No último domingo (24), aconteceu a 51ª Prova Ciclística da Comarca de Poços de Caldas, válida como 1ª etapa da 31ª edição da Média Paulista de Ciclismo. A competição teve participação de 350 ciclistas, a maioria do Estado de São Paulo. A prova teve início às 9h, em frente à prefeitura, na avenida Francisco Salles.
O vencedor da categoria Elite, a principal do evento, foi o ciclista Rodrigo Araújo de Melo, da cidade de Assis-SP. Na Feminino, a campeã foi Valquíria Badial, de Pindamonhangaba-SP. Poços de Caldas foi destaque na categoria Sênior B. O atleta Edson Francisco Bruno, representando o município através da Ciclo Sport, foi vice-campeão. Confira o resultado completo abaixo.
As outras categorias disputadas foram Estreantes, Junior, Juvenil, Sênior A, Master A e B, Equipes e Cidade de Poços de Caldas. Durante a premiação, a vice-prefeita Gláucia Boaretto e o secretário municipal de Esportes Carlos Alberto dos Santos, o Lelo, fizeram uma homenagem à família de Nilton Vieira, antigo ciclista falecido recentemente.
Para o técnico Renato Buck, da equipe de Iracemápolis-SP, a prova abre a temporada 2010 e serve ainda para testar seus novos ciclistas. “Conseguimos colocar sete atletas iniciantes no pódio, uma ótima colocação para a equipe nesse início de temporada. Poços é uma cidade que tem uma ótima infraestrutura de ruas centrais que podem ser adaptadas para estas provas. É muito bom correr aqui com meus ciclistas”, disse o treinador.
Buck, que participa da prova em Poços de Caldas há 10 anos, disputou a competição deste ano com 27 ciclistas.
Outro destaque foi Luis Paulo Santos, o Buraco, que depois de algum tempo afastado está voltando às competições. Buraco foi o melhor atleta de Poços na categoria Elite, a principal da prova. “A última prova forte que participei foi justamente a da Comarca do ano passado e depois deixei de competir devido a outros compromissos. Estou tentando voltar aos poucos e quero competir em novas etapas da Média Paulista, porém, depende de como conseguirem encaixar as datas”, disse Buraco, que não está focado em manter uma carreira profissional no ciclismo. “Não deixo o ciclismo porque está no sangue, mas profissionalmente é complicado. Vou continuar a correr pelo prazer, mas sem cobranças de resultados”, disse ele. Um dos grandes obstáculos que Buraco tem é o tempo de treinamento. Enquanto pilotos de ponta treinam a semana toda ele só tem os finais de semana para se dedicar ao esporte. “Não tem como brigar de igual para igual com “as feras”, então vou correr mais por prazer”, finaliza ele.
Houve também entrega de alimentos arrecadados durante as inscrições a entidades locais. A Prova Ciclística da Comarca abriu oficialmente o calendário esportivo promovido pela prefeitura. Neste domingo (31), acontece outra grande competição, a Volta ao Cristo, com participação de corredores de todo o país.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Pênaltis definem classificados
A rodada do final de semana da Taça Campeão dos Campões foi marcada pelo equilíbrio. Três partidas foram definidas apenas nas cobranças de penalidade e um dos jogos não foi concluído devido às fortes chuvas que atingiram o Conjunto Habitacional na tarde de domingo. No primeiro jogo no Prontidão, Caldense e Fazenda Cachoeirinha empataram em 1x1, partida realizada num campo completamente encharcado que não dava condições às equipes de armarem as jogadas. O empate levou aos pênaltis e a Caldense venceu por 5x3. No jogo de fundo, a Fazenda Santo Antônio estava vencendo o Guanabara por 1x0 mas o jogo acabou sendo interrompido justamente por causa da chuva. Agora a LPF irá remarcar o restante da partida para uma nova data. No Córrego D´Antas, Jardim Country Club e Atlético Rosário empataram em 1x1 sendo que o Atlético venceu nos pênaltis por 3x2. Outro jogo definido nos pênaltis foi Fazenda Souza Lima e Cruzeiro. Depois de um 0x0 o Cruzeiro fez 4x2 nas cobranças de penalidades.
A semifinal está marcada para domingo com os seguintes jogos: Caldense x Atlético Rosário e Cruzeiro x Fazenda Santo Antônio ou Guanabara. O local ainda não foi definido.
