terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Atletas de Poços conquistam primeiras medalhas do ano
A temporada de tênis de mesa começou para valer. No último final de semana, os mesatenistas José Antônio Villas Boas, Lucas Villas Boas e Adriano Cagnani estiveram na cidade paulista de Piracicaba onde foi disputada a competição da Liga Paulista com os melhores atletas do interior de São Paulo e também da capital paulista. O melhor resultado de Poços de Caldas foi conquistado por Lucas, vice-campeão na categoria infantil. José Antônio ficou na quarta colocação entre os veteranos enquanto que Adriano foi sexto colocado na categoria adulto. Eles voltam a Piracicaba no final de fevereiro para participarem da mesma competição. Segundo José Antônio Villas Boas, existe a possibilidade de levar mais representantes de Poços de Caldas ao evento. A equipe contou com apoio do Boticário e os treinos, gratuitos, são realizados todas as terças e quintas no Chico Rei Clube a partir das 19h.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
CAÇA ÀS BRUXAS
Está aberta a semana de críticas ao time da Caldense. A derrota em Juiz de Fora provocou o sentimento de caça às bruxas.
Neste momento o trabalho de Alemão é contestado, a qualidade do elenco é contestada, o longo tempo de treinamento do time é contestado, enfim, o culpado tem que aparecer e ter sua cabeça cortada o mais rápido possível.
Criticar nesta hora é fácil. O time vem de um resultado vexatório. Só que a derrota em Juiz de Fora pode resultar positivamente para a equipe, mexendo com os brios e acelerando a vontade de buscar uma volta por cima contra o Cruzeiro.
Uma vitória diante do todo poderoso de BH pode mudar o astral e o rumo do time dentro do campeonato.
Quem não se lembra de 2007, ano do rebaixamento. No começo daquela competição a Caldense chegou a liderar o Estadual. Venceu sua primeira partida, derrotou o América Mineiro, empatou com o Atlético e estava tudo maravilhoso. Só que na reta final o time desandou e deu no que deu. Este ano o time não consegue bons resultados nas primeiras rodadas, mas tem tempo para se recuperar. Nem sempre começar vencendo é sinal de que fará uma boa competição e vice-versa.
Vamos aguardar. Ontem Alex Joaquim me disse que o clima da equipe está na maior tranquilidade. Não sei se é verdade, pois o lateral Chiquinho foi dispensado. Deve ter um sinal de alerta ligado e algo me diz que contra o Cruzeiro sai a primeira vitória da Veterana na competição.
Copa Campeão dos Campeões
Terminou na última sexta-feira a Copa Campeão dos Campeões. A Caldense foi merecidamente campeã. O Atlético Rosário tentou impedir a decisão alegando irregularidades com o time verde e branco. Vejo a coisa da seguinte maneira: se você suspeita ou tem provas de que algo está errado, por que não denunciar antes de jogar? É estranho jogar contra um time e denunciá-lo por irregularidade no dia seguinte.
O jogo final foi realizado à noite, mas teve pouca presença de autoridades, para não dizer que quase nenhuma prestigiou a primeira decisão da LPF no ano.
Neste momento o trabalho de Alemão é contestado, a qualidade do elenco é contestada, o longo tempo de treinamento do time é contestado, enfim, o culpado tem que aparecer e ter sua cabeça cortada o mais rápido possível.
Criticar nesta hora é fácil. O time vem de um resultado vexatório. Só que a derrota em Juiz de Fora pode resultar positivamente para a equipe, mexendo com os brios e acelerando a vontade de buscar uma volta por cima contra o Cruzeiro.
Uma vitória diante do todo poderoso de BH pode mudar o astral e o rumo do time dentro do campeonato.
Quem não se lembra de 2007, ano do rebaixamento. No começo daquela competição a Caldense chegou a liderar o Estadual. Venceu sua primeira partida, derrotou o América Mineiro, empatou com o Atlético e estava tudo maravilhoso. Só que na reta final o time desandou e deu no que deu. Este ano o time não consegue bons resultados nas primeiras rodadas, mas tem tempo para se recuperar. Nem sempre começar vencendo é sinal de que fará uma boa competição e vice-versa.
