se ter ideia do acerto, o faturamento bruto anual da Evoque é de cerca de 75 milhões de reais. E a previsão é que chegue a 50 unidades até o final de 2024. 

Segundo Hasi, a inovação tanto na gestão, que valoriza os colaboradores da empresa, para que eles se sintam parte dela, vislumbrando uma carreira sólida a longo prazo, quanto nos serviços oferecidos, são pontos fortes do negócio. “Tudo é pensado em pessoas. Nossos funcionários formam uma grande família com direito, por exemplo, a ferramentas que fazem com que eles saibam gerir suas próprias finanças. E os nossos alunos contam com um leque gigantesco de modalidades, algumas atendendo necessidades específicas como as voltadas para a terceira idade. Tudo isso por um custo baixo”, diz ele.

Com cerca de 1 000 colaboradores e 60 mil alunos, a rede oferece mais de 22 modalidades, sendo cinco aulas coletivas exclusivas, caso do pilates ballance, mistura de movimentos da metodologia original, de ioga, de alongamento, de exercícios funcionais e de tai chi chuan. 

Sobre a Evoque. Fundada em 2018, em Mauá, na região metropolitana de São Paulo, a rede de academias Evoque conta atualmente com 38 unidades e cerca de 60 mil alunos em todo país.  Trata-se de uma marca em franca expansão, um modelo híbrido, muito bem estruturado e com serviços de excelência, entre academia de bairro e low cost. Tem a vantagem de oferecer diversos tipos de atividades físicas, incluindo artes marciais, dança, treinamento funcional e bike indoor, além de serviços de fisioterapia. academiaevoque.com.br


 

Clayson Jr. conquista título no Campeonato Sul Brasileiro de Jiu Jitsu em Florianópolis

 Poços de Caldas, MG — O professor e atleta Clayson Jr. brilhou no Campeonato Sul Brasileiro de Jiu Jitsu, realizado em Florianópolis, SC, pela Confederação Brasileira de Jiu Jitsu Esportivo (CBJJE).

O evento reuniu competidores de todo o Brasil, especialmente da região Sul, em busca do título. Clayson Jr. conquistou o primeiro lugar na categoria pesado, tanto de kimono quanto sem kimono.

Em declaração, Clayson celebrou seu desempenho recente: “Estou muito feliz com os resultados. Nos últimos três meses, consegui ganhar sete medalhas de ouro, mesmo com uma agenda cheia de aulas em grupo, personal training e administração da academia”. Ele destacou que competir se tornou mais do que apenas vencer. “Hoje, competir vai muito além de ganhar; é sobre me manter em movimento e inspirar a nova geração da academia, que também sonha em competir e viver do esporte”, afirmou o atleta.

Clayson aproveitou para agradecer sua equipe e patrocinadores pelo apoio. “Quero agradecer a todos que fortalecem nossos treinos diariamente, aos professores dos projetos, ao mestre Cícero Costha, e aos meus patrocinadores, que me dão total suporte nas competições: Território Animal, Paula Dias, Qualicon, com Antonio Campos, Campinas Diesel, com Willian Nogueira e João Nogueira, e à Secretaria de Esportes”, disse ele. “Agradeço a todos aqueles que confiam e acreditam no nosso trabalho, meu muito obrigado.

O professor e atleta  ainda tem compromissos importantes no calendário de competições deste ano. “Agora é manter o foco e seguir com os treinos para cumprir o restante do cronograma com toda a nossa equipe”, finalizou Clayson Jr.

 

quinta-feira, 24 de outubro de 2024

3ª Edição do Campeonato Brasileiro de Atletismo Paralímpico Sub-17 e Sub-20 reúne talentos em São Paulo

Poços de Caldas, MG - A 3ª edição do Campeonato Brasileiro de atletismo sub-17 e sub-20 começou na terça-feira, 15, e terminou no domingo, 20, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, com 335 atletas inscritos: 139 competidores do sub-17 e 196 do sub-20.

A competição, organizada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), tem o objetivo de identificar novos talentos nacionais da modalidade, em provas de pista e campo, nas quais o país tem a maior quantidade de medalhas conquistadas em Jogos Paralímpicos: 206 (58 ouros, 81 pratas e 67 bronzes). O Brasil foi o terceiro melhor país na modalidade nos Jogos Paralímpicos Paris 2024, ficando apenas atrás da China e Estados Unidos.