A semifinal está marcada para domingo com os seguintes jogos: Caldense x Atlético Rosário e Cruzeiro x Fazenda Santo Antônio ou Guanabara. O local ainda não foi definido.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Caldense não passa pela retranca do Democrata
A Caldense até que pressionou, perdeu muitos gols, teve uma bola tirada pela zaga do Democrata em cima da linha, mas não conseguiu furar a retranca do Democrata. O placar de 0x0 foi muito ruim para o time de Poços de Caldas que agora vai ter que buscar os pontos perdidos em casa longe de seus domínios.
De destaque no time da Caldense o atacante Walderi que infernizou a zaga do Democrata, Mateus que fez sua estreia na equipe e agradou, o goleiro Leandro que mostrou segurança nas poucas vezes que foi exigido. Agora resta ao técnico Alemão buscar corrigir as falhas de finalização, pois empatar em casa num campeonato curto como o Mineiro não é muito animador.
De destaque no time da Caldense o atacante Walderi que infernizou a zaga do Democrata, Mateus que fez sua estreia na equipe e agradou, o goleiro Leandro que mostrou segurança nas poucas vezes que foi exigido. Agora resta ao técnico Alemão buscar corrigir as falhas de finalização, pois empatar em casa num campeonato curto como o Mineiro não é muito animador.
sábado, 23 de janeiro de 2010
Caldense está de volta ao mundo dos grandes de Minas
A Caldense começa neste domingo um caminho que já conhece de longas datas. O time de Poços de Caldas é tradicional na elite de Minas Gerais e tem fama de realizar boas campanhas e ser pedra no sapato dos grandes clubes do Estado. O torcedor estava angustiado com a situação do time que amargou duas temporadas na segunda divisão, um campeonato deficitário e desgastante com jogos em campos sem condições de receber um time do porte da Caldense. 2010 é o ano da redenção, o time está de volta à elite, estará jogando junto com grandes forças do futebol mineiro. Poucas vezes se viu uma competição com todos os grandes clubes do Estado como a que se inicia neste domingo. Além de Atlético, Cruzeiro e América, o Estadual terá ainda a força do Ipatinga, clube que conquistou um grande espaço no cenário nacional, a tradição de Uberlândia, Villa Nova e Democrata GV, a força do Tupi de Juiz de Fora, que desde que voltou à elite vem sendo um dos grandes times do interior, além da força do Ituiutaba, quase imbatível em sua Fazendinha, do Uberaba que tenta se manter na elite por mais uma temporada e para isso vem se reforçando bastante, e ainda a cara nova do América de Teófilo Otoni, que herdou a vaga do Rio Branco de Andradas e promete ser uma das surpresas do campeonato.
A Caldense tem como grande trunfo a manutenção de sua base, que é forte e está entrosada por dois anos de boa campanha na segunda divisão. Na primeira tentativa de subir para a elite o time bateu na trave e ficou no caminho por apenas um ponto, mas na segunda tentativa conseguiu o objetivo. Isto fortaleceu o grupo que tem nomes praticamente intocáveis como Nenê Miranda, Maxsuel, Ewerton Maradona e Waldery. Os reforços chegaram em peso, sendo que o grande destaque é Thiago Pereira. Artilheiro do campeonato sueco pelo Assyriska, o jogador já mostrou nos treinamentos que vai dar muita alegria para a torcida.
A parceria com o Cruzeiro ainda trouxe para Poços de Caldas o equatoriano Fidel, de 17 anos, que deve entrar no time ao longo do campeonato e promete ser uma das atrações da equipe.
A Caldense tem como grande trunfo a manutenção de sua base, que é forte e está entrosada por dois anos de boa campanha na segunda divisão. Na primeira tentativa de subir para a elite o time bateu na trave e ficou no caminho por apenas um ponto, mas na segunda tentativa conseguiu o objetivo. Isto fortaleceu o grupo que tem nomes praticamente intocáveis como Nenê Miranda, Maxsuel, Ewerton Maradona e Waldery. Os reforços chegaram em peso, sendo que o grande destaque é Thiago Pereira. Artilheiro do campeonato sueco pelo Assyriska, o jogador já mostrou nos treinamentos que vai dar muita alegria para a torcida.
