Poços de Caldas, MG - O CT Ninho dos Periquitos recebeu a visita dos alunos das escolinhas de futsal e futebol society da Caldense na manhã desta quinta-feira (07/05). Mais de 100 jovens entre 5 e 13 anos estiveram no centro de treinamento da Veterana e fizeram uma série de atividades.
Os jogadores de linha participaram de dinâmicas no campo, comandadas pelo técnico do profissional, Wellington Simião e sua comissão técnica. Entre elas, coordenação, agilidade, condução de bola, finalização, passe, ataque contra defesa, coletivo, entre outras. Os goleiros treinaram gestos técnicos com o preparador José Carlos Quiciri. As crianças praticaram diferentes atividades e interagiram com os jogadores do elenco.
O objetivo da visita foi integrar os alunos da sede social com o departamento de futebol profissional, com a intenção de incentivar uma nova geração a torcer pela Caldense e despertar nas crianças o desejo de ir ao estádio assistir aos jogos.
“Nosso intuito é trazer a cidade de volta a admirar a Caldense e a lotar o Ronaldão. Trazer as crianças para dividir com a gente o dia a dia, mostrar para eles como é o CT, para eles poderem ver de perto como são os treinamentos, pois pode ser que no futuro alguns deles cheguem ao profissional”, disse o gerente de futebol Eduardo Carioca.
“Quando a gente anunciou no clube que iríamos vir aqui, a expectativa foi enorme, haja vista a quantidade de alunos que veio. Para eles é um espelho poder estar aqui, poder ter esse contato com os jogadores profissional e é isso que eles almejam no futuro, então é muito importante essa socialização”, disse o professor das escolinhas, Rafael Soares.
“Foi importante para eles conhecerem as dependências do CT, o alojamento, o campo. Isso vai trazer uma vontade grande de eles irem ao estádio assistir aos jogos. Quando eles viram o campo ficaram animados para aproveitar o máximo”, comentou o professor das escolinhas, Rodrigo Andrade.
“Para mim foi uma experiência muito legal e gostei bastante de estar aqui, fizemos alguns exercícios, alguns jogos e um coletivo. Estava ansioso para vir para cá e jogar junto com meus amigos”, falou Vitor Henrique, de 10 anos.
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