PAULO VITOR DE CAMPOS
pvcampos@gmail.com
Poços de Caldas, MG - O técnico Roberto Fonseca tem motivos de sobra para comemorar. Na tarde de ontem ele comandou o primeiro treino da Caldense com todos os reforços pedidos. Michel Benhami, Maxuell Samurai, Clébson e Kaynan participaram da movimentação. Até o momento apenas Benhami e Samurai estão liberados para o jogo contra a Patrocinense, domingo em Poços, porém, é possível que todos tenham condições de jogo para domingo. O time volta a treinar hoje no Ninho dos Periquitos. Amanhã a atividade será no estádio Ronaldão.
Clébson
O meia chegou ontem e logo foi para o campo de jogo e agradou. O jogador mostrou muita qualidade no passe, desarmes precisos e também finaliza bem. Foi dele um dos gols mais bonitos do treino, marcado de cabeça e com muito estilo.
Robinho
Dificilmente Robinho terá condições de jogo no domingo. O jogador se lesionou na partida contra o Atlético Mineiro e está no departamento médico. Outro que está no Departamento Médico é Arilson, mas o jogador não deve ser problema para o treinador.
Dispensas
Segundo nota da assessoria de imprensa, a diretoria de futebol avisou que o atacante Willian e o meia Djalminha não fazem mais parte do elenco alviverde. Os jogadores se reuniram com dirigentes do clube e, em comum acordo, foi feita a rescisão dos contratos.
Ingressos
Os ingressos para o confronto serão vendidos nesta quinta e sexta na sede social do clube, na Rua Pernambuco 1145, das 7h às 19h. Sábado e domingo as vendas acontecem das 8h às 14h. A bilheteria do estádio abrirá às 14h30 do domingo e os portões às 15h.
Somente a arquibancada coberta será utilizada. O preço é de 20 reais a inteira e 10 a meia. Para a meia-entrada será obrigatória a apresentação de documentos que comprovem o benefício.
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
Meia Clébson se apresenta no CT e já treina com elenco da Caldense
(Renan Muniz) - O meia José Clébson de Lima, popularmente conhecido por Clébson, foi apresentado na tarde desta quarta no Ninho dos Periquitos e já treinou com o elenco. O jogador de 32 anos tem 1,68 m e atuou ao longo da carreira por diversos times tradicionais. Entre eles Remo, São Bento, Brasil de Pelotas e Figueirense.
“Joguei no Boa Esporte recentemente e é uma honra voltar a atuar pelo futebol mineiro. Ainda mais em uma equipe que vem sempre se destacando nas competições, como é a Caldense” – disse o jogador.
“Graças a Deus por onde passei pude colher bons frutos. Sempre procurei fazer o melhor, honrar a camisa dos clubes. Aqui não vai ser diferente. Vou batalhar no dia a dia de treinamento, me doar ao máximo nos jogos para que possamos conseguir muitas vitórias”.
Clébson sempre se destacou por sua habilidade. “Gosto de atuar como meia de ligação, jogar por dentro, chegar para finalizar. Mas o mais importante é dar assistência aos companheiros, que é uma as principais funções do meia”.
Quanto à parte física, o jogador garante que está pronto para jogar. “Estava treinando normalmente no Brusque, joguei várias partidas. Estou bem fisicamente e espero poder contribuir bastante com a Caldense” – finaliza.
“Joguei no Boa Esporte recentemente e é uma honra voltar a atuar pelo futebol mineiro. Ainda mais em uma equipe que vem sempre se destacando nas competições, como é a Caldense” – disse o jogador.
“Graças a Deus por onde passei pude colher bons frutos. Sempre procurei fazer o melhor, honrar a camisa dos clubes. Aqui não vai ser diferente. Vou batalhar no dia a dia de treinamento, me doar ao máximo nos jogos para que possamos conseguir muitas vitórias”.
Clébson sempre se destacou por sua habilidade. “Gosto de atuar como meia de ligação, jogar por dentro, chegar para finalizar. Mas o mais importante é dar assistência aos companheiros, que é uma as principais funções do meia”.
Quanto à parte física, o jogador garante que está pronto para jogar. “Estava treinando normalmente no Brusque, joguei várias partidas. Estou bem fisicamente e espero poder contribuir bastante com a Caldense” – finaliza.
