domingo, 5 de fevereiro de 2017

Equipe Clayson Jr/Cícero Costha é campeã sul-mineira


Poços de Caldas, MG - No último fim de semana, 29 de janeiro, aconteceu em Pouso Alegre o Circuito Sul-mineiro de Jiu-Jitsu. O evento trouxe um diferencial para o sul de Minas, com uma ótima estrutura e organização. Grandes equipes de MG e de todo Brasil estiveram presentes e os pocos-caldenses trouxeram o título. “Foi um ótimo resultado
 para nossa equipe e para Poços de Caldas, um evento muito bom e organizado, várias equipes estiveram presentes, inclusive o atleta número 1 do ranking mundial do jiu-jitsu atualmente, tornando o evento ainda melhor, fiquei muito feliz com o resultado da nossa
 equipe, desde as crianças feminino e masculino e os adultos e master, estão todos de parabéns. Quero agradecer a todos os alunos da nossa equipe do centro de treinamento, a todos os professores e alunos do nosso projeto e ao meu mestre Cícero Costha. Nossa
 equipe tem crescido a cada dia e estamos conseguindo mostrar o nosso trabalho através dos resultados, estamos no primeiro mês do ano, e em duas semanas conquistamos dois troféus por equipes em diferentes eventos no sul de Minas, isso é muito gratificante,
 quem trabalha com competição sabe da dificuldade que encontramos em levar vários atletas pra competir todo mês. Já começamos o ano com o pé direito e 2017 promete ser um ano muito bom para todos. Nosso próximo objetivo é o Campeonato Brasileiro da CBJJ, Ano
 passado trouxemos o troféu de vice-campeões por equipe na categoria estreantes, e esse ano estamos organizando para que todos possam competir novamente. Agradeço a Deus pelo meu trabalho e a todos que de alguma forma contribuem para o nosso crescimento”, diz
 Clayson Jr.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Caldense busca reabilitação na noite de hoje contra o Villa Nova

Poços de Caldas,MG - A Caldense busca seus três primeiros pontos no Campeonato Mineiro na noite de hoje. O time enfrenta o Villa Nova de Nova Lima e precisa vencer para se reabilitar da derrota no primeiro jogo contra a URT em Patos de Minas. Durante a semana, o treinador comandou diversos treinos para armar a equipe para o jogo e ainda recebeu um reforço de peso. O atacante Luiz Eduardo, destaque do time no Campeonato Mineiro em 2015, chegou para solucionar o problema grave do ataque. A falta de gols. Thiago Oliveira esconde se vai começar o jogo com o atacante ou se vai colocá-lo no decorrer da partida. O atacante treinou normalmente nos últimos dois dias e demonstrou que está em boa forma.
No treino realizado ontem pela manhã, Oliveira mudou a dupla de volantes e colocou Mineiro e Álvaro e o ataque foi formado por Cristiano, Rafamar e Zambi. “Tenho o time já esquematizado e vamos para o jogo e buscar nossa primeira vitória. O Villa Nova vem muito forte, precisando vencer também, e certamente será uma partida bastante interessante a quem for ao Ronaldão”, disse Thiago Oliveira.

Villa Nova

O Vila Nova treinou ontem em Poços de Caldas e vem com tudo para buscar a reabilitação. Na estreia contra a Cruzeiro no final de semana passado o time perdeu por 2x1, em Belo Horizonte. A equipe de Nova Lima é bastante experiente e tem em seu elenco nomes como Fernando Henrique, ex-goleiro do Fluminense, Gladstone, que defendeu o Cruzeiro, e Tchô, jogador que se destacou no Atlético Mineiro. A partida será disputada às 20h no Ronaldão e os ingressos custam R$ 40 nas cobertas e R$ 20 nas descobertas.