Vamos aguardar. Ontem Alex Joaquim me disse que o clima da equipe está na maior tranquilidade. Não sei se é verdade, pois o lateral Chiquinho foi dispensado. Deve ter um sinal de alerta ligado e algo me diz que contra o Cruzeiro sai a primeira vitória da Veterana na competição.
Copa Campeão dos Campeões
Terminou na última sexta-feira a Copa Campeão dos Campeões. A Caldense foi merecidamente campeã. O Atlético Rosário tentou impedir a decisão alegando irregularidades com o time verde e branco. Vejo a coisa da seguinte maneira: se você suspeita ou tem provas de que algo está errado, por que não denunciar antes de jogar? É estranho jogar contra um time e denunciá-lo por irregularidade no dia seguinte.
O jogo final foi realizado à noite, mas teve pouca presença de autoridades, para não dizer que quase nenhuma prestigiou a primeira decisão da LPF no ano.
Projeto Guarda Campeã ajuda vítimas do Haiti
O Projeto Guarda Campeã, através do instrutor de jiu-jitsu Betinho, com apoio dos guardas municipais, agentes penitenciários e ainda da Polícia Civil, arrecadou vários donativos para atender as vítimas do terremoto no Haiti, que serão entregues ao Sindicatos dos Professores de Poços de Caldas na próxima sexta-feira. Posteriormente serão encaminhados aquele país. “Conversei com os alunos de jiu-jitsu durante os treinos e resolvemos abraçar a causa e conseguimos doações dos próprios agentes penitenciários, policiais civis e dos alunos policiais da Guarda e conseguimos uma boa arrecadação”, disse Betinho, que contou com o apoio fundamental do diretor Bastos, da Guarda Municipal, e do ispetor Robert, além do professor Anderson. Segundo Betinho, ainda tem mais donativos que devem chegar em breve às vítimas do terremoto. Apesar de ser uma iniciativa isolada dos guardas, agentes e policiais quem quiser ajudar pode levar seu donativo na sede de Guarda Municipal até o final desta semana. O projeto Guarda Campeã foi feito em parceria com o Sindicato dos Professores, que foi o idealizador através da professora Luciana.
Para o agente penitenciário Emerson Melo, é possível tirar várias lições com um gesto de solidariedade como este. “Tudo foi muito proveitoso, todos colaboraram com a gente e queremos ampliar este tipo de movimento para ajudar mais pessoas em dificuldades. O resultado desta campanha nos deixou muito contentes”, disse ele.
Para o agente penitenciário Emerson Melo, é possível tirar várias lições com um gesto de solidariedade como este. “Tudo foi muito proveitoso, todos colaboraram com a gente e queremos ampliar este tipo de movimento para ajudar mais pessoas em dificuldades. O resultado desta campanha nos deixou muito contentes”, disse ele.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Falar é fácil. E as provas?????
Alguns comentários no blog do Chico Maia, jornalista de Sete Lagoas, denigrem a imagem da Caldense e da imprensa de Poços de Caldas. Lí alguns destes comentários que são feitos sem a mínima preocupação com ética e muitos deles movidos por pessoas que têm intesses internos com o Vulcão. Provas sobre os fatos também náo existem
Não sei dos bastidores da Caldense. O que sei é que dentro de campo o time não está bem e me limito divulgar apenas isto. Em relação ao Mantiqueira não divulgar nada do Vulcão, nada tem a ver com dinheiro vindo dos bastidores da Caldense. O que acontece é de conhecimento de todos. Um dirigente que gosta de aparecer veio ao jornal me ameaçar de morte. Depois o jornal procurou o presidente Fernando Galã e mais recentemente Tiago Granato tentando uma aproximação para uma possível cobertura mais os dois demonstraram que não precisam do jornal para divulgar sua equipe. O jornal decidiu que não vai colocar profissionais para cobrir jogo de segunda divisão e ainda ser insultado por algumas pessoas que se misturam à torcida e ofendem os profissionais o tempo todo. Eu, como repórter esportivo responsável pelas coberturas dos campeonatos em Poços de Caldas não me vendo nem para a Caldense e muito menos para o Vulcão, que anda sem dinheiro para montar time e precisa apelar para parcerias com times de fora. Quem lê minhas materias sabe que profissionalismo não me falta para cobrir tanto Caldense como Vulcão. O que não admito e tenho o apoio do jornal é ser ofendido por pessoas que não possuem moral alguma na cidade e que se fazem de vítimas e pobres coitados.
