Na entrevista da semana, o ultramaratonista poços-caldense Ligeirinho conta um pouco de sua carreira e destaca dois desejos especiais, correr 500 quilômetros sem parar e dar a Volta ao Cristo por 24 horas consecutivas.
Início
“Eu, como todo menino, comecei jogando futebol. Certo dia quebrei o pé numa jogada maldosa de um garoto. Fui para casa com o pensamento de nunca mais jogar futebol em minha vida. Então passei a ter uma vida sem atividade física alguma, comecei a engordar, fiquei muito acima do peso. Na época eu morava em Campinas e comecei depois de um certo período a fazer caminhadas. Iniciei devagar, andando uns 200 metros, correndo outros 100 e assim por diante. Com estas caminhadas comecei a perder peso e logo comecei a correr. Certo dia vi um anúncio num jornal sobre a seletiva para a Corrida de São Silvestre. Eu achava que corria e me inscrevi para a prova, vi aquele mundo de corredores e perguntei para um outro competidor quem ele achava que venceria. Ele me mostrou o Genival dos Santos, que foi um dos melhores atletas do Brasil. Vi aquele magrelinho que pesava 47 quilos e disse que ele não venceria a prova, era muito magro, eu não tinha conhecimento nenhum sobre atletismo. Quando deu a largada eu corri uns 200 metros, quase morri, fui último colocado, ganhei uma medalha de último lugar. Daquele dia em diante eu coloquei em minha cabeça que nunca mais na vida seria último colocado. Daquele dia em diante comecei a treinar e participar de provas mais longas, de cinco e dez quilômetros”.
Ultramaratonas
"Não me sentia bem correndo estas distâncias, queria algo mais e foi aí que comecei a participar de maratonas e sempre completando as provas inteiro e sem sentir cansaço. Certo dia José Aparecido Garcia me chamou para correr 100 quilômetros e na época cheguei a pensar que ele estava louco pois não achava que seria possível conseguir fazer uma distância tão grande. Minha primeira prova de longa distância foi o Campeonato Sul-Amerericano de 24 horas. Terminei em sétimo lugar e desde então não parei mais de participar de provas longas e tomei gosto por este tipo de competição. Não tenho velocidade para fazer provas curtas, então meu trabalho é para ter mais resistência. Sigo uma planilha e tento correr cada vez mais e cansar cada vez menos. Tenho orientações de minha nutricinista, Dra. Isabela Moreas, e tudo é feito em equipe e não simplesmente chegar numa prova e falar que vai correr e tudo mais. Tem que ter um trabalho bem feito por trás, pois sozinho não se consegue nada”.
Preparação
“Acordo bem cedo, ainda de madrugada, corro um pouco, faço musculação na academia, depois vou trabalhar e retomo a preparação na hora do almoço, volto ao trabalho e treino novamente no período da noite, sempre seguindo o que me é passado pelo professor Zé Luiz. Sem seguir uma planilha é difícil se manter num bom nível de competição. O atleta sozinho não tem como pensar e agir. Precisa de alguém que oriente e ele executa o que for definido. O meu treinamentohoje visa corrigir falhas de anos anteriores. São cinco profissionais que montam toda a programação antes de eu entrar numa prova de longa distância. Hoje posso dizer que sou o atleta mais bem assessorado de Poços de Caldas e tenho a melhor condição de treinamento devido a minha equipe multidisciplinar. Nos treinamentos diários chego a correr 30 quilômetros e por mês cerca de 900 quilômetros”.
Avaliação
"Não sou melhor que ninguém, mas me vejo hoje melhor preparado que muitos atletas. Claro que existem atletas melhores que eu porém menos preparados, e o que manda hoje é a preparação. Um atleta bem preparado será sempre um competidor de ponta e conquistará bons resultados. É preciso estar tudo em ordem, desde os treinamentos até alimentação e assim não tem como não se destacar entre os demais. Hoje sou o único atleta amador que consegue correr de igual para igual com os profissionais e posso dizer que meu nível é altíssimo. Mas não é por isso que posso relaxar, tenho que treinar cada vez mais e buscar sempre manter este nível elevado. Como eu vivo do meu trabalho preciso treinar mais que um atleta profissional para me manter ao nível deles”.