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
Diretoria da Caldense anuncia contratação de Clébson
A diretoria de futebol da Caldense anunciou ontem a contratação do meia José Clébson de Lima, popularmente conhecido por Clébson. O jogador de 32 anos tem 1,68 m e atuou ao longo da carreira por diversos times tradicionais. Entre eles Remo, São Bento, Brasil de Pelotas e Figueirense. O atleta deve chegar a Poços de Caldas nesta terça para reforçar a Veterana no Campeonato Mineiro.
sábado, 10 de fevereiro de 2018
Caldense surpreende, supera problemas e vence Atlético-MG
Poços de Caldas, MG - Sábado de Carnaval é o dia certo da Caldense jogar contra o Atlético em Belo Horizonte. Mais uma vez o time de Poços aprontou para cima do Galo na capital mineira e conquistou uma vitória muito importante. Neilson e Potita marcaram para a Veterana contra um gol de Ricardo Oliveira para o Galo. Com o resultado, a Caldense chegou aos oito pontos e voltou a brigar pela classificação, afastando de momento o fantasma do rebaixamento. Ao final do jogo o atacante Potita, em entrevista para o Repórter Ailton Fonseca, destacou o trabalho do técnico Zezito. “É um homem que conhece muito de futebol e tem méritos nesta vitória”, disse Potita.
O jogo
O técnico Roberto Fonseca surpreendeu mesmo antes do início da partida. O treinador sacou Mineiro e colocou Arilson e ainda escalou Fernandinho, que não tinha ainda entrado em campo nesta temporada.
A primeira chance foi da Caldense, mas Potita perdeu gol feito aos cinco minutos. O time de Roberto Fonseca jogava de igual para igual, mas via o Atlético levar perigo, principalmente com Ricardo Oliveira. Aos 16 minutos, o atacante do Galo marcou, mas estava impedido, acertadamente assinalado pela arbitragem. Aos 26 minutos valeu. O atacante aproveitou boa jogada de Érik e tocou na saída de Omar, abrindo o placar para o Atlético.
A Caldense não desanimou e seguiu buscando o gol. Aos 38 minutos veio o merecido empate. Após cruzamento de Jonathan, o atacante Neilson marcou um gol estranho. A bola bateu em suas costas e encobriu o goleiro Victor. No final do primeiro tempo apareceu a estrela do goleiro Omar. Após cobrança de falta de Otero o goleiro salvou a Veterana.
Segundo tempo
Depois de tanta correria na primeira etapa era normal que o segundo tempo fosse mais cadenciado. A Caldense adotou uma postura defensiva e foi eficiente. O time de Poços conseguiu segurar todas as investidas do Atlético. Aos 39 minutos veio a vitória. Juninho achou Feijão, que conduziu a bola e passou para o meio da área para Potita mandar para o fundo das redes. Final 2x1 para a Caldense, que sambou no estádio Independência. Já a torcida do galo deixou o campo chamando o time de sem vergonha.
A Caldense volta a campo no próximo domingo, quando enfrenta a Patrocinense em Poços de Caldas.
ATLÉTICO 1 X 2 CALDENSE
ATLÉTICO
Victor; Carlos César, Iago Maidana, Felipe Santana e Fábio Santos; Adilson e Elias (Carlos, aos 41 minutos do segundo tempo); Otero (Marco Túlio, aos 30 minutos do segundo tempo), Cazares (Luan, aos 19 minutos do segundo tempo) e Erik; Ricardo Oliveira.
Técnico: Thiago Larghi
CALDENSE
Omar; Feijão, Marcelo, Robinho (Carlinhos, no intervalo) e Jhonathan; Jean, Arilson e Fernandinho (Charles, aos 20 minutos do segundo tempo); Juninho, Anderson e Neílson (Potita, aos 25 minutos do segundo tempo).
