Depois de perder duas finais nos pênaltis, o Flamengo da Cascatinha conquistou na tarde de ontem, o Campeonato Master Laércio Otávio Martins, da LPF,. E a conquista veio justamente numa decisão de penalidades máximas. O jogo no tempo normal terminou empatado em 1x1. Nos pênaltis, o Flamengo derrotou o Grêmio por 5x4.
O Flamengo começou a partida com Neneca, Paulinho, Chifrinho, Eduardo, e Duda. Mendonça, Marrafon e Edmar. Ubilar, Biraba e Marião. O Grêmio entrou em campo com João Carlos, Nenê, Vanil, Bertozzi e David. Marcinho, Rija e Ronaldo. Magnaldo, Lê e Salomão.
A cerimônia de premiação contou com presenças do Secretário de Esportes, Lelo e do empresário Laércio Martins, que batizou a competição. “Quero parabenizar todas as equipes que participaram deste campeonato, agradeço a Liga pela lembrança do meu nome. Procuro sempre estar do lado do futebol e, estar aqui hoje, premiado os campeões desta competição tão empolgante, me deixa muito feliz”, disse Laércio Martins.
Herói das cobranças de pênalti, quando fez uma defesa e marcou um dos gols, Neneca novamente exaltou a união do Flamengo na conquista do título. “Estou sentindo uma alegria muito grande, não tem muito o que falar deste grupo que merecidamente é campeão. O Flamengo é uma família. É muito bom jogar neste time”, disse o goleiro campeão.
Em meio as comemorações, Edinho, do Flamengo fez um desabafo. Para ele faltou valorizar mais os campeões, reclamando a falta de medalhas para os finalistas.
“O campeonato é muito longo, com quase quatro meses de disputas e agora, somos campeões sem medalha. Acho que campeão tem que ter medalha. Quero aproveitar o espaço e cobrar o Ceará para valorizar mais os finalistas. A gente merece a medalha por tudo que passou durante o campeonato", lamentou Edinho. A reportagem procurou Ceará, que acabou respondendo ao jogador do Flamengo. “No meu entendimento, medalha é para categoria de base, mirim, infantil. As pessoas querem colocar defeito onde não existe. O Edinho está no seu direito em reclamar, mas no dia do arbitral já havia sido avisado que o Master não teria medalhas. Agora, se o Edinho está insatisfeito, não posso fazer nada.”, respondeu Ceará.
O trio de arbitragem da final foi composto pelo árbitro Cássio André Ferreira, auxliado Paulo Donizete Borges e Paulo Sérgio Mazuque. A mesária do jogo foi Luci Mara Siqueira.
domingo, 3 de julho de 2011
Ex-campeão sul-americano, empresário comenta sobre os rumos do bicicross
Empresário do ramo de suplementos alimentares, Juliano Fernandes Moreno já foi um apaixonado praticante do bicicross, tendo inclusive conquistado prêmios internacionais. Atualmente, o proprietário da Neo Nutri acompanha a modalidade ao lado filho Vitório A. Moreno e da mãe Terezinha, presidente do Clube de Bicicross Poços de Caldas.
Em entrevista ao Mantiqueira ele conta do seu início no esporte e como ele vê a modalidade hoje em Poços e no Brasil.
Mantiqueira - Sua ligação com o bicicross começou quando?
Juliano Fernandes Moreno - Aos 8 anos de idade eu já era completamente apaixonado por este esporte. Ganhei uma bicicleta de bicicross, um presente bastante comum naquela época. Poços era uma cidade privilegiada por ter no parque municipal uma pista para treinamentos. Me enturmei com os outros meninos que frequentavam o local, comecei a treinar e posteriormente a participar de competições.
Mantiqueira - E como foi seu desempenho nas competições na época de piloto?
Juliano - Tive oportunidade de participar de inúmeras competições importantes. Levava o bicicross muito a sério e este esporte acabou me conduzindo para realizar um trabalho voltado aos bons resultados. Tive boas oportunidades de disputar competições tanto no Brasil quanto no exterior, conquistei alguns títulos importantes, como o de campeão paulista, mineiro e sul-americano. Estes resultados vieram graças a um treinamento adequado.
