quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Campeonato de Futebol começa nesta quinta com duas divisões

 Tem início nesta quinta-feira (22) o Campeonato de Futebol Amador em Poços de Caldas. O Campeonato de Futebol Amador 2022. A competição terá duas divisões, com 20 equipes formando a Série B e 16 equipes disputando a Série A. O jogo de abertura da Série A acontece na quinta (22) no Estádio Bandolão às 19h30 com o confronto entre as equipes Guarani/WW contra Divisa E.C.  O  Amador 2022 é organizado pela Associação dos Árbitros de Poços de Caldas junto com a Liga Poçoscaldense de Futebol e tem  promoção da Prefeitura Municipal de Poços de Caldas através da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer.


Projeto do Amanhã - Atleta do Futuro - participa da Corrida do Imperador

 Poços de Caldas, MG - A equipe Projeto do Amanhã - Atleta do Futuro -  aprovada pela Lei Municipal de Incentivo ao Esporte, empresa incentivadora Unimed  e patrocínio municipal Prefeitura de Poços de Caldas sob coordenação administrativa de Miranel de Oliveira Domingos e professora Joana D’Arc Jeremias Pelozi participou da Corrida do Imperador. 


Geral Masculino 7 KM

Rafael Leôncio da Silva - Campeão

Luiz Felipe de Oliveira Domingos – 4o Colocado

Gabriel Matheus de Toledo – 3o lugar categoria 18 a 24 anos

Jonas Willian Porto – 3o lugar categoria 30 a 34 anos

Djarme Rodrigues Carolino – 1o lugar categoria 45 a 49 anos

Leandro Marcus Pereira – 2o lugar categoria 45 a 49 anos

Valdir da Silva – 4o lugar categoria 45 a 49 anos

Marcos Antônio da Silva – 4o lugar categoria 50 a 54 anos

Jociel Duarte Rosa - 10o lugar categoria 50 a 54 anos

Luiz Roberto Domingos - 5o lugar categoria 55 a 59 anos

Geral Feminino 7 KM

Mislene Aparecida de paiva – vice-campeã

Andréia Ramos de Melo – 3a colocada

Andreza Ramos – 4a colocada

Lais de Oliveira Domingos – 1o lugar categoria 18 a 24 anos

Taciana dos Santos Porto – 12o lugar categoria 30 a 34 anos

Joziane Souza Veronesi Lima – 4o lugar categoria 45 a 49 anos

Presidente do Poços de Caldas FC pede desculpas: “Não vamos mais passar por esta vergonha”

Poços de Caldas, MG – O Poços de Caldas FC terminou no último domingo sua participação no Campeonato Mineiro da Segunda Divisão. O resultado em campo ficou longe de agradar o torcedor e, muito menos, a diretoria. Foram seis derrotas e um empate em sete jogos e a segunda pior campanha de todo o campeonato, além de ter sido a pior campanha da equipe numa competição desde sua fundação. O Mantiqueira conversou com Alessandro Gaiga, que lamentou o que se viu em campo, pediu desculpas para a torcida, lamentou a desastrosa parceria com um grupo da cidade de Nova Odessa, mas comemorou o saneamento das dívidas. Falou ainda de projetos fora do futebol profissional e vislumbrou horizontes melhores para o time laranja e preto de Poços de Caldas.

Mantiqueira – O que aconteceu com o Poços de Caldas Futebol Clube?

Alessandro Gaiga – Antes de mais nada não tenho como começar esta entrevista sem pedir desculpas para nosso torcedor. Desculpas também aos parceiros, aos amigos e à imprensa porque foi uma coisa surreal e totalmente fora de nosso planejamento e da nossa ideia. Falo abertamente que foi a pior campanha da história do Vulcão dos seus quinze anos de existência e não tenho nem como negar a decepção, não dá para tapar o sol com a peneira.

Mantiqueira – O que deu realmente errado e saiu do controle?