 Roni

As atenções do atacante Roni e de toda a equipe do Villa Nova já estão voltadas para a partida de sábado, contra a Caldense, em Poços de Caldas. “Trabalhamos durante a semana para buscar a primeira vitória contra a Caldense. Sem dúvida será outro jogo difícil, contra um adversário que não pontuou no primeiro jogo e também precisa do resultado”, alerta.  Roni espera que o Leão do Bonfim tire proveito desse resultado ruim do adversário. “A gente tem que ser inteligente e bem organizado para buscar a primeira vitória. O adversário vem um pouco mais mordido, querendo o resultado. A gente também, e temos de estar preparados para o que vier.”
PROVÁVEIS TIMES

Caldense - Neguett, Grafite, Marcelinho, Hélio, Rafael Estevam, Mineiro, Álvaro, Ewerton Maradona, Cristiano e Rafamar (Luiz Eduardo). Técnico Thiago Oliveira.

Villa Nova - Fernando Henrique; Osvaldir, Gladstone, Mateus e Bruno Ré; China, Luís Mário, Jhonathan e Tchô; Felipe Augusto e Roni. Técnico Léston Júnior.

Local - Estádio Municipal Dr. Ronaldo Junqueira às 20h
Motivo - Segunda rodada do Campeonato Mineiro
Árbitro - Ígor Jínuo Benevenunto
Auxiliares - Sidmar dos Santos Meurer e Marcyano da Silva Vicente
Quarto Árbitro - Wagner Ferreira de Souza
Observador - Ângelo Antônio Ferrari

Técnico Thiago Oliveira fala sobre família, viagens e expectativas

Poços de Caldas, MG - O técnico Thiago Oliveira disputa seu primeiro Campeonato Mineiro pela Caldense. O treinador, nascido no Rio de Janeiro, começou a carreira no Vasco, ficou conhecido no futebol brasileiro pelo São Paulo e faz parte da nova geração de comandantes adeptos ao futebol moderno. Nesta edição o Mantiqueira faz um raio-x de Oliveira, que tem como missão manter a Caldense entre os principais time do Estado e conquistar classificação para a Série D e Copa do Brasil de 2018.

Mantiqueira - Como foi seu início no futebol?
Thiago de Oliveira Santos - Comecei no Vasco da Gama, onde fiquei aproximadamente três anos. Depois o São Paulo se interessou pelo  meu futebol e comprou meu passe quando eu ainda era juvenil. Tentei ir para o São Paulo na época a custo zero, mas o Eurico Miranda não me liberou e todo este processo até que eu ficasse definitivamente durou um ano. Depois disso meu futebol foi se destacando até que acabei convocado pela seleção brasileira para disputar o Campeonato Mundial sub-20. Depois começou minha experiência internacional quando fui para o Qatar e joguei com o Guardiola, onde aprendi muito. Uma pessoa muito inteligente, sabe muito de futebol e me ensinou muito. Após um período fora do Brasil retornei para o São Paulo, que acabou me liberando. Rodei por times como Portuguesa de Desportos, Brasiliense, Caxias, Itumbiara, Rio Branco de América. Antes de abandonar o futebol ainda tive outras passagens internacionais. Fui para a Suécia, fui campeão por lá, voltei ao Qatar, joguei mais um pouco no Brasil até encerrar a carreira de vez.

Mantiqueira - E os primeiros passos como treinador como foram?
Oliveira - Primeiro foram dois estádios importantes. O primeiro no Botafogo do Rio de Janeiro e no São Paulo e fui à luta. O primeiro time como treinador profissional foi o Sinop, da cidade do Rogério Ceni, depois passei por vários clubes até chegar no Batatais, onde tive uma campanha histórica. Tivemos o menor orçamento de todo o campeonato mas mesmo assim conseguimos dominar boa parte e eliminar times como o Bragantino que estava muito bem com o Léo Condé.

Mantiqueira - Como se deu a vinda para a Caldense?
Oliveira - A campanha no Batatais acabou chamando a atenção do Alex Joaquim, que me convidou. Não pensei duas vezes e aceitei o desafio por saber que a Caldense é um time que vem crescendo ano a ano.