Mantiqueira – Em quais países você teve a chance de competir?
Juliano - Disputei campeonatos na Colômbia, Estados Unidos, entre outros. A competição mais importante para mim foi o Mundial. Disputei de forma séria mesmo até 1997, quando estava no meu auge, havia acabado de ser campeão sul-americano e fazia parte da principal categoria do bicicross, que é a elite, chamada de Fórmula 1 do bicicross, onde estavam os melhores do mundo e em meio a isto tudo resolvi parar. Foi nesta época que comecei a trabalhar e estudar e não foi possível conciliar estudo, trabalho e esporte. Se fosse para continuar no bicicross tinha que ser para valer, com treinamentos de alto nível e trabalhando e estudando não dava. Fazer esporte por fazer não era meu interesse e por esta razão abandonei as pistas.
Mantiqueira - Naquela época como era o apoio para o esporte especializado no Brasil?
Juliano - O que tenho para falar sobre apoio para o esporte de uma maneira geral é que no Brasil existe uma deficiência muito grande por parte de empresas privadas e do setor público. Eu costuma dizer que o Brasil é o país do futebol mas não do esporte. Infelizmente, por isso, várias modalidades esportivas e atletas sofrem com a falta de incentivos. Na minha época de atleta não era diferente da situação de hoje, mas a gente batalhava muito. A Frigonossa na época foi uma grande apoiadora nossa, ajudou bastante para que pudéssemos ir para várias viagens. Ainda tínhamos o apoio da Secretaria Municipal de Esportes, que sempre esteve ao lado do bicicross de Poços de Caldas.
Mantiqueira - O tempo passou e você hoje é um empresário muito bem sucedido. Com a experiência e visão que você tem facilita estar ao lado do esporte?
Juliano - Eu resgatei a vontade e a disposição para o bicicross com a introdução do meu filho, Juliano A. Moreno, na modalidade. Ele começou a competir este ano e acabou me despertando novamente para ajudar a modalidade. O Clube de Bicicross Poços de Caldas estava precisando de alguns ajustes e incentivos para conseguir retomar os tempos áureos. Por eu ser um empresário do ramo de suplementos alimentares, que é ligado ao esporte, busquei ajudar a resgatar todo este trabalho e dar condições aos pilotos da cidade para disputar algumas etapas e provas de campeonatos regionais.
Mantiqueira - E a parte estrutural para o bicicross da cidade? Você tem acompanhado de perto os problemas enfrentados para treinamentos com a pista do parque em reforma?
Juliano - Realmente hoje está complicado treinar por causa da reforma da pista. Mas esta dificuldade é provisória, e logo teremos uma pista ainda melhor da que tínhamos antes. A nova pista será maior, melhor e mais estruturada, enquanto isto os meninos se viram como podem, mas em minha visão a recompensa depois será maior. Os pilotos hoje estão sentindo falta de um local para treinar e a gente tem que buscar alternativas, muitas vezes desconfortáveis. Eles treinam na rua, sobem montanhas e morros, buscam terrenos para rampas improvisadas.
Mantiqueira - Você acompanha de perto todo este trabalho?
Juliano - Estou bastante envolvido com o bicicross de Poços. O Bicicross Poços Clube é presidido pela minha mãe Terezinha, que assumiu recentemente e quer ajudar a modalidade a atingir os níveis do passado. Estou junto com ela para ajudar no que for possível.
Mantiqueira - Qual a mentalidade do Bicicross Poços Clube hoje?
Juliano - O Bicicross Poços Clube foi fundado há aproximadamente 20 anos e procuramos manter a estrutura que já existia. A nova diretoria que assume em poucos dias está tentando colocar a casa em ordem, ajustar todas as lacunas, os ponteiros que estavam deficientes.
Mantiqueira - A nova diretoria encontrou muitos problemas?
Juliano - Na verdade encontramos muitas questões burocráticas para resolver. Por se tratar de uma empresa, existe uma constituição jurídica, com balanços, balancetes, prestação de contas e isto realmente precisou ser ajustado.