Alessandro Gaiga – A parceria foi um dos calcanhares de Aquiles, serviu para nos mostrar que não dá certo para nós e não vira. No primeiro ano de nossa gestão fizemos um campeonato com pouquíssimo dinheiro, era a segunda menor folha de pagamento do Campeonato Mineiro e terminamos em quarto lugar e a quatro pontos do time que subiu e a um ponto do Uberaba, time que tinha um investimento infinitamente superior ao nosso e fizemos um grande campeonato.  Ano passado também fizemos um bom campeonato, classificamos, chegamos nas quartas de final, perdemos no último minuto do segundo tempo em Teófilo Otoni, tivemos a chance de chegar na semifinal, ficamos em sétimo lugar numa grande campanha, levando em conta o projeto do ano passado que tinha 80% de jogadores no time de Poços de Caldas, uma folha de pagamento bem baixa e a campanha foi bastante satisfatória.

Mantiqueira – Mas então por que fechar uma parceria para este ano?

Alessandro Gaiga – Em todas as reuniões de planejamento a diretoria não queria colocar o time em campo este ano e a prioridade seria terminar de pagar as contas, acabar de vez com as dívidas do clube. Ficou decidido que não abriria mão disto e por isto a gente teria pouco dinheiro para jogar este ano. Mas assumo que foi por minha insistência colocar o time em campo, já que alguns não aprovaram esta ideia, mas eu prometi para a torcida em 2020 que a gente não pararia mais, acabei sendo teimoso, cabeçudo e ido contra. Talvez se eu tivesse amarelado naquela hora, explicado a situação, a gente poderia não ter passado por este vexame. Enfim, minha insistência acabou fazendo a diretoria recuar na decisão de não jogar, acatou minha vontade e deu no que deu. O Fábio Paulista acabou conseguindo esta parceria, depois ele mesmo desistiu, não quis mais e novamente insisti e disse para a gente fechar e ir para o campeonato. Assumo a responsabilidade por tudo que aconteceu, mas a gente acreditou que com a parceria a gente poderia fazer um campeonato bom e isto acabou não acontecendo.

Mantiqueira – O que deu errado com a parceria?

Alessandro Gaiga – O fato da pré-temporada ter sido realizada fora daqui foi fundamental, isso tirou dos nossos olhos o dia a dia. Talvez se o Fábio tivesse identificados os problemas, ele que tem um entendimento muito grande do que é um Campeonato Mineiro da Segunda Divisão, as coisas poderiam ter dado certo. O pessoal do Nova Odessa não tem noção do que era este campeonato e na boa intenção montou um time que achavam que daria para jogar, mas não deu. Acredito que se estivéssemos próximos no dia a dia o Fábio teria tempo hábil para identificar os problemas e tentar corrigi-los. Ficamos longe e quando o time chegou já estava praticamente tudo definido, a maioria dos atletas inscritos e a gente pouco tinha a fazer. Tudo é muito caro e este ano só em taxas de transferências e inscrições foram mais de R$ 40 mil e por isso não tinha como a gente mudar muito o elenco, mesmo assim ainda tentamos de última hora, trouxemos o Davy, o Gui, mas tudo saiu errado e não era o que a gente imaginava. Além do mais o campeonato é forte, times que a gente viu que tem investimento de empresários e vieram para subir de divisão, investimento alto e a gente também não esperava por isso. O exemplo é que os líderes do campeonato são times pouco conhecidos, que acabaram de surgir, como o caso do Villa Real, Itabirito, Norte, entre outros. São nomes desconhecidos de times que já vieram com dinheiro para o acesso.

Mantiqueira – Mas, e as contas? A situação é realmente melhor?

