sábado, 27 de agosto de 2016

Voleibol

NESTE sábado, 27, a equipe de vôlei Poços DME/SEMEL- Poços de Caldas venceu São João da Boa Vista pelo placar de 3x0 pela liga Sanjoanense na categoria infanto juvenil. A equipe está em segundo lugar na tabela,  atrás apenas de Itirapina, cidade esta que enfrentará no sábado que vem. O time de Poços conta com os seguintes atletas:  Fábio, Breno, Otávio, Cesário, João, Gui, Arthur, Edson, Penachio, Dayller, Lobo e Zanetti. Técnico: Alexandre Valverde

Academia promove treinamento especial no parque municipal

Poços de Caldas, MG - Na manhã deste sábado (27), a Academia Olimpo promoveu o Olimpo Open. O treinamento foi com sua nova metodologia exclusiva chamada “P4”, testada e comprovada.
O evento envolveu 91 pessoas, entre alunos e não alunos da academia, sem custo, promovendo apenas a prática da atividade física de forma alegre, leve, diferente, em ambiente prazeroso.
“É muito gratificante ver os alunos tão motivados para sair de suas casas em um sábado de manhã e treinar com a gente. A mudança na vida das pessoas é nosso combustível para sempre seguir em frente”, disse Eduardo Rezende, diretor da academia.
“Achei fantástico reunir quase 100 pessoas, provendo bem-estar e impactando diretamente na saúde dessa galera que esteve presente. A Olimpo tem uma filosofia de agregar valores e estender as atividades para fora da academia, valorizando as amizades e formando uma segunda família. Não é difícil fazer isso, pois aprendemos esses valores desde pequenos com o nosso pai Paulão Rezende”, falou Eduardo Rezende. “É muito legal ver meus filhos seguindo minha filosofia, sou um pai realizado de verdade de vê-los como formadores de opiniões e, principalmente, excelentes profissionais. Não foi fácil criar meus filhos com o esporte, mas deu muito certo, todos bem sucedidos, homens de bem, que levam a sério o que fazem. Foi demais o evento e tivemos a presença do Renatinho Rezende, que acaba de chegar das Olimpíadas Rio 2016”, falou Rezende.

 Treino

O treino é sempre diferente e desta vez os alunos foram divididos em duas equipes. Eles fizeram diversos movimentos com bastante coordenação motora, resistência, força e agilidade. Através de circuitos, corridas, corrida com peso, cabo de guerra e também o famoso time trial no fim, uma prova contra o relógio em que todos devem fazer o máximo de movimentos determinados em um certo período de tempo.
Para finalizar, a academia fez vários sorteios com brindes de seus patrocinadores Monreale, Âncora Café, Physiofit e Herbalife com a coach Bianca.

Escolinha de futebol da Coopoços realiza evento em homenagem aos pais

Poços de Caldas, MG - A escolinha de futebol da Coopoços realizou, na manhã de ontem, no Bandolão, um evento em comemoração ao Dia dos Pais. Alunos da escolinha, pais e professores fizeram uma confraternização e todos os meninos receberam medalhas comemorativas. André Oliveira, um dos idealizadores da escolinha, ao lado do professor Paulista, foi homenageado com uma placa especial. “Fiquei muito feliz com esta homenagem, pois faço parte de tudo isto aqui. Escrevi o projeto com o Paulista, o presidente Sérgio abraçou e a escolinha ganhou vida, se fortaleceu e cresceu. O importante é o bonito trabalho sendo feito com as crianças, a escolinha vencendo os campeonatos. Hoje não faço mais parte da escolinha, mas meu coração está aqui, sempre acompanho tudo que acontece e sou muito orgulhoso deste projeto que deu certo”, disse André Oliveira.

A realização do evento deveria ter sido antes, mas alguns imprevistos e até mesmo o clima acabaram adiando a festa. “Foi um evento muito bonito, que foi adiado por alguns contratempos, mas acabou sendo realizado com grande sucesso. Homenagear os pais e mães destes meninos é muito justo, pois eles fazem parte do projeto, são peças fundamentais nisto tudo e certamente sem o apoio deles não seríamos o que somos hoje”, falou Paulista.