Não sei dos bastidores da Caldense. O que sei é que dentro de campo o time não está bem e me limito divulgar apenas isto. Em relação ao Mantiqueira não divulgar nada do Vulcão, nada tem a ver com dinheiro vindo dos bastidores da Caldense. O que acontece é de conhecimento de todos. Um dirigente que gosta de aparecer veio ao jornal me ameaçar de morte. Depois o jornal procurou o presidente Fernando Galã e mais recentemente Tiago Granato tentando uma aproximação para uma possível cobertura mais os dois demonstraram que não precisam do jornal para divulgar sua equipe. O jornal decidiu que não vai colocar profissionais para cobrir jogo de segunda divisão e ainda ser insultado por algumas pessoas que se misturam à torcida e ofendem os profissionais o tempo todo. Eu, como repórter esportivo responsável pelas coberturas dos campeonatos em Poços de Caldas não me vendo nem para a Caldense e muito menos para o Vulcão, que anda sem dinheiro para montar time e precisa apelar para parcerias com times de fora. Quem lê minhas materias sabe que profissionalismo não me falta para cobrir tanto Caldense como Vulcão. O que não admito e tenho o apoio do jornal é ser ofendido por pessoas que não possuem moral alguma na cidade e que se fazem de vítimas e pobres coitados.
Caldense é goleada em Juiz de Fora
Num jogo com um Tupi arrasador e uma Caldense acuada o resultado não poderia ser outro: goleada. O time de Juiz de fora não deu chances para a Caldense e venceu por 5x1 com show do atacante Adenilson que balançou as redes três vezes.
A Caldense não apresentou nem sombra do bom futebol das duas primeiras rodadas. Desde o início o time da casa era superior. A Caldense até levar o primeiro gol tentava jogar de igual para igual, mas a tarde não era das melhores para o time de Alemão.
Peças importantes como Ranieri, Ewerton Maradona e Waldery não estavam bem no jogo. O atacante Tiago Pereira não era feliz nas finalizações.
Para construir o marcador elástico, o time da casa, além da inspiração do atacante Ademilson, que assumiu a ponta da disputa pela artilharia do Estadual contou com os gols do zagueiro Marcelinho e o centroavante Ian, que entrou no decorrer da partida. O lateral-esquerdo Raniery descontou para a Veterana marcando o primeiro gol do time no Campeonato Mineiro.
A partida começou com um forte calor. Mais acostumado com a temperatura o Tupi foi logo partindo para o ataque. Aos 4 minutos, o lateral-direito Henrique fez bela jogada e cruzou para Ademilson. Ele dividiu com o goleiro Leandro Lopes, a bola pingou na pequena área, mas a zaga da Veterana afastou.
Aos oito minutos a Caldense teve grande chance em cobrança de falta de Ranieri. A bola passou muito perto do gol de Eládio.
O primeiro gol do Tupi surgiu após cobrança de falta e desatenção da zaga verde e branco. Gedeon fez cruzamento na medida para Marcelinho de mandou para o fundo das redes sem chances para o goleiro Leandro.
Mesmo em desvantagem no placar a Caldense cresceu e criou boas chances para empatar mas novamente esbarrou na falta de pontaria.
Aos 22 minutos falha incrível da equipe que perdeu a bola no meio de campo para Michel que tocou uma bola perfeira para Adenilson que chutou por cima do goleiro e marcou o segundo do time da casa. O abatimento na Caldense foi visível. A zaga que não havia levado gols tinha sido vazada duas vezes.
Empolgado, o Tupi foi com tudo para o ataque e passou a dar espaços para a Caldense, que acabou aproveitando a deixa e marcou seu gol de honra. Ranieri cobrou falta, a bola desviou e enganou o goleiro do Tupi: 2x1.