A parceria com o Cruzeiro ainda trouxe para Poços de Caldas o equatoriano Fidel, de 17 anos, que deve entrar no time ao longo do campeonato e promete ser uma das atrações da equipe.
Lama Verde em clima de festa
Maior torcida organizada de Poços de Caldas, a Lama Verde reuniu seus integrantes ontem no Complexo Aquático do Conjunto Habitacional, quando durante um animado churrasco fez o lançamento da nova camiseta que poderá ser vista no estádio Ronaldo Junqueira durante o Campeonato Mineiro. Segundo Hugo Rêgo, um dos fundadores da Lama Verde, muito mais que uma camiseta bonita o que interessa é o apoio que a torcida dará para a Caldense. “Somos Caldense, amamos este time e neste retorno para a elite vamos ajudar na medida do possível fora de campo para que ele busque os resultados positivos”, disse. Rodrigo Neri, outro integrante, era um dos mais animados na festa de lançamento da nova camiseta. Anfitrião, recebeu a torcida Lama Verde e a imprensa, e segue a mesma linha de Hugo, achando fundamental agora lotar o Ronaldão e empurrar o time para a vitória. A Lama Verde deve chegar ao estádio neste domingo por volta das 14h30.
"Acho bacana este tipo movimentação da torcida. A Caldense chegou num momento em que precisa do apoio de todos e a Lama Verde sempre esteve do lado do time, mesmo nos momentos mais difíceis”, disse Paulo César Bambini Ayres, presidente do Conselho Deliberativo da Caldense, que prestigiou o lançamento da nova camiseta da Lama Verde.
"Acho bacana este tipo movimentação da torcida. A Caldense chegou num momento em que precisa do apoio de todos e a Lama Verde sempre esteve do lado do time, mesmo nos momentos mais difíceis”, disse Paulo César Bambini Ayres, presidente do Conselho Deliberativo da Caldense, que prestigiou o lançamento da nova camiseta da Lama Verde.
Alunos de Elton Fiebig treinam com campeões olímpicos
O ano começou de forma especial para os alunos de Elton Fiebig, do Projeto Soma. Logo no primeiro evento da temporada, Fábio Dechichi, Taisa Moraes e Vinícius Marcondes estiveram na cidade de São Paulo, onde treinaram com feras, como Flávio Canto, Tiago Camilo, Carlos Honorato, entre outros. Os atletas de Poços treinaram junto com a seleção brasileira numa atividade que começou na última terça-feira. Além dos atletas das seleções a, b e c do Brasil ainda teve a presença de outros atletas convidados, que deram um volume maior ao evento. “Esse treinamento foi muito bom pois deu condições para os atletas de Poços de Caldas terem contato e conhecerem os representantes do Brasil no cenário mundial. O nível das atividades foi muito alto e acho que para as duas partes envolvidas foi muito proveitoso”, disse Fiebig. O Projeto Soma iniciou os treinamentos de judô no último dia 11, com uma pré-temporada em três períodos com treinamentos físicos, técnicos e ainda a parte de combate, mas, segundo Fiebig, foi em São Paulo que este trabalho teve um volume maior, deixando os atletas preparados para a temporada. “Melhor que um treino destes que tivemos em São Paulo só se formos para a Europa ou Japão, onde o Judô é muito forte”, conta o mestre. Para ele, o judô de Poços hoje se encontra muito forte mas para chegar num nível acima precisa ainda de muito trabalho.
Fiebig destaca ainda que nos dias 6 e 7 de fevereiro os atletas federados pelo Projeto Soma vão treinar para buscar uma vaga no Sul-Americano e serão os representantes de Poços de Caldas através da Federação Mineira. “Eles vão concorrer às vagas nas categorias juvenil e juniores. Os atletas que conseguirem suas vagas poderão dar entrada no Bolsa Atleta que hoje dá uma ajuda de custo de R$ 1.500,00. Isso para os atletas é sensacional, já que passam a ter um retorno financeiro bom, podemos contribuir com a família”, destaca Fiebig. Ele quer a criação de um circuito escolar para meninos e meninas que treinam judô nas escolas. Segundo ele, isso é uma experiência para num futuro próximo poderem disputar campeonatos importantes, buscando vagas até mesmo em seleções. “2010 começamos com o pé direito e vejo que será um ano muito bom para o judô de Poços de Caldas, que cresceu muito", finaliza.