Vitórias
“Fui primeiro colocado no ranking brasileiro em 2000, campeão das 24 horas de Goiânia, onde sou recordista, bicampeão da Brasil 135, terceiro colocado na Volta da Ilha de Florianópolis, sétimo colocado numa prova disputada na Itália, terceiro colocado nas 24 horas de Salvador, sexto colocado no campeonato sul-americano, detentor do recorde mineiro de 24 horas, enfim, uma série de bons resultados conquistados ao longo de uma carreira vitoriosa”.
BR 135
Esta prova é especial e tive uma boa equipe me apoiando durante este título importante. Saímos de Poços de Caldas em oito pessoas (Adriano, José Aparecido Garcia, Romevaldo, Rovilson, Dr. Mário, Rondinelli e Zé Luiz). Esta equipe preparou tudo para meu sucesso na prova. Utilizei quatro paces (corredor de apoio que faz o percurso junto ao atleta passando informações e alimentação durante toda a prova). Cada pace correu comigo cerca de 20 km e depois era trocado. Esses corredores precisam estar bem preparados para me ajudar o máximo possível durante a competição".
Próximos passos
“Quero agora quebrar meu recorde pessoal de 24 horas que atualmente é de 204 km. Pretendo atingir essa marca ainda este ano e sempre busco melhorar, quebrar barreiras. Tenho um sonho de correr 500 quilômetros direto e uma outra meta que ainda quero realizar é subir o morro do Cristo de Poços de Caldas 24 horas sem parar. Já tentei uma vez e não consegui mas é um projeto que vou levar em frente. Não é impossível e quero fazer para deixar um recorde a ser batido nas próximas gerações”.
Falta apoio
“Acho que se hoje eu vivesse em São Paulo ou Rio teria mais apoio. Nossa região é menor e por isso os apoios são mais escassos. Poços é uma cidade bem desenvolvida e com grandes empresas mas não tem muito interesse pelo esporte amador, como o atletismo, a ultramaratona. O pessoal procura mais os esportes de ponta, como futebolo e infelizmente ficamos para trás. Se existisse um apoio eu tenho certeza de que seria campeão mundial. Sou um representante de Poços que já levou o nome da cidade para muitos lugares mas na hora de fechar um bom apoio sempre fico em segundo plano”.
Família
“Sou um cara privilegiado. Minha família me apóia e por isso tenho que saber dividir o Ligeirinho do Adilson. Dentro de casa tenho que me dedicar aos filhos, pai, mãe e esposa. Em primeiro lugar temos que amar a família, estar junto para poder receber alguma coisa de bom. Se você tiver algum problema no campo familiar não consegue treinar e eu graças a Deus tenho o apoio de meus familiares, meus amigos me apóiam e isso é muito gratificante”.
Agradecimentos
“Só tenho a agradecer meu treinador, o professor André Luiz, responsável pela minha preparação e treinos de musculação, ao meu técnico, professor José Luiz Azevedo, à nutricionista Isabela Moraes, ao Dr. Mário Roberto, Francisco Rondinelli, minha esposa Vanda, minhas filhas, meus pais e a Deus que me dá saúde para buscar novos horizontes dentro do esporte. Agradeço ainda meus patrocinadores que acreditam em mim."
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Atletas de Poços conquistam primeiras medalhas do ano
A temporada de tênis de mesa começou para valer. No último final de semana, os mesatenistas José Antônio Villas Boas, Lucas Villas Boas e Adriano Cagnani estiveram na cidade paulista de Piracicaba onde foi disputada a competição da Liga Paulista com os melhores atletas do interior de São Paulo e também da capital paulista. O melhor resultado de Poços de Caldas foi conquistado por Lucas, vice-campeão na categoria infantil. José Antônio ficou na quarta colocação entre os veteranos enquanto que Adriano foi sexto colocado na categoria adulto. Eles voltam a Piracicaba no final de fevereiro para participarem da mesma competição. Segundo José Antônio Villas Boas, existe a possibilidade de levar mais representantes de Poços de Caldas ao evento. A equipe contou com apoio do Boticário e os treinos, gratuitos, são realizados todas as terças e quintas no Chico Rei Clube a partir das 19h.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
CAÇA ÀS BRUXAS
Está aberta a semana de críticas ao time da Caldense. A derrota em Juiz de Fora provocou o sentimento de caça às bruxas.