Depois do gol a Caldense viveu seu melhor momento na partida. O panorama do confronto mudou e a equipe de Poços de Caldas foi com tudo ao ataque em busca do empate que parecia possível. Depois de algumas chances desperdiçadas o primeiro tempo acabou equilibrado e o Tupi chegou a ser vaiado por sua torcida quando deixava o campo.
No segundo tempo veio a pane total na Caldense. O time, que fez bom jogo no primeiro tempo teve um grande prejuízo com a expulsão de Mateus logo aos oito minutos. Daí por diante a Caldense ficou fragilizada e com pouca coisa a fazer na partida. E o Tupi foi impiedoso, aproveitou-se muito bem da situação.
Aos 20 minutos, depois de um cobrança de escanteio no ataque, Gedeon achou Ian, que acabara de entrar no jogo no lugar de Róbson, sozinho no meio da zaga da Caldense. Ele dominou, driblou o goleiro Leandro Lopes e tocou para o gol vazio, fazendo 3 a 1. Um minuto depois, em contra-ataque rápido, Henrique foi à linha de fundo e cruzou para Ademilson desviar no primeiro pau e ampliar o marcador para 4 a 1.
A Caldense, na base da raça cresceu no jogo e tentou ainda ameaçar o gol do Tupi. Nenê Miranda ainda perdeu boa chance mas Eládio salvou a equipe da casa que ainda marcou mais um gol novamente com Adenilson.
Para Alex Joaquim nada está perdido. “A Caldense é um time de homens e vai se recuperar ao longo do campeonato. Perdemos hoje para o Tupi mas vamos dar a volta por cima na competição”, disse ele em entrevistas depois da partida.
A Caldense, atual nona colocada do Mineiro, com 2 pontos, recebe o Cruzeiro, no próximo sábado, às 16h no Ronaldão.
A Caldense não apresentou nem sombra do bom futebol das duas primeiras rodadas. Desde o início o time da casa era superior. A Caldense até levar o primeiro gol tentava jogar de igual para igual, mas a tarde não era das melhores para o time de Alemão.
Peças importantes como Ranieri, Ewerton Maradona e Waldery não estavam bem no jogo. O atacante Tiago Pereira não era feliz nas finalizações.
Para construir o marcador elástico, o time da casa, além da inspiração do atacante Ademilson, que assumiu a ponta da disputa pela artilharia do Estadual contou com os gols do zagueiro Marcelinho e o centroavante Ian, que entrou no decorrer da partida. O lateral-esquerdo Raniery descontou para a Veterana marcando o primeiro gol do time no Campeonato Mineiro.
A partida começou com um forte calor. Mais acostumado com a temperatura o Tupi foi logo partindo para o ataque. Aos 4 minutos, o lateral-direito Henrique fez bela jogada e cruzou para Ademilson. Ele dividiu com o goleiro Leandro Lopes, a bola pingou na pequena área, mas a zaga da Veterana afastou.
Aos oito minutos a Caldense teve grande chance em cobrança de falta de Ranieri. A bola passou muito perto do gol de Eládio.
O primeiro gol do Tupi surgiu após cobrança de falta e desatenção da zaga verde e branco. Gedeon fez cruzamento na medida para Marcelinho de mandou para o fundo das redes sem chances para o goleiro Leandro.
Mesmo em desvantagem no placar a Caldense cresceu e criou boas chances para empatar mas novamente esbarrou na falta de pontaria.
Aos 22 minutos falha incrível da equipe que perdeu a bola no meio de campo para Michel que tocou uma bola perfeira para Adenilson que chutou por cima do goleiro e marcou o segundo do time da casa. O abatimento na Caldense foi visível. A zaga que não havia levado gols tinha sido vazada duas vezes.
Empolgado, o Tupi foi com tudo para o ataque e passou a dar espaços para a Caldense, que acabou aproveitando a deixa e marcou seu gol de honra. Ranieri cobrou falta, a bola desviou e enganou o goleiro do Tupi: 2x1.