Mantiqueira - Hoje, como você tem visto o bicicross brasileiro?
Juliano - Poços de Caldas é celeiro de pilotos de nível mundial. Temos hoje o Renato Rezende, campeão mundial e que atualmente está na Suíça, com grandes chances de representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres e do Rio. O Renatinho é espelho para a maioria meninos de Poços e outros talentos devem surgir na cidade.
Mantiqueira - Como você vê a importância do esporte para as novas gerações?
Juliano - Eu comecei muito cedo e falo por experiência própria que o esporte faz a diferença na vida das pessoas. Tive colegas que não se enveredaram para esporte nenhum e consequentemente não tiveram uma vida tão saudável, não tiveram hábitos alimentares, atividade física. Alguns foram para outros caminhos e tudo isto não faz bem para a saúde. Meu apoio é para que esta molecada pratique esporte, encontre nele um caminho saudável, seja em qual modalidade for.
Em entrevista ao Mantiqueira ele conta do seu início no esporte e como ele vê a modalidade hoje em Poços e no Brasil.
Mantiqueira - Sua ligação com o bicicross começou quando?
Juliano Fernandes Moreno - Aos 8 anos de idade eu já era completamente apaixonado por este esporte. Ganhei uma bicicleta de bicicross, um presente bastante comum naquela época. Poços era uma cidade privilegiada por ter no parque municipal uma pista para treinamentos. Me enturmei com os outros meninos que frequentavam o local, comecei a treinar e posteriormente a participar de competições.
Mantiqueira - E como foi seu desempenho nas competições na época de piloto?
Juliano - Tive oportunidade de participar de inúmeras competições importantes. Levava o bicicross muito a sério e este esporte acabou me conduzindo para realizar um trabalho voltado aos bons resultados. Tive boas oportunidades de disputar competições tanto no Brasil quanto no exterior, conquistei alguns títulos importantes, como o de campeão paulista, mineiro e sul-americano. Estes resultados vieram graças a um treinamento adequado.
Mantiqueira – Em quais países você teve a chance de competir?
Juliano - Disputei campeonatos na Colômbia, Estados Unidos, entre outros. A competição mais importante para mim foi o Mundial. Disputei de forma séria mesmo até 1997, quando estava no meu auge, havia acabado de ser campeão sul-americano e fazia parte da principal categoria do bicicross, que é a elite, chamada de Fórmula 1 do bicicross, onde estavam os melhores do mundo e em meio a isto tudo resolvi parar. Foi nesta época que comecei a trabalhar e estudar e não foi possível conciliar estudo, trabalho e esporte. Se fosse para continuar no bicicross tinha que ser para valer, com treinamentos de alto nível e trabalhando e estudando não dava. Fazer esporte por fazer não era meu interesse e por esta razão abandonei as pistas.
Mantiqueira - Naquela época como era o apoio para o esporte especializado no Brasil?
Juliano - O que tenho para falar sobre apoio para o esporte de uma maneira geral é que no Brasil existe uma deficiência muito grande por parte de empresas privadas e do setor público. Eu costuma dizer que o Brasil é o país do futebol mas não do esporte. Infelizmente, por isso, várias modalidades esportivas e atletas sofrem com a falta de incentivos. Na minha época de atleta não era diferente da situação de hoje, mas a gente batalhava muito. A Frigonossa na época foi uma grande apoiadora nossa, ajudou bastante para que pudéssemos ir para várias viagens. Ainda tínhamos o apoio da Secretaria Municipal de Esportes, que sempre esteve ao lado do bicicross de Poços de Caldas.
Mantiqueira - O tempo passou e você hoje é um empresário muito bem sucedido. Com a experiência e visão que você tem facilita estar ao lado do esporte?