Mantiqueira - E a adaptação em Poços de Caldas?
Oliveira - Uma cidade muito boa, acolhedora, que me conquistou. Cidade bonita, com vários lugares de muita qualidade e com ótimos restaurantes. Esta parte Poços de Caldas não fica devendo em nada para São Paulo, onde moro. Já sobre o clube,  dizer o que? Toda uma estrutura à disposição, bons campos para treinar, pagamento em dia. Fica fácil trazer jogadores para cá com a qualidade que temos no Ninho dos Periquitos e estou muito feliz. Confesso que tive propostas de outras equipes, mas minha prioridade foi sempre a Caldense. Aqui o trabalho é perfeito, temos uma diretoria muito boa, liderada pelo presidente Antônio Bento Gonçalves, Alex Joaquim e Victor Hugo, então estou muito satisfeito e quero retribuir toda a confiança fazendo uma boa campanha com a Caldense e levando o time a um lugar de destaque em todas as competições.

Mantiqueira - Nos últimos anos a Caldense se destacou e com isto sua torcida ficou mais exigente. Como lidar com este fator que pode ser positivo ou negativo.
Oliveira - Cresci no futebol e sou acostumado com pressão, aliás, gosto desta pressão e acho que a torcida tem que cobrar e esta cobrança faz muito bem. A torcida tem razão em querer que a Caldense conquiste sempre coisas melhores, isto é muito importante. Em 2015 o time foi vice-campeão mineiro e a Caldense precisa manter a mentalidade vencedora para crescer cada vez mais e mais. Até nisto a pressão da torcida é importante porque nos motiva a não deixar a peteca cair. A Caldense tem que buscar uma série C, B e até mesmo uma A no futuro. A pressão da torcida é louvável, eu gosto. Mas o apoio do torcedor é de fundamental importância. Time nenhum consegue vencer nada sem o carinho, o incentivo, o apoio da torcida. Times grandes são assim. Já vi a torcida do Corinthians, do São Paulo pressionar, cobrar postura dos jogadores e dar certo. Claro que tudo nos limites, sem partir para a violência, mas o torcedor é que faz o sucesso ou insucesso do seu time.

Mantiqueira - Falando do Campeonato Mineiro, como você analisa o peso da derrota na estreia para a URT e como reagir?
Oliveira - Uma derrota que não estava nos planos. Na nossa contagem interna fomos para buscar os três pontos. Foi um jogo difícil, começamos bem, tivemos chances de gols, mas eles foram felizes e abriram o placar. Na minha avaliação, o jogo foi igual e o resultado poderia ser melhor. Tivemos chances, não fizemos e isto não pode. O que vale é bola no gol e precisamos melhorar neste setor.

Mantiqueira - A chegada do Luiz Eduardo resolve a falta de gols do time?
Oliveira - Tivemos problemas no ataque. Jogadores lesionados, improvisações, ou seja, nada deu certo. Mas estou aqui para resolver estes problemas. Tivemos baixas importantes como o Wellington Rato, Rafamar e Cristiano e isto atrapalhou muito a pré-temporada. Tanto o Rafamar quanto o Cristiano foram para o jogo em Patos de Minas no sacrifício, mas acredito que as coisas vão clarear agora. A chegada do Luiz Eduardo é muito importante. É um jogador que tem muita identificação com o clube, sabe fazer gols e será muito importante.

Mantiqueira - Ele chega para jogar desde o início?
Oliveira - A disputa será intensa, boa e válida. São todos jogadores de muita qualidade, todos em condições de ajudar a Caldense, mas só revelo quem joga momentos antes do jogo. Antes disto tudo que é dito é especulação. Temos ainda o Diego Clementino que está em fase final de recuperação e logo estará disponível e quem ganha é a Caldense. Teremos em breve um time muito forte em termos ofensivos.