Aniversário

A escolinha da Coopoços está prestes a comemorar seis anos e, segundo Paulista, alguns eventos especiais estão sendo preparados. “Teremos diversas comemorações e vamos tentar proporcionar dias felizes a todos da escolinha”, finalizou.

URCP dá início às festividades de 35 anos

Poços de Caldas, MG -  Em novembro de 1981 nasceu a União Recreativa Casas Populares (URCP). Corintiano apaixonado, Geraldo Loló foi o idealizador do projeto que tirou inúmeros meninos das ruas. “Vim para o Conjunto Habitacional em agosto de 1981 e na época os casos de meninos nas ruas eram muitos. Nunca concordei com aquilo e comecei a pensar em como ajudar a amenizar a situação. Os meninos jogavam bola na rua, não havia tantas quadras e campos como hoje. Aqui no Cohab as ruas não tinham nem calçadas ainda. Comecei a trabalhar com estes meninos ensinando voleibol. Na minha casa tinha uma área grande e a gente colocava uma rede e jogava ali mesmo. Deu certo e começamos a tirar as crianças da rua, a coisa foi crescendo e tivemos a ideia de montar um clube. Foi assim que surgiu a União Recreativa Casas Populares. Em 1990, ganhamos o estatuto do clube e começamos a participar dos campeonatos de futebol de salão da cidade”, contou Loló.

Ontem, a quadra da Escola Padrão, no Conjunto Habitacional recebeu a primeira etapa das festividades pelos 35 anos da URCP. Um torneio amistoso reuniu as equipes da URCP, Coopoços, Esporte Nações e Craque de Ouro. Ainda receberam homenagens alguns parceiros, como Israel Souza Pereira, da Secretaria Municipal de Esportes, Rubens Florentino, da escolinha Craque de Ouro, Paulista, da Coopoços, e Nogueira, do Esporte Nações, além do radialista Lourival Machado. O jornal Mantiqueira também foi homenageado. “O Mantiqueira é um importante parceiro que a URCP tem na divulgação dos eventos e por isto a homenagem é mais que justa. Sempre que pedimos tivemos apoio do jornal e a importância disto é muito grande para nós que lutamos desde para fazer o nome da URCP”, disse Loló. “Quero agradecer a Escola Padrão que nos cedeu a quadra por causa da reforma do Juca Cobra. Foi importante este tempo de treinos aqui “, falou Loló, que já prepara a segunda etapa das comemorações, que acontecerá dia 17 de setembro na inauguração do ginásio Juca Cobra. Em outubro será realizada uma festa que receberá ex-atletas da URCP. A festa principal acontecerá em novembro e está sendo preparada em segredo. “Tenho certeza que vai marcar, pois será um evento especial e digno da história da nossa URCP”, finalizou Loló.

Diney, ex-Caldense, anuncia fim da carreira pelas redes sociais

Poços de Caldas, MG - Diney Costa, ídolo da torcida da Caldense, anunciou, via redes sociais, que está desistindo do futebol. “Talvez seja melhor parar de jogar, decisão difícil porque é o que mais amo fazer, é onde conheci grandes craques que hoje são irmãos. Também pelas pessoas que gostam de mim e do meu futebol”, disse Diney, que citou o garoto Thiaguinho, que morreu de câncer, mas que conseguiu conhecer o jogador ano passado. “O Thiaguinho de Poços de Caldas, que antes de morrer ajudei um pouco a realizar seus sonhos. Tem ainda os  amigos, a família, meu pai e irmão que estão no céu. Difícil decisão, mas talvez pensar e repensar em algumas coisas, o que fazer. Futebol é lindo, diferente, mas é sujo por trás de pessoas que só pensam no dinheiro em te fazer mal para conseguir ficar por cima. Sou humilde, alegre, mas também tenho aguentado demais e engolido muito o choro neste tempo”, falou Diney, ressaltando que fica com a felicidade de ter viajado o mundo todo, ganhado títulos, jogado com craques e ajudado a fazer muita gente feliz.
Diney teve duas passagens pela Caldense. A última foi em 2015, quando fez parte da campanha na Série D do Brasileiro.