Técnico: Roberto Fonseca
Gols: Ricardo Oliveira, aos 27 minutos do primeiro tempo (ATL); Neílson, aos 38 minutos do primeiro tempo, e Potita, aos 39 minutos do segundo tempo (CAL)
Cartões amarelos: Adilson, aos 7 minutos do primeiro tempo e Cazares, aos 7 minutos do segundo tempo (ATL); Jhonathan, aos 24 minutos do primeiro tempo; Feijão, aos 7 minutos, Juninho, aos 46 minutos e Omar, aos 47 minutos do segundo tempo (CAL)
Motivo:
6ª rodada do Campeonato Mineiro
Estádio:
Independência, em Belo Horizonte
Data e horário: sábado, 10 de fevereiro, às 16h30 (de Brasília)
Árbitro: Ronei Cândido Alves (CBF)
Assistentes: Douglas Almeida Costa (CBF) e Marcyano da Silva Vicente (CBF)
Público: 17.619 torcedores
Renda: R$ 137.326,00
O jogo
O técnico Roberto Fonseca surpreendeu mesmo antes do início da partida. O treinador sacou Mineiro e colocou Arilson e ainda escalou Fernandinho, que não tinha ainda entrado em campo nesta temporada.
A primeira chance foi da Caldense, mas Potita perdeu gol feito aos cinco minutos. O time de Roberto Fonseca jogava de igual para igual, mas via o Atlético levar perigo, principalmente com Ricardo Oliveira. Aos 16 minutos, o atacante do Galo marcou, mas estava impedido, acertadamente assinalado pela arbitragem. Aos 26 minutos valeu. O atacante aproveitou boa jogada de Érik e tocou na saída de Omar, abrindo o placar para o Atlético.
A Caldense não desanimou e seguiu buscando o gol. Aos 38 minutos veio o merecido empate. Após cruzamento de Jonathan, o atacante Neilson marcou um gol estranho. A bola bateu em suas costas e encobriu o goleiro Victor. No final do primeiro tempo apareceu a estrela do goleiro Omar. Após cobrança de falta de Otero o goleiro salvou a Veterana.
Segundo tempo
Depois de tanta correria na primeira etapa era normal que o segundo tempo fosse mais cadenciado. A Caldense adotou uma postura defensiva e foi eficiente. O time de Poços conseguiu segurar todas as investidas do Atlético. Aos 39 minutos veio a vitória. Juninho achou Feijão, que conduziu a bola e passou para o meio da área para Potita mandar para o fundo das redes. Final 2x1 para a Caldense, que sambou no estádio Independência. Já a torcida do galo deixou o campo chamando o time de sem vergonha.
A Caldense volta a campo no próximo domingo, quando enfrenta a Patrocinense em Poços de Caldas.
ATLÉTICO 1 X 2 CALDENSE
ATLÉTICO
Victor; Carlos César, Iago Maidana, Felipe Santana e Fábio Santos; Adilson e Elias (Carlos, aos 41 minutos do segundo tempo); Otero (Marco Túlio, aos 30 minutos do segundo tempo), Cazares (Luan, aos 19 minutos do segundo tempo) e Erik; Ricardo Oliveira.
Técnico: Thiago Larghi
CALDENSE
Omar; Feijão, Marcelo, Robinho (Carlinhos, no intervalo) e Jhonathan; Jean, Arilson e Fernandinho (Charles, aos 20 minutos do segundo tempo); Juninho, Anderson e Neílson (Potita, aos 25 minutos do segundo tempo).
Técnico: Roberto Fonseca
Gols: Ricardo Oliveira, aos 27 minutos do primeiro tempo (ATL); Neílson, aos 38 minutos do primeiro tempo, e Potita, aos 39 minutos do segundo tempo (CAL)
Cartões amarelos: Adilson, aos 7 minutos do primeiro tempo e Cazares, aos 7 minutos do segundo tempo (ATL); Jhonathan, aos 24 minutos do primeiro tempo; Feijão, aos 7 minutos, Juninho, aos 46 minutos e Omar, aos 47 minutos do segundo tempo (CAL)
Motivo:
6ª rodada do Campeonato Mineiro
Estádio:
Independência, em Belo Horizonte
Data e horário: sábado, 10 de fevereiro, às 16h30 (de Brasília)
Árbitro: Ronei Cândido Alves (CBF)
Assistentes: Douglas Almeida Costa (CBF) e Marcyano da Silva Vicente (CBF)
Público: 17.619 torcedores
Renda: R$ 137.326,00
Equipe de atletismo Pé Q Voa une esporte e folia no sábado de carnaval
Poços de Caldas,MG - A tradicional equipe de atletismo Pé Q Voa organizou, na manhã de ontem, a terceira edição do CarnaPéQVoa. Idealizado por José Luiz de Azevedo, o evento reúne a cada ano um número maior de participantes. “Esta ideia surgiu há três anos e veio devido à grande animação que nosso grupo tem no dia a dia. Criar este mini bloco de carnaval com os integrantes da Pé Q Voa tomou forma e todos querem participar”, disse Azevedo. Os corredores se fantasiaram e partiram para um percurso que passou por várias partes do centro de Poços de Caldas. “No primeiro ano tivemos 20 participantes, ano passado cresceu agora o número de pessoas acabou surpreendendo”, falou o organizador. A equipe Pé Q Voa tem dez anos e se destaca em eventos por todo o Brasil.