Fiebig destaca ainda que nos dias 6 e 7 de fevereiro os atletas federados pelo Projeto Soma vão treinar para buscar uma vaga no Sul-Americano e serão os representantes de Poços de Caldas através da Federação Mineira. “Eles vão concorrer às vagas nas categorias juvenil e juniores. Os atletas que conseguirem suas vagas poderão dar entrada no Bolsa Atleta que hoje dá uma ajuda de custo de R$ 1.500,00. Isso para os atletas é sensacional, já que passam a ter um retorno financeiro bom, podemos contribuir com a família”, destaca Fiebig. Ele quer a criação de um circuito escolar para meninos e meninas que treinam judô nas escolas. Segundo ele, isso é uma experiência para num futuro próximo poderem disputar campeonatos importantes, buscando vagas até mesmo em seleções. “2010 começamos com o pé direito e vejo que será um ano muito bom para o judô de Poços de Caldas, que cresceu muito", finaliza.
Poços conquista títulos e se destaca em Minas Gerais
Apesar de ser uma modalidade pouco divulgada, o squash é um dos esportes que vêm colocando a cidade no cenário dos grandes campeões do Brasil. Praticado na Caldense desde setembro de 2004, conquistou muitos seguidores nesses cinco anos. Hoje o clube conta com aproximadamente 60 praticantes, sendo que 10 participam de competições. Segundo Franco Otávio Tobias Martins, um dos instrutores da Caldense, a equipe participa de torneios do circuito do interior paulista e ainda do Campeonato Brasileiro que a cada ano é disputado em uma sede diferente. Franco atualmente é vice-campeão brasileiro. “Nossa equipe é muito forte e temos jogadores campeões em várias etapas dos circuitos paulistas e isto nos deixa uma grande perspectiva para melhorarmos ainda mais em 2010”, disse. Franco, juntamente com o atleta Renato Alves, jogará em 2010 pela primeira vez na primeira divisão, em que o nível dos adversários será maior ainda e as dificuldades aumentarão na mesma proporção. Os treinos são bastante puxados, o esporte rápido e, segundo estudos, um dos que mais queimam calorias. É comum durante os treinos e competições o atleta deixar a quadra encharcado de suor. Franco disse que a equipe da Caldense busca participar de todo o calendário de competições. “Todo mês tem pelo menos um torneio, alguns atletas tiram do próprio bolso para representar a cidade ou ainda por amor ao esporte. Ninguém quer ficar de fora”, fala Franco.
Um atleta bom no squash é aquele que consegue ter um raciocínio rápido e um bom preparo físico pois é um esporte muito rápido e a bolinha às vezes nem é vista por quem está assistindo ao jogo.
Feminino
Helena Dias representa o squash feminino da Caldense e hoje é uma das atletas que mais crescem na modalidade. Campeã de várias competições, ela tenta através de seus resultados incentivar outras mulheres a praticarem a modalidade. “É comum a gente ver apenas as esposas que acompanham seus maridos nos campeonatos. Infelizmente, poucas se arriscam dentro da quadra e esse cenário precisa mudar. As mulheres têm boas chances de conseguirem bons resultados mas para isso é necessário que se arriscarem mais. A Caldense tem uma grande estrutura para o squash e oferece igualdades de condições para homens e mulheres desempenharem suas habilidades”, conta Helena, que este ano deve participar das 14 etapas do circuito regional. “Os treinos são fundamentais para que a gente jogue bem uma competição e sempre quando tem um torneio em vista anima bastante”, conta ela. Franco destaca que através da parceria com Caldense, GM Costa e Zusters, conseguem apoiar alguns atletas nas viagens para as competições. Além de Franco Martins, a Caldense ainda tem como instrutores Renato Alves e Ailton Lopes. “Poços de Caldas hoje é considerada uma das grandes forças, até mesmo nacional, e em Minas Gerais fica atrás apenas de Belo Horizonte. Quando a Caldense chega em alguma competição já existe um respeito muito grande dos outros atletas e isto foi conquistado graças ao nosso trabalho nestes cinco anos de squash no clube", finaliza Franco.
