Poços de Caldas, MG - O Campeonato Paulista de Bicicross encerrou-se neste final de semana em Cosmópolis, onde aconteceu a 8ª etapa do ano. A prova contou com a presença de 349 pilotos que disputaram 59 baterias em 40 categorias.
“Terminamos a temporada 2016 com chave de ouro, pois com a participação de 19 clubes, conseguimos ser vice-campeão por clube e ficar em 3º lugar por equipe patrocinada,” diz Terezinha Moreno, presidente do Bicicross Poços Clube.
Por clube, São José dos Campos foi campeão com 2409 pontos, seguido de Poços de Caldas com 2374, e Paulínia em terceiro com 2362. Por equipe patrocinada levou a melhor a BBF/Bandeirantes de Brusque-SC com 2514 pontos, São José em segundo com 2475 e Monreale/Poços de Caldas com 2375 pontos.
“Como o Campeonato Paulista de Bicicross é considerado o melhor do BMX do Brasil, consideramos o nosso resultado excelente, mostrando que o nosso trabalho está trazendo ótimos resultados para o esporte de Poços de Caldas. Agradecemos de coração o nosso piloto Eduardo Rezende, que foi o que mais pontuou durante o ano todo para que conseguíssemos este resultado. Muito obrigada também à diretoria e aos pais de pilotos que se envolveram durante o ano todo com o nosso trabalho. Nossos sinceros agradecimentos à Secretaria Municipal de Esporte, ao hotel Monreale, através da lei municipal de incentivo ao esporte, e ao DME”, finaliza Terezinha.
terça-feira, 22 de novembro de 2016
Reta final
Os campeonatos da cidade estão chegando na reta final. O Integração da Zona Rural definiu domingo os semifinalistas. Na categoria aspirantes os jogos serão entre Fazenda Marco Divisório x Fazenda Cocal e Fazenda Santa Clara x Fazenda Barreiro. As partidas acontecem no próximo domingo, dia 27. Pela categorias titulares os jogos semifinais acontecem dia 4 de dezembro. Os duelos serão entre Fazenda Cocal x Santa Clara e Fazenda Santo Antônio x Fazenda Barreiro. Na foto acima lance da partida entre as Fazendas Barreiro e Marco Divisório, disputada no domingo e que terminou 3x0 para a Fazenda Barreiro. A final do Campeonato Amador será neste domingo, 27, reunindo as equipes da Sociedade Esportiva Curimbaba e Grêmio Vila Nova.
Giovana da Mata vence corrida em Andradas
Poços de Caldas,MG - No último domingo Andradas realizou a quinta etapa do Circuito Superação Unifae de Corridas de Rua. A poços-caldense Giovana da Mata, correndo pela equipe Corpus - Corredores de Poços Unidos / DME - Correr em Ação, novamente mostrou estar em ótima fase e venceu a prova dos 10 quilômetros. Liderando a corrida do início ao fim a atleta não encontrou grandes dificuldades para vencer. A equipe Corpus competiu em Andradas com seis atletas que disputaram as distâncias de cinco e dez quilômetros.
Romevaldo Alves, atleta e professor de Giovana chegou na oitava posição geral 10 km. Ele foi o campeão na sua categoria idade. O corredor João Batista também foi campeão da sua categoria. Outros integrantes da equipe foram Elton de Andrade, José Fabiano Freitas e Omero Gonçalves de Carvalho.
A equipe Corpus e seus atletas agradecem o apoio do DME - projeto correr em ação, o presidente José dos Reis , Academia Ativa e loja de suplementos 7 Seven Fit.
Romevaldo Alves, atleta e professor de Giovana chegou na oitava posição geral 10 km. Ele foi o campeão na sua categoria idade. O corredor João Batista também foi campeão da sua categoria. Outros integrantes da equipe foram Elton de Andrade, José Fabiano Freitas e Omero Gonçalves de Carvalho.
A equipe Corpus e seus atletas agradecem o apoio do DME - projeto correr em ação, o presidente José dos Reis , Academia Ativa e loja de suplementos 7 Seven Fit.
Robson Alvarenga é segundo colocado
Poços de Caldas,MG - Outro atleta de Poços de Caldas que conseguiu grande resultado na quinta etapa do Circuito Superação Unifae de Corridas de Rua foi Robson Alvarenga. O atleta terminou na segunda colocação geral. “Queria primeiramente agradecer a Deus pela saúde, foi uma prova muito dura por possuir vários morros no percurso, mas tudo ocorreu conforme o planejado onde eu terminei o percurso de 10 km com o tempo de 35’32” e me sagrando vice-campeão”, disse Alvarenga.
domingo, 20 de novembro de 2016
Elogiado por Telê Santana, treinador Juquita é considerado um dos melhores da Caldense
(Renan Muniz)
Poços de Caldas, MG - Juquita José Lúcio nasceu em 1921 e faleceu em janeiro de 1989, aos 67 anos, vítima de trombose cerebral, no hospital Belo Horizonte, em Minas Gerais, onde ficou internado por oito dias.