Treinador de futsal e futebol poços-caldense completa 11 anos trabalhando no golfo árabe
Poços de Caldas, MG – Rúbio Mileo Guerra Jr, o Rubinho Guerra, foi o primeiro treinador brasileiro de futsal da história a chegar na região do golfe árabe. Nesta entrevista ele fala disso e de outras situações e novidades.
Mantiqueira - O que você sente quando se lembra do ano de 2007 quando chegou no golfo árabe?
Rubinho - Foi magnífico, um sonho realizado. Primeiro porque trabalhava no Canadá simultaneamente com o futsal, era semiprofissional na Liga Canadense e tínhamos que trabalhar em outro período. Mas o Qatar na época me deu a oportunidade de treinar a seleção e de viver como treinador de futsal profissional. Aprendi muito quanto à gestão esportiva no Comitê Olímpico do Qatar e isso me proporcionou uma grande bagagem para a sequência da minha carreira. Lá, além de ser treinador, eu atuava nas áreas de desenvolvimento de mídias sociais, ajudava com opiniões no departamento de arbitragem, departamento de contratação de atletas e no geral quanto ao desenvolvimento da modalidade em países que recém-iniciavam a prática do futsal.
Mantiqueira - Depois do Qatar você também foi o primeiro brasileiro a chegar no Kuwait e nos Emirados Árabes Unidos?
Rubinho - Sim. Quando terminou meu contrato no Qatar em 2010, eu assumi como treinador do clube onde hoje estou trabalhando novamente, o Al Arabi Sporting Club, que faz parte do meu coração. Vim para o Kuwait e não só ajudei o Al Arabi na formação da equipe, mas também outros clubes que na época não tinham muitos contatos e queriam montar suas equipes, assim nos unimos todos em prol de ajudar e no Qatar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos eu ajudei mais de trinta brasileiros a chegarem no esporte. Isso fez com que eu pudesse aprender muito quanto à gestão de pessoas, problemas do dia a dia e o que o ser humano necessita para ser um vencedor. Na minha passagem pelo o Al Arabi, que é um dos maiores clubes e tradicionais do Kuwait eu como treinador sempre estive no top 3. Sempre consegui uma medalha e em 2013, após três anos no clube, fomos campeões da Copa do Rei e me tornei o primeiro treinador da história do clube a ser campeão pela modalidade de futsal, quando já tinha sido o primeiro a ganhar uma medalha oficial que foi um bronze. Após esse título eu fui contratado em 2013/2014 para comandar a seleção dos Emirados Árabes Unidos num projeto de três anos, onde fiquei trabalhando em Dubai e Sharjah no período de agosto de 2013 até agosto de 2016. Graças a Deus cumprindo bem os três anos e ajudei a desenvolver muitas bases na parte global do projeto que foi muito parecido com o do Qatar, pois a Liga de futsal nos Emirados Árabes Unidos iniciou-se em 2009, mas ainda não existiam atletas de fora. A divulgação era pequena e o esporte era bem local e conseguimos também a primeira medalha da história com a seleção na Copa do Golfo 2015. Após essa conquista finalizamos o projeto inicial e hoje estou de volta ao Kuwait para mais um projeto ambicioso, pois o Al Arabi não ganha nada desde 2013, quando vencemos a Copa do Rei. Estamos iniciando um projeto com atletas novos e creio que em dois anos o Al Arabi estará novamente entre os melhores do país.
Mantiqueira - Quanto à sua empresa AR7 Sports Management?