170 ANOS DE SQUASH
Por mais de um milênio, a humanidade tem inventado e desfrutado de jogos baseados em rebater uma bola com a mão ou com algum tipo de bastão ou raquete. Por volta do ano de 1148, na França, se jogava "le paume", que significa a palma da mão; este jogo progrediu, mais tarde, como "jeu de paume", "real tennis", "royal tennis", ou simplesmente tenis.
Inusitadamente, no começo do século 19, esta obsessão com raquetes e bolas deu início a uma variante do esporte no presídio The Fleet, em Londres. Os presidiários se exercitavam rebatendo uma bola contra as paredes. Vários deles usavam raquetes, dando origem ao jogo de "rackets". Tal jogo encaminhou-se por algum obscuro caminho até Harrow e outras escolas britânicas de prestígio e tradição, por volta de 1820, embrionando-se o esporte conhecido como "squash rackets", ou simplesmente, squash.
O squash foi "inventado" por volta de 1830 na Harrow School, quando os alunos descobriram que uma bola furada do jogo de rackets, quando espremida (squashed) pelo impacto com a parede, produzia um jogo com muito mais variedade de trajetórias, e que também requeria um esforço muito maior para se jogar, pois os jogadores não podiam simplesmente "esperar" a bola voltar, como no jogo de rackets. Esta variante foi muito bem aceita, e em 1864 as primeiras quatro quadras de squash foram construídas na Harrow School e o esporte conhecido como squash foi oficialmente fundado.
Nos primórdios do squash, como em todos os outros esportes, não havia nenhuma padronização internacional, e foi inevitável o surgimento de algumas variantes do jogo. Felizmente, somente duas variações vingaram. Uma, na Inglaterra, jogada em quadras de 21 pés de largura e com bolas macias, e a segunda, jogada na América do Norte, com quadras de 18,5 pés de largura e bolas duras. Ambas usavam um quadra de 32 pés de comprimento.
SQUASH NO BRASIL
A primeira quadra de squash surgiu no Brasil no início do século passado nas minas de ouro de Nova Lima-MG, trazida por engenheiros ingleses. Em clube esportivo a primeira quadra surgiu no São Paulo Athletic Club na década de 30.
No final da década de 70 e início de 80, o primeiro boom do squash começou com a construção de quadras em clubes e academias de São Paulo e Rio de Janeiro. No final de 80 novas quadras foram construídas no Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais e também em Belém do Pará.
A primeira federação a ser fundada foi a Federação Paulista de Squash Rackets em 20/11/1979 . Depois veio a Federação de Squash do Rio de janeiro, fundada por filho de ingleses liderados por John Hughes . A Associação Brasileira de Squash foi fundada em 1985 tendo com seu primeiro presidente Carlos Salem.
Depois foram fundadas as federações de Minas Gerais (Marcus Guimarães e Alexandre Moreira), Paraná (Cassibo Buffara/José Baggio) e Rio Grande do Sul Luiz Augusto Borges, Marcos Bastian e Emílio Fernandes).
A Confederação Brasileira de Squash foi oficialmente fundada no dia 21 de junho de 1991 na sede do Comitê Olímpico Brasileiro com apoio do então presidente do COB André Gustavo Richer e do presidente da Confederação Brasileira de Squash Aloisio Amorim.
Hoje o squash é praticado também nos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Alagoas, Ceará, Maranhão, Goiás e Sergipe, contando com aproximadamente 35.000 praticantes e 1.000 quadras.
Um atleta bom no squash é aquele que consegue ter um raciocínio rápido e um bom preparo físico pois é um esporte muito rápido e a bolinha às vezes nem é vista por quem está assistindo ao jogo.