Neste momento o trabalho de Alemão é contestado, a qualidade do elenco é contestada, o longo tempo de treinamento do time é contestado, enfim, o culpado tem que aparecer e ter sua cabeça cortada o mais rápido possível.
Criticar nesta hora é fácil. O time vem de um resultado vexatório. Só que a derrota em Juiz de Fora pode resultar positivamente para a equipe, mexendo com os brios e acelerando a vontade de buscar uma volta por cima contra o Cruzeiro.
Uma vitória diante do todo poderoso de BH pode mudar o astral e o rumo do time dentro do campeonato.
Quem não se lembra de 2007, ano do rebaixamento. No começo daquela competição a Caldense chegou a liderar o Estadual. Venceu sua primeira partida, derrotou o América Mineiro, empatou com o Atlético e estava tudo maravilhoso. Só que na reta final o time desandou e deu no que deu. Este ano o time não consegue bons resultados nas primeiras rodadas, mas tem tempo para se recuperar. Nem sempre começar vencendo é sinal de que fará uma boa competição e vice-versa.
Vamos aguardar. Ontem Alex Joaquim me disse que o clima da equipe está na maior tranquilidade. Não sei se é verdade, pois o lateral Chiquinho foi dispensado. Deve ter um sinal de alerta ligado e algo me diz que contra o Cruzeiro sai a primeira vitória da Veterana na competição.
Copa Campeão dos Campeões
Terminou na última sexta-feira a Copa Campeão dos Campeões. A Caldense foi merecidamente campeã. O Atlético Rosário tentou impedir a decisão alegando irregularidades com o time verde e branco. Vejo a coisa da seguinte maneira: se você suspeita ou tem provas de que algo está errado, por que não denunciar antes de jogar? É estranho jogar contra um time e denunciá-lo por irregularidade no dia seguinte.
O jogo final foi realizado à noite, mas teve pouca presença de autoridades, para não dizer que quase nenhuma prestigiou a primeira decisão da LPF no ano.
Neste momento o trabalho de Alemão é contestado, a qualidade do elenco é contestada, o longo tempo de treinamento do time é contestado, enfim, o culpado tem que aparecer e ter sua cabeça cortada o mais rápido possível.
Criticar nesta hora é fácil. O time vem de um resultado vexatório. Só que a derrota em Juiz de Fora pode resultar positivamente para a equipe, mexendo com os brios e acelerando a vontade de buscar uma volta por cima contra o Cruzeiro.
Uma vitória diante do todo poderoso de BH pode mudar o astral e o rumo do time dentro do campeonato.
Quem não se lembra de 2007, ano do rebaixamento. No começo daquela competição a Caldense chegou a liderar o Estadual. Venceu sua primeira partida, derrotou o América Mineiro, empatou com o Atlético e estava tudo maravilhoso. Só que na reta final o time desandou e deu no que deu. Este ano o time não consegue bons resultados nas primeiras rodadas, mas tem tempo para se recuperar. Nem sempre começar vencendo é sinal de que fará uma boa competição e vice-versa.
Vamos aguardar. Ontem Alex Joaquim me disse que o clima da equipe está na maior tranquilidade. Não sei se é verdade, pois o lateral Chiquinho foi dispensado. Deve ter um sinal de alerta ligado e algo me diz que contra o Cruzeiro sai a primeira vitória da Veterana na competição.
Copa Campeão dos Campeões
Terminou na última sexta-feira a Copa Campeão dos Campeões. A Caldense foi merecidamente campeã. O Atlético Rosário tentou impedir a decisão alegando irregularidades com o time verde e branco. Vejo a coisa da seguinte maneira: se você suspeita ou tem provas de que algo está errado, por que não denunciar antes de jogar? É estranho jogar contra um time e denunciá-lo por irregularidade no dia seguinte.