Juliano - Eu resgatei a vontade e a disposição para o bicicross com a introdução do meu filho, Juliano A. Moreno, na modalidade. Ele começou a competir este ano e acabou me despertando novamente para ajudar a modalidade. O Clube de Bicicross Poços de Caldas estava precisando de alguns ajustes e incentivos para conseguir retomar os tempos áureos. Por eu ser um empresário do ramo de suplementos alimentares, que é ligado ao esporte, busquei ajudar a resgatar todo este trabalho e dar condições aos pilotos da cidade para disputar algumas etapas e provas de campeonatos regionais.
Mantiqueira - E a parte estrutural para o bicicross da cidade? Você tem acompanhado de perto os problemas enfrentados para treinamentos com a pista do parque em reforma?
Juliano - Realmente hoje está complicado treinar por causa da reforma da pista. Mas esta dificuldade é provisória, e logo teremos uma pista ainda melhor da que tínhamos antes. A nova pista será maior, melhor e mais estruturada, enquanto isto os meninos se viram como podem, mas em minha visão a recompensa depois será maior. Os pilotos hoje estão sentindo falta de um local para treinar e a gente tem que buscar alternativas, muitas vezes desconfortáveis. Eles treinam na rua, sobem montanhas e morros, buscam terrenos para rampas improvisadas.
Mantiqueira - Você acompanha de perto todo este trabalho?
Juliano - Estou bastante envolvido com o bicicross de Poços. O Bicicross Poços Clube é presidido pela minha mãe Terezinha, que assumiu recentemente e quer ajudar a modalidade a atingir os níveis do passado. Estou junto com ela para ajudar no que for possível.
Mantiqueira - Qual a mentalidade do Bicicross Poços Clube hoje?
Juliano - O Bicicross Poços Clube foi fundado há aproximadamente 20 anos e procuramos manter a estrutura que já existia. A nova diretoria que assume em poucos dias está tentando colocar a casa em ordem, ajustar todas as lacunas, os ponteiros que estavam deficientes.
Mantiqueira - A nova diretoria encontrou muitos problemas?
Juliano - Na verdade encontramos muitas questões burocráticas para resolver. Por se tratar de uma empresa, existe uma constituição jurídica, com balanços, balancetes, prestação de contas e isto realmente precisou ser ajustado.
Mantiqueira - Hoje, como você tem visto o bicicross brasileiro?
Juliano - Poços de Caldas é celeiro de pilotos de nível mundial. Temos hoje o Renato Rezende, campeão mundial e que atualmente está na Suíça, com grandes chances de representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres e do Rio. O Renatinho é espelho para a maioria meninos de Poços e outros talentos devem surgir na cidade.
Mantiqueira - Como você vê a importância do esporte para as novas gerações?
Juliano - Eu comecei muito cedo e falo por experiência própria que o esporte faz a diferença na vida das pessoas. Tive colegas que não se enveredaram para esporte nenhum e consequentemente não tiveram uma vida tão saudável, não tiveram hábitos alimentares, atividade física. Alguns foram para outros caminhos e tudo isto não faz bem para a saúde. Meu apoio é para que esta molecada pratique esporte, encontre nele um caminho saudável, seja em qual modalidade for.
Escolinha Zico 10/Coopoços fecha parceria com fornecedora de bolas
A Escolinha de Futebol Zico 10/Coopoços, se prepara para duas importantes competições. Em julho, a equipe disputa o Brazil Cup, categorias sub-15 e sub-17. No segundo semestre os meninos comandados pelo ex-zagueiro Paulista, e pelo professor André Oliveira, disputam o Campeonato Infantil da Liga Poços-caldense de Futebol. A equipe ainda disputará campeonatos de futsal na faixa etária de 10 e 11 anos.
“A equipe está trabalhando, se preparando, tanto no Parque Municipal, quanto no Conjunto Habitacional. Vamos entrar com seriedade nestes campeonatos e tentar buscar boas colocações”, disse André Oliveira.
Bolas - A escolinha acabou de fechar parceria com a fornecedora de materiais esportivos Saga. Todas as bolas usadas nos treinamentos dos alunos da Zico 10/Coopoços, são fornecidos pela empresa. “Foi feito um contato através do Albano, da Sport Lock, também parceiro da Zico 10 e já estamos trabalhando com as novas bolas”, finalizou Oliveira.