Era funcionário da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), onde trabalhou como carpinteiro das oficinas do horto florestal. Na política, militou no PTB na década de 40, foi eleito delegado da Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários em meados da década de 50 e, na mesma época (1957), fez parte da comissão executiva do diretório estadual do PSB em Minas Gerais.
Após a aposentadoria na RFFSA, trabalhou em diversas equipes do interior de São Paulo e Minas Gerais, especializando-se em salvar times do rebaixamento para a segunda divisão. Juquita fez história no futebol mineiro, principalmente na Associação Atlética Caldense, onde foi homenageado na festa de 84 anos do clube, em 2009, dando nome a uma das salas de reunião do Centro de Treinamento. Para muitos, foi o melhor treinador que já passou pela tradicional equipe de Poços de Caldas.
Moreno alto, 1,90m de altura, forte, sempre sorridente e de voz grave e pausada, era rigoroso e exigia de seus subordinados total disciplina. Chegou a ser elogiado por ninguém menos que Telê Santana, que o apontava como um treinador capaz de treinar qualquer time grande. Sua fama de “macumbeiro”, no entanto, o prejudicava, impedindo voos mais altos.
Tipo folclórico, foi um dos maiores “pais de santo” do futebol brasileiro, um técnico supersticioso ao extremo, de pouca prosa, cara fechada, embora fosse uma pessoa afável, frequentemente recorrendo a artifícios extracampo, como sal grosso e despachos de macumba para, segundo ele, amarrar o time adversário. Assessorado pelo massagista Benê, preparava suas bolas pretas para serem jogadas dentro do gramado no desenrolar dos jogos, imaginando com isto desestabilizar o emocional dos adversários, temerosos com os poderes sobrenaturais creditados às mesmas.
Sua passagem na Veterana ficou marcada pelas inúmeras histórias hilárias que ele proporcionava nos bastidores das partidas e principalmente pelos excelentes resultados obtidos como treinador. O ex-lateral Arnaldo relembra um dos causos.
“Sempre que a Caldense precisava vencer, o Juquita usava uma bola preta para nos dar um “apoio espiritual”. Certa vez fomos jogar em Uberlândia e tivemos que parar em Tambaú para que o ele pudesse fazer o “trabalho” dele no cemitério de lá. Já havia anoitecido e o local estava fechado. Ele decidiu pular o muro, acabou caindo dentro de uma cova e começou a gritar: “me acuda, me acuda, estão querendo me levar”. Tivemos que ajudá-lo a sair de lá e ele voltou para o ônibus cheio de terra, pedaços de vela e flores no corpo. Foi muito engraçado. Apesar desse lado folclórico, gostaria de ressaltar que ele era um estrategista, estudioso, sabia dar treinos, impunha um padrão de jogo”.
Seu último trabalho como técnico foi no Araxá, no ano de 1985, e hoje, além das homenagens da Caldense, é nome de uma rua em Poços de Caldas.
Poços de Caldas, MG - Juquita José Lúcio nasceu em 1921 e faleceu em janeiro de 1989, aos 67 anos, vítima de trombose cerebral, no hospital Belo Horizonte, em Minas Gerais, onde ficou internado por oito dias.
Era funcionário da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), onde trabalhou como carpinteiro das oficinas do horto florestal. Na política, militou no PTB na década de 40, foi eleito delegado da Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Ferroviários em meados da década de 50 e, na mesma época (1957), fez parte da comissão executiva do diretório estadual do PSB em Minas Gerais.
Após a aposentadoria na RFFSA, trabalhou em diversas equipes do interior de São Paulo e Minas Gerais, especializando-se em salvar times do rebaixamento para a segunda divisão. Juquita fez história no futebol mineiro, principalmente na Associação Atlética Caldense, onde foi homenageado na festa de 84 anos do clube, em 2009, dando nome a uma das salas de reunião do Centro de Treinamento. Para muitos, foi o melhor treinador que já passou pela tradicional equipe de Poços de Caldas.
Moreno alto, 1,90m de altura, forte, sempre sorridente e de voz grave e pausada, era rigoroso e exigia de seus subordinados total disciplina. Chegou a ser elogiado por ninguém menos que Telê Santana, que o apontava como um treinador capaz de treinar qualquer time grande. Sua fama de “macumbeiro”, no entanto, o prejudicava, impedindo voos mais altos.
Tipo folclórico, foi um dos maiores “pais de santo” do futebol brasileiro, um técnico supersticioso ao extremo, de pouca prosa, cara fechada, embora fosse uma pessoa afável, frequentemente recorrendo a artifícios extracampo, como sal grosso e despachos de macumba para, segundo ele, amarrar o time adversário. Assessorado pelo massagista Benê, preparava suas bolas pretas para serem jogadas dentro do gramado no desenrolar dos jogos, imaginando com isto desestabilizar o emocional dos adversários, temerosos com os poderes sobrenaturais creditados às mesmas.