O jogo final foi realizado à noite, mas teve pouca presença de autoridades, para não dizer que quase nenhuma prestigiou a primeira decisão da LPF no ano.
Projeto Guarda Campeã ajuda vítimas do Haiti
O Projeto Guarda Campeã, através do instrutor de jiu-jitsu Betinho, com apoio dos guardas municipais, agentes penitenciários e ainda da Polícia Civil, arrecadou vários donativos para atender as vítimas do terremoto no Haiti, que serão entregues ao Sindicatos dos Professores de Poços de Caldas na próxima sexta-feira. Posteriormente serão encaminhados aquele país. “Conversei com os alunos de jiu-jitsu durante os treinos e resolvemos abraçar a causa e conseguimos doações dos próprios agentes penitenciários, policiais civis e dos alunos policiais da Guarda e conseguimos uma boa arrecadação”, disse Betinho, que contou com o apoio fundamental do diretor Bastos, da Guarda Municipal, e do ispetor Robert, além do professor Anderson. Segundo Betinho, ainda tem mais donativos que devem chegar em breve às vítimas do terremoto. Apesar de ser uma iniciativa isolada dos guardas, agentes e policiais quem quiser ajudar pode levar seu donativo na sede de Guarda Municipal até o final desta semana. O projeto Guarda Campeã foi feito em parceria com o Sindicato dos Professores, que foi o idealizador através da professora Luciana.
Para o agente penitenciário Emerson Melo, é possível tirar várias lições com um gesto de solidariedade como este. “Tudo foi muito proveitoso, todos colaboraram com a gente e queremos ampliar este tipo de movimento para ajudar mais pessoas em dificuldades. O resultado desta campanha nos deixou muito contentes”, disse ele.
Para o agente penitenciário Emerson Melo, é possível tirar várias lições com um gesto de solidariedade como este. “Tudo foi muito proveitoso, todos colaboraram com a gente e queremos ampliar este tipo de movimento para ajudar mais pessoas em dificuldades. O resultado desta campanha nos deixou muito contentes”, disse ele.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Falar é fácil. E as provas?????
Alguns comentários no blog do Chico Maia, jornalista de Sete Lagoas, denigrem a imagem da Caldense e da imprensa de Poços de Caldas. Lí alguns destes comentários que são feitos sem a mínima preocupação com ética e muitos deles movidos por pessoas que têm intesses internos com o Vulcão. Provas sobre os fatos também náo existem
Não sei dos bastidores da Caldense. O que sei é que dentro de campo o time não está bem e me limito divulgar apenas isto. Em relação ao Mantiqueira não divulgar nada do Vulcão, nada tem a ver com dinheiro vindo dos bastidores da Caldense. O que acontece é de conhecimento de todos. Um dirigente que gosta de aparecer veio ao jornal me ameaçar de morte. Depois o jornal procurou o presidente Fernando Galã e mais recentemente Tiago Granato tentando uma aproximação para uma possível cobertura mais os dois demonstraram que não precisam do jornal para divulgar sua equipe. O jornal decidiu que não vai colocar profissionais para cobrir jogo de segunda divisão e ainda ser insultado por algumas pessoas que se misturam à torcida e ofendem os profissionais o tempo todo. Eu, como repórter esportivo responsável pelas coberturas dos campeonatos em Poços de Caldas não me vendo nem para a Caldense e muito menos para o Vulcão, que anda sem dinheiro para montar time e precisa apelar para parcerias com times de fora. Quem lê minhas materias sabe que profissionalismo não me falta para cobrir tanto Caldense como Vulcão. O que não admito e tenho o apoio do jornal é ser ofendido por pessoas que não possuem moral alguma na cidade e que se fazem de vítimas e pobres coitados.