Depois do gol a Caldense viveu seu melhor momento na partida. O panorama do confronto mudou e a equipe de Poços de Caldas foi com tudo ao ataque em busca do empate que parecia possível. Depois de algumas chances desperdiçadas o primeiro tempo acabou equilibrado e o Tupi chegou a ser vaiado por sua torcida quando deixava o campo.
No segundo tempo veio a pane total na Caldense. O time, que fez bom jogo no primeiro tempo teve um grande prejuízo com a expulsão de Mateus logo aos oito minutos. Daí por diante a Caldense ficou fragilizada e com pouca coisa a fazer na partida. E o Tupi foi impiedoso, aproveitou-se muito bem da situação.
Aos 20 minutos, depois de um cobrança de escanteio no ataque, Gedeon achou Ian, que acabara de entrar no jogo no lugar de Róbson, sozinho no meio da zaga da Caldense. Ele dominou, driblou o goleiro Leandro Lopes e tocou para o gol vazio, fazendo 3 a 1. Um minuto depois, em contra-ataque rápido, Henrique foi à linha de fundo e cruzou para Ademilson desviar no primeiro pau e ampliar o marcador para 4 a 1.
A Caldense, na base da raça cresceu no jogo e tentou ainda ameaçar o gol do Tupi. Nenê Miranda ainda perdeu boa chance mas Eládio salvou a equipe da casa que ainda marcou mais um gol novamente com Adenilson.
Para Alex Joaquim nada está perdido. “A Caldense é um time de homens e vai se recuperar ao longo do campeonato. Perdemos hoje para o Tupi mas vamos dar a volta por cima na competição”, disse ele em entrevistas depois da partida.
A Caldense, atual nona colocada do Mineiro, com 2 pontos, recebe o Cruzeiro, no próximo sábado, às 16h no Ronaldão.
Lama Verde é campeã do futsal master
Foi encerrado na noite da última sexta-feira, nas dependências da Associação Atlética Caldense, o torneio de futsal master que levou o nome de José Roberto de Melo Guerra, o Rubita. O torneio teve seu início dia 20 de novembro com seis equipes e depois de uma parada no final do ano a decisão aconteceu com as equipes Lama Verde e Camisa 12. A Lama Verde venceu o jogo final por 4x2 é sagrou-se campeã. “Este campeonato é muito aguardado aqui no clube e este ano tivemos a felicidade de homenagear o Rubita, um dos ícones do futsal da Caldense”, disse Wagner, coordenador de esporte especializado. Para Valdir Avelino, diretor do futsal master da Caldense, o evento cresce a cada ano e a tendência é de que as próximas competições tenham mais equipes.
Familiares de Rubita estiveram na final da competição. O pai do ex-treinador e atleta Rubio M. Guerra comentou a homenagem ao filho que morreu há 10 anos. “Fico muito satisfeito com essa homenagem, não tem como não ficar emocionado, o Rubita foi um dos grandes incentivadores do futsal da Caldense e de Poços de Caldas e tem uma longa história dentro desta modalidade na cidade. Em casa é esporte desde cedo até à noite”, disse Rúbio. Outro representante da família, o irmão Luiz Tadeu de Melo Guerra, destacou a ligação da imagem de Rubita ao futsal. “Foi um cara que lutou pelo esporte, jogou, foi treinador, incentivou muitos garotos na cidade, trouxe muitos títulos para Poços e essa lembrança é muito justa e nos deixa muito felizes”, disse Luiz Tadeu, que lamenta a falta de apoio ao futsal de Poços de Caldas. “Temos bons valores e falta um incentivo, infelizmente perdemos alguns talentos por isso”, disse ele.