Rubinho - A AR7 é o meu xodó, é nela que trabalho todos os dias das 7h até uma da tarde. A necessidade de novos aprendizados é grande parte das minhas expectativas e sonhos, com isso eu desenvolvi conhecimentos básicos nas áreas de marketing esportivo, como desenhar projetos para captação de recursos com empresas do setor privado e governamental, espaços de mídia a serem negociados, propriedades, layout para divulgação de marcas em estádios, uniformes e outros, criação e desenvolvimento de mídias sociais, gerenciamento, academias de futsal e futebol, treinamento, recursos humanos, intercâmbio cultural e esportivo, gerenciamento de carreira, assessoria de imprensa e de mídia eletrônica, enfim, aprendi convivendo e trabalhando muito sobre vários outros pontos que o esporte me ensinou pelos mais de 35 anos de experiência. Sempre fui muito observador e me atiro com coração nos projetos. Quem me conhece sabe disto, hoje estou agindo bem mais com a razão e equilíbrio, mas já fui bastante inconsequente no passado, mesmo porque não tinha a experiência que tenho hoje e com o passar dos anos cheguei à conclusão que poderia oferecer este segmento ao público esportivo. Por isso criei a AR7 Sports Management, que vem atendendo projetos na África do Sul com formação de treinadores de futsal, projetos de futsal e futebol com o Sharjah Sports Council nos Emirados Árabes Unidos, temos dois atletas representados na Liga de Futsal dos Emirados Árabes Unidos, dois atletas no Bastia Futsal primeira divisão francesa, um deles é o Romarinho, nascido e criado em Poços de Caldas, o treinador da equipe Henrique Barcellos também é representado por nós e vários outros projetos, pois hoje contamos com uma assessoria de ponta desenvolvida na empresa pelo jornalista Henrique Munhos, que foi da ESPN Brasil e ainda desenvolve muitos projetos jornalísticos para grandes meios de imprensa do esporte nacional. No nosso time temos o advogado Fifa Dr. Luis Fernando Marcondes, que tem escritório em São Paulo e atende os casos jurídicos da empresa. Designers que estão em Belo Horizonte desenvolvem nossa parte de mídia eletrônica através de vídeos fotos. É um trabalho intenso e que gosto muito e posso dizer que já estou dependurando meu tempo como treinador de futsal para poder atuar com a AR7. Como treinador meu próximo passo é tentar desenvolver e passar para o futebol de campo em breve, já tive uma experiência de sucesso no Paracatu Futebol Clube, no Campeonato Brasiliense, juntamente com meu grande amigo Fabricio Souza, ex-jogador do Atlético Paranaense e filho de um dos melhores meio campo que já vi jogar na Caldense na década de 70, o Geremias. Para conhecerem o trabalho da AR7 basta acessar o website www.ar7sportsmanagement.com.br Instagram @ar7sports, Página no Facebook AR7 Sports Management.
Mantiqueira - E quanto a conversa sobre você ser o próximo treinador do Vulcão?
Rubinho - Estamos conversando sim. O período que o Vulcão irá jogar a segunda divisão é um período em que o futsal no exterior estará parado, estarei em casa para poder ajudar a iniciar o projeto, isso me deixa bastante ansioso. Estou conversando com o Fabrício, que é uma pessoa que respeito muito, e fazemos parte da comissão técnica e o Thales, dirigente. Temos trocado muitas idéias pelo whatsapp e telefonemas. Eu quero sim fazer parte, mas não queremos passar dificuldades como eles passaram ano passado e como passei em 2012. Queremos não só estar em campo, mas estar participando da gestão, claro, sem colocar dinheiro do bolso ou investimentos próprios. Já passei ao Thales que terão que escutar, vamos fazer uma folha zero trabalhando com jogadores pagos pelos clubes ou empresários, como fizemos em 2012, e o Vulcão não tem nenhum processo trabalhista do projeto de 2012, quando fui gerente do futebol. Ficaram dívidas em meu nome por cheques que paguei na praça e o Geovane Gaspar foi companheiro em todos os momentos, mas para o clube em 2012 não deixamos nenhuma dívida quanto a processos trabalhistas. Queremos repetir o projeto com cuidado, com boa alimentação aos atletas, uma casa ou sítio para eles morarem se possível perto do campo de treinamento, algo que não fique muito caro, negociar a dívida na Federação Mineira em parcelas com o que ficou de 2017 e ir pagando aos poucos. Temos a ideia de conversar com a Caldense para a criação da Copa Poços de Caldas, com a presença de um ídolo nacional dando o pontapé inicial, com dois jogos em dois domingos entre Caldense e Vulcão para arrecadar fundos ao clube e para a disputa da segunda divisão e assim começarmos essa parceria entre Rubio Guerra, AR7 Sports e Vulcão, mas com os pés no chão, pois futebol é muito difícil. Dependemos ainda da captação por parte do clube de nossos salários, que são simbólicos, é mais para mantermos em Poços de Caldas no desenvolvimento do projeto e a diretoria está empenhada em conseguir, assim conseguindo poderemos sim fechar com o Vulcão, porém, dentro de nosso planejamento.