Não sei dos bastidores da Caldense. O que sei é que dentro de campo o time não está bem e me limito divulgar apenas isto. Em relação ao Mantiqueira não divulgar nada do Vulcão, nada tem a ver com dinheiro vindo dos bastidores da Caldense. O que acontece é de conhecimento de todos. Um dirigente que gosta de aparecer veio ao jornal me ameaçar de morte. Depois o jornal procurou o presidente Fernando Galã e mais recentemente Tiago Granato tentando uma aproximação para uma possível cobertura mais os dois demonstraram que não precisam do jornal para divulgar sua equipe. O jornal decidiu que não vai colocar profissionais para cobrir jogo de segunda divisão e ainda ser insultado por algumas pessoas que se misturam à torcida e ofendem os profissionais o tempo todo. Eu, como repórter esportivo responsável pelas coberturas dos campeonatos em Poços de Caldas não me vendo nem para a Caldense e muito menos para o Vulcão, que anda sem dinheiro para montar time e precisa apelar para parcerias com times de fora. Quem lê minhas materias sabe que profissionalismo não me falta para cobrir tanto Caldense como Vulcão. O que não admito e tenho o apoio do jornal é ser ofendido por pessoas que não possuem moral alguma na cidade e que se fazem de vítimas e pobres coitados.
Caldense é goleada em Juiz de Fora
Num jogo com um Tupi arrasador e uma Caldense acuada o resultado não poderia ser outro: goleada. O time de Juiz de fora não deu chances para a Caldense e venceu por 5x1 com show do atacante Adenilson que balançou as redes três vezes.
A Caldense não apresentou nem sombra do bom futebol das duas primeiras rodadas. Desde o início o time da casa era superior. A Caldense até levar o primeiro gol tentava jogar de igual para igual, mas a tarde não era das melhores para o time de Alemão.
Peças importantes como Ranieri, Ewerton Maradona e Waldery não estavam bem no jogo. O atacante Tiago Pereira não era feliz nas finalizações.
Para construir o marcador elástico, o time da casa, além da inspiração do atacante Ademilson, que assumiu a ponta da disputa pela artilharia do Estadual contou com os gols do zagueiro Marcelinho e o centroavante Ian, que entrou no decorrer da partida. O lateral-esquerdo Raniery descontou para a Veterana marcando o primeiro gol do time no Campeonato Mineiro.
A partida começou com um forte calor. Mais acostumado com a temperatura o Tupi foi logo partindo para o ataque. Aos 4 minutos, o lateral-direito Henrique fez bela jogada e cruzou para Ademilson. Ele dividiu com o goleiro Leandro Lopes, a bola pingou na pequena área, mas a zaga da Veterana afastou.
Aos oito minutos a Caldense teve grande chance em cobrança de falta de Ranieri. A bola passou muito perto do gol de Eládio.
O primeiro gol do Tupi surgiu após cobrança de falta e desatenção da zaga verde e branco. Gedeon fez cruzamento na medida para Marcelinho de mandou para o fundo das redes sem chances para o goleiro Leandro.
Mesmo em desvantagem no placar a Caldense cresceu e criou boas chances para empatar mas novamente esbarrou na falta de pontaria.
Aos 22 minutos falha incrível da equipe que perdeu a bola no meio de campo para Michel que tocou uma bola perfeira para Adenilson que chutou por cima do goleiro e marcou o segundo do time da casa. O abatimento na Caldense foi visível. A zaga que não havia levado gols tinha sido vazada duas vezes.
Empolgado, o Tupi foi com tudo para o ataque e passou a dar espaços para a Caldense, que acabou aproveitando a deixa e marcou seu gol de honra. Ranieri cobrou falta, a bola desviou e enganou o goleiro do Tupi: 2x1.
Depois do gol a Caldense viveu seu melhor momento na partida. O panorama do confronto mudou e a equipe de Poços de Caldas foi com tudo ao ataque em busca do empate que parecia possível. Depois de algumas chances desperdiçadas o primeiro tempo acabou equilibrado e o Tupi chegou a ser vaiado por sua torcida quando deixava o campo.