Familiares de Rubita estiveram na final da competição. O pai do ex-treinador e atleta Rubio M. Guerra comentou a homenagem ao filho que morreu há 10 anos. “Fico muito satisfeito com essa homenagem, não tem como não ficar emocionado, o Rubita foi um dos grandes incentivadores do futsal da Caldense e de Poços de Caldas e tem uma longa história dentro desta modalidade na cidade. Em casa é esporte desde cedo até à noite”, disse Rúbio. Outro representante da família, o irmão Luiz Tadeu de Melo Guerra, destacou a ligação da imagem de Rubita ao futsal. “Foi um cara que lutou pelo esporte, jogou, foi treinador, incentivou muitos garotos na cidade, trouxe muitos títulos para Poços e essa lembrança é muito justa e nos deixa muito felizes”, disse Luiz Tadeu, que lamenta a falta de apoio ao futsal de Poços de Caldas. “Temos bons valores e falta um incentivo, infelizmente perdemos alguns talentos por isso”, disse ele.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Ligeirinho, o super atleta de Poços de Caldas
Adilson José Pereira, o Ligeirinho, é um super atleta acostumado a grandes percursos. Por não ser rápido o suficiente para disputar competições de curtas distâncias ele se especializou em provas de altas quilometragens, em que a força de vontade e, principalmente, o bom preparo físico falam mais alto. Recentemente, Ligeirinho venceu a BR 135, uma das provas mais importantes do mundo, sendo disputada em três etapas. O atleta percorreu 217 quilômetros e chegou mais de duas horas na frente do segundo colocado. Infelizmente, por falta de apoio Ligeirinho não disputará as outras duas etapas que são fora do Brasil.
A BR 135 vencida por Ligeirinho em janeiro é a primeira etapa do Mundial, competição considerada a mais difícil do mundo e com atletas que brigam diretamente para serem os melhores do planeta.
A prova teve largada em São João da Boa Vista com chegada em Paraisópolis, percorrendo a Serra da Mantiqueira, passando pelo Pico do Gavião, sem descanso para o atleta que faz os 217 quilômetros sem parar.
Ligeirinho concluiu a prova em 27 horas e 59 minutos, batendo seu recorde pessoal em duas horas e 19 minutos. Durante este tempo de prova o atleta se alimenta andando e ele parou poucas vezes apenas para trocar o tênis. “Mesmo chegando com folga na frente do segundo colocado não consegui relaxar em momento algum durante a competição. Você fica estressado, sem racionar muito bem para saber se a diferença é grande ou pequena e por isso a tendência é perder o mínimo de tempo possível”, conta Ligeirinho.
Dificuldades
Apesar de ser um atleta acostumado aos desafios de longas distâncias, Ligeirinho conta que alguns momentos são mais difíceis e se não existir uma força de vontade muito grande não completa o percurso. Para ele a madrugada é o momento mais difícil devido ao frio e à chuva. Durante o dia o forte calor também fez com que muitos competidores desistissem da prova. “É preciso um trabalho psicológico muito bom para não desistir. Eu estava muito bem preparado e isso me ajudou a superar as dificuldades”, concluiu.
Falta de apoio
Ligeirinho agora está em preparação para as 24 horas da Aman, prova que será disputada no final de março em Rezende, Rio de Janeiro. “Vou buscar um bom resultado nesta prova, pois tive um bom desempenho na BR 135 e quero manter essa boa fase. O difícil para um atleta não é vencer e sim conseguir se manter no auge, não pode se descuidar pois a concorrência é grande e conta com competidores de muita qualidade”, disse. Ligeirinho lamenta a falta de apoio, segundo ele, sem patrocínio fica complicado participar de competições importantes dentro e fora do Brasil. “Hoje tenho muitos parceiros, amigos que me ajudam, mas falta um apoio financeiro para me ajudar nos treinos e nas competições”, conta ele. De acordo com Ligeirinho, a falta de apoio o tirou das outras etapas da BR 135. “Ainda bem que posso contat com os amigos, como a Pé Q Voa, Alcace, DMAE, Neo Nutri, Centro Otorrino, Loja da Borracha, Taú Esportes, o professor José Luiz, enfim, vários que colaboram. Mas falta um patrocínio grande, o que me impede de representar o Brasil num campeonato mundial, correr nos Estados Unidos”, conta Ligeirinho.
Para o treinador de Ligeirinho, José Luiz, a falta deste apoio é muito ruim para a carreira do atleta. Segundo ele, o resultado obtido nesta etapa da BR 135 o credenciou para a segunda etapa que será disputada no deserto mas infelizmente ele não estará na competição por falta de um bom patrocínio. “O Adilson tem amigos que mantêm seus treinamentos, alimentação, enfim, ajudam da forma que podem, mas esses amigos ainda são poucos e sem um apoio maior não dá para ir mais longe”, conta o treinador.