Mantiqueira - Mudando de campeonato, como será enfrentar o todo poderoso Corinthians?
Oliveira - Cresci enfrentando o Corinthians e sei a dificuldade de se enfrentar este time. Sabemos das dificuldades, mas sabemos de nossas possibilidades. Temos um orçamento infinitamente inferior ao deles, mas sabemos que este é um dos jogos mais importantes da história da Caldense. Será também um dos jogos mais importantes da minha carreira como treinador, o mais importante para os jogadores e vamos trabalhar para fazer um bom jogo.  Vamos lutar, dificultar o máximo para eles e tentar achar um gol que nos dê possibilidades de passar por eles. É um sonho, mas estamos aqui para realizar os sonhos. Nada é impossível.

Mantiqueira - Que dimensão teria uma vitória sobre o Corinthians?
Oliveira - Importantíssimo para a Caldense no cenário nacional. Eliminar o Corinthians daria uma repercussão muito grande e boa para a carreira de todo mundo. Mas antes vamos nos focar no Villa Nova, no jogo de hoje, descansar depois e só então voltar a sonhar com o Corinthians.

Mantiqueira - Como você vê o trabalho da imprensa?
Oliveira - Me dou muito bem com a imprensa. Não tenho barreiras que muitos treinadores têm. Críticas fazem parte e eu nunca vou ficar bravo, desde que não seja uma crítica maldosa. Respeito o trabalho de todos, tenho amigos na imprensa e acho que tem que ter um bom diálogo entre todos. Eu costumo absorver o que é bom e descartar o que é negativo e assim levamos a vida em frente.

Mantiqueira - Na parte pessoal como é trabalhar longe da família?
Oliveira - Não é fácil. Tenho dois filhos, um de seis anos e outro de treze e procuro ir a São Paulo em todas as folgas. Como a distância não é grande fica mais fácil, mesmo assim a saudade é sempre grande, ainda mais com as viagens longas deste Campeonato Mineiro. Estamos aqui por eles, sempre trabalhei pela minha família e hoje a Caldense é minha seleção mineira. Daqui sai o sustento de todos e por isto é compensador.

Mantiqueira - Vocês ficam muito tempo na estrada e até mesmo em aviões, caso do Brasileiro que vem por aí. Depois da tragédia da Chapecoense como fica o sentimento cada vez que tem uma viagem pela frente?
Oliveira - Ainda não peguei nenhuma viagem de avião após a tragédia. Realmente abala um pouco pois viajamos muito e é preciso muita reza e pedido de proteção divina cada vez que pegamos estrada. A tragédia da Chapecoense nos abalou muito. São colegas de profissão que deixaram órfãos seus familiares. Conhecia pessoalmente o Caio Júnior, o Paixão, enfim, companheiros que se foram. Não é fácil e oramos para que todos eles estejam em paz, que suas famílias se confortem e nós aqui ficamos apreensivos, mas temos que seguir nossa vida e torcer para que tudo dê certo.

Presidente da Caldense mantém base vencedora e confia em boa temporada

Poços de Caldas, MG - O presidente Antônio Bento Gonçalves disse ao Mantiqueira que a nova diretoria da Caldense vai manter o mesmo padrão do futebol profissional dos anos anteriores. O dirigente reconhece o bom desempenho do time nas temporadas passadas e por isto manteve a base que vinha defendendo as cores da Veterana. “Temos o time base de 2015, ou seja, esperamos uma boa participação neste campeonato e acredito que temos tudo para fazer uma grande temporada devido ao conjunto deste grupo”, fala Bento Gonçalves. “Foi um grande esforço para manter este elenco em Poços e espero um retorno em campo com bons resultados”, finaliza.

Ainda tem ingressos disponíveis para Caldense e Corinthians

Poços de Caldas, MG - O presidente da Caldense Antônio Bento Gonçalves confirmou ao Mantiqueira que ainda tem ingressos disponíveis para o jogo entre Caldense e Corinthians. “Existem comentários de que estes ingressos se esgotaram, mas não é verdade, ainda não acabaram”, confirma Bento Gonçalves, destacando que ainda existem à disposição 50 ingressos para torcedores da Caldense, que ficarão nas arquibancadas cobertas e cerca de 70 meias entradas também para este setor. Já o torcedor do Corinthians ainda pode encontrar 40 ingressos de meia entrada. “Corram até a sede do clube que ainda tem entradas para este jogo que será um marco para o esporte de Poços de Caldas”, fala.