Mantiqueira - O que você sente quando se lembra do ano de 2007 quando chegou no golfo árabe?
Rubinho - Foi magnífico, um sonho realizado. Primeiro porque trabalhava no Canadá simultaneamente com o futsal, era semiprofissional na Liga Canadense e tínhamos que trabalhar em outro período. Mas o Qatar na época me deu a oportunidade de treinar a seleção e de viver como treinador de futsal profissional. Aprendi muito quanto à gestão esportiva no Comitê Olímpico do Qatar e isso me proporcionou uma grande bagagem para a sequência da minha carreira. Lá, além de ser treinador, eu atuava nas áreas de desenvolvimento de mídias sociais, ajudava com opiniões no departamento de arbitragem, departamento de contratação de atletas e no geral quanto ao desenvolvimento da modalidade em países que recém-iniciavam a prática do futsal.
Mantiqueira - Depois do Qatar você também foi o primeiro brasileiro a chegar no Kuwait e nos Emirados Árabes Unidos?
Rubinho - Sim. Quando terminou meu contrato no Qatar em 2010, eu assumi como treinador do clube onde hoje estou trabalhando novamente, o Al Arabi Sporting Club, que faz parte do meu coração. Vim para o Kuwait e não só ajudei o Al Arabi na formação da equipe, mas também outros clubes que na época não tinham muitos contatos e queriam montar suas equipes, assim nos unimos todos em prol de ajudar e no Qatar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos eu ajudei mais de trinta brasileiros a chegarem no esporte. Isso fez com que eu pudesse aprender muito quanto à gestão de pessoas, problemas do dia a dia e o que o ser humano necessita para ser um vencedor. Na minha passagem pelo o Al Arabi, que é um dos maiores clubes e tradicionais do Kuwait eu como treinador sempre estive no top 3. Sempre consegui uma medalha e em 2013, após três anos no clube, fomos campeões da Copa do Rei e me tornei o primeiro treinador da história do clube a ser campeão pela modalidade de futsal, quando já tinha sido o primeiro a ganhar uma medalha oficial que foi um bronze. Após esse título eu fui contratado em 2013/2014 para comandar a seleção dos Emirados Árabes Unidos num projeto de três anos, onde fiquei trabalhando em Dubai e Sharjah no período de agosto de 2013 até agosto de 2016. Graças a Deus cumprindo bem os três anos e ajudei a desenvolver muitas bases na parte global do projeto que foi muito parecido com o do Qatar, pois a Liga de futsal nos Emirados Árabes Unidos iniciou-se em 2009, mas ainda não existiam atletas de fora. A divulgação era pequena e o esporte era bem local e conseguimos também a primeira medalha da história com a seleção na Copa do Golfo 2015. Após essa conquista finalizamos o projeto inicial e hoje estou de volta ao Kuwait para mais um projeto ambicioso, pois o Al Arabi não ganha nada desde 2013, quando vencemos a Copa do Rei. Estamos iniciando um projeto com atletas novos e creio que em dois anos o Al Arabi estará novamente entre os melhores do país.
Mantiqueira - Quanto à sua empresa AR7 Sports Management?