Pé Q Voa
Adilson Ligeirinho hoje integra a Pé Q Voa, uma das poucas equipes em Poços de Caldas que orientam seus atletas em todos os treinamentos e traça um perfil para cada um dentro do atletismo. O professor José Luiz tem uma grande experiência na área e sempre preparou atletas para competições. Desde o ano passado, devido ao aumento de amadores nas corridas de rua, o treinador mudou o foco de seu trabalho. “As pessoas começaram a correr em busca da saúde, da estética, do lazer e por isso montei uma assessoria para cuidar deste grupo”, disse o professor. Para ele, existe um grupo de pessoas de média idade que estava perdido já que o apoio para o início de atividades em Poços é muito grande mas faltavam orientação para as pessoas que correm por lazer. “O foco era só o atleta, só as competições. Montei a Pé Q Voa justamente para assessorar essas pessoas que estão numa constante busca pela saúde. Como sou um profissional de educação física tenho apoio de cardiologistas, nutricionistas e ortopedistas que me dão suporte para trabalhar com esse grupo”, conta o professor.
A Pé Q Voa iniciou suas atividades com quatro corredores e hoje conta com mais de 50 atletas que correm e treinam juntos. “Esses corredores são amigos, pararam de procurar receitas em revistas, nunca sofreram contusões que o obrigassem a parar de correr. Estou próximo a eles, com horários específicos e esse grupo é acompanhado de perto. Eles não treinam sem orientação, os exercícios, a parte nutricional e fisioterápica são acompanhados de perto”, conta José Luiz.
Os atletas da Pé Q Voa disputam pelo menos uma competição por mês, tudo pré-definido em um calendário. Por ser uma das poucas equipes da cidade com uma orientação completa para seus atletas a procura por competições aumentou e todos participam de quase todo o calendário de eventos do ano. “Devido ao trabalho de assessoria da Pé Q Voa, o grupo de meia idade hoje está se destacando em relação aos outros,” conta o professor, que trabalha com todas as faixas etárias. Para entrar na equipe, segundo ele, é necessário uma avaliação médica. Cada corredor tem sua planilha de treinamentos seguindo orientações de vários profissionais da área. Para participar da equipe José Luiz disse que é só procurar por ele no parque municipal onde acontecem os treinamentos, na academia Fit Run, na rua João Batista Pansini, 160, nos telefones 371-4746 ou 9178- 6967 ou ainda pelo e-mail peqvoa@hotmail.com
A BR 135 vencida por Ligeirinho em janeiro é a primeira etapa do Mundial, competição considerada a mais difícil do mundo e com atletas que brigam diretamente para serem os melhores do planeta.
A prova teve largada em São João da Boa Vista com chegada em Paraisópolis, percorrendo a Serra da Mantiqueira, passando pelo Pico do Gavião, sem descanso para o atleta que faz os 217 quilômetros sem parar.
Ligeirinho concluiu a prova em 27 horas e 59 minutos, batendo seu recorde pessoal em duas horas e 19 minutos. Durante este tempo de prova o atleta se alimenta andando e ele parou poucas vezes apenas para trocar o tênis. “Mesmo chegando com folga na frente do segundo colocado não consegui relaxar em momento algum durante a competição. Você fica estressado, sem racionar muito bem para saber se a diferença é grande ou pequena e por isso a tendência é perder o mínimo de tempo possível”, conta Ligeirinho.
Dificuldades
Apesar de ser um atleta acostumado aos desafios de longas distâncias, Ligeirinho conta que alguns momentos são mais difíceis e se não existir uma força de vontade muito grande não completa o percurso. Para ele a madrugada é o momento mais difícil devido ao frio e à chuva. Durante o dia o forte calor também fez com que muitos competidores desistissem da prova. “É preciso um trabalho psicológico muito bom para não desistir. Eu estava muito bem preparado e isso me ajudou a superar as dificuldades”, concluiu.