No segundo tempo veio a pane total na Caldense. O time, que fez bom jogo no primeiro tempo teve um grande prejuízo com a expulsão de Mateus logo aos oito minutos. Daí por diante a Caldense ficou fragilizada e com pouca coisa a fazer na partida. E o Tupi foi impiedoso, aproveitou-se muito bem da situação.
Aos 20 minutos, depois de um cobrança de escanteio no ataque, Gedeon achou Ian, que acabara de entrar no jogo no lugar de Róbson, sozinho no meio da zaga da Caldense. Ele dominou, driblou o goleiro Leandro Lopes e tocou para o gol vazio, fazendo 3 a 1. Um minuto depois, em contra-ataque rápido, Henrique foi à linha de fundo e cruzou para Ademilson desviar no primeiro pau e ampliar o marcador para 4 a 1.
A Caldense, na base da raça cresceu no jogo e tentou ainda ameaçar o gol do Tupi. Nenê Miranda ainda perdeu boa chance mas Eládio salvou a equipe da casa que ainda marcou mais um gol novamente com Adenilson.
Para Alex Joaquim nada está perdido. “A Caldense é um time de homens e vai se recuperar ao longo do campeonato. Perdemos hoje para o Tupi mas vamos dar a volta por cima na competição”, disse ele em entrevistas depois da partida.
A Caldense, atual nona colocada do Mineiro, com 2 pontos, recebe o Cruzeiro, no próximo sábado, às 16h no Ronaldão.
A Caldense não apresentou nem sombra do bom futebol das duas primeiras rodadas. Desde o início o time da casa era superior. A Caldense até levar o primeiro gol tentava jogar de igual para igual, mas a tarde não era das melhores para o time de Alemão.
Peças importantes como Ranieri, Ewerton Maradona e Waldery não estavam bem no jogo. O atacante Tiago Pereira não era feliz nas finalizações.
Para construir o marcador elástico, o time da casa, além da inspiração do atacante Ademilson, que assumiu a ponta da disputa pela artilharia do Estadual contou com os gols do zagueiro Marcelinho e o centroavante Ian, que entrou no decorrer da partida. O lateral-esquerdo Raniery descontou para a Veterana marcando o primeiro gol do time no Campeonato Mineiro.
A partida começou com um forte calor. Mais acostumado com a temperatura o Tupi foi logo partindo para o ataque. Aos 4 minutos, o lateral-direito Henrique fez bela jogada e cruzou para Ademilson. Ele dividiu com o goleiro Leandro Lopes, a bola pingou na pequena área, mas a zaga da Veterana afastou.
Aos oito minutos a Caldense teve grande chance em cobrança de falta de Ranieri. A bola passou muito perto do gol de Eládio.
O primeiro gol do Tupi surgiu após cobrança de falta e desatenção da zaga verde e branco. Gedeon fez cruzamento na medida para Marcelinho de mandou para o fundo das redes sem chances para o goleiro Leandro.
Mesmo em desvantagem no placar a Caldense cresceu e criou boas chances para empatar mas novamente esbarrou na falta de pontaria.
Aos 22 minutos falha incrível da equipe que perdeu a bola no meio de campo para Michel que tocou uma bola perfeira para Adenilson que chutou por cima do goleiro e marcou o segundo do time da casa. O abatimento na Caldense foi visível. A zaga que não havia levado gols tinha sido vazada duas vezes.
Empolgado, o Tupi foi com tudo para o ataque e passou a dar espaços para a Caldense, que acabou aproveitando a deixa e marcou seu gol de honra. Ranieri cobrou falta, a bola desviou e enganou o goleiro do Tupi: 2x1.
Depois do gol a Caldense viveu seu melhor momento na partida. O panorama do confronto mudou e a equipe de Poços de Caldas foi com tudo ao ataque em busca do empate que parecia possível. Depois de algumas chances desperdiçadas o primeiro tempo acabou equilibrado e o Tupi chegou a ser vaiado por sua torcida quando deixava o campo.
No segundo tempo veio a pane total na Caldense. O time, que fez bom jogo no primeiro tempo teve um grande prejuízo com a expulsão de Mateus logo aos oito minutos. Daí por diante a Caldense ficou fragilizada e com pouca coisa a fazer na partida. E o Tupi foi impiedoso, aproveitou-se muito bem da situação.