Alessandro Gaiga – Apesar de tantas derrotas dentro de campo, apesar de tantas dificuldades, fora de campo a gente está conquistando muita coisa e conseguimos muitas vitórias este ano. Já preparamos toda a documentação, a assembleia já foi feita para o Poços de Caldas se transformar numa Sociedade Anônima do Futebol [SAF]. Chegamos num ponto de quitação das dívidas como proposto no início do ano e acredito que podemos mudar para 2023 como um dos poucos clubes profissionais do Brasil sem dívida. Temos alguns projetos já encaminhados para o ano que vem e novidades estão vindo.  Alguns destes planejamentos estão começando agora numa antecipação que nunca foi feita antes. Como disse, fora de campo muita coisa boa acontecendo, investidores querendo chegar, estamos em várias negociações e fora de campo estamos conseguindo nos estruturar e cada vez ficando mais forte.

Mantiqueira – O grande problema de se tornar SAF é justamente o investidor. O que se pode falar neste sentido?

Alessandro Gaiga – Por enquanto nosso grupo continua o mesmo, mas temos algumas conversas bem adiantadas com possíveis investidores. Inclusive hoje, quinta-feira, dia 22, temos uma reunião geral com a diretoria, uma reunião com hora marcada para começo e sem hora para acabar e muita coisa será definida. Esta semana tive uma longa reunião com o Fábio Paulista, vice-presidente, preparamos a pauta da reunião de hoje e acredito que teremos muita lavagem de roupa suja, vamos apurar todos os pontos que deram errado, o que deu certo, sei que foram poucas coisas, e já começar o planejamento para 2023. O que posso garantir para o torcedor é que não vamos passar mais vergonha.

Mantiqueira – Como anda o Poços de Caldas FC fora do futebol?

Alessandro Gaiga – A menina dos olhos da nossa diretoria é o futebol feminino. Chegamos a dar o pontapé inicial no futsal, tivemos que dar uma parada agora no Campeonato Mineiro e estamos retomando os projetos. Queremos levar adiante o futsal feminino e posteriormente o futebol de campo das mulheres. Queremos prioridade, será uma das grandes pautas da reunião de hoje, são as categorias de base, sub-20 e sub-17. Temos também o projeto da escolinha, que era para ter sido inaugurada em agosto, mas foi adiada devido a todos os problemas que passamos no profissional, mas a escolinha vai sair e levar futebol para alunos a partir dos cinco anos de idade até 14 anos, e vamos conseguir cobrir todas as faixas etárias. Quero ainda destacar o nosso futebol de mesa, pouco divulgado, mas fazendo bonito. Nossa equipe de futebol de mesa está disputando etapas do Campeonato Mineiro, vai disputar o Brasileiro e nas diversas competições que vem participando conseguiu ótimas colocações. São nove jogadores do futmesa representando o Poços de Caldas Futebol Clube com muito destaque. Outro projeto que continua andando muito bem é o E-Sports, o Bruno continua com a equipe fazendo um grande trabalho.

terça-feira, 20 de setembro de 2022

ONG Resgatando Sonhos leva jiu-jitsu para crianças carentes

Poços de Caldas, MG - A ONG Resgatando Sonhos foi criada por militares pertencentes ao 29o. BPM com o objetivo de dar opções de vida para crianças carentes da cidade. Tendo como presidente o subtenente PM Silva Campos, a organização visa, através de projetos sociais, a implementação de aulas de jiu-jitsu para crianças e adolescentes carentes. O trabalho teve início na Escola José Mamud Assan, no bairro Vila Rica, e na Escola Estadual Francisco Escobar, bairro José Carlos. As atividades acabaram se tornando grande sucesso com as crianças e existe a perspectiva de serem expandidas para outras entidades de ensino da cidade. Os alunos aprendem técnicas de artes marciais suaves (jiu-jitsu) além da disciplina e respeito ao próximo. Segundo o subtenente Silva Campos, o objetivo principal do projeto é oferecer atividades extraclasse a fim de promover o desenvolvimento físico, cognitivo e social dentre outras oportunidades que o esporte oferece. Ele ressalta ainda que os alunos ficam focados com atividades saudáveis sendo as aulas ministradas por professores capacitados com graduação na faixa preta, além de serem também competidores em nível nacional e internacional. “Entendemos que o aluno focado em atividades físicas não terá tempo nem interesse em atividades ilícitas que possam causar inúmeros danos e prejuízos. Vale ressaltar que vários atletas renomados que hoje atuam em diversos países espalhados pelo mundo tiveram início e aprendizado do jiu-jitsu em projetos sociais, sendo que através desta arte marcial sustentam suas famílias”, destacou. O projeto conta com total apoio do comando do 29o. BPM, diretores dos mencionados centros educandários e sociedade poços-caldense.