Falta de apoio
Ligeirinho agora está em preparação para as 24 horas da Aman, prova que será disputada no final de março em Rezende, Rio de Janeiro. “Vou buscar um bom resultado nesta prova, pois tive um bom desempenho na BR 135 e quero manter essa boa fase. O difícil para um atleta não é vencer e sim conseguir se manter no auge, não pode se descuidar pois a concorrência é grande e conta com competidores de muita qualidade”, disse. Ligeirinho lamenta a falta de apoio, segundo ele, sem patrocínio fica complicado participar de competições importantes dentro e fora do Brasil. “Hoje tenho muitos parceiros, amigos que me ajudam, mas falta um apoio financeiro para me ajudar nos treinos e nas competições”, conta ele. De acordo com Ligeirinho, a falta de apoio o tirou das outras etapas da BR 135. “Ainda bem que posso contat com os amigos, como a Pé Q Voa, Alcace, DMAE, Neo Nutri, Centro Otorrino, Loja da Borracha, Taú Esportes, o professor José Luiz, enfim, vários que colaboram. Mas falta um patrocínio grande, o que me impede de representar o Brasil num campeonato mundial, correr nos Estados Unidos”, conta Ligeirinho.
Para o treinador de Ligeirinho, José Luiz, a falta deste apoio é muito ruim para a carreira do atleta. Segundo ele, o resultado obtido nesta etapa da BR 135 o credenciou para a segunda etapa que será disputada no deserto mas infelizmente ele não estará na competição por falta de um bom patrocínio. “O Adilson tem amigos que mantêm seus treinamentos, alimentação, enfim, ajudam da forma que podem, mas esses amigos ainda são poucos e sem um apoio maior não dá para ir mais longe”, conta o treinador.
Pé Q Voa
Adilson Ligeirinho hoje integra a Pé Q Voa, uma das poucas equipes em Poços de Caldas que orientam seus atletas em todos os treinamentos e traça um perfil para cada um dentro do atletismo. O professor José Luiz tem uma grande experiência na área e sempre preparou atletas para competições. Desde o ano passado, devido ao aumento de amadores nas corridas de rua, o treinador mudou o foco de seu trabalho. “As pessoas começaram a correr em busca da saúde, da estética, do lazer e por isso montei uma assessoria para cuidar deste grupo”, disse o professor. Para ele, existe um grupo de pessoas de média idade que estava perdido já que o apoio para o início de atividades em Poços é muito grande mas faltavam orientação para as pessoas que correm por lazer. “O foco era só o atleta, só as competições. Montei a Pé Q Voa justamente para assessorar essas pessoas que estão numa constante busca pela saúde. Como sou um profissional de educação física tenho apoio de cardiologistas, nutricionistas e ortopedistas que me dão suporte para trabalhar com esse grupo”, conta o professor.
A Pé Q Voa iniciou suas atividades com quatro corredores e hoje conta com mais de 50 atletas que correm e treinam juntos. “Esses corredores são amigos, pararam de procurar receitas em revistas, nunca sofreram contusões que o obrigassem a parar de correr. Estou próximo a eles, com horários específicos e esse grupo é acompanhado de perto. Eles não treinam sem orientação, os exercícios, a parte nutricional e fisioterápica são acompanhados de perto”, conta José Luiz.
Os atletas da Pé Q Voa disputam pelo menos uma competição por mês, tudo pré-definido em um calendário. Por ser uma das poucas equipes da cidade com uma orientação completa para seus atletas a procura por competições aumentou e todos participam de quase todo o calendário de eventos do ano. “Devido ao trabalho de assessoria da Pé Q Voa, o grupo de meia idade hoje está se destacando em relação aos outros,” conta o professor, que trabalha com todas as faixas etárias. Para entrar na equipe, segundo ele, é necessário uma avaliação médica. Cada corredor tem sua planilha de treinamentos seguindo orientações de vários profissionais da área. Para participar da equipe José Luiz disse que é só procurar por ele no parque municipal onde acontecem os treinamentos, na academia Fit Run, na rua João Batista Pansini, 160, nos telefones 371-4746 ou 9178- 6967 ou ainda pelo e-mail peqvoa@hotmail.com
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