Sua passagem na Veterana ficou marcada pelas inúmeras histórias hilárias que ele proporcionava nos bastidores das partidas e principalmente pelos excelentes resultados obtidos como treinador. O ex-lateral Arnaldo relembra um dos causos.
“Sempre que a Caldense precisava vencer, o Juquita usava uma bola preta para nos dar um “apoio espiritual”. Certa vez fomos jogar em Uberlândia e tivemos que parar em Tambaú para que o ele pudesse fazer o “trabalho” dele no cemitério de lá. Já havia anoitecido e o local estava fechado. Ele decidiu pular o muro, acabou caindo dentro de uma cova e começou a gritar: “me acuda, me acuda, estão querendo me levar”. Tivemos que ajudá-lo a sair de lá e ele voltou para o ônibus cheio de terra, pedaços de vela e flores no corpo. Foi muito engraçado. Apesar desse lado folclórico, gostaria de ressaltar que ele era um estrategista, estudioso, sabia dar treinos, impunha um padrão de jogo”.
Seu último trabalho como técnico foi no Araxá, no ano de 1985, e hoje, além das homenagens da Caldense, é nome de uma rua em Poços de Caldas.
Atleta do Projeto Judô Móvel conquista medalha de prata em João Pessoa
Poços de Caldas,MG - O atleta Michael Gonçalves, de 15 anos, e estudante da escola Dona Mariquinhas Brochado, de Poços de Caldas, representou Minas Gerais nos Jogos Escolares da Juventude, realizado em João Pessoa, Paraíba. A competição aconteceu entre os dias 13 e 11 de novembro.
Na categoria Pesado +90 kg Michel foi derrotado pelo atleta de Rondônia no primeiro combate já na competição por equipes ele conquistou a medalha de prata na segunda divisão do evento
Na competição por equipes os times são divididas em 2 divisões determinado pelo número de medalhas conquistadas no ano anterior. Com o resultado de João Pessoa, Minas Gerais volta para a primeira divisão em 2017.
O atleta faz parte do projeto Judô Móvel e treina na escola Mariquinhas Brochado e academia Projeto Soma. Ele teve a oportunidade de conversar e conhecer a campeã olímpica Rafaela Silva. “Foi muito importante a disputa deste campeonato, a medalha por equipes e ainda conhecer uma grande atleta”, disse Michel.
Na categoria Pesado +90 kg Michel foi derrotado pelo atleta de Rondônia no primeiro combate já na competição por equipes ele conquistou a medalha de prata na segunda divisão do evento
Na competição por equipes os times são divididas em 2 divisões determinado pelo número de medalhas conquistadas no ano anterior. Com o resultado de João Pessoa, Minas Gerais volta para a primeira divisão em 2017.
O atleta faz parte do projeto Judô Móvel e treina na escola Mariquinhas Brochado e academia Projeto Soma. Ele teve a oportunidade de conversar e conhecer a campeã olímpica Rafaela Silva. “Foi muito importante a disputa deste campeonato, a medalha por equipes e ainda conhecer uma grande atleta”, disse Michel.
Judoca Elton Fiebig é bronze no Mundial de Veteranos, disputado nos EUA
Poços de Caldas, MG - Elton Fiebig conquistou mais uma importante medalha para o judô de veteranos do Brasil. Ontem, depois de realizar quatro combates, ele terminou na terceira colocação e conquistou a medalha de bronze. Agora o atleta tem dois ouros, uma prata e um bronze.
O Mundial de Veteranos está sendo realizado em Fort Lauderdale, Estados Unidos.
Fiebig venceu na primeira luta o alemão Lars Weber por ippon. No segundo combate ele enfrentou o canadense Mark Wilson e venceu também por ippon. Na semifinal Fiebig acabou derrotado por David Tashivilli, atleta da casa que acabou sendo o campeão. O brasileiro perdeu por um shido, uma punição a mais que o adversário. Mesmo com o bom resultado, Fiebig mostrou um certo abatimento e lamentou a falta de adversários capacitados no Brasil. “Não faltou treino, não faltou apoio, mas faltou material humano. Tenho que agradecer aos meus alunos que todos dias estão comigo, porém, faltou adversários grandes e pesados”, lamentou, destacando que seus alunos em Poços de Caldas são todos leves. “Se você perde a mão de treino, principalmente com atletas mais altos, no meu caso canhotos e pesados, fica muito difícil. A falta de treinamento específico com adversários dessa característica me prejudicaram”, disse. “Fico triste pelo resultado porque sei que posso vencer mas, estou ficando sem treino e a tendência é piorar já que alguns alunos receberam propostas para ir para outras cidades e com isso só ficaram crianças”, lamentou o atleta. “Agradeço aos meus alunos, familiares, o Palace Hotel que me apóia, a Secretaria de Esportes. Obrigado a todos e ao jornal Mantiqueira por ser um parceiro importantíssimo na divulgação do nosso trabalho”, finalizou Fiebig.
Fiebig ficará nos Estados Unidos para um treinamento especial. Depois volta a Poços de Caldas onde retoma as atividades nos projetos sociais que coordena na cidade.
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