Aos 20 minutos, depois de um cobrança de escanteio no ataque, Gedeon achou Ian, que acabara de entrar no jogo no lugar de Róbson, sozinho no meio da zaga da Caldense. Ele dominou, driblou o goleiro Leandro Lopes e tocou para o gol vazio, fazendo 3 a 1. Um minuto depois, em contra-ataque rápido, Henrique foi à linha de fundo e cruzou para Ademilson desviar no primeiro pau e ampliar o marcador para 4 a 1.
A Caldense, na base da raça cresceu no jogo e tentou ainda ameaçar o gol do Tupi. Nenê Miranda ainda perdeu boa chance mas Eládio salvou a equipe da casa que ainda marcou mais um gol novamente com Adenilson.
Para Alex Joaquim nada está perdido. “A Caldense é um time de homens e vai se recuperar ao longo do campeonato. Perdemos hoje para o Tupi mas vamos dar a volta por cima na competição”, disse ele em entrevistas depois da partida.
A Caldense, atual nona colocada do Mineiro, com 2 pontos, recebe o Cruzeiro, no próximo sábado, às 16h no Ronaldão.
Lama Verde é campeã do futsal master
Foi encerrado na noite da última sexta-feira, nas dependências da Associação Atlética Caldense, o torneio de futsal master que levou o nome de José Roberto de Melo Guerra, o Rubita. O torneio teve seu início dia 20 de novembro com seis equipes e depois de uma parada no final do ano a decisão aconteceu com as equipes Lama Verde e Camisa 12. A Lama Verde venceu o jogo final por 4x2 é sagrou-se campeã. “Este campeonato é muito aguardado aqui no clube e este ano tivemos a felicidade de homenagear o Rubita, um dos ícones do futsal da Caldense”, disse Wagner, coordenador de esporte especializado. Para Valdir Avelino, diretor do futsal master da Caldense, o evento cresce a cada ano e a tendência é de que as próximas competições tenham mais equipes.
Familiares de Rubita estiveram na final da competição. O pai do ex-treinador e atleta Rubio M. Guerra comentou a homenagem ao filho que morreu há 10 anos. “Fico muito satisfeito com essa homenagem, não tem como não ficar emocionado, o Rubita foi um dos grandes incentivadores do futsal da Caldense e de Poços de Caldas e tem uma longa história dentro desta modalidade na cidade. Em casa é esporte desde cedo até à noite”, disse Rúbio. Outro representante da família, o irmão Luiz Tadeu de Melo Guerra, destacou a ligação da imagem de Rubita ao futsal. “Foi um cara que lutou pelo esporte, jogou, foi treinador, incentivou muitos garotos na cidade, trouxe muitos títulos para Poços e essa lembrança é muito justa e nos deixa muito felizes”, disse Luiz Tadeu, que lamenta a falta de apoio ao futsal de Poços de Caldas. “Temos bons valores e falta um incentivo, infelizmente perdemos alguns talentos por isso”, disse ele.
Familiares de Rubita estiveram na final da competição. O pai do ex-treinador e atleta Rubio M. Guerra comentou a homenagem ao filho que morreu há 10 anos. “Fico muito satisfeito com essa homenagem, não tem como não ficar emocionado, o Rubita foi um dos grandes incentivadores do futsal da Caldense e de Poços de Caldas e tem uma longa história dentro desta modalidade na cidade. Em casa é esporte desde cedo até à noite”, disse Rúbio. Outro representante da família, o irmão Luiz Tadeu de Melo Guerra, destacou a ligação da imagem de Rubita ao futsal. “Foi um cara que lutou pelo esporte, jogou, foi treinador, incentivou muitos garotos na cidade, trouxe muitos títulos para Poços e essa lembrança é muito justa e nos deixa muito felizes”, disse Luiz Tadeu, que lamenta a falta de apoio ao futsal de Poços de Caldas. “Temos bons valores e falta um incentivo, infelizmente perdemos alguns talentos por isso”, disse ele.
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