Feminino
Helena Dias representa o squash feminino da Caldense e hoje é uma das atletas que mais crescem na modalidade. Campeã de várias competições, ela tenta através de seus resultados incentivar outras mulheres a praticarem a modalidade. “É comum a gente ver apenas as esposas que acompanham seus maridos nos campeonatos. Infelizmente, poucas se arriscam dentro da quadra e esse cenário precisa mudar. As mulheres têm boas chances de conseguirem bons resultados mas para isso é necessário que se arriscarem mais. A Caldense tem uma grande estrutura para o squash e oferece igualdades de condições para homens e mulheres desempenharem suas habilidades”, conta Helena, que este ano deve participar das 14 etapas do circuito regional. “Os treinos são fundamentais para que a gente jogue bem uma competição e sempre quando tem um torneio em vista anima bastante”, conta ela. Franco destaca que através da parceria com Caldense, GM Costa e Zusters, conseguem apoiar alguns atletas nas viagens para as competições. Além de Franco Martins, a Caldense ainda tem como instrutores Renato Alves e Ailton Lopes. “Poços de Caldas hoje é considerada uma das grandes forças, até mesmo nacional, e em Minas Gerais fica atrás apenas de Belo Horizonte. Quando a Caldense chega em alguma competição já existe um respeito muito grande dos outros atletas e isto foi conquistado graças ao nosso trabalho nestes cinco anos de squash no clube", finaliza Franco.
170 ANOS DE SQUASH
Por mais de um milênio, a humanidade tem inventado e desfrutado de jogos baseados em rebater uma bola com a mão ou com algum tipo de bastão ou raquete. Por volta do ano de 1148, na França, se jogava "le paume", que significa a palma da mão; este jogo progrediu, mais tarde, como "jeu de paume", "real tennis", "royal tennis", ou simplesmente tenis.
Inusitadamente, no começo do século 19, esta obsessão com raquetes e bolas deu início a uma variante do esporte no presídio The Fleet, em Londres. Os presidiários se exercitavam rebatendo uma bola contra as paredes. Vários deles usavam raquetes, dando origem ao jogo de "rackets". Tal jogo encaminhou-se por algum obscuro caminho até Harrow e outras escolas britânicas de prestígio e tradição, por volta de 1820, embrionando-se o esporte conhecido como "squash rackets", ou simplesmente, squash.
O squash foi "inventado" por volta de 1830 na Harrow School, quando os alunos descobriram que uma bola furada do jogo de rackets, quando espremida (squashed) pelo impacto com a parede, produzia um jogo com muito mais variedade de trajetórias, e que também requeria um esforço muito maior para se jogar, pois os jogadores não podiam simplesmente "esperar" a bola voltar, como no jogo de rackets. Esta variante foi muito bem aceita, e em 1864 as primeiras quatro quadras de squash foram construídas na Harrow School e o esporte conhecido como squash foi oficialmente fundado.
Nos primórdios do squash, como em todos os outros esportes, não havia nenhuma padronização internacional, e foi inevitável o surgimento de algumas variantes do jogo. Felizmente, somente duas variações vingaram. Uma, na Inglaterra, jogada em quadras de 21 pés de largura e com bolas macias, e a segunda, jogada na América do Norte, com quadras de 18,5 pés de largura e bolas duras. Ambas usavam um quadra de 32 pés de comprimento.
SQUASH NO BRASIL
A primeira quadra de squash surgiu no Brasil no início do século passado nas minas de ouro de Nova Lima-MG, trazida por engenheiros ingleses. Em clube esportivo a primeira quadra surgiu no São Paulo Athletic Club na década de 30.
No final da década de 70 e início de 80, o primeiro boom do squash começou com a construção de quadras em clubes e academias de São Paulo e Rio de Janeiro. No final de 80 novas quadras foram construídas no Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais e também em Belém do Pará.
A primeira federação a ser fundada foi a Federação Paulista de Squash Rackets em 20/11/1979 . Depois veio a Federação de Squash do Rio de janeiro, fundada por filho de ingleses liderados por John Hughes . A Associação Brasileira de Squash foi fundada em 1985 tendo com seu primeiro presidente Carlos Salem.
Depois foram fundadas as federações de Minas Gerais (Marcus Guimarães e Alexandre Moreira), Paraná (Cassibo Buffara/José Baggio) e Rio Grande do Sul Luiz Augusto Borges, Marcos Bastian e Emílio Fernandes).
A Confederação Brasileira de Squash foi oficialmente fundada no dia 21 de junho de 1991 na sede do Comitê Olímpico Brasileiro com apoio do então presidente do COB André Gustavo Richer e do presidente da Confederação Brasileira de Squash Aloisio Amorim.
Hoje o squash é praticado também nos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Alagoas, Ceará, Maranhão, Goiás e Sergipe, contando com aproximadamente 35.000 praticantes e 1.000 quadras.
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