A escolinha trabalha atualmente com cerca de 280 alunos, divididos em três núcleos. Além do Parque Municipal e Conjunto Habitacional, a Zico 10 tem um núcleo de treinamento aos sábados no Colégio Municipal.
“A equipe está trabalhando, se preparando, tanto no Parque Municipal, quanto no Conjunto Habitacional. Vamos entrar com seriedade nestes campeonatos e tentar buscar boas colocações”, disse André Oliveira.
Bolas - A escolinha acabou de fechar parceria com a fornecedora de materiais esportivos Saga. Todas as bolas usadas nos treinamentos dos alunos da Zico 10/Coopoços, são fornecidos pela empresa. “Foi feito um contato através do Albano, da Sport Lock, também parceiro da Zico 10 e já estamos trabalhando com as novas bolas”, finalizou Oliveira.
A escolinha trabalha atualmente com cerca de 280 alunos, divididos em três núcleos. Além do Parque Municipal e Conjunto Habitacional, a Zico 10 tem um núcleo de treinamento aos sábados no Colégio Municipal.
Sub-20
O Campeonato Sub-20 terá as seguintes partidas: Grêmio x Vila Nova, Guarani x Ferti Yoorin/Unimed, Atlético Rosário x Ponte Preta, FutPoços x Arena Gol a Gol, Sporting Aphas x Poços de Caldas FC e Guanabara x Fluminense. É a última rodada da fase de classificação.
Copa Café
As semifinais da Copa Café acontecem hoje. Todos os jogos serão disputados no Ronaldão. Pela manha serão os jogos pelos aspirantes. Fazenda Souza Lima x Fazenda Córrego D´Antas e Fazenda Cocal x Fazenda Matão. Os titulares entram em campo à tarde. Os jogos serão os seguintes: Fazenda Cocal enfrentará a Fazenda
Intebairros
Recebemos algumas reclamações sobre a não divulgação dos resultados do Interbairros. Queremos deixar claro que houve um grande esforço para que os mesmos fossem divulgados mas não existe interesse, por parte de seus organizadores nesta divulgação.
sábado, 2 de julho de 2011
Alunos de curso da Academia Coopoços recebem certificado
Cerca de 45 alunos do professor Flávio Zanetti, da Academia Coopoços, receberam na noite de ontem, o certificado de conclusão do curso de defesa pessoal básico. Além de frequentadores da academia, a Guarda Municipal também participou do curso. Os alunos aprenderam técnicas de mobilização, pontos de dor, de primeiros socorros próprios para a defesa pessoal, entre outros métodos para lidarem com diversas situações no dia a dia. O professor Flávio usou o kung-fu como base de ensino. “A partir de agora eles não podem ser omitir quando precisarem fazer uma defesa. Com a conclusão do curso, ganham muito mais responsabilidade, mais confiança. Esta é a verdadeira finalidade deste curso”, disse o professor Flávio. Segundo o professor, até uma pessoa muito extrovertida muda de comportamento depois de aprender técnicas de defesa pessoal. “Acho que todo mundo deveria fazer um curso como este. Eu fiz e me sinto como se fosse outra pessoa. Estou mais segura e acredito que vou ter muitos benefícios a partir de agora. A mulher é frágil, vive situações complicadas em sua vida e precisa de estímulo e apoio para lidar com isto. A defesa pessoal acaba ajudando muito neste sentido.”, disse Aline Paulino de Oliveira, aluna que recebeu seu certificado de conclusão ontem.
A cerimônia de entrega de certificados aos alunos foi entregue por Sérgio Azevedo, presidente da Coopoços. “Acredito que cada um dos formandos sairá daqui mais preparado para lidar com diversas situações que vão encontrar pela frente”, disse Azevedo.
A cerimônia de entrega de certificados aos alunos foi entregue por Sérgio Azevedo, presidente da Coopoços. “Acredito que cada um dos formandos sairá daqui mais preparado para lidar com diversas situações que vão encontrar pela frente”, disse Azevedo.
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