Raul Togni Filho avalia o basquete brasileiro nos jogos do Rio e se emociona ao falar da carreira do filho

PAULO VITOR DE CAMPOS
pvampos@gmail.com

Poços de Caldas, MG - O Mantiqueira deste domingo traz uma entrevista muito especial com Raul Togni Filho, ex-jogador de basquete, que começou na Caldense e teve passagens por importantes clubes do Brasil e da Europa, além da seleção brasileira. Ele conta como foi sua visão das Olimpíadas no Brasil e como foi ver o filho Raul Togni Neto, o Raulzinho, disputando os jogos do Rio. Pai coruja, ele diz o que pensa da carreira do filho. Fala ainda da falta de incentivo ao esporte no Brasil, do trabalho na Caldense e da potência e predomínio dos Estados Unidos no basquetebol.

Mantiqueira - Como foi viver a emoção de acompanhar uma Olimpíada em casa e, de quebra, ter um filho participando do evento?
Raul Togni Filho - Foi muito emocionante. Primeiro, que a expectativa era muito boa, mas acabou sendo muito melhor, enfim, os jogos foram maravilhosos. Claro que um ou outro problema é comum, como realmente teve, mas tudo foi muito bem resolvido. Aliado a isto, ver o Raulzinho defender a seleção brasileira de basquete dentro do Brasil, a torcida super empolgada e dando show, foi maravilhoso. Às vezes alguns torcedores de excediam um pouco e isto assustou os estrangeiros, mas o balanço geral é muito positivo.  Fiquei muito feliz com os jogos em geral, mas triste porque o basquete brasileiro poderia ter ido um pouco mais longe, mas, infelizmente, ficou pelo caminho.

Mantiqueira - O que faltou para o basquete ir mais longe nos jogos?
Raul Togni Filho - Muito difícil falar o que faltou, já que a competição de basquete é muito forte. São seleções de muita qualidade e o grupo do Brasil era um dos mais fortes, com Argentina, campeã olímpica, Espanha, campeã da Europa, Lituânia e Croácia, todos muito fortes. A Nigéria era teoricamente a equipe mais fraca do grupo, mesmo assim venceu a Argentina na fase preparatória. Então, é muito difícil analisar o que faltou para o Brasil. Talvez o dia não fosse o melhor e no esporte isto influencia. A decepção maior é saber que esta geração poderia ter ido mais longe e ficou pelo caminho. Muitos destes jogadores não estarão mais na seleção e espero que o trabalho de renovação seja bem feito.

Mantiqueira - Que jogo você destaca crucial para a eliminação brasileira?
Raul Togni Filho - Sem dúvida contra a Argentina, quando fomos melhores em quase todo o jogo, tivemos muitas chances de vencer e acabamos perdendo depois de duas prorrogações. Aquela partida mostra que o time brasileiro estava intranquilo nas bolas decisivas e os argentinos souberam muito bem como aproveitar isto. O Raulzinho reclamou bastante da arbitragem naquela partida, outros jogadores também, enfim, tudo contribuiu, mas é aquela coisa, faltou competência também e isto foi fator chave na nossa eliminação tão precoce.

Mantiqueira - Como foi a conversa com o Raulzinho depois dos jogos?
Raul Togni Filho - Naturalmente ele ficou muito triste e com isto evitamos falar muito sobre o assunto. Além de ser pai, sou treinador de basquete e um comentário meu num momento errado poderia machucar mais do que se eu não fosse da área esportiva e com conhecimentos técnicos sobre o assunto. O que percebi é uma grande tristeza dele e dos colegas de time, pois sabiam que poderiam ter ido mais longe. Mas o que tem que ficar de lição é que o trabalho foi bem feito e o resultado infelizmente não apareceu. Esporte tem destas coisas mesmo.