Rubinho - A AR7 é o meu xodó, é nela que trabalho todos os dias das 7h até uma da tarde. A necessidade de novos aprendizados é grande parte das minhas expectativas e sonhos, com isso eu desenvolvi conhecimentos básicos nas áreas de marketing esportivo, como desenhar projetos para captação de recursos com empresas do setor privado e governamental, espaços de mídia a serem negociados, propriedades, layout para divulgação de marcas em estádios, uniformes e outros, criação e desenvolvimento de mídias sociais, gerenciamento, academias de futsal e futebol, treinamento, recursos humanos, intercâmbio cultural e esportivo, gerenciamento de carreira, assessoria de imprensa e de mídia eletrônica, enfim, aprendi convivendo e trabalhando muito sobre vários outros pontos que o esporte me ensinou pelos mais de 35 anos de experiência. Sempre fui muito observador e me atiro com coração nos projetos. Quem me conhece sabe disto, hoje estou agindo bem mais com a razão e equilíbrio, mas já fui bastante inconsequente no passado, mesmo porque não tinha a experiência que tenho hoje e com o passar dos anos cheguei à conclusão que poderia oferecer este segmento ao público esportivo. Por isso criei a AR7 Sports Management, que vem atendendo projetos na África do Sul com formação de treinadores de futsal, projetos de futsal e futebol com o Sharjah Sports Council nos Emirados Árabes Unidos, temos dois atletas representados na Liga de Futsal dos Emirados Árabes Unidos, dois atletas no Bastia Futsal primeira divisão francesa, um deles é o Romarinho, nascido e criado em Poços de Caldas, o treinador da equipe Henrique Barcellos também é representado por nós e vários outros projetos, pois hoje contamos com uma assessoria de ponta desenvolvida na empresa pelo jornalista Henrique Munhos, que foi da ESPN Brasil e ainda desenvolve muitos projetos jornalísticos para grandes meios de imprensa do esporte nacional. No nosso time temos o advogado Fifa Dr. Luis Fernando Marcondes, que tem escritório em São Paulo e atende os casos jurídicos da empresa. Designers que estão em Belo Horizonte desenvolvem nossa parte de mídia eletrônica através de vídeos fotos. É um trabalho intenso e que gosto muito e posso dizer que já estou dependurando meu tempo como treinador de futsal para poder atuar com a AR7. Como treinador meu próximo passo é tentar desenvolver e passar para o futebol de campo em breve, já tive uma experiência de sucesso no Paracatu Futebol Clube, no Campeonato Brasiliense, juntamente com meu grande amigo Fabricio Souza, ex-jogador do Atlético Paranaense e filho de um dos melhores meio campo que já vi jogar na Caldense na década de 70, o Geremias. Para conhecerem o trabalho da AR7 basta acessar o website www.ar7sportsmanagement.com.br Instagram @ar7sports, Página no Facebook AR7 Sports Management.
Mantiqueira - E quanto a conversa sobre você ser o próximo treinador do Vulcão?
Rubinho - Estamos conversando sim. O período que o Vulcão irá jogar a segunda divisão é um período em que o futsal no exterior estará parado, estarei em casa para poder ajudar a iniciar o projeto, isso me deixa bastante ansioso. Estou conversando com o Fabrício, que é uma pessoa que respeito muito, e fazemos parte da comissão técnica e o Thales, dirigente. Temos trocado muitas idéias pelo whatsapp e telefonemas. Eu quero sim fazer parte, mas não queremos passar dificuldades como eles passaram ano passado e como passei em 2012. Queremos não só estar em campo, mas estar participando da gestão, claro, sem colocar dinheiro do bolso ou investimentos próprios. Já passei ao Thales que terão que escutar, vamos fazer uma folha zero trabalhando com jogadores pagos pelos clubes ou empresários, como fizemos em 2012, e o Vulcão não tem nenhum processo trabalhista do projeto de 2012, quando fui gerente do futebol. Ficaram dívidas em meu nome por cheques que paguei na praça e o Geovane Gaspar foi companheiro em todos os momentos, mas para o clube em 2012 não deixamos nenhuma dívida quanto a processos trabalhistas. Queremos repetir o projeto com cuidado, com boa alimentação aos atletas, uma casa ou sítio para eles morarem se possível perto do campo de treinamento, algo que não fique muito caro, negociar a dívida na Federação Mineira em parcelas com o que ficou de 2017 e ir pagando aos poucos. Temos a ideia de conversar com a Caldense para a criação da Copa Poços de Caldas, com a presença de um ídolo nacional dando o pontapé inicial, com dois jogos em dois domingos entre Caldense e Vulcão para arrecadar fundos ao clube e para a disputa da segunda divisão e assim começarmos essa parceria entre Rubio Guerra, AR7 Sports e Vulcão, mas com os pés no chão, pois futebol é muito difícil. Dependemos ainda da captação por parte do clube de nossos salários, que são simbólicos, é mais para mantermos em Poços de Caldas no desenvolvimento do projeto e a diretoria está empenhada em conseguir, assim conseguindo poderemos sim fechar com o Vulcão, porém, dentro de nosso planejamento.