Alex Joaquim mostra que tem bons contatos e traz base do time vice-campeão

Poços de Caldas, MG - O gerente de futebol da Caldense é atualmente um dos homens mais importantes do futebol profissional da Veterana. Com contatos em grande parte do interior de Minas e São Paulo, atento ao mercado e com bom relacionamento com todos os empresários e atletas, Joaquim conseguiu trazer para o time deste ano quase todos os atletas que foram destaque na campanha do vice em 2015. Neguett, Marcelinho, Zambi, Cristiano, Maradona, Rafael Estevam e agora Luiz Eduardo foram trazidos pelo gerente de futebol que tem total confiança e carta branca da atual diretoria.

Luiz Eduardo
Joaquim avalia como muito importante a chegada de Luiz Eduardo. O time enfrentou muitos problemas de contusão na parte ofensiva e Luiz Eduardo chega num momento muito importante. “É um jogador de muita qualidade, sabe marcar gols e vai nos ajudar muito na temporada”, falou Joaquim. “Sempre procurei ter um bom relacionamento com todos os jogadores e com o Luiz não foi diferente. Assim que liguei para ele tudo ficou certo e ele mostrou muito interesse em voltar para a Caldense”, falou Joaquim. “São muitos anos dentro do futebol e ainda tenho a felicidade de ter herdado todos os conhecimentos do meu pai dentro deste setor. A confiança que os jogadores têm em mim ajuda muito quando precisamos que um ou outro volte. Não fosse assim seria muito difícil trazer jogadores para a Caldense, mas eles sabem que podem confiar em mim e eu confio plenamente neles”, diz Alex.

O campeonato
Joaquim comentou com o Mantiqueira que ficou chateado com a derrota na primeira rodada em Patos de Minas, mas espera uma reação do time e um bom campeonato. “Ficamos desatentos no início, levamos o gol contra a URT, depois crescemos e poderíamos ter vencido. Agora é bola pra frente e buscar a reação no difícil jogo contra o Villa”, fala Alex.

Reinaldo Silva é o narrador da Difusora nesta temporada

Poços de Caldas, MG - A Rádio Difusora de Poços de Caldas começa hoje uma nova fase nas transmissões esportivas. Reinaldo Silva assume na partida Caldense e Villa Nova como narrador oficial da emissora na temporada. “Minha expectativa é enorme e positiva. Muita responsabilidade, mas também muita alegria por ter oportunidade de começar uma nova fase na minha carreira”, disse Silva, que participa de várias locuções na Difusora. Aos 41 anos, já passou por várias rádios e tem 20 anos de experiência. “Fiquei afastado um bom tempo por outros trabalhos fora da imprensa, porém, sempre ouvido muito rádio, que é uma de minhas paixões”, conta.
Nos anos anteriores, Silva atuou como plantonista e faz parte do chamado Timaço da Vitória. Sobre a estreia de hoje o narrador espera que dê sorte e que a Caldense consiga uma boa vitória diante do Villa Nova. “A Caldense fez boas contrações, mas a tabela é difícil e não permite erros. Se conseguir vencer em casa já é um bom caminho”, fala Silva.

Referências
Silva conta que cresceu ouvindo transmissões de futebol em rádios como Globo do Rio, Itatiaia. “Minha vida foi sempre movida desta forma e quando cheguei na Difusora logo comecei a participar dos programas esportivos”, conta o narrador, que como repórter já cobriu vários jogos de Caldense e Vulcão. Silva se lembra que uma das entrevistas mais polêmicas do esporte de Poços de Caldas foi ele que fez com o jogador Amaral, ex-Palmeiras, seleção e que quase teve uma passagem pelo Vulcão. “Ele teve problemas como Vulcão, desistiu de jogar e colocamos ele ao vivo no ar e a repercussão foi nacional. Ele contou toda a história e despertou a atenção de sites importantes que repercutiram muito o acontecimento”, recorda.