Mantiqueira - Você teve a chance de disputar uma Olimpíada e deixou exatamente para acompanhar o nascimento do Raulzinho. Como foi o ver ele ter a chance que você deixou lá atrás?
Raul Togni Filho - Em 1992 fui convocado para a seleção brasileira e iria treinar com o time. Naquele ano foi a primeira vez que uma seleção norte-americana iria para os jogos e isto era um fator muito especial, pois teria a chance de enfrentá-los. No entanto, na hora do embarque, acabei desistindo porque a Cláudia, minha esposa, estava grávida do Raulzinho e eu estava muito feliz com aquele momento. Estava próximo do nascimento e eu queria acompanhar tudo de perto e acabei abrindo mão da seleção. Agora parece que Papai do céu me iluminou, pois justamente este meu filho, que nasceu em 1992, veio a jogar basquete como eu, se tornou um grande jogador e disputou uma Olimpíada justamente aqui na nossa casa. É muito emocionante não só para mim, mas para toda a família.

Mantiqueira - Voltando a falar do basquete nas Olimpíadas, um dia você acredita que alguma equipe ou até mesmo o Brasil fará frente ao poderoso time dos Estados Unidos?
Raul Togni Filho - Muito difícil por diversos fatores. Eles têm o esporte como parte integrante da educação, então, qualquer escola municipal dos Estados Unidos tem pelo menos uma quadra esportiva de qualidade para seus alunos, que aprendem desde muito cedo a importância dos esportes, seja qual modalidade for. O menino tem que escolher algum esporte para praticar e com isto, devido à grande quantidade de praticantes, claro que aparecem talentos quase que o tempo todo. A realidade é muito diferente da nossa. Eles ainda usam muito a tecnologia para avaliar os jogadores. Analisar perfil, biótipo e assim direcionam o aluno para a modalidade certa. No basquete, por exemplo, o menino com cinco ou seis anos começa a praticar a modalidade e assim fica mais fácil o trabalho dos professores. Talvez, e eu acredito muito nisto, é que hoje os Estados Unidos estão dando muito espaço para os estrangeiros e isto pode ajudar um pouco. Os “branquinhos” da Europa não possuem a força física dos negros americanos, principais jogadores dos EUA, mas pode ser que compensem isto com a técnica e assim as seleções de fora possam ter uma chance, mas mesmo assim se os Estados Unidos levarem sua força máxima para os jogos fica muito difícil. Atualmente, se eles montarem três seleções vão brigar por ouro, prata e bronze, certamente. É muito difícil tirar este predomínio deles. Nos jogos do Rio, por exemplo, os principais jogadores americanos não foram e mesmo assim os Estados Unidos brincaram de jogar basquete e não teve adversário.

Mantiqueira - E como você vê o trabalho de base no Brasil?
Raul Togni Filho - Depois que vim para Poços de Caldas perdi um pouco do que vem acontecendo no cenário nacional, mas nunca foi dos melhores. Aqui a dificuldade é grande e o Brasil infelizmente não investe como deveria no nosso esporte. Não investe na educação, no aprimoramento da base e o pouco investimento que é feito visa equipes de ponta que dão retorno financeiro. Estamos muito longe do ideal e espero que a realização das Olimpíadas aqui mude esta mentalidade, que melhorem o apoio na nossa base porque daqui quatro anos muitos meninos que foram ver das arquibancadas os jogos podem ser nossos jogadores em Tóquio, mas para isto é preciso trabalhar mais sério neste sentido, caso contrário nada vai mudar. Além do investimento financeiro é preciso aperfeiçoar os profissionais, dar condições ao professor de buscar o conhecimento até mesmo fora do Brasil. Trazer gente de fora também pode ser uma boa solução. Temos casos de alguns esportes que estão investindo em profissionais de fora, como o handebol, ginástica, enfim, buscar apoio para melhorar nosso desempenho ajudaria. Lá fora eles têm uma visão diferente e qualquer ajuda é importante. Estamos ultrapassados e precisamos mudar este quadro.