Conhecida como Escolinha, a Escola Paralímpica de Esportes é idealizada e realizada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e visa promover a iniciação de crianças com deficiência física, visual e intelectual na faixa etária de 7 a 17 anos em 15 modalidades paralímpicas: atletismo, badmínton, bocha, esgrima em cadeira de rodas, futebol de cegos, goalball, halterofilismo, judô, natação, rúgbi em cadeira de rodas, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, tiro com arco, triatlo e vôlei sentado Todas compõem o atual programa dos Jogos Paralímpicos.

Esses jogos têm as Loterias Caixa e a Braskem como as patrocinadoras oficiais do atletismo.

Nesta ocasião, o CIDEP participou com atletas no sub-17 e no sub-20, ambos com grandes chances de representarem Poços de Caldas e estarem entre os melhores atletas de cada prova.


Depoimentos:

Jennifer, atleta: “Corri 100m, 200m e 400m, conquistei a medalha de prata em todas essas provas. Estar lá e surreal para mim, mesmo com alguns problemas, consegui trazer 3 medalhas para Poços de Caldas. A sensação de pisar na pista, ouvir o técnico te incentivando e a torcida gritando é ótima e prazerosa, ver que as pessoas que estão ali do seu lado são como você e cada um dando o seu melhor é maravilhosa. Aprendi muito com todos que estavam nesta competição e vou levar muitas coisas boas para a vida, além de buscar sempre evoluir cada vez mais.”


Samuel, atleta: “Tenho 18 anos e competi no sub-20, nas provas de 100m e 200m, foi a primeira vez que corri com o auxílio de uma atleta guia. Foi uma experiência diferente, pois estava acostumado a correr enxergando e sozinho, mas acredito que fui bem e ainda tenho muito a melhorar e isso vai acontecer naturalmente com os treinos diários. Essa competição foi ótima e eu espero me tornar um atleta profissional”.


Bruno, técnico do sub-20: “Podermos participar dessa competição foi muito importante para todos os atletas que conseguiram reproduzir o que vinham apresentando recentemente nos treinos e os resultados falam por si, tivemos ótimas participações como melhoras de marcas pessoais, à quebra de recorde da competição com um atleta do sub17 e seu guia. Essas marcas mostram cada vez mais que o CIDEP está se consolidando como um dos principais Clubes Paralímpicos, nacionalmente”.


Maria Clara, atleta guia: “Participar do campeonato brasileiro de atletismo sub-20 foi uma experiência muito importante para lado técnico e profissional, onde pude vivenciar no Centro de Treinamento do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) preparação dos atletas, a organização da competição, toda a estrutura que oferecem, na qual fiquei encantada.  Porém, não posso deixar de destacar um lado pessoal, que foi a vivência de ser uma atleta guia e poder estar juntinho na prova ali na pista, foi incrível, muitas emoções, eu como guia, me senti feliz de estar realizando junto, de romper barreiras pessoais também, onde ser atleta guia aumentou minha confiança. Essa participação abre inúmeras possibilidades, e uma delas é de estar participando desse esporte lindo, no mundo paralímpico”.


]Mônica: “Nesse fim de semana participei do Campeonato Brasileiro Sub 20 no Centro Paralímpico Brasileiro em São Paulo. Em mais essa competição, tive a oportunidade de melhorar minhas marcas pessoais no arremesso de peso e no lançamento de dardo. Nessa competição, podendo ser a última do ano, tive mais uma experiência de participar de algo tão importante para meu futuro como atleta”.


Laura, técnica do sub-17: “Agradeço aos pais e atletas pela confiança, pelo apoio e por sempre acreditar no nosso trabalho e nos filhos de vocês, é muito importante. Parabenizo nossos atletas do sub-17 também, tivemos ótimos resultados, melhoramos o tempo de todos os atletas e vamos por mais, continuando com os treinamentos e evoluindo a cada competição, estou orgulhosa de vocês”.


Leonardo Souza, atleta guia: “Foi uma experiência fantástica poder participar ativamente das provas com o atleta Bryan e ainda, poder bater o recorde da competição nos 200m, foi fantástico”.


Geovanna, atleta: “Eu também tenho muito que agradecer a vocês todos, por proporcionar que essa competição ocorresse, tudo bem e sempre incentivando nós atletas, por ser cada vez melhor, como atletas e como pessoa, muito obrigada por tudo”.


Diógenes, atleta: “Eu quero agradecer a cada um dos treinadores que estiveram com a gente nessa competição, foi muito bacana poder participar e melhorar meus resultados”.


Alexandra, mãe do atleta Miguel: “Minha eterna gratidão pelo trabalho que o CIDEP realiza. O Miguel voltou com o semblante que dispensa comentários. Só aumenta a minha gratidão pelo trabalho e dedicação de todos vocês, o esporte salva-vidas. A todos os envolvidos, meu abraço fraterno”.