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
Caldense enfrenta Atlético MG em BH pressionada e sem reforços
Poços de Caldas, MG - A Caldense tem uma parada duríssima na tarde de hoje pelo Campeonato Mineiro. O time do técnico Roberto Fonseca enfrenta o Atlético Mineiro, 16h30 em BH e precisa vencer para deixar a zona de rebaixamento. Ontem à noite o Tupi venceu a Patrocinense por 3x0 e colocou a Veterana de Poços de Caldas na penúltima colocação.
Para piorar os nomes de Maxell Samurai e Michel Benhami, além de Kainan, não foram publicados no BID da CBF e não podem jogar. Sendo assim o técnico Roberto Fonseca só terá Neilson para o comando do ataque, já que William sequer foi relacionado para a partida.
Treino - A Caldense chegou à Belo Horizonte na quinta à noite. Ontem de manhã o elenco foi para a Toca da Raposa 2 realizar um treinamento no campo 3. Os jogadores se aqueceram e fizeram um trabalho para estimular passes de primeira, dinâmica de jogo e jogadas com pouco espaço.
Em seguida Roberto Fonseca comandou 40 minutos de coletivo, onde pode testar várias peças e alternativas táticas. Trabalhou-se ainda, insistentemente, escanteios e bolas paradas.
Os goleiros praticaram velocidade de reação, saída do gol e bolas altas.
Depois a veterana agora se concentrou para o jogo contra o Atlético às 16h30 no Independência. O jogo será transmitido na sede social da Caldense com entrada para sócios do clube e sócios-torcedores.
Atlético
O elenco atleticano realizou, na manhã desta sexta-feira, na Cidade do Galo, o último treino antes da partida contra a Caldense, pela 6ª rodada do Campeonato Mineiro. A atividade foi orientada prelo auxiliar técnico Thiago Larghi. O jogo acontecerá às 16h30 deste sábado, na Arena Independência. O volante Yago teve uma entorse com ruptura do ligamento colateral medial do joelho direito e está em tratamento. A tendência é que o Atlético inicie o duelo diante da Candense com Victor; Carlos César, Iago Maidana, Felipe Santana e Fábio Santos; Adilson e Elias; Otero, Cazares e Erik; Ricardo Oliveira. Em comparação com o time que iniciou o jogo contra o Atlético Acreano, Larghi fez cinco substituições na atividade que fechou a preparação do Atlético - jostamente os cinco jogadores que treinaram separadamente.
Para piorar os nomes de Maxell Samurai e Michel Benhami, além de Kainan, não foram publicados no BID da CBF e não podem jogar. Sendo assim o técnico Roberto Fonseca só terá Neilson para o comando do ataque, já que William sequer foi relacionado para a partida.
Treino - A Caldense chegou à Belo Horizonte na quinta à noite. Ontem de manhã o elenco foi para a Toca da Raposa 2 realizar um treinamento no campo 3. Os jogadores se aqueceram e fizeram um trabalho para estimular passes de primeira, dinâmica de jogo e jogadas com pouco espaço.
Em seguida Roberto Fonseca comandou 40 minutos de coletivo, onde pode testar várias peças e alternativas táticas. Trabalhou-se ainda, insistentemente, escanteios e bolas paradas.
Os goleiros praticaram velocidade de reação, saída do gol e bolas altas.
Depois a veterana agora se concentrou para o jogo contra o Atlético às 16h30 no Independência. O jogo será transmitido na sede social da Caldense com entrada para sócios do clube e sócios-torcedores.
Atlético
O elenco atleticano realizou, na manhã desta sexta-feira, na Cidade do Galo, o último treino antes da partida contra a Caldense, pela 6ª rodada do Campeonato Mineiro. A atividade foi orientada prelo auxiliar técnico Thiago Larghi. O jogo acontecerá às 16h30 deste sábado, na Arena Independência. O volante Yago teve uma entorse com ruptura do ligamento colateral medial do joelho direito e está em tratamento. A tendência é que o Atlético inicie o duelo diante da Candense com Victor; Carlos César, Iago Maidana, Felipe Santana e Fábio Santos; Adilson e Elias; Otero, Cazares e Erik; Ricardo Oliveira. Em comparação com o time que iniciou o jogo contra o Atlético Acreano, Larghi fez cinco substituições na atividade que fechou a preparação do Atlético - jostamente os cinco jogadores que treinaram separadamente.
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