Mantiqueira - Como anda o trabalho na Caldense e com os meninos de Poços de Caldas?
Raul Togni Filho - Busco fazer meu trabalho da melhor forma possível tentando passar o máximo de conhecimento que adquiri nestes muitos anos que tenho de basquete. A principal meta do trabalho é formar o cidadão e depois o atleta. O Júlio César Freitas, meu grande parceiro na Caldense, pensa da mesma forma, a educação sempre vai estar em primeiro lugar e usamos o esporte com este intuito. Claro que a gente gostaria que a estrutura fosse melhor no Brasil, e que pudéssemos formar mais atletas, mais jogadores, mas como isto não é possível a gente se contenta com pouco e se estes meninos que aqui estão não virarem jogadores de basquete, que sejam grandes cidadãos.

Mantiqueira - Sobre a carreira do Raulzinho. Você acompanha de perto, como está vendo ele na NBA, enfim, você está presente no momento dele?
Raul Togni Filho - Ver o Raulzinho jogando no principal campeonato de basquete do mundo, que é a NBA, é um sonho e sinceramente nunca imaginava que isto iria acontecer. Tudo aconteceu na vida dele por méritos próprios, muito sacrifício e dedicação. O Raulzinho sempre foi muito competente, muito focado, trabalhou muito duro a vida toda, tem o talento e a pré-disposição para jogador basquete e por isto tudo está acontecendo na sua vida. Ele teve um primeiro ano de NBA maravilhoso, pois a expectativa era de que nem jogasse e acabou jogando e foi muito bem. Fez coisas que acredito que até ele duvidava. Está colhendo os frutos do seu trabalho e agora vamos esperar o segundo ano. Acredito que vai ser mais difícil, o Utah Jazz reforçou o time para a temporada, contratou atletas para disputar posição com ele e por isto sabemos que ele vai ter que lutar muito para continuar jogando. A vida média de um jogador na NBA é de quatro anos e muitos não conseguem continuar depois deste período, por isto ele precisa continuar lutando, mostrando seu valor, que tem tudo para seguir na NBA. A competitividade é muito grande e novos talentos aparecem. Acompanho o Raulzinho em ação daqui mesmo, pela TV, internet e de vez enquanto, quando possível, vou ver de perto seus jogos. Vou sempre no final do ano, pois tenho outros filhos, inclusive um que mora na Nova Zelândia, por isto no final do ano é mais fácil reunir todo mundo.

Mantiqueira - Pai e filho com muito sucesso no basquete e a pergunta é inevitável: qual carreira te orgulha mais? A sua ou a do Raulzinho?
Raul Togni Filho - Todo pai quer ver seu filho melhor que ele próprio. O que quero é isto e o Raulzinho é melhor que eu em muitos aspectos. Fico muito feliz por todo o sucesso que ele está tendo e respondendo a pergunta me orgulho muito do que ele tem feito. Se eu pudesse abrir mão de todas as conquistas que tive na vida dentro do basquete sabendo que no futuro ele seria este jogador que se tornou eu faria tudo novamente. Acima de tudo a educação e o respeito que ele tem pela família são as coisas mais valiosas que tenho.
 Mantiqueira - Sua aposentadoria será em Poços de Caldas?
Raul Togni Filho - O melhor lugar é sempre onde a gente está. Para mim Poços de Caldas sempre foi este lugar, mesmo quando eu morava fora. Não tenho um plano de aposentadoria, tenho meus pais aqui, eles estão com certa idade, fazem questão do filho próximo. Não sei o que o futuro me reserva, mas minha vontade é ficar em Poços de Caldas.

Guanabara vence Bom Sucesso na abertura da rodada do Amador

Poços de Caldas,MG - A segunda rodada do Campeonato Amador da Liga Poços-caldense de Futebol foi aberta na noite de ontem com a vitória do Guanabara de Botelhos sobre o Bom Sucesso por 2x0. O jogo foi realizada no estádio municipal Benedito Bandola de Oliveira. Amanhã os jogos serão os seguintes: ADC Metal Sansil x Dom Bosco, Curimbaba x Grêmio Vila Nova, Vila Nova x Guarani/Walter World e Grêmio x Social. Todas as partidas serão realizadas no Bandolão.