Festival Paralímpico acontece neste sábado

Poços de Caldas, MG - A cidade é uma das sedes do Festival Paralímpico Loterias Caixa, que vai acontecer no próximo sábado (24). O evento, promovido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro, vai ser realizado em 105 locais espalhados por todas as regiões do país.

Na cidade, ele será no Complexo João Monteiro (rua Dirce Pereira Rosa, 540, Parque Esperança), das 8h às 12h. O festival ocorre em setembro em comemoração ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21), ao Dia Nacional do Atleta Paralímpico (22) e também à Semana Paralímpica, esta última criada por lei municipal.

“Vai ser um momento festivo para o esporte paralímpico onde crianças e adolescentes com e sem deficiência vão participar das modalidades de atletismo, parabadminton e bocha paralímpico”, diz o presidente do Centro Integrado de Desenvolvimento do Esporte Paralímpico (Cidep) Eraldo Sandi dos Santos.

O Festival visa difundir o movimento paralímpico em todo território nacional, proporcionando às crianças e adolescentes a oportunidade de vivenciar as modalidades paralímpicas de maneira lúdica, contribuindo para a inclusão social por meio do esporte.

A primeira edição do festival, há quatro anos, foi realizada em 48 locais com a participação de mais de 7 mil crianças. Em 2019, o evento teve 70 sedes e recebeu mais de 10 mil inscritos. No ano seguinte, a ação foi cancelada devido à pandemia de covid-19 e retornou em 2021, com 8 mil participantes em 70 núcleos.

O evento tem apoio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. 


 

Rovilson Ribeiro é reeleito presidente da Caldense com 84% dos votos

Nesta terça-feira (20), foi realizada no salão do Piano’s Bar, sede social da Caldense, a votação para definir a diretoria executiva do clube para o biênio 2023/2024. Votaram sócios quotistas, com mais de dois anos de título, em dia com as mensalidades. Duas chapas concorreram e com 84,28% dos votos, a Chapa 13 de Maio, liderada por Rovilson Ribeiro, foi reeleita.

A votação teve início às 9h da manhã e ficou aberta até às 19h. Duas chapas estavam na disputa. A Chapa 13 de Maio, da situação, composta por Rovilson Ribeiro (presidente), Luís Fernando Soares (1º vice) e Luiz Carlos Pioli (2º vice) e a chapa 7 de Setembro, da oposição, integrada por Estéfano Valente (presidente), Ismail Donizete Gonçalves (1º vice) e Paulo Celso de Podestá (2º vice).

A apuração dos votos ocorreu logo após o encerramento do horário de votação. Dos 2.980 sócios do clube, 649 exerceram o direito do voto. A Chapa 13 de Maio recebeu 547 votos e a Chapa 7 de Setembro 101 votos. Houve 1 voto nulo e 0 branco.

A diretoria executiva eleita é composta por Rovilson Ribeiro (presidente), Luís Fernando Soares (1º vice) e Luiz Carlos Pioli (2º vice). Além do Conselho Fiscal integrado por Alexandre Sampaio, Sebastião Carlos Rabelo, José Cássio B. do Carmo e seus suplentes Antônio Luiz Mosca, Ivan Leite Ferreira e Flávio Togni Lima e Silva.

A cerimônia de posse está prevista para